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  • Jorge Vieira
  • 23/jul/2026

Lula grava vídeo em apoio a reeleição da senadora Eliziane Gama

A senadora Eliziane Gama (PT) voltou a se reunir nesta quinta-feira (23) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o encontro, Lula reafirmou o apoio à sua pré-candidatura à reeleição ao Senado e gravou uma mensagem contundente em defesa de seu projeto político.

O vídeo será divulgado nas próximas horas nas redes sociais da senadora, reforçando o apoio do presidente à sua caminhada rumo às eleições de 2026.

A parlamentar é vice-líder do governo no Senado e mostrou ao longo do mandato lealdade ao presidente que busca também a reeleição e é considerado o maior cabo eleitoral do estado por tudo que tem feito para ajudar o Maranhão.

Elziane é considerada prioridade no Maranhão e deve ter do presidente Lula todo o apoio que necessita para renovar o mandato pelo seu desempenho em defender as políticas do governo federal no Congresso Nacional.

Que também está em Brasília nesta quinta-feira é o candidato do PT ao governo do estado, Felipe Camarão.  Teve uma reunião com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, para discutior a estretágia de campanha no Maranhão, incluindo a participação do presidente Lula em seu palanque

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2026

Articulações agitam os bastidores das eleições 2026

O Blog Jorge Vieira faz um apanhado geral sobre os últimos acontecimentos que agitaram os bastidores das eleições 2026, começando pela reviravolta em torno da pré-candidatura ao Senado do deputado federal Duarte Junior e as tentativas de tira-lo do pleito, assim como outros fatos que estão com o martelo batido ou nuito próximos de serem concretizados, Vamos aos fatos.

Reviravolta

Depois de enfrentar dificuldades para viabilizar sua candidatura ao Senado, inclusive com a negativa do Avante em oferecer legenda para a disputa, o deputado federal Duarte Júnior voltou a colocar seu nome no páreo.

Na noite de ontem, ele publicou em suas redes sociais que será candidato ao Senado, sinalizando que continua na corrida por uma das vagas em 2026. Durante a manhã destq terça-feira (21), aliados seus foram às ruas denunciar a perseguição e cobrar a manutenção de sua candidatura.

Camarão em Brasília

O pré-candidato do PT ao Governo do Maranhão, Felipe Camarão, está em Brasília cumprindo uma agenda de articulações políticas. Segundo aliados, ele pretende concluir as definições da chapa majoritária que disputará as eleições estaduais de 2026.

Nesta quinta-feira, Felipe Camarão terá uma reunião com o presidente nacional do PT para discutir a estratégia da campanha no Maranhão, incluindo a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu palanque durante o processo eleitoral.

Candidato da direita

O ex-senador Roberto Rocha aguarda para esta quinta-feira uma possível decisão do ministro Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sobre seu pedido de deferimento de sua filiação ao PRTB com efeitos retroativos a 4 de abril. Segundo fontes próximas ao ex-parlamentar, caso obtenha uma decisão favorável, Roberto Rocha poderá disputar o Governo do Maranhão em 2026.

A avaliação é de que sua candidatura teria potencial para consolidar um palanque no estado para a direita, especialmente para uma eventual candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro, diante da saída de Lahesio Bonfim da disputa pelo governo.

Essa movimentação pode alterar o cenário político maranhense e ampliar as opções do eleitorado conservador nas eleições de 2026.

Martelo batido

Está tudo pronto para a convenção que oficializará a candidatura de Orleans Brandão (MDB) ao Governo do Maranhão, no próximo sábado. O evento reunirá os partidos da frente ampla que sustentam sua candidatura e marcará a apresentação oficial do candidato a vice-governador, Edvaldo Holanda, além dos candidatos proporcionais da coligação.

A convenção também deverá contar com a presença dos candidatos ao Senado que compõem a chapa majoritária: a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) e o senador Weverton Rocha (PDT). A expectativa é de uma grande mobilização política, com a participação do governador Carlos Brandão, prefeitos, parlamentares, lideranças de diversas regiões do estado e militantes dos partidos aliados, consolidando o início oficial da campanha e movimentando o cenário político maranhense. ‎

Próximo de definir

O deputado federal Juscelino Rezende reuniu, nesta semana, lideranças e pré-candidatos da Federação PSDB/Cidadania para discutir o posicionamento do grupo nas eleições de 2026.

