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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 13/jan/2022

Fake news contra Edivaldo deve servir de alerta à Justiça Eleitoral

Fake news foram o assunto que dominou as eleições presidenciais em 2018. Tanto que o tema foi “pano de fundo” no ajuizamento de ações de investigação judicial eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Marcado pelo uso excessivo das redes sociais e das plataformas de mensagens na distribuição de conteúdos, naquele ano houve uma enxurrada de notícias falsas que evidenciaram o tamanho do problema para as eleições futuras.

Na eleição municipal de 2020 em São Luís o que se viu também foi outra enxurrada de notícias falsas inundar as redes sociais e até emissoras de rádio, como a que plantaram  através de uma emissora local, bastante repercutida nos blogs apoiadores de determinado candidato, sobre uma suposta desistência do então candidato a prefeito de São Luis, deputado federal Rubens Junior (PCdoB), algo que nunca teria sido ventilado pelo candidato.

Faço esta lembrança para alertar a Justiça Eleitoral sobre criminosos pago para plantar fake news, como a que ocorreu esta semana com o pré-candidato ao Governo do Estado, Edivaldo Holanda Junior (PSD), quando bandidos, não se sabe a serviço de quem, invadiram o WhatsApp do ex-prefeito de São Luís e plantaram mensagem como se ele tivesse admitindo a possibilidade de desistir da correr ao governo para ser candidato ao Senado.

A falsa informação, suspeitam aliados do ex-prefeito, teria como principal finalidade colocar dúvidas nas lideranças do interior do maranhense afinadas com a pré-candidatura. “Nosso candidato está incomodando pelo potencial eleitoral que possui”, arriscou o deputado César Pires.

A consolidação da pré-candidatura de Edivaldo Holanda Junior, pelo visto, incomoda. Bem avaliado nas pesquisas de opinião pública, com potencial para crescer e chegar ao segundo turno, o ex-prefeito da capital foi a primeira vítima e  teve que vir a público alertar seus apoiadores sobre a ação dos bandidos e reafirmar que seu projeto de correr ao Palácio dos Leões é pra valer.

Além de denunciar e anunciar que está tomando providências para descobrir quem foram os invasores do seu WhatsApp, o ex-prefeito postou seguinte mensagem: “Em tempo, a respeito das falsas mensagens publicadas, reafirmo minha pré-candidatura ao Governo do Maranhão nas eleições deste ano, como venho apresentando para as lideranças e a população do meu Estado”.

O caso serve de alerta à Justiça Eleitoral sobre tudo que vem pela frente. Se na pré-campanha já estão espalhando informações falsas com a finalidade de prejudicar pré-candidato em processo de conversações com lideranças da capital e interior do estado, imagine o que poderá acontecer durante a campanha para o Governo do Estado que promete ser uma das mais disputadas da história do Maranhão.

Todo cuidado com essa gente que quer chegar ao poder a qualquer custo, é pouco.

  • Jorge Vieira
  • 12/jan/2022

Genial/Quaest: 50% reprovam governo Bolsonaro e 55% dizem estar “pior do que esperava”

O governo Jair Bolsonaro é reprovado por 50% dos brasileiros, aponta a primeira pesquisa de 2022 realizada pela Quaest Consultoria e Pesquisa e paga pela Genial Investimentos. Ainda conforme o levantamento, 55% dizem que o governo está em uma “situação pior que a esperada”.

O percentual dos que reprovam o governo Bolsonaro é o mesmo do registrado em dezembro do ano passado, mas é cinco pontos maior que o apontado em julho do ano passado.

Os que consideram a atual gestão como regular somam 25% em janeiro deste ano, contra 26% do levantamento realizado em dezembro, ficando dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos. Em julho de 2021, este índice era de 27%.

Em julho passado, os que consideravam o desempenho do governo como bom somavam 26%. Este índice caiu para 21% em dezembro e oscilou um ponto no levantamento atual.

Também em julho do ano passado, o índice dos que consideravam que o governo estava “pior que o esperado” chegava a 48%. Outros 28% avaliam que a gestão “não está melhor nem pior”, contra 31% do levantamento anterior. Apenas 15% afirmaram que a situação “está melhor”, ante 19% da pesquisa de julho de 2021. Outros 2% não souberam ou não quiseram responder ao questionamento.

O levantamento foi realizado entre 6 e 9 de janeiro e ouviu 2.000 pessoas presencialmente. A pesquisa foi registrada nos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pode ser encontrada pelo número de identificação: BR-00075/2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

 

  • Jorge Vieira
  • 12/jan/2022

Bolsonaro volta atacar Flávio Dino e leva como resposta um “vai trabalhar”

Flávio Dino (PSB) reagiu a  mais um ataque do presidente Jair Bolsonaro (PL). Desta vez o chefe da Nação usou a forma física de alguns dirigentes comunistas “gordinhos” para atacar o governador do Maranhão, mas levou como resposta um “vai trabalhar”.

