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  • Jorge Vieira
  • 5/fev/2026

“Não está ganho, mas vou ganhar”, diz Lula sobre eleições

O presidente mencionou nominalmente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como um dos nomes que poderiam surgir na corrida presidencial, apesar de o governador afirmar publicamente que pretende disputar a reeleição no estado e descartar candidatura ao Planalto.

Ainda de acordo com os relatos, Lula citou também outros governadores como potenciais concorrentes: Ratinho Júnior (Paraná), Romeu Zema (Minas Gerais) e Ronaldo Caiado (Goiás). O presidente teria indicado que pretende comparar os resultados de seus governos com as gestões estaduais desses nomes, sinalizando que o embate eleitoral deverá passar pela avaliação de políticas públicas e desempenho administrativo.

Chamou a atenção de lideranças presentes o fato de Lula não mencionar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como o nome escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para representar a oposição. Parlamentares do Centrão destacaram que Flávio vem crescendo nas pesquisas de intenção de voto e ganhando espaço no debate nacional.

Levantamento do instituto Meio/Ideia, divulgado em 4 de fevereiro de 2026, aponta empate técnico em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. O presidente aparece com 45,8% das intenções de voto, enquanto o senador soma 41,1%, dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais. Pesquisa do instituto Paraná Pesquisas indica cenário semelhante, com 44,8% para Lula e 42,2% para Flávio.

Além do tema eleitoral, o jantar teve forte conteúdo político-institucional. Lula fez acenos à Câmara dos Deputados e elogiou a condução do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). O gesto ocorre em um momento em que o governo busca maior estabilidade na relação com o Congresso, ao mesmo tempo em que começa a estruturar sua estratégia eleitoral e fortalecer alianças regionais.

O presidente também sinalizou que pretende intensificar o diálogo com o Senado. Segundo relatos, Lula já manifestou a intenção de se reunir, após o Carnaval, com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e com líderes partidários, ampliando a articulação política entre os Poderes.

Nos bastidores, a avaliação predominante é que o encontro na Granja do Torto foi além de uma confraternização. Para aliados, o jantar marca o início de uma fase em que Lula deve tratar o debate eleitoral de forma mais explícita, antecipando comparações com adversários e delineando estratégias que tendem a ganhar espaço em seus discursos nos próximos meses.

  • Jorge Vieira
  • 4/fev/2026

Deputada Iracema Vale deixa o PSB e se filia ao MDB

A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale, anunciou nesta quarta-feira (4) sua filiação ao MDB, parido comandado no estado pelo secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão e pré-candidato ao governo do estado;

A desfiliação do PSB foi facilitada pelo acordo em que a direção estadual do partido permitiu que todos os parlamentares filiados à legenda socialista, mas que apoiam e integram a base de sustentação do governo pudessem sair sem que seus mandatos fossem questionado na Justiça.

A direção estadual do PSB havia decidido expulsar oito deputados aliados ao Palácio dos Leões, mas curiosamente manteve a deputada Iracema Vale, hoje a principal aliada do governador Carlos Brandão. A decisão foi questionado na Justiça e uma liminar suspendeu o ato da expulsão.

Com o acordo firmado entre as partes, a presidente da Assembleia resolveu mudar de legenda e transferir sua filiação para o MDB, conforme nota pública. Veja abaixo a manifestação de Iracema Vale

 NOTA PÚBLICA

 Diante da decisão do Partido Socialista Brasileiro, informo que, para a regularização da atuação parlamentar e para a formação de bancadas, blocos e comissões, procedi, de maneira honrosa, à minha filiação ao Movimento Democrático Brasileiro.

 Tal providência tem por finalidade assegurar a plena estabilidade da atuação parlamentar, enquanto aguardo, com serenidade e respeito, as definições do nosso grupo político, liderado pelo governador Carlos Brandão, responsável por avanços históricos em nosso Estado, notadamente na melhoria das condições de vida da população e na atenção prioritária aos que mais necessitam, bem como, com igual respeito, as deliberações das agremiações que integram esta unidade popular e democrática.

Com fé, serenidade e esperança, reafirmo que não recuarei um milímetro do meu compromisso com o povo do Maranhão. Sigo firme em meus ideais, renovando diariamente minha disposição para a defesa intransigente da democracia e para a contribuição ativa em um projeto coletivo de desenvolvimento, com avanços sociais, guiado pelos valores da justiça, da união e do trabalho constante por um futuro melhor para o nosso povo.

