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  • Jorge Vieira
  • 3/nov/2014

Transito e transporte na Grande Ilha terão tenção especial no governo Flávio Dino

O governador eleito Flávio Dino destacou as áreas
de trânsito e transporte como uma das prioridades de sua administração para os
municípios da Grande Ilha a partir de 1º de janeiro. Prometendo adotar uma
gestão de diálogo, anunciou que ouvirá os prefeitos dos quatro municípios – São
Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa – para avaliar ações
articuladas e firmar parcerias a fim de melhorar o setor até 2018.

Para desempenhar as ações pretendidas, Flávio Dino
anunciou a indicação do engenheiro José Artur Cabral Marques para presidir a
Empresa Estadual de Transportes Urbanos – que será criada no próximo governo. O
novo órgão será vinculado à Secretaria de Infraestrutura (Sinfra) e terá
objetivos específicos de articular ações com os municípios das regiões
metropolitanas, captar recursos junto ao Governo Federal e prestar assistência
aos municípios.

“Nos quatro municípios da Ilha, temos compromissos
específicos para a mobilidade urbana. Vamos avançar no transporte sob trilhos,
como prioridade e caminho para enfrentar congestionamentos que progressivamente
paralisam a circulação de pessoas, bens e serviços na Ilha de São Luís”,
pontuou Flávio Dino.

 

  • Jorge Vieira
  • 3/nov/2014

Anacleto Araújo tem morte cerebral confirmada

O
radialista Anacleto Araújo, que estava internado desde o último dia 25 de
outubro, após uma parada cardíaca, teve morte cerebral confirmada nesta manhã
de segunda-feira (3).

Diabético,
Anacleto estava internado na UTI do Hospital do Servidor, onde apresentou
complicações renais e voltou a sofreu um novo infarto.

A esposa do radialista, em contato com a Rádio Mirante AM a poucos instantes, disse que a família é contra desligar os aparelhos e que continua rezando pelo restabelecimento da saúde de Anacleto.
 
*Matéria revisada às 13h30 para correção de informações.
 

  • Jorge Vieira
  • 3/nov/2014

Preteridos na eleição, aliados ameaçam rebelião contra o PT

 Folha de São Paulo

Eles são aliados da presidente Dilma
Rousseff, pertencem a partidos da base de apoio do governo federal no
Congresso, mas não digeriram o comportamento do PT e do Palácio do
Planalto nas eleições deste ano.

Um grupo de congressistas, a maioria
do PMDB, forma um “exército” de magoados com o governo, com potencial
para dificultar a vida da petista no início de seu segundo mandato no
Planalto.

Os deputados e senadores não admitem
oficialmente a irritação, mas nos bastidores disparam contra Dilma e o
ex-presidente Lula. A principal crítica é o que chamam de “traição
petista” diante das alianças com os seus principais adversários nas
eleições estaduais, das quais saíram derrotados.

Descontentes, reforçam a ameaça de
rebelião para pressionar o governo a dialogar mais e ampliar o espaço de suas
legendas na mudança ministerial. Outra demanda é a ampliação de verbas do
Orçamento para seus redutos políticos.

É o caso de Eunício Oliveira (CE),
líder do PMDB no Senado, que não engoliu o apoio de Dilma ao candidato que
acabou vencedor ao governo do Ceará, Camilo Santana (PT). A irritação começou
quando o Palácio do Planalto patrocinou a candidatura do petista por ser aliado
do governador Cid Gomes (Pros), desafeto de Eunício. Por meses, o Planalto
pressionou o peemedebista a sair do páreo, mas Eunício foi em frente e se aliou
ao PSDB no Estado, que elegeu Tasso Jereissati (PSDB-CE) ao Senado.

Eunício, porém, sustenta que se
manteve fiel ao apoio a Dilma, sem declarar voto em Aécio Neves (PSDB),
adversário da presidente. “O governo vai ter que dialogar mais. Não tem
como sair sem atrito de um processo político complexo”, afirmou.

MUITOS PALANQUES
O excesso de aliados também irritou o
petista Lindbergh Farias, que dividiu o apoio da presidente Dilma com os
adversários Marcelo Crivella (PRB), Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Anthony
Garotinho (PR) na disputa pelo Palácio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro.
 
Antes do início da campanha, o PT
tentou forçar um recuo de Lindbergh, mas o petista manteve o seu nome e
acabou em quarto lugar no primeiro turno.
O grupo de insatisfeitos também
inclui o senador Lobão Filho (PMDB), derrotado ao governo do Maranhão.
Como os petistas são aliados do PC do B de Flávio Dino –que derrotou o
peemedebista e foi eleito governador–, Lobão Filho atribui parte de sua
derrota à falta de empenho da presidente.
 
