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  • Jorge Vieira
  • 12/abr/2021

Parlamentares avaliam que Bolsonaro comete crime ao interferir na instalação da CPI da Covid-19

A conversa divulgada pelo senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) com Bolsonaro tem sido interpretada como ato criminoso cometido pelo presidente. Na ligação, divulgada neste domingo (11), o presidente pede ao parlamentar para evitar a CPI e ainda pressiona para que ele induza impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Se não mudar o objetivo da CPI, ela vai vir para cima de mim. O que tem que fazer para ser uma CPI útil para o Brasil: mudar a amplitude dela, bota presidente da República, governadores e prefeitos”, diz Bolsonaro numa conversa antirrepublicana.

A vice-líder da oposição na Câmara, Perpétua Almeida (AC), considerou que a conversa é motivo para cassação do senador e impeachment do presidente. “O áudio divulgado da conversa entre Bolsonaro e o senador Kajuru é muito grave. Parece áudio das gangues tramando um crime. Tentam burlar o objeto de uma CPI e combinam o impeachment de ministro do Supremo. Num país sério, seria cassação do senador e impeachment do presidente”, disse.

“É o maior escândalo político da República. O Presidente em pessoa liga para um senador para cobrar que este mude o foco de uma CPI para investigar inimigos políticos e pautar impeachment de ministro do Supremo. É CRIME DE RESPONSABILIDADE GRAVADO! #ImpeachmentDeBolsonaroUrgente”, reagiu no Twitter o vice-líder do PCdoB, Orlando Silva (SP)

Para a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), vice-líder da minoria na Câmara, trata-se de mais um escândalo no governo Bolsonaro. “Luz giratória de carros de polícia em plena pandemia, com mais de 350 mil mortos, crescente falta de insumos, vacinas e zero articulação nacional do Governo Federal, Bolsonaro dá um telefonema a um senador pedindo pra desvituar a CPI da Pandemia e pressionar o impeachment de ministro do STF. ESCÂNDALO!”, criticou a deputada na rede social.

“Um presidente pessoalmente liga para um senador cobrando que o foco de uma CPI que investiga os seus crimes seja mudado. Pediu ainda que o senador atue pela abertura de impeachment contra ministros do STF. Como é o nome desse crime?”, indagou a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA).

De acordo com a deputada Professora Marcivânia (PCdoB-AP), o teor da gravação de um senador com o presidente só confirma o que já se sabia: “Bolsonaro não está preocupado em governar e resolver os problemas do país”. Segundo ela, trata-se de uma conversa totalmente incompatível com a democracia.

Na avaliação do deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), ficou claro que Bolsonaro pretendeu interferir no rumo da investigação da CPI para perseguir governadores, prefeitos e os ministros do STF. “A CPI da pandemia é fundamental para a resposta de questões centrais como a suspensão na divulgação do cronograma da vacina. #CPIdaPandemiaJá”, defendeu.

“O que pretende o senador Kajuru ao gravar e divulgar conversa com o presidente? Independente disso, a conversa revela o modus operandi de Bolsonaro: trama contra instituições/governadores/prefeitos. Ao tentar espalhar a culpa pelo descontrole da pandemia, acaba por confessá-la”, avaliou o líder do PT na Câmara, Bohn Gass (RS), nas redes sociais.

O deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) vê a situação como uma confissão de crime. “A conversa entre Bolsonaro e Kajuru é a confissão dos crimes do presidente na pandemia e mais um motivo para impeachment. Bolsonaro quer interferir no Legislativo e no STF para impedir que as investigações aconteçam. Vamos exigir a instalação da CPI da Covid imediatamente”, afirmou.

O líder do PDT, Wolney Queiroz (PE), diz que a CPI é importantíssima para salvar vidas e combater o negacionismo que nos arrasta o país para o genocídio. “Bolsonaro tem um projeto autoritário sendo gestado. Não vamos permitir ataques às instituições democráticas!”, criticou.

Senadores

Para o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que foi o autor do pedido de CPI, Bolsonaro tenta interferir de forma criminosa na instalação da CPI da Covid-19 no Congresso. “Não vamos perder de vista: as assembleias estaduais podem investigar as ações dos governadores. O Congresso se dedica aos desvios federais!”, explicou.