São Luís, 03 de fevereiro de 2026.
Iracema Vale Deputada Estadual

  • Jorge Vieira
  • 4/fev/2026

Acordo permite desfiliação dos deputados governistas do PSB sem risco de questionamento

Os deputados governistas que permaneceram no PSB após a saída do governador Carlos Brandão do comando no partido e que foram expulsos por um ato da nova executiva estadual por continuarem fiéis ao chefe do Executivo estadual, já podem trocar de legenda sem risco de terem seus mandatos questionados na Justiça Eleitoral.

Um acordo costurado após uma decisão liminar a justiça tornar sem efeito a decisão da direção estadual que expulsou da legenda os deputados Davi Brandão, Florêncio Neto, Antonio Pereira, Daniella, Andreia Rezende e Adelmo Soares, permite que esses parlamentares saiam do PSB de forma espontânea sem qualquer questionamento.

A decisão liminar do juiz Gustavo Henrique Silva Medeiros, da 12ª Vara Cível de São Luís, reconduziu os seis parlamentares aos quadros do PSB e para que o ato não se transformasse em uma batalha judicial, resolveram sentar e costurar o acordo que vai permitir com que o PSB forme um bloco de oposição com o PCdoB,

Desta forma os deputados Iracema Vale, Florêncio Neto, Davi Brandão, Ariston, Francisco Nagib, Antonio Pereira, Daniella, Andreia Rezende e Adelmo Soares já poderão sair do PSB antes de abrir a janela partidária. Existe a expectativa o grupo deve se filiar ao MDB. O deputado Ariston já fez sua opção e vai se filiar ao Mobiliza.

Com a saída dos deputados aliados ao Palácio dos Leões, o blco de oposição será formado pelos deputados: Othelino Neto, Fernando Braide, Rodrigo Lago, Carlos Lula, Leandro Bello, Ricardo Rios e Ana do Gás, o bloco terá vaga garantirá em todas as Comissões da Assembleia.

  • Jorge Vieira
  • 4/fev/2026

Lula lidera com vantagem estreita sobre Flávio, Tarcísio e Michelle no 2º turno, aponta pesquisa Meio Ideia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece em situação de empate técnico com três nomes ligados ao bolsonarismo em simulações de segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Os dados mostram um cenário de disputa acirrada contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com diferenças dentro da margem de erro do levantamento. As informações são da pesquisa Meio Ideia, divulgada nesta quarta-feira (4), segundo a Folha de São Paulo.

De acordo com o estudo, Lula registra 45,8% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro, que soma 41,1%. Na simulação com Tarcísio de Freitas, o presidente marca 44,7%, enquanto o governador paulista alcança 42,2%. Já no confronto com Michelle Bolsonaro, o atual chefe do Executivo aparece com 45%, frente a 40,7% da ex-primeira-dama. Em todos esses cenários, a diferença está dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa também mostra uma mudança em relação ao levantamento realizado em janeiro. Naquele momento, Lula vencia Michelle e Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno e empatava apenas com Tarcísio. Agora, o empate técnico se estende aos três nomes associados ao campo bolsonarista.

Em outras simulações de segundo turno, o presidente mantém vantagem mais confortável. Lula aparece com 45% contra 38% do governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), 45% frente a 34% do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e 45% diante de 34,5% do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Contra o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), Lula soma 45,4%, enquanto o adversário registra 21%. Nos cenários com Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC), o petista também lidera com folga.

Nos cenários estimulados de primeiro turno, Lula aparece numericamente à frente em todas as sete simulações em que seu nome é testado. Em uma delas, com Flávio Bolsonaro, Zema e Eduardo Leite como principais concorrentes, o presidente marca 38,7% das intenções de voto, contra 35,3% do senador do PL, configurando novamente empate técnico. Em outro cenário, com Flávio Bolsonaro e Ratinho Jr., Lula amplia a vantagem, com 39,5%, ante 32% do senador e 8,8% do governador paranaense.

Quando Tarcísio de Freitas é o principal adversário no primeiro turno, Lula alcança 40% das intenções de voto, enquanto o governador paulista soma 35%, e Romeu Zema fica com 6,5%. Em uma das simulações em que Michelle Bolsonaro é apresentada como candidata do bolsonarismo, o presidente aparece com 38,5%, frente a 33% da ex-primeira-dama. Zema novamente registra 6,5%.

O levantamento também testou o nome do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como possível candidato do PT. Em um cenário de primeiro turno, Haddad marca 36,2%, contra 34,5% de Flávio Bolsonaro. Em outro, aparece com 36,4%, praticamente empatado com Tarcísio de Freitas, que soma 36%. No segundo turno, Haddad teria 41,8% contra 40% de Flávio e 42% diante de 39% de Ratinho Jr. Já em um confronto direto com Tarcísio, o ministro ficaria atrás, com 40,5%, ante 44,5% do governador.