“Essas mágoas existem. Todos têm as
suas. A presidente não gravou para mim, não veio aqui. Faz parte do jogo,
eu pessoalmente não fiquei magoado com ela. Mas é preciso que o governo dê
valor ao seu Congresso para que ela possa governar”, afirmou.
 
Alguns aliados deram o tom do
comportamento dos “magoados” já na primeira semana de atividade do
Congresso depois das eleições, como o presidente da Câmara, Henrique
Eduardo Alves (PMDB-RN).
Sob seu comando, os deputados
derrubaram o decreto presidencial que vinculava decisões governamentais de
interesse social à opinião de conselhos e outras formas de participação
popular.
 
Derrotado na disputa pelo governo do
Rio Grande do Norte, Alves disse que já “deletou” o apoio que o
ex-presidente Lula deu a seu adversário, mas não esconde de interlocutores
a insatisfação.
 
O PMDB também lançou Eduardo Cunha (RJ), desafeto
do PT, como candidato para comandar a Câmara dos Deputados. A ala mais
rebelde da sigla não descarta, no Senado, lançar como candidato à
Presidência da Casa um nome menos alinhado com o Planalto –embora nos
bastidores o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) trabalhe por sua reeleição.

  • Jorge Vieira
  • 3/nov/2014

Caxias realiza Café Histórico alusivo ao 31 de outubro

Na noite da última
sexta-feira, 31 de outubro, o salão nobre do Centro de Cultura recebeu inúmeros
caxienses em comemoração à data na qual o antigo Arraial de São José das
Aldeias Altas foi elevado à categoria de Vila e denominado de Vila de Caxias
das Aldeias Altas.

Estiveram presentes os
secretários municipais de Cultura, Léo Barata, e de Educação, Sílvia Carvalho,
o presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias, Des. Arthur Almada
Lima Filho, dentre outras autoridades e um público bastante diversificado,
entre professores, artistas, produtores culturais e muitos estudantes.

O evento contou com coquetel e
muitos dos presentes usaram a palavra para discorrerem sobre a data e os fatos
do cotidiano histórico e cultural de Caxias.  

Para o secretário municipal de
Cultura, patrimônio Histórico e Turismo, o evento culminou de maneira brilhante
e alusiva ao dia 31 de Outubro. “Um povo é notável quando tem uma história rica
em datas e fatos heróicos, sobretudo, pautados em progresso. Hoje, o povo
caxiense vivencia essa característica”, discursou o secretário Léo Barata.

  • Jorge Vieira
  • 3/nov/2014

Flávia Alexandrina será secretária das Cidades


Mais um
nome para compor a equipe de Governo de Flávio Dino foi anunciado nesta
segunda-feira (03) através das redes sociais. Flávia Alexandrina Coelho Almeida
Moreira será secretária das Cidades a partir de 1º de janeiro.

A nova
secretária assume a pasta com o desafio de pensar e promover ações para
desenvolver os municípios do estado, com ênfase na área de habitação, com
diálogo permanente com a sociedade e movimentos sociais, através do Conselho
Estadual das Cidades e o Conselho Gestor do Fundo Estadual de Habitação de
Interesse Social.

É da
Secretaria das Cidades uma das metas mais ousadas que Flávio Dino assumiu
durante a campanha: diminuir o déficit habitacional do estado – que é o maior
do país – com o programa Minha Casa, Meu Maranhão. Para isso, trabalhará na
articulação de recursos federais e estaduais, além da integração de políticas
públicas. Alguns dos focos prioritários serão os 20 municípios com pior IDH –
Índice de Desenvolvimento Humano, promovendo habitação digna e infraestrutura
para garantir qualidade de vida também na área rural.

FLÁVIA
ALEXANDRINA COELHO ALMEIDA MOREIRA – Secretaria das Cidades

Flávia
Moreira é funcionária de carreira da Caixa Econômica Federal – uma das
principais instituições fomentadoras de crédito imobiliário, onde atuou na
operacionalização de políticas públicas como gerente da Filial de
Desenvolvimento, atendendo todo o estado na gestão de contratos de habitação,
saneamento e infraestrutura. Tem também passagem por outras instituições de
crédito de desenvolvimento do estado, como no Banco de Desenvolvimento do
Maranhão (BDM). Ela é formada em Ciências Contábeis pela Universidade Federal
do Maranhão (UFMA) e possui pós-graduação em Gestão de Políticas Públicas pelo
ISAN/FGV. Flávia Moreira também integrou o Núcleo Gestor de Revitalização do
Centro Histórico de São Luís, foi conselheira do Conselho das Cidades do
Maranhão e do Conselho da Cidade de São Luís.