Durante o encontro, informou que a federação mantém diálogo aberto com todas as forças políticas. No entanto, segundo apuração, o cenário foi reduzido a duas possibilidades: permanecer independente no primeiro turno ou firmar aliança com o PSD, liderado pelo ex-prefeito Eduardo Braide.

Poder rever

A articulação que rifou a candidatura de Pedro Lucas ao Senado teria deixado a direção nacional do União Brasil bastante chateada com o governador Carlos Brandão (MDB), que havia garantido publicamente que uma das vagas na coligação seria destinada ao partido.

Segundo informações de bastidores, por conta da “puxada de tapete”, a cúpula dirigente do União não descarta a possibilidade da retirada de apoio a Orleans; Pedro Lucas, entanto afirma que se mantém fiel ao projeto do Palácio dos Leões.

Segundo seu pai, o experiente  prefeito de Arame Pedro Fernandes, Pedro Lucas toparia tudo, menos o suicídio político. O projeto do deputado agora é tentar a reeleição.

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2026

Pedro Lucas deve desistir de concorrer ao Senado

Segundo apuração do Pod Martelo Batido, o pré-candidato ao Senado Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) deverá desistir da disputa e concorrer a deputado federal. Com isso, a ex-governadora e deputada federal Roseana Sarney (MDB) deverá compor a chapa ao Senado ao lado de Weverton Rocha (PDT), na coligação do candidato ao governo Orleans Brandão (MDB).

Se confirmado a articulação, será mais uma reviravolta na corrida ao Senado, com implicações nas eleições proporcionais. Paulo Cazé, irmão de Pedro Lucas, que era tido como pré-candidato a deputado federal, deverá concorrer a um mandato de deputado estadual. Já Maria Fernanda, filha do empresário Fernando Sarney, que era pré-candidata a deputada estadual deverá ser a primeira suplente de Roseana Sarney.

É bom lembrar que o prazo para as realização das convenções partidárias teve início nesta segunda-feira (20) e vai até o cinco de agosto. O MDB realizará sua convenção para bater o martelo sobre candidaturas majoritárias e proporcionais dia 25 próximo, até lá ainda tem muita água para correr por debaixo dessa ponte.

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2026

Estadão vê “chance de ouro” para direita descartar Flávio Bolsonaro

O jornal O Estado de S. Paulo afirma, em seu editorial desta segunda-feira, que a direita brasileira vive uma “chance de ouro” para romper com o protagonismo da família Bolsonaro e construir uma candidatura alternativa para a eleição presidencial de 2026. Segundo o jornal, os sinais de enfraquecimento da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) representam uma oportunidade para que o campo conservador se reorganize em torno de um projeto que vá além do bolsonarismo.

Na avaliação do Estadão, pesquisas recentes indicam que Flávio Bolsonaro enfrenta dificuldades para ampliar sua base eleitoral e permanece restrito ao núcleo mais fiel do eleitorado bolsonarista. Ao mesmo tempo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteria uma posição confortável na disputa por ocupar a Presidência da República, contar com maior visibilidade e preservar uma base política consolidada.

O editorial sustenta que, embora Jair Bolsonaro continue apostando na candidatura do filho para preservar o capital político da família, os indicadores eleitorais mostram um processo de desgaste que coloca em dúvida a viabilidade do projeto.

Candidatura enfrenta dificuldades

Segundo o Estadão, Flávio Bolsonaro não tem conseguido conquistar segmentos além do eleitorado tradicionalmente identificado com o bolsonarismo.

O jornal observa que o senador enfrenta resistências inclusive dentro do campo da direita, onde cresce a avaliação de que sua candidatura apresenta limitações para enfrentar Lula em uma disputa nacional.

Além das dificuldades apontadas pelas pesquisas, o editorial menciona problemas internos na campanha, divergências entre aliados e conflitos familiares que, na visão do jornal, contribuem para enfraquecer o projeto presidencial.

Para o Estadão, a soma desses fatores torna mais difícil a construção de uma ampla coalizão em torno do nome de Flávio Bolsonaro.

Renovação da direita

O jornal argumenta que o momento representa uma oportunidade para a direita reorganizar seu campo político sem depender da família Bolsonaro.