“MAS QUAL SERÁ O MEDO? Bolsonaro está com medo e em conversa com o senador pode ser mais uma prova da sua omissão! Ele é o Presidente da República e deve ser responsabilizado por suas omissões e seus atos genocidas durante à pandemia”, escreveu no Twitter o líder do PT na Casa, Paulo Rocha (PT-PA). (Do Portal Vermelho)

  • Jorge Vieira
  • 12/abr/2021

“Uma vergonha”, diz Flávio Dino sobre a trama de Bolsonaro e Kajuru contra ministros do STF

O governador Flávio Dino (PCdoB), através das redes sociais, classificou como “vergonha”  a conversa entre o senador Jorge Kajuru e o presidente Jair Bolsonaro na qual tramam pedidos de impeachment contra ministro do Supremo Tribunal Federal como forme de tentar mudar o rumo da CPI que será instalada no Senado para investigar omissões do governo federal na pandemia.

Para o chefe do Executivo maranhense, Bolsonaro é o sujeito mais despreparado que já ocupou a presidência do país.

Ao comentar o teor da conversas em que o senador e o presidente além de combinarem encaminhamento de pedidos de impeachment contra ministros da corte superior, articulam contra a contra a CPI, Dino lamentou a perseguição aos ministros do STF.

“Mais uma vergonha. Presidente da República tramando perseguição contra ministro do Supremo. É o sujeito mais despreparado que já ocupou a presidência na história do Brasil”, disse Flávio Dino.

Na conversa, tornada pública pelo próprio senador, em rede social, o presidente pressiona Kajuru a ingressar com pedidos de impeachment contra ministros do STF dando a entender que poderá influenciar nos rumos da CPI contra seu governo, considerado o grande responsável pela crise sanitária na saúde e pelas mais 330 mil mortes em decorrência da Covid-19.

A conversa entre os dois, que acontece às vésperas de ser instada a CPI, tem a nítida intenção de mudar o objetivo, tirar o foco do governo Bolsonaro e colocar no roal dos investigados prefeitos e governadores.

  • Jorge Vieira
  • 11/abr/2021

Executiva da Rede reúne nesta segunda-feira (12) tomar deliberações sobre 2022

Após as eleições 2020, em que a Rede teve como protagonista das eleições na capital maranhense o candidato a prefeito Jeisael Marx e a vice Janicelma Fernandes, com um desempenho dentro do esperado pela legenda que somou 14.144 votos, o grupo agora se prepara para 2022.
Nesta segunda-feira (12), a Executiva Estadual do partido vai reunir para debater planejamento e articulações visando efetivação das concepções do partido no estado e as eleições do ano que vem.

Segundo a direção partidária, o objetivo é eleger deputados e deputadas federais e estaduais vidando a própria sobrevivência da legenda. Para o próximo pleito, alguns nomes já são cotados dentro do partido, além de Marx e Janicelma. Várias lideranças da Rede pelo MA já estão trabalhando com essa finalidade.

A Rede segue sua atuação dentro de um campo político progressista que dialoga com os segmentos sociais e tem como objetivo para este ano fortalecer os elos temáticos do partido, a exemplo das mulheres, juventude, animais, economia solidária, ambiental, etc.

Seguindo as deliberações nacionais e analisando o contexto local, o grupo segue aberto ao diálogo para fortalecimento dos projetos para o MA.

 

  • Jorge Vieira
  • 11/abr/2021

Flávio Dino socorre a população mais pobre do Maranhão; Bolsonaro arrasta o Brasil para um inferno de fome

Por JM Cunha Santos

Com a gasolina batendo em 6 reais, o óleo Diesel passando de 4 reais, o gás de cozinha a 85 reais, o preço da carne variando até 50 reais, arroz, feijão, tomate e óleo de soja sofrendo reajustes sucessivos nos supermercados, um salário mínimo que não chega a R$ 1.200, mais a corrosão pela pandemia da renda dos trabalhadores, não tem história, os brasileiros estão com fome, Senhor Jair Bolsonaro.