 

  • Jorge Vieira
  • 2/nov/2014

Anúncio de secretariado de Flávio Dino tem boa repercussão

Privilegiando
a união de características técnicas à sensibilidade social e política, Flávio
Dino vai compondo o seu Governo com nomes de maranhenses respeitados em todos
os setores. Os perfis dos próximos gestores estaduais têm agradado a sociedade
maranhense. Já foram 16 nomes anunciados por Flávio Dino para comandar as
Secretarias ou ocupar a presidência de institutos estaduais a partir do dia 1º
de janeiro.

Redesenhando
as funções de algumas secretarias, Flávio Dino vai anunciando os nomes das
pastas que formarão seu Governo. Entre as modificações, Dino anunciou a criação
da Secretaria de Transparência e Controle (que será responsável por receber
denúncias e prevenir desvios de recursos públicos no âmbito estadual) e da
Empresa Maranhense de Transportes Urbanos – que fará a integração dos
transportes públicos nas regiões metropolitanas do Estado, agindo como
facilitador da relação entre os municípios para as questões de mobilidade
urbana.

Outra
remodelagem foi feita na Secretaria de Direitos Humanos, que passará a ser
denominada de Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular. Ela
integrará os conselhos estaduais da sociedade, implantará o orçamento
participativo para que as prioridades estaduais sejam definidas de forma
conjunta entre governantes e representantes da sociedade civil e será a pasta
responsável por concatenar ações de diversas pastas para o enfrentamento de um
dos maiores problemas do Maranhão: o IDH.

A ideia
de Flávio Dino é que todos os maranhenses tenham acesso aos direitos básicos
garantidos pela Constituição. A Secretaria de Direitos Humanos e Participação
Popular fará a integração de ações de pastas que têm funções estruturais do
Estado, como a da Infraestrutura, Saúde, Educação e Desenvolvimento Social,
para que os esforços sejam feitos de forma conjunta com o mesmo objetivo.

Dino
anunciou ainda a criação do Instituto Estadual de Educação, Ciência e
Tecnologia do Maranhão (Iema), que atuará junto aos Ifmas para qualificação
profissional no estado. Os Iemas serão geridos pela pasta de Ciência,
Tecnologia e Ensino Superior.

Os nomes
anunciados até agora são bastante conhecidos nas categorias que vão atuar e
possuem lastro de trabalho social para em diversos setores da sociedade
maranhense. Através de pronunciamentos públicos, entidades de classe e
representantes da sociedade civil organizada mostram que os nomes escolhidos
por Dino para cada setor possuem afinidade com a área em que atuarão a partir
de 1º de janeiro de 2015.

Os
anúncios estão sendo feitos de maneira gradual, mas constante. Isto porque o
governador eleito pretende que todos os comandantes de pastas tenham tempo de
conhecer suas secretarias e planejem as ações com o maior tempo possível. A
previsão é que todos os cargos de secretários, presidentes e diretores de
órgãos da administração estadual sejam divulgados até o final de
novembro. 

A
agilidade na indicação dos nomes tem como objetivo o planejamento de ações para
o governo que inicia em 1º de janeiro. À medida que novos nomes sejam
anunciados para assumir as Secretarias do próximo governo, estes também
auxiliarão no trabalho de transição pelo conhecimento das pastas.

Conheça
os nomes já anunciados por Flávio Dino:

BIRA DO
PINDARÉ – Secretaria de Ciência e Tecnologia

CLAYTON
NOLETO – Secretaria de Infraestrutura

FELIPE
COSTA CAMARÃO – Secretaria de Gestão e Previdência

FRANCISCO
GONÇALVES DA CONCEIÇÃO – Secretário de Direitos Humanos e Participação Popular

GERALDO
CUNHA CARVALHO JÚNIOR – Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial do
Maranhão

JEFFERSON
PORTELA – Secretaria de Segurança Pública

JOSÉ
ARTUR CABRAL MARQUES – Empresa Estadual de Transportes Urbanos

JOSLENE
DA SILVA RODRIGUES – Chefe de Gabinete do Governador

MARCELO
TAVARES SILVA – Casa Civil

MÁRCIO
JERRY SARAIVA BARROSO – Secretaria de Articulação Política e Assuntos
Federativos 

MARCOS
PACHECO – Secretaria Estadual de Saúde

NETO
EVANGELISTA – Secretaria de Desenvolvimento Social

RODRIGO
LAGO – Secretaria de Transparência e Controle

RODRIGO
MAIA ROCHA – Procuradoria Geral do Estado

TED LAGO
– Empresa Maranhense de Administração Portuária

TELMA
MOURA DE OLIVEIRA – Chefe de Cerimonial

 