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem livremente em quem votariam se a eleição fosse hoje, Lula aparece com 33% das menções, um ponto percentual a mais do que no levantamento anterior. Flávio Bolsonaro apresentou crescimento expressivo, passando de 6,6% para 16,3%. O ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso e inelegível, caiu de 9,5% para 8%, variação dentro da margem de erro. Os demais nomes citados ficaram abaixo de 5%.

Lula também lidera o índice de rejeição. Ao serem questionados sobre em quem não votariam de jeito nenhum, 44% mencionaram o presidente. Flávio Bolsonaro aparece em seguida, com 34%, seguido por Fernando Haddad, com 30%, e Michelle Bolsonaro, com 29,4%.

O levantamento indica ainda que 62% dos eleitores afirmam já ter decidido seu voto para presidente, enquanto 38% dizem estar indecisos. Sobre a avaliação do governo, 51% dos entrevistados consideram que Lula não merece continuar no cargo, contra 47% que avaliam o oposto, e 2% que não souberam responder.

A pesquisa ouviu 1,5 mil pessoas por meio de entrevistas telefônicas, realizadas entre sexta-feira (30) e segunda-feira (2). O intervalo de confiança é de 95%, e o estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-08425/2026. O levantamento foi financiado pelo instituto Meio Ideia.

  • Jorge Vieira
  • 3/fev/2026

Brandão volta afirmar para uma seleta plateia de políticos que fica até o fim do governo

O governador Carlos Brandão deixou bem claro durante sua estada na Assembleia Legislativa para participar da aberturas dos trabalhos legislativos do ano 2026, nesta segunda-feira (2), que não pretende passar a faixa governamental para o vice Felipe Camarão (PT). Deu a entender durante sua fala que somente aceitaria renunciar para concorrer ao Senado, conforme lhe pediu o presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), se Camarão fizesse o mesmo. E Camarão já disse que não renuncia.

O governador não deixou dúvidas que seu projeto político é apoiar a candidatura do secretário de Assuntos Municipalistas Orleans Brandão (MDB), que segundo ele, estaria bem situado nas pesquisas e conta com o apoio de 12 partidos que integram a base de sustentação do seu governo. “A gente começou a fazer pesquisa e o Orleans está aparecendo muito bem, Do jeito que as coisas estão caminhando, tudo indica que eu vou ficar até o fim do governo porque o vice governador já disse que não vai sair.

Brandão disse também que não pretende entregar o comando do estado para Felipe Camarão e enfatizou que “às vezes é melhor ficar sem mandato, mas salvar o grupo”. Brandão foi além ao destacar que tomou esta decisão por estar pensando mais no grupo do que em mandato. “Hoje em diria que em função dessa decisão política de 12 partidos e das pesquisas que estão mostrando que o Orleans está muito bem avaliado, seria um presente ao Maranhão dar continuidade ao governo que está dando certo”, afirmou mandatário do estado.

Pelo que falou o governador para uma plateia seleta de políticos e profissionais de imprensa, o martelo já está batido. Brandão já decidiu ficar até o último dia do mandato e apostar todas as fichas no sobrinho Orleans, colocando uma pá de cal no que ainda restava de esperança de uma repactuação de toda base política que chegou ao comando estado em 2014 elegendo Flávio Dino governador, reelegendo em 2018 e elegendo Brandão em 2022.

Com a decisão do governador permanecer no cargo para apoiar a candidatura de Orleans, resta saber se a direção nacional do Partido dos Trabalhadores manterá seu aval à pré-candidatura ao governo de Felipe Camarão, que está em plena pré-campanha pelo interior do Maranhão em companhia de líderes dos partidos de esquerda e centro esquerda.

É bom lembrar que existe hoje uma corrente forte no braço do PT no estado que defende a manutenção da aliança com o governo de Brandão, apoiar a candidatura de Orleans e articula a filiação da Presidente da Assembleia, Iracema Vale, para ser representante do PT na chapa de Orleans como candidata ao Senado. E ela já disse: ”Sou uma mulher de grupo e farei o que for decidido”.

  • Jorge Vieira
  • 3/fev/2026

Vitória de Lula: Câmara aprova MP que cria o Programa Gás do Povo com botijão gratuito para famílias de baixa renda

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (2) a Medida Provisória 1313/25, que muda o programa de ajuda para compra de gás pela população de baixa renda e institui a modalidade de retirada gratuita do botijão em revenda cadastrada. O texto deve ser votado ainda pelo Senado.