Na avaliação do editorial, o objetivo não deveria ser apenas disputar a Presidência contra Lula, mas também apresentar um programa capaz de promover reformas e ampliar a capacidade de diálogo com diferentes setores da sociedade.

O Estadão afirma que uma candidatura de centro-direita poderia reunir apoios hoje dispersos e reduzir o grau de polarização que marca a política brasileira nos últimos anos.

Segundo o jornal, insistir na candidatura de Flávio Bolsonaro significaria desperdiçar essa oportunidade de renovação.

Lula aparece em posição favorável

Ao analisar o cenário eleitoral, o editorial ressalta que Lula parte de uma posição privilegiada por exercer a Presidência da República.

Na visão do Estadão, a visibilidade do cargo, a estrutura administrativa do governo e a consolidação de sua base política tornam o presidente um adversário difícil de ser enfrentado.

Por isso, argumenta o jornal, a oposição precisaria apresentar um candidato capaz de ampliar seu eleitorado para além do núcleo mais ideológico da direita, condição que, segundo a avaliação editorial, Flávio Bolsonaro ainda não demonstrou possuir.

Debate sobre o futuro da oposição

O editorial se soma a um conjunto de análises publicadas nas últimas semanas que discutem o futuro da direita brasileira diante das dificuldades enfrentadas pela pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. Nos bastidores, diferentes avaliações apontam para a busca de alternativas capazes de ampliar o diálogo com setores moderados do eleitorado, embora Jair Bolsonaro continue demonstrando apoio público ao filho.

Ao concluir sua análise, o Estadão afirma que o enfraquecimento da candidatura do senador representa uma oportunidade para que a oposição conservadora redefina sua estratégia para 2026, apostando em um projeto político que ultrapasse os limites do bolsonarismo e busque disputar a Presidência com maior capacidade de agregação.

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2026

Rosena entra pra valer na disputa pelo Senado

A corrida ao Senado ganha um capítulo novo. Fontes próximas a ex-governadora e deputada federal Roseana Sarney (MDB) afirmam que ela já bateu o martelo e será candidata a senadora pelo MDB, partido presidido no estado pelo pré-candidato a governador Orleans Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão (MDB).

A decisão já teria sido comunicada ao chefe do Executivo estadual, sendo que o anúncio oficial deverá ocorrer nas próximas horas através de comunicado nas redes sociais. Caso seja confirmado o que já é dado como certo nos bastidores das eleições 2026, serão três candidatos ao Senado na aliança governista: Roseana pelo MDB, Weverton Rocha (PDT) e Pedro, Lucas Fernandes (União Brasil).

A entrada de Roseana no jogo político é possível por conta da falta de sintonia entre PP e União brasil. As duas legendas formam a federação União Progressistas; seus dois líderes no Maranhão são candidatos ao Senado, mas estão em lados opostos na sucessão estadual. O ex-ministro do Esporte André Fufuca (PP) apoia o candidato a governador Eduardo Braide (PSD), enquanto Pedro Lucas Fernandes faz campanha para Orleans Brandão.

Por conta da falta de unidade na federação, tudo indica que a questão será decidida pela direção nacional, que recebe pressão dos dois lados. Fufuca é muito ligado ao presidente nacional do PP Ciro Nogueira, enquanto Pedro Lucas é homem de confiança de Antonio de Rueda, presidente nacional do União Brasil, daí a grande possibilidade da federação declarar neutralidade o que permitirá tanto a Fufuca como Pedro Lucas serem candidatos e ainda abrir uma vaga na chapa de Orleans para Roseana.

Disposta retornar à arena política Roseana intensificou no final de semana articulações políticas, conversando com prefeitos e lideranças de várias regiões do estado para consolidar sua pré-candidatura, que deverá ser confirmada na convenção do MDB. A ex-governadora lidera as pesquisas, é considerada um nome competitivo, apesar do elevado índice de rejeição

  • Jorge Vieira
  • 17/jul/2026

Violência política afasta Duarte da disputa para o Senado

A pré-campanha para o Senado entra em sua reta final com um com um ato de violência política praticada contra o pré-candidato, deputado federal Duarte Junior. O que já vinha sendo comentado nos bastidores da eleição foi confirmado nesta quinta-feira (16) quando o partido Avante comunicou que não dará legenda para que ele concorra a uma das duas cadeiras que estarão em disputa.