 

  • Jorge Vieira
  • 1/nov/2014

Lobão fora do Ministério de Minas e Energia

 PT e PMDB abriram a disputa
pelo controle do setor energético no segundo mandato da presidente Dilma
Rousseff. Peemedebistas do Senado querem manter o Ministério de Minas e
Energia, que comandam desde 2005. O atual ministro, Edison Lobão, avisou a
parentes e aliados que deixará o cargo para retomar, a partir de janeiro de
2015, seu mandato de senador pelo Maranhão. 

O PT defende a saída de
Lobão, especialmente após o nome do ministro aparecer na delação premiada à
Justiça Federal feita pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo
Roberto Costa. Além disso, querem que o ministério, ao qual estão subordinadas
estatais como Petrobrs e Eletrobras, componha um “núcleo duro” da
Esplanada com diálogo direto com os responsáveis pela formulação da política
econômica.



O argumento dos petistas é
que o Ministério de Minas e Energia ganhou peso estratégico devido à situação
de crise hídrica que tem afetado o nível dos reservatórios e a geração de
energia e aos problemas de caixa das distribuidoras. Também as denúncias de
corrupção na Petrobras assumiram um alto grau de importância. O partido
acredita que retirar o PMDB do comando do ajudaria a transmitir a imagem de que
o governo está interessado em apurar as denúncias de corrupção na Petrobras.
Dessa forma, a pasta precisaria estar mais próxima do Palácio do Planalto,
atuando em sintonia com os futuros titulares da Fazenda e da Casa Civil, por
exemplo. O senador Walter Pinheiro (PT-BA) afirmou que, no próximo governo, a
pasta não pode ser vista como um “ministério qualquer”. “Precisa
fazer parte do núcleo mais importante do governo”, argumentou.
Não por acaso, um dos nomes
cotados pelo partido para assumir o posto hoje ocupado pelo peemedebista Edison
Lobão, afilhado político de José Sarney (PMDB-AP), é o do governador da Bahia,
Jaques Wagner. Próximo à Dilma e fortalecido no PT por ter eleito seu candidato
ao governo estadual ainda no primeiro turno, Wagner deverá ter papel de
destaque no próximo mandato. O chefe de gabinete de Dilma, Giles Azevedo, que
foi secretário de Minas e Metalurgia quando a petista comandou o ministério, é
outro cotado.



Não se sabe o grau do
envolvimento do ministro Lobão com o esquema de corrupção na estatal, mas
operadores do governo tratam sua queda como inevitável. Primeiro por atender à
estratégia do Planalto de extinguir, no segundo mandato de Dilma, os feudos
partidários. E segundo, por aproveitar o enfraquecimento político do padrinho
de Lobão, o ex-presidente e senador José Sarney (PMDB-AP), que desistiu de
concorrer este ano a um cargo eletivo após 60 anos e cujo grupo político perdeu
força em seu Estado após a eleição de Flávio Dino (PCdoB) para o governo do
Maranhão.



Mas o PMDB está decidido a
lutar pela Pasta. O principal argumento a ser colocado na mesa de negociação
para garantir o ministério é o de que Dilma precisará do partido, caso queira
garantir o mesmo apoio político que teve no Senado em seu primeiro mandato. A
situação, avaliam, é delicada para o governo por uma confluência de fatores
políticos e econômicos. Com uma oposição mais qualificada a partir do próximo
ano, com a presença, por exemplo, dos tucanos Aécio Neves (MG), José Serra (SP)
e Tasso Jereissati (CE) e do democrata Ronaldo Caiado (GO), o governo precisa
garantir apoio na Casa. E, como as condições da economia brasileira em 2015 não
são das melhores, o respaldo no Senado para aprovação de medidas planejadas
pelo Executivo, mesmo que impopulares, também é fundamental.
 
Entre os principais nomes
do PMDB, são cogitados o líder do partido no Senado, Eunício Oliveira (CE), ou
o líder do governo na Casa, Eduardo Braga (AM), que é engenheiro elétrico. A
bancada dos senadores quer manter os três ministérios da sua “cota” –
além de Minas e Energia, a Previdência e o Turismo, esse último cota do
presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Os deputados do partido, por
sua vez, controlam a Agricultura. O ministro da Secretaria de Aviação Civil,
Moreira Franco, é uma indicação pessoal do vice de Dilma, Michel Temer.
 

1 1.957 1.958 1.959 1.960 1.961 2.782

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