Com a MP, o nome do programa atual, Gás dos Brasileiros, muda para Gás do Povo, e a modalidade de ajuda em dinheiro deve acabar em 2027. Se a família já recebe o auxílio na modalidade de gratuidade, não terá acesso à ajuda em dinheiro e vice-versa.

O texto aprovado em Plenário é o substitutivo do relator na comissão mista que analisou a MP, deputado Hugo Leal (PSD-RJ). O texto cria uma nova modalidade no programa, destinada à instalação de sistemas de baixa emissão de carbono para cozinhar os alimentos ou mesmo biodigestores que gerem gás metano por decomposição de restos de alimentos.

Segundo o regulamento (Decreto 12.649/25), a quantidade de botijões de 13 Kg de gás a serem retirados gratuitamente será de:

  • quatro por ano, para famílias de duas a três pessoas; e
  • seis ao ano, para aquelas com quatro ou mais pessoas, sem referência a famílias unipessoais.

Para poder acessar o benefício nessa modalidade, a família deverá ter inscrição atualizada no CadÚnico e receber, por pessoa, renda mensal menor ou igual a meio salário mínimo (R$ 759).

BPC
Quanto aos beneficiários da ajuda em dinheiro, o texto aprovado prevê que os critérios de acesso e prioridade dessa modalidade serão os mesmos da modalidade gratuita a partir de julho de 2026, ressalvadas as famílias que já recebiam o pagamento em setembro de 2025 (data de edição da MP).

Isso implica que, a partir de julho de 2026, não será possível o acesso à modalidade de pagamento para a família não inscrita no CadÚnico e que tenha membros residentes no mesmo domicílio contemplados com o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

As regras dessa modalidade preveem que, para essas famílias, o auxílio-gás é pago ao titular do BPC ou seu responsável legal.

Debate em Plenário

O relator Hugo Leal defendeu a aprovação da medida e disse que, às vezes, o recurso destinado aos cidadãos para a compra do gás não é utilizado para esse fim. “O benefício pecuniário é bem-vindo e foi bem utilizado, mas o propósito da MP foi contemplar a recarga do botijão”, declarou.

Segundo Leal, se o texto previsse apenas um acréscimo de dinheiro para compra de gás, as pessoas continuariam usando lenha, papel ou madeira imprópria para fazer o cozimento. “Tínhamos de atingir essa questão do problema energético e que o botijão chegasse às famílias”, afirmou.

Segundo a deputada Dandara (PT-MG), o programa vai funcionar como atualmente acontece com a retirada de medicamentos pelo Farmácia Popular. “A pessoa vai no centro de distribuição com seu aplicativo ou declaração, e tem o direito de retirar o botijão de gás, assim como ela vai com a receita à farmácia e retira o medicamento que é direito dela”, explicou.

O deputado Rogério Correia (PT-MG) destacou a importância de políticas como o Gás do Povo estarem previstas em lei para serem de Estado e não terem o risco de ser descontinuadas em eventual mudança de governo. “É salutar que tenhamos legislação sobre esses programas importantes para nosso país”, disse.

Porém, o deputado Luiz Lima (Novo-RJ) criticou a dinâmica proposta pela medida para distribuir o botijão de gás para a população com revenda específica, ao invés de um valor para a compra. “Estamos praticamente criando um monopólio de revenda de gás credenciado, com financiamento do governo federal, sem controle e aumentando o caos social”, afirmou.

Para o deputado Alberto Fraga (PL-DF), o dinheiro diretamente na conta das famílias seria mais fácil de ser fiscalizado.

O deputado Hildo Rocha (MDB-MA) ressaltou que a medida provisória permite tanto a possibilidade de receber o auxílio em dinheiro quanto a possibilidade de buscar em uma revendedora. “Um não exclui o outro, e ambos são muito bons”, avaliou.

Prioridades
O texto de Hugo Leal reformula as prioridades de recebimento do auxílio nas três modalidades (dinheiro, gratuidade e cocção de baixo carbono).

Terão prioridade as famílias:

  • atingidas por desastres ou em local com situação de emergência reconhecida pelo poder público;
  • com mulheres vítimas de violência doméstica sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência;
  • pertencentes a povos e comunidades tradicionais, incluídos indígenas e quilombolas, observada a garantia de direito à consulta livre e prévia;
  • com maior número de membros; e
  • com menor renda por pessoa.

A seleção das famílias segundo as prioridades, os requisitos e a disponibilidade orçamentária continua com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

Estatais
Para operacionalizar a modalidade gratuita, a União poderá contratar, com dispensa de licitação, a Caixa Econômica Federal e a Dataprev para, respectivamente, viabilizar repasses diretos ao banco e fazer o processamento de dados.