A articulação que rifou Duarte da disputa teria sido comandada pelos pré-candidatos Weverton Rocha (PDT) e Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), que teriam agido junto a direção nacional do Avante parta vetar e não conceder legenda para o concorrente. Sem legenda, o parlamentar não poderá concorrer, mesmo mostrando ser um nome competitivo.

Duarte encontrou muita dificuldade de encontrar abrigo numa legenda política desde que atuou como vice-presidente da CPMI do INSS, despertando a ira de dirigentes partidários enrolados no maior escândalo de corrupção já visto no país e que lesou milhares de aposentados e pensionistas.

Após tentar filiação em vários partidos e ter as portas fechadas, Duarte Junior finalmente conseguiu abrigo no Avante, que agora, sofrendo suposta pressão de adversários políticos, resolveu lhe retirar o tapete e negar a legenda para concorrer ao Senado.

O ato da direção do Avente provocou reação do vice-governador Felipe Camarão (PT) vice-governador e pré-candidato ao Governo do Maranhão, Felipe Camarão (PT), Em postagem na rede social ele classificou a decisão como de “extrema violência política

  • Jorge Vieira
  • 16/jul/2026

Maioria culpa Flávio Bolsonaro por tarifaço dos EUA, aponta Quaest

A maioria dos brasileiros atribui a Flávio Bolsonaro (PL) a responsabilidade pelo tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil, enquanto também cresce a desconfiança sobre a capacidade do senador de convencer o presidente norte-americano, Donald Trump, a rever as medidas comerciais. Os dados são de pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (16).

Segundo o levantamento, 51% dos entrevistados concordam com a versão apresentada pelo presidente Lula (PT), segundo a qual Flávio Bolsonaro teria estimulado a adoção de sanções contra o país ao procurar Trump. Outros 30% apoiam a explicação do senador, que responsabiliza Lula por supostas provocações ao governo dos Estados Unidos.

O resultado representa uma mudança expressiva na percepção dos eleitores em relação à pesquisa realizada em junho. Naquele mês, 47% concordavam com a defesa de Flávio Bolsonaro, enquanto 35% atribuíam ao senador a responsabilidade pelas tarifas, como sustenta Lula.

Em julho, portanto, a parcela que endossa a avaliação do presidente cresceu 16 pontos percentuais. Ao mesmo tempo, o grupo que concorda com a interpretação de Flávio Bolsonaro recuou 17 pontos.

Retaliação ao Pix ganha força entre entrevistados

A pesquisa também perguntou aos eleitores qual teria sido a principal motivação do governo norte-americano para impor as tarifas ao Brasil. Para 49%, a medida representa uma retaliação ao Pix, argumento apresentado por Lula.

Outros 33% consideram que as tarifas seriam uma resposta a declarações do presidente brasileiro contra os Estados Unidos, versão defendida por Flávio Bolsonaro.

Nesse tema, a distância entre as duas avaliações também aumentou. Em junho, 46% concordavam com a explicação relacionada ao Pix, diante de 36% que apontavam as declarações de Lula como motivação para as medidas comerciais.

A diferença, que era de dez pontos percentuais, passou para 16 pontos no levantamento de julho.

Viagem de Flávio Bolsonaro é desconhecida por 57%

Apesar da viagem de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos para tratar diretamente do tarifaço com Donald Trump, 57% dos entrevistados afirmaram não ter conhecimento sobre a iniciativa do senador.

Entre os brasileiros que souberam da viagem, prevalece o ceticismo em relação à influência política de Flávio junto ao governo norte-americano.

De acordo com a Quaest, 58% desse grupo avaliam que o senador não possui força suficiente para convencer Trump e as autoridades dos Estados Unidos a reconsiderar as tarifas impostas ao Brasil. Outros 34% acreditam que Flávio pode contribuir para uma revisão das medidas.

Os números indicam que a atuação internacional do senador ainda não conseguiu alterar a percepção predominante entre os eleitores sobre a responsabilidade pelo tarifaço. A pesquisa também mostra que a explicação apresentada por Lula ganhou apoio ao longo do último mês.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e realizado pela Quaest entre os dias 10 e 13 de julho. Ao todo, foram entrevistados 2.004 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07181/2026.

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