Para Dino, fala de Bolsonaro no cercadinho do Palácio da Alvorada para apoiadores “é piada sem graça, repetida e compatível com a notória escassez de neurônios do indivíduo (presidente)”.

O governador se manifestou através de sua rede social e fez o seguinte comentário: “Piada”, além de sem graça, repetida. Compatível com a notória escassez de neurônios do indivíduo. Ao bisonho e fracassado “piadista”, faço uma conclamação: VAI TRABALHAR. Os problemas federais são cada dia mais graves: inflação, desemprego, aumento dos combustíveis etc.

Ao chegar nesta terça-feira (11) ao Palácio da Alvorada e parar para conversar com apoiadores ao se manifestar sobre o questionamento de uma senhora do Maranhão presente, Bolsonaro usou a forma física de dirigentes comunistas para atacar Flávio Dino.

“A senhora é do Estado do Partido Comunista do Brasil. Você já reparou que os países comunistas, geralmente o chefe é gordo? Coreia do Norte? Venezuela? São gordinhos, né? Maranhão?”, atacou Bolsonaro.

Através de sua rede social, Dino recomendou que o presidente procure trabalhar e dar uma resposta ao problemas do país, que segundo ele, são cada dia mais graves, como inflação, desemprego e aumento dos combustíveis.

  • Jorge Vieira
  • 12/jan/2022

Comissão aprova projeto com substitutivo do deputado Bira que proíbe telefônicas de cobrarem por serviço não solicitado pelo cliente

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou proposta que atribui ao cliente das operadoras de telefonia o direito de ser cobrado somente por serviços que tenha solicitado ou para o qual tenha manifestado consentimento expresso.

O objetivo é evitar que os assinantes de planos de telefonia e internet paguem por serviços não solicitados, principalmente os extras oferecidos pelas operadoras, como contas de e-mail, armazenamento em nuvem e antivírus. Chamados de serviços de valor adicionado (SVA), eles não são considerados serviços de telecomunicações, como as chamadas telefônicas.

O projeto também obriga a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a criar um código de conduta a ser seguido pelos prestadores de SVA. O descumprimento das regras do código sujeitará a empresa a sanções administrativas, como multa e suspensão temporária, entre outras.

Novo texto – O texto foi aprovado na forma de um substitutivo elaborado pelo relator, deputado Bira do Pindaré (PSB-MA), que engloba o o Projeto de Lei 7851/17, do deputado André Figueiredo (PDT-CE), e os apensados (PLs 10407/18, 4103/19 e 942/21).

Segundo ele, o modelo atual de contratação de SVA induz o consumidor a contratar serviços que desconhece ou não precisa. “A proposta vai ao encontro do interesse de milhares de brasileiros que manifestam diariamente sua indignação ao verem lançadas nas contas telefônicas cobranças que não reconhecem ou que foram levados a aceitar sem pleno entendimento”, disse Bira do Pindaré.

O texto também determina que, em caso de contestação pelo consumidor, a operadora deverá suspender imediatamente a cobrança de qualquer SVA oferecido, que só poderá ser exigida após a comprovação de que o cliente concordou com os termos do serviço. Ou seja, o ônus da prova cabe à empresa de telefonia, e não ao cliente.

Mensagem de voz – O texto aprovado altera a Lei Geral de Telecomunicações (LGT) e proíbe a operadora de telefonia de encaminhar mensagens de voz à caixa postal de usuários que não tenham contratado este tipo de serviço.

Além disso, o usuário que contratar o serviço de caixa postal não poderá ser cobrado pelas chamadas efetuadas para recuperar as mensagens a ele encaminhadas. O objetivo é evitar que o cliente seja cobrado por mensagens que não são do seu interesse, como propagandas.

Tramitação – Os projetos tramitam em caráter conclusivo e serão analisados agora pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Fonte: Agência Câmara de Notícias

  • Jorge Vieira
  • 11/jan/2022

Bandidos digitais invadem WhatsApp de Edivaldo e plantam fake news

O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), artavés de sua rede social, informou nesta terça-feira (11) que bandidos digitais invadiram seu WhtasApp e plantaram fake news. A mensagem mentirosa, sem o menor fundamento diz que “Edivldo conversa sobre Senado Federal”

“Informo que nesta terça-feira (11) o meu WhatsApp foi invadido. Portanto, qualquer mensagem publicada no status ou enviada a partir do meu telefone nesta data é ação de criminosos. Estou junto com a equipe apurando o caso e tomaremos as medidas cabíveis”, disse Edivaldo.

Sobre as falsas mansagens publicada sobre uma suposta possibilidade de disputar o Senado, algo conpletamente fora de realidade, sem qualuer fundamento ou lastro de veracidade,, o pré-candidato a governador adiantou que está tomando as providência no sentido de identifocar o criminoso.

“Em tempo, a respeito das falsas mensagens publicadas, reafirmo a minha pré-candidatura ao governo do Maranhão nas eleições deste ano, como venho apresentando para as lideranças e a população do meu estado”, enfatizou o ex-prefeito.