Entes federativos que firmarem termo de adesão com a União também poderão custear a modalidade.

Como funciona
Segundo o governo, quando for definido que a família será beneficiária do gás gratuito, a autorização será feita por meio de aplicativo, cartão do programa, QR code ou cartão do Bolsa Família, com validação eletrônica no ato da retirada em varejista de gás credenciado pelo programa.

Os revendedores credenciados constarão de uma lista acessível por aplicativo e terão uma identidade visual padronizada com o nome e a marca do programa.

As revendas credenciadas também deverão afixar em local visível ao público a informação de que estão habilitadas à retirada gratuita e de canais oficiais de denúncia em caso de cobrança indevida ou irregularidade.

Será proibida a cobrança de qualquer tipo de taxa ou tarifa, exceto por serviços adicionais, como entrega, instalação e outros serviços solicitados pelo beneficiário.

Em contrapartida, o texto do relator estipula prazo máximo de 7 dias úteis para os revendedores receberem o valor do botijão entregue.

Credenciamento
As regras de credenciamento para ofertar o botijão na modalidade de gratuidade serão estabelecidas em regulamento. A MP, no entanto, já estabelece a necessidade de o varejista interessado autorizar a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a acessar, por meio da Receita Federal, os documentos fiscais eletrônicos das operações de compra e venda de gás a fim de compor o preço médio.

O varejista terá também de participar do Sistema Nacional de Transparência de Preços de GLP, criado pelo relator. Esse sistema pretende fortalecer a concorrência e ampliar a proteção e o acesso do consumidor.

Outros revendedores não cadastrados poderão participar se autorizarem os órgãos fazendários a compartilhar com a ANP dados sobre as operações de compra e venda de gás.

Listagem de preços de cada revendedor poderá ser acessada pelo público por meio eletrônico (inclusive app), com a localização da revenda.

Para o credenciamento e a permanência dos varejistas de gás na modalidade de gratuidade do programa, deverão ser seguidos os preços regionalizados divulgados pelo Ministério de Minas e Energia segundo médias praticadas em cada estado e atualizados pela variação do preço de compra pelos distribuidores.

O levantamento de preços é feito pela ANP, que também deverá apoiar a Caixa com o compartilhamento de dados e de informações completas da base cadastral das revendas varejistas de gás de cozinha.

O regulamento definirá ainda como a Receita Federal entregará ao Ministério de Minas e Energia e ao Ministério da Fazenda as informações estatísticas do preço de venda de gás ao consumidor final agregadas por município.

Distribuidoras
Nos municípios onde existirem revendas varejistas de gás, mas sem adesão ao programa, o acesso deverá ser garantido pelas distribuidoras com participação de mercado acima de 10% nos estados em que atuam. Para isso, terão de assinar termo de compromisso com a União.

O regulamento definirá penalidades pelo seu descumprimento.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

  • Jorge Vieira
  • 2/fev/2026

Solenidade marca abertura dos trabalhos legislativos na Câmara de São Luís

A Câmara Municipal de São Luís realizou, na manhã desta segunda-feira (2), sessão solene que marcou, oficialmente, a abertura da Sessão Legislativa Ordinária de 2026, retomando os trabalhos parlamentares após o recesso regimental. Ao abrir a sessão, o presidente do Legislativo Municipal, vereador Paulo Victor (PSB), destacou o início de mais um ciclo de atividades do Parlamento ludovicense. “Com muito orgulho, iniciamos hoje os trabalhos desta Casa. Retomamos hoje, com orgulho e muito trabalho, as discussões que irão garantir avanços e melhorias para a nossa cidade e nossa população”, afirmou.

A solenidade contou com a presença de autoridades que representaram os poderes constituídos e instituições parceiras do Legislativo municipal. Representando o Governador Carlos Brandão, o secretário-chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira, ressaltou a importância da parceria entre os poderes. “Estou, com muita alegria, representando o governador Carlos Brandão, que continuará administrando o Maranhão com muito trabalho, em parceria com as casas legislativas dos municípios e com a Assembleia Legislativa. Que seja um ano produtivo para todos nós, para entregarmos o que a população precisa”, declarou.

Durante a solenidade, as instituições presentes reforçaram o compromisso com o fortalecimento do diálogo institucional e com o desenvolvimento de São Luís. O presidente da Associação Comercial do Maranhão, Antônio Gaspar, destacou as parcerias construídas com a Câmara ao longo do último ano, enquanto o corregedor-geral da OAB-MA, Ivaldo Prado, colocou a entidade à disposição do Legislativo e da população.

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