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  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2019

Othelino visita prefeito em exercício de São Luís e ressalta a boa relação institucional entre os Poderes

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), deputado Othelino Neto (PCdoB), em visita de cortesia ao prefeito em exercício de São Luís, Júlio Pinheiro, nesta quarta-feira (11), reforçou a importância da boa relação institucional entre o Legislativo Estadual e o Executivo Municipal para promover avanços na capital maranhense. Júlio Pinheiro assumiu a Prefeitura de São Luís interinamente no último sábado (7) e deve permanecer no cargo até esta sexta-feira (13), em razão de viagem do prefeito Edvaldo Holanda Júnior ao exterior.

Durante o encontro, Othelino destacou que, além de companheiro de partido, Júlio Pinheiro faz parte de um quadro político importante para São Luís. O chefe do Legislativo Estadual afirmou, também, que ambos atuam no mesmo campo político e que, certamente, o prefeito em exercício conduzirá muito bem a gestão municipal.

“Bom saber que o prefeito tem essa tranquilidade de viajar e saber que a cidade estará bem conduzida por Júlio Pinheiro, além, claro, da relação política importante que nós temos. Atuamos no mesmo campo político, no mesmo partido, e participamos da construção desse novo momento pelo qual passa o Maranhão. E São Luís é parte fundamental disso”, assinalou.

Atual vice-prefeito de São Luís, Júlio Pinheiro assume pela primeira vez o comando da capital maranhense. Ele também classificou a relação institucional como fundamental para promover avanços na gestão da cidade.

“Sempre tivemos a cordialidade de fazer as tratativas com o presidente Othelino e essa ação conjunta nos engrandece. E o prefeito Edivaldo tem demonstrado também essa relação de proximidade e valoriza muito a reciprocidade da Assembleia Legislativa”, disse.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2019

Deputado Bira enquadra ministro da Educação Abraham Weintraub

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados recebeu, nesta quarta-feira (11), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, convocado para prestar esclarecimentos. Durante a reunião, o chefe de estado apresentou reportagens da TV Record sobre produção de drogas nas universidades, fez acusações contra reitores e deputados e tergiversou sobre os assuntos e questionamentos referentes às propostas e projetos para a educação. Em reação, o deputado Bira do Pindaré (PSB) enquadrou o ministro, afirmou que tem a impressão que ele é um viciado e que precisa tomar cuidado para não acabar sofrendo uma overdose.

“A questão das drogas é uma preocupação nacional e todos nós combatemos porque é o principal fator da violência em nosso país. Pode ter casos em universidades, mas tem casos em qualquer canto desse país. O problema não é esse, o problema é o senhor usar essa questão para, mais uma vez atacar, as universidades dando uma demonstração clara de quem quer destruir as universidades públicas no Brasil. O problema é usar isso como uma cortina de fumaça”, frisou o parlamentar.

O deputado falou da postura do ministro em relação a declarações sobre escravidão, república e monarquia. Lembrou que apesar do ministro dizer que é contra a escravidão, defendeu a monarquia e elogiou Dom Pedro II, um escravagista. “O senhor diz uma coisa e pratica outra. Chegou a bater boca com internauta por causa dessa declaração. Aí o senhor diz que sua declaração no Twitter não tem nada a ver com o seu cargo. Claro que tem. O senhor é uma pessoa só”, completou.

Para Bira, o ministro não tem postura para o cargo que ocupa. O que, destacou, é um problema grave para o próprio Weintraub, mas, sobretudo para o povo brasileiro, que precisa de uma gestão competente e compromissada. Ele afirmou também que, embora o senhor tenha dito que nunca usou drogas, a impressão que eu tenho é que o senhor está viciado.

“Completamente viciado. Viciado em Fake News, em mentiras, em factoides, isso desde o começo do ano. O senhor inventa factoide para esquecer os verdadeiros problemas da educação. E vou dizer mais uma coisa. Já chega de falar de governo passado. O governo que o senhor está já está no poder a um ano. Tem que dar respostas, apresentar planos e projetos para enfrentar os problemas, e não ficar querendo encontrar culpados no passado. Já passou. Quem é governo é quem responde”, ressaltou.

O deputado disse ainda que o ministro da educação precisa voltar para a realidade. E advertiu que a realidade, infelizmente, são estudantes que ainda precisam ir de pau de arara para as escolas, que ainda estudam em escolas de taipa, que ainda não tem a oportunidade de chegar a uma universidade.