Desde o início de seu governo, Flávio Dino se preocupou em melhorar a renda dos maranhenses e investimentos e programas de toda ordem foram feitos nesse sentido. Com a pandemia de covid-19, salvar vidas se tornou a prioridade de todo o mundo (menos de Bolsonaro no Brasil e Donald Trump nos Estados Unidos). Mesmo assim, os investimentos na geração de emprego e renda continuaram no Maranhão.

A situação que vivemos agora é outra e é muito grave, exige o socorro imediato das populações. E o governo do Maranhão, que já distribuiu quase 400 mil cestas básicas, anuncia pratos de comida a 1 real nos 55 restaurantes populares do Estado a partir desta segunda-feira.

O governo do Maranhão garantiu também cessão de combustível a taxistas e moto-taxistas, vale gás para 115 mil famílias, 110 toneladas de alimentos para instituições de acolhimento, auxílio de 600 reais para compra de utensílios por famílias carentes, mais restaurantes populares, equipamentos para a agricultura familiar, entre outras ações.

Medidas para conter os impactos da pandemia na renda dos maranhenses, medidas contra a fome, medidas em favor de uma vida melhor.

Enquanto isso, a equipe econômica do governo Bolsonaro bate cabeça e não consegue sequer finalizar um orçamento para o ano de 2021. Permite, entretanto, que os preços dos gêneros alimentícios e dos combustíveis que movem a economia voem até a estratosfera, aumentando o desespero de uma Nação que chora mais de 350 mil mortos. O pior é que, pelo andar da carruagem, ninguém sabe aonde esses preços vão parar.

A ajuda de Jair Bolsonaro é um auxílio emergencial canhestro de 5 reais por dia. Não tem necessidade disso. Os cofres do governo federal estão abarrotados dos tributos de nossas desesperanças.

Recentemente, a imprensa nacional noticiou que no ano passado mais da metade da população brasileira não tinha certeza se ia ter alimente na mesa no dia seguinte. E tudo indica que a situação vai ser bem pior em 2021.

A morte segue o Brasil, a fome segue o Brasil. Esse governo de incompetentes tem que sair daí.

  • Jorge Vieira
  • 10/abr/2021

Bem avaliado, Edivaldo Holanda Junior pode ser a terceira via em 2022

O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PDT), homem de muita fé, tem mostrado respeito à população e evitado falar de política neste momento de crise sanitária onde todas as atenções estão voltadas para o combate à pandemia, mas sem dúvida seu nome vai está presente no tabuleiro da sucessão estadual na hora oportuna para discutir o assunto.

Edivaldo, sem dizer uma única palavra sobre política desde que deixou a Prefeitura, após cumprir dois mandatos, aparece bem avaliado em todas as pesquisas que já publicaram até agora para o governo do estado, é disparado o preferido da população de São Luís e pode até ser o nome a pacificar os ânimos no grupo do governador Flávio Dino.

O vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador Weverton Rocha (PDT) travam uma guerra renhida nos bastidores do grupo palaciano, estão sempre em posição de confronto, deixam claro que não abrem mão de ser candidato elevando o clima a uma temperatura muito difícil de ser contornada, apesar do governador já ter anunciado que vai trabalhar pelo consenso.

Se adiantando ao processo, o senador Weverton Rocha vem reunindo apoio de partidos que formam a base de sustentação do governo e diz a seus aliados que não abre mão de ser candidato. Tem a seu favor apoios declarados do PDT, DEM, PSB, Republicanos, Cidadania, PSL e está em conversações com a presidente estadual do PTB, deputada Mical Damasceno.

Fontes do blog observam que o senador estaria sendo precipitado ao não esperar o governador conduzir o processo e buscar o consenso no grupo, até porque o vice-governador Carlos Brandão, que também é pré-candidato e vai está sentado na cadeira de governador a partir de abril de 2022 tem tido outro tipo de comportamento e até considerado inoportuno antecipar a pauta eleitoral em plena crise sanitária.