 

  • Jorge Vieira
  • 11/jan/2022

Pandemia e enchentes no interior do Maranhão freiam pré-campanha

Os três principais pré-candidatos ao Governo do Estado, de forma muito coerente, deram um freio nas suas pré-campanhas por conta da pandemia do novo Coronavírus e das enchentes que castigam o interior do Maranhão neste início de ano.

O vice-governador Carlos Brandão (PSDB), o ex-prefeito Edivaldo Holanda Junior (PSD) e o senador Weverton Rocha (PDT) deram demonstração de civilidade diante do drama de famílias que perderam tudo com as cheias dos rios que cortam o Maranhão e daqueles que tentam se proteger da Covid.

Carlos Brandão, diante dos estragos provocados pelas chuvas em várias cidades do interior maranhense, suspendeu toda a sua agenda política até 31 de janeiro para se concentrar na assistência as vítimas das cheias, atitude considerada sensata diante da situação de calamidade.

Solidário desde o primeiro momento com as famílias que viram tudo que haviam construído com muito suor ser levado pelas águas o ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Junior resolveu dar um tempo em suas visitas ao interior do Estado até que a situação se normalize.

A pré-campanha de Edivaldo também foi atingida pela pandemia. O presidente estadual do PSD, deputado federal Edilázio Júnior, um dos principais articuladores da candidatura, testou positivo para Covid-19, está em isolamento e cancelou toda a agenda com correligionários esta semana.

Já o senador Weverton Rocha, que vinha em franca campanha e percorrendo os municípios com sua caravana “Maranhão Mais Feliz” testou positivo para Covid-19, se recolheu em isolamento e tem emitido declarações de solidariedade aos atingidos.

E para completar, o principal cabo eleitoral da eleição majoritária, governador Flávio Dino (PSB), também testou positivo para Covid-19, está em isolamento, mas desde que começaram cair as tempestades que inundaram cidades tem colocado toda a estrutura do governo para levar assistência às vítimas das enchentes.

E pelo visto, diante da mais um surto provocado pela variante Ômicron, a  prudência recomenda que o momento é entregar o braço à vacina, evitar aglomeração e cuidar daqueles que estão sofrendo com a rigorosa ação do inverno, campanha pode aguarda mais um pouco, salvar vidas é mais importante.

  • Jorge Vieira
  • 10/jan/2022

Governistas não avançam nas conversações e unidade do grupo para as eleições está comprometida

Apesar dos esforços do governador Flávio Dino (PSB) para manter a unidade do grupo que lidera, as conversações que possam caminhar nessa direção continuam na estaca zero. O pré-candidato do PDT, senador Weverton Rocha (PDT) continua irredutível em seu projeto de concorrer ao Governo Estado e não dar o menor indicativo de que pretenda recuar da candidatura.

Atores políticos envolvidos no processo continuam tentando convencer dirigentes partidários manter o grupo unido, mas são cada vez maiores a possibilidade de desintegração da aliança que iniciou um novo ciclo na política do Maranhão ao derrotar em 2014 o que se convencionou chamar de oligarquia Sarney, mas que por arrogância do pré-candidato pedetista pode rachar.

O governador Flávio Dino, maior liderança política do Estado, na última reunião com dirigentes partidários ocorrida em 29 de novembro de 2021 manifestou seu apoio ao vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e concedeu prazo de 60 dias para que os dirigentes de partidos debatessem e construíssem a unidade máxima possível, mas o tempo está se esgotando e não se vê o menor avanço nas tratativas.

Com a pré-candidatura consolidada após a declaração de apoio de Dino, o vice-governador Carlos Brandão suspendeu toda a sua agenda política para este de janeiro para se dedicar integralmente à assistência as populações que perderam tudo por conta das enchentes que castigam o Maranhão, ou seja, até o dia da nova reunião estará com suas atenções voltadas para as vítimas da tragédia.

O candidato do PDT após testar positivo para Covid-19 se recolheu em Brasília e, segundo fontes do blog, não admite a possibilidade de rever seu projeto pessoal e garante que estará na corrida ao Palácio dos Leões mesmo sem o apoio do governador que deixará o cargo em 31 de março.

Um outro problema menos grave atende pelo nome de Simplício Araújo, secretário de Indústria, Comércio e Energia e pré-candidato do Solidariedade ao governo. Ele também diz que não pretende desistir, que tem o apoio da direção nacional do partido, mas nos bastidores da sucessão agentes estariam agindo para convencê-lo a seguir a orientação de Flávio Dino.

Pelo que se tem observado nos bastidores da eleição majoritária, o prazo para a construção da unidade possível estendido pelo governador está se esgotando sem o menor avanço sobre o consenso pretendido; tudo indica, a não ser que haja uma reviravolta nestas poucas mais de duas semana que restam, a manutenção da aliança corre sério risco.

 

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