“O senhor não está apresentando programas e ações que enfrente esses problemas. Fica sempre procurando o debate ideológico, tergiversando, saindo pela tangente e escondendo a sua verdadeira responsabilidade. Tome cuidado, ministro, porque o senhor pode ainda sofrer de overdose”, concluiu.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2019

Márcio Jerry festeja reconhecimento do Bumba-Meu-Boi pela Unesco

O deputado federal Márcio Jerry saudou, nesta quarta-feira (11), representantes e integrantes que dão vida ao Bumba-Meu-Boi do Maranhão, escolhido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

“Viva o Bumba-Meu-Boi do Maranhão, Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Viva Chiador, Coxinho; Viva Humberto; Viva Chagas, Zé Alberto; Viva Lobato; Viva, Viva, viva todos os cantadores de todos os batalhões. Viva o Maranhão”, declarou.

Reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural do Brasil em 2011, o Bumba Meu Boi do Maranhão já era considerado um Complexo Cultural por congregar símbolos e significados de histórias típicas das relações sociais e econômicas do estado. Para o parlamentar, a seleção veio dar força às tradições maranhenses. “Sem dúvida, um reconhecimento importante, que dá ainda mais ênfase à riqueza de nosso estado.

Com mais de cem grupos de Bumba-Meu-Boi, o Maranhão realiza, todos os anos, uma série de eventos que incluem apresentações musicais e coreográficas que marcam o fim das festividades juninas. Cada um dos sotaque e características próprias dos bois se manifestam em roupas, instrumentos, cadência da música e coreografias.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2019

Gasmar participa de fórum em Sergipe sobre potencialidades do Gás Natural Liquefeito

O presidente da Companhia Maranhense de Gás (Gasmar), Deoclides Macedo, marcou presença durante o Fórum Sergipano do Petróleo e Gás que aconteceu em Aracaju (SE), nesta segunda-feira (9). Ele esteve na capital sergipana acompanhando o vice-governador, Carlos Brandão, a fim de participar das discussões acerca do processo de distribuição e interiorização de Gás Natural Liquefeito (GNL) pelo Brasil, por meio da Golar Power (joint-venture entre a norueguesa Golar LNG e o fundo norte-americano Stonepeak).

Assim como o presidente da Gasmar, o vice-governador e os diretores da Companhia, Fábio Amorim e Paulo Guardado; e a gerente Telma Thomé estiveram no evento a fim de avaliar o formato adotado pelo Estado do Sergipe, incluindo a distribuição de GNL e Gás Natural Veicular (GNV) – destinado especificamente a caminhões, demais modalidades de veículos e indústrias.

Os representantes do Estado do Maranhão mantiveram tratativas produtivas com o CEO da Golar Power, Eduardo Antonello, e com o vice-presidente Marcelo Rodrigues. O objetivo do evento foi destacar as potencialidades do Primeiro Terminal GNL do Brasil e contou com uma demonstração de caminhões da Golar Power movidos 100% a GNL e Unidade Móvel de Abastecimento de GNL (gasoduto virtual).

“O Maranhão tem potencialidade, reúne condições estratégicas, portos e ferrovias”, explicou o presidente da Gasmar. Para o governo Flávio Dino, é prioridade tornar o GNL mais acessível aos maranhenses. Prova disso, é a intensificação de estudos e a elaboração de projetos nesse setor de investimento e tecnologia.

Missão Europa e potencial maranhense

Recentemente, com a participação dos nove estados do Consórcio do Nordeste na França, na Itália e na Alemanha, o Estado do Sergipe sinalizou para uma oferta de gás natural associada à produção offshore de petróleo, cujos volumes são estimados em mais de quatro vezes a atual capacidade de consumo da região Nordeste.

“Neste cenário, o Maranhão apresenta condições reais de se tornar importante parceiro nesta empreitada. Com o primeiro terminal privado de GNL do Brasil funcionando em Sergipe, a contratação da também inédita operação de interiorização de GNL do Nordeste e o prévio planejamento dos corredores azuis do País e de toda a cadeia integrada de abastecimento, nosso Estado desponta como canal estratégico para tornar outros avanços possíveis”, comemorou o vice-governador.

Além disso, o presidente da Gasmar reforçou o empenho da Companhia em protagonizar os debates acerca das distribuidoras de gás dentro do Consórcio Nordeste. “Além do gás natural se configurar em energia limpa e menos poluente”, concluiu Macedo.

Versão maranhense do Fórum

Além das discussões centrais sobre as novidades no setor energético, o Fórum Sergipano de Petróleo e Gás serviu como importante mote para a futura realização de semelhante evento, em São Luís, com a participação da Golar Power, ABEGÁS, EMAP e outros importantes agentes do setor. “Conhecemos de perto a sua elaboração e principais destaques. Faremos algo seguindo o mesmo modelo, por meio da Gasmar, via Governo Flávio Dino, em nosso Estado, porque já avançamos nas discussões e hoje oferecemos mercado e logística promissores para a sua concretização”, apontou Deoclides Macedo.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2019

Campanha pressiona parlamentares a votarem contra o aumento do fundo eleitoral 2020

Cerca de 20 organizações da sociedade civil que compõem a plataforma de ação conjunta Pacto Pela Democracia, pressionam contra a aprovação do item no projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2020 que destina R$ 3,8 bilhões do orçamento público ao fundo eleitoral. As organizações produziram uma campanha online, na qual cidadãos podem enviar e-mails pressionando parlamentares a votarem contra o projeto.