Com o confronto quase eminente no grupo governista, Edivaldo pode ser o ponto de equilíbrio e evitar um possível racha com resultados imprevisíveis. Mas caso os dois lado não aceitem baixar as armas e forem para a disputa, ainda assim o ex-prefeito possui todas as credenciais para ser candidato a governador, pois já foi testado e aprovado como gestor, é transparente, fez muito por São Luís e poderá fazer muito mais pelo Maranhão.

E partido é o que não falta para Edivaldo concorrer.

  • Jorge Vieira
  • 9/abr/2021

Maranhão recebe nova remessa de vacinas CoronaVac e AstraZeneca

O Governo do Estado recebeu, nesta sexta-feira (9), nova remessa de vacinas contra o coronavírus. São 110.850 doses de imunizantes, sendo 50.600 de CoronaVac e 60.250 de AstraZeneca, enviadas pelo Ministério da Saúde, destinadas à aplicação da segunda dose em 30,7% dos trabalhadores da saúde e 22% da população de 70 a 74 anos, e da primeira dose para idosos com idade de 65 a 69 anos, forças de segurança, salvamento e armadas.

“É importante que continuemos a receber vacinas todas as semanas; este tem sido o nosso pedido junto ao Ministério da Saúde. Estas doses representam esperança de que tão logo retomaremos a vida e as demais atividades com maior segurança a partir da imunização da nossa população”, disse o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Com a nova remessa, o Maranhão totaliza 1.344.590 doses recebidas, sendo 373.750 da AstraZeneca e 970.840 doses da CoronaVac. A distribuição das novas doses começa na próxima semana.

Para acelerar o processo de imunização, a chefe do Departamento de Controle e das Doenças Imunopreveníveis da SES, Halice Figueiredo, destacou as estratégias do Governo do Estado. “A gestão tem buscado intensificar a aplicação das doses junto aos públicos preconizados pelo Ministério da Saúde. A mais recente estratégia elaborada, e que já está em execução, foi a contratação de profissionais digitadores, técnicos de enfermagem e enfermeiros para auxiliar os municípios com menos de 50 mil habitantes a alcançarem o percentual de vacinação”, afirmou.

Apoio – Com o intuito de reforçar as campanhas de vacinação nos municípios, o Governo do Estado fez a entrega, também nesta sexta-feira (9), de dois caminhões-baú, além de 15 novos refrigeradores. Os equipamentos foram enviados a 15 municípios e serão utilizados no transporte de vacinas, medicamentos e outros insumos, bem como a refrigeração e conservação dos imunobiológicos.

  • Jorge Vieira
  • 9/abr/2021

Dino diz que centro “está indo para Lula” e que ex-presidente é quem tem mais chances de vencer Bolsonaro

Fórum – O governador Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão, comentou nesta quinta-feira (8), durante entrevista ao Jornal da Fórum, sobre os cenários eleitorais para 2022 após o ex-presidente Lula voltar a ser elegível. Para o governador, o ex-líder sindical já está aglutinando o centro político.

“Eu me preocupo sempre com o centro na sociedade, esse eu acho que já está vindo, progressivamente. O centro partidário eu não sei, mas eu acho que, em larga medida vem. No dia que saiu a decisão sobre a incompetência, vieram 4 prefeitos de PP, DEM, PL, todos lulistas. E não é oportunismo, é admiração mesmo”, disse em entrevista às jornalistas Cynara Menezes e Lara Capriglione, no Jornal da Fórum..

“As pesquisas estão mostrando que o centro da sociedade está vindo e o estamento político em larga medida”, completou.

Dino ainda afirmou que não crê que Lula seja o único capaz de derrotar Bolsonaro em 2022, mas é “quem tem as melhores condições” para isso. O governador, no entanto, destacou a importância de “percorrer um caminho” para virar realidade e não achar que já está ganho.

Sobre uma possível composição de chapa com o ex-presidente, Dino desconversou: “Se essa chapa está no seu coração, ela existe”. O governador destacou que 2022 ainda está distante, em razão das enormes dificuldades geradas pela pandemia de Covid-19.

Ainda assim, ele brincou: “Falei para o Lula não vir ao Maranhão. Ele está em tão grande forma que corre o risco de eu perder meus eleitores pra ele”.

 

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