A medida, que pode representar um aumento de 120% em relação ao ano passado, foi aprovada nesta quarta-feira (4), na Comissão Mista de Orçamento (CMO) e ainda deve passar por votação no relatório final da comissão e pelo plenário da Câmara, previsto para o dia 17.

O site da campanha contra o aumento do fundo destaca que “em um momento em que o desemprego cresce, políticas e serviços essenciais à população e ao desenvolvimento do país estão comprometidos por conta da escassez de recursos, é inadmissível que um fundo que, na prática, concentra ainda mais o poder nas mãos daqueles que já dominam a política brasileira”. Além disso, com a Lei de Teto de Gastos que limita a quantidade de despesas públicas, estão previstos cortes de 1,7 bilhões em orçamentos de mais de 15 ministérios para que o aumento possa ser implementado.

Apesar de condenarem o aumento do repasse de recursos públicos para o fundo eleitoral dos partidos, as organizações não se colocam absolutamente contrárias ao financiamento público de campanha. “Esse é um debate importante e que deve ser feito dentro da sociedade”, diz o manifesto.

O site da campanha é www.naoaofundao.org e nele, além da possibilidade de envio de e-mails diretamente para os deputados, é possível entender o contexto de votação da LDO, a proposta de aumento do fundo e seus impactos.

Sobre o Pacto Pela Democracia – O Pacto Pela Democracia é uma coalizão de movimentos criada em abril de 2018, financiada por pessoas físicas e entidades privadas, comprometida com o resgate e aprofundamento das práticas e valores democráticos.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2019

Aliada do clã Sarney, Kátia Bogéa cai da presidência do IPHAN

Apesar dos elogios a Jair Bolsonaro, o ex-presidente José Sarney acaba de perder  mais um aliado na administração federal. Bolsonaro exonerou a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa, uma aliada de primeira hora do clã Sarney e posta no cargo por ele na gestão de Michel Temer.

Em seu lugar, foi nomeada a arquiteta e urbanista Luciana Féres, que já foi gerente de cultura no Sesc de Minas Gerais e atuou em cargos de gestão na Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira.

Kátia Bogéa ocupava o cargo desde 2016 indicada pelo ex-presidente José Sarney. Na terça-feira, 10, o secretário especial de Cultura, Roberto Alvim, havia dito que o governo de Jair Bolsonaro não irá “aparelhar” a produção artística do Brasil e afirmou que ainda avaliava sobre a troca da presidência do Iphan. “Estamos estudando o caso do Iphan. Meio bilhão de reais que o órgão lida por ano. É um caso muito complexo. A gente está estudando delicadamente e com muito esmero o caso”, disse.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2019

Sarneyzistas se esforçam para tirar culpa da mortes de índios de Bolsonaro e jogá-la para Dino

Desde ontem, parlamentares e a imprensa ligados ao sarneyzismo tentam, em um esforço hercúleo, tirar a culpa da morte de mais dois indígenas no Maranhão do governo Bolsonaro e colocá-la na conta do governador Flávio Dino. A estratégia sórdida surge exatamente quando entidades nacionais e internacionais pressionam o governo Federal, que de fato tem atribuição de cuidar dos índios, a tomar medidas.

Remanescentes do que restou do moribundo grupo Sarney, os deputados federais Edilázio Júnior (PSD) e Hildo Rocha (MDB) até tentaram levantar a hipótese de que Dino seria o maior responsável pela morte dos indígenas, mesmo o governo do Estado não tendo ingerência nenhuma sobre as políticas públicas para os índios.

A tática dos parlamentares foi enterrada de forma categórica, na Câmara Federal mesmo, pelo deputado Gastão Vieira (PROS). “Toda responsabilidade da defesa dos índios é do governo Federal, é da Polícia Federal, são dos órgãos federais. O governo do Estado pode até agir assessoriamente. Mas quem tem a responsabilidade de combater esses graves crimes que ele apontou bem aqui é o governo Federal”, explicou o governista.

Hoje foi a vez do jornal O Estado do Maranhão usar seu editorial para tentar reforçar a estratégia espúria. Mas a conta é simples. Antes do governo Bolsonaro, morte de índios por confronto eram raridade no estado. Depois que o presidente assumiu, fazendo apologia contra os povos indígenas, o número de mortes aumentou consideravelmente.

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