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| Murad e sua filha Andrea estão isolados e sem ambiente no PMDB |
O
governador do Maranhão, Flávio Dino, reuniu-se, na tarde desta quarta-feira
(21), no Palácio dos Leões, com representantes do Banco Mundial. A reunião
contou com a participação de membros da equipe de governo e do prefeito de São
Luís, Edivaldo Holanda Júnior. O encontro foi um diálogo preliminar sobre
possíveis parcerias de crédito com o Banco e financiamento para a recuperação
da barragem do Bacanga, em São Luís.
Estiveram presentes na
cerimônia os secretários estaduais Márcio Jardim (Esportes), que representou no
Ato o governador Flávio Dino; Márcio Honaiser (Agricultura) e Tatiana Pereira
(Juventude), os deputados federais Weverton Rocha (PDT) e Cléber Verde (PDT);
os deputados estaduais Othelino Neto (PCdoB) e Júnior Verde (PRB); os
vereadores Pavão Filho (PDT), Chico Carvalho (PSL), Ricardo Diniz (PHS),
Chaguinhas (PSB) e Josué Pinheiro (PSDC).
Pelo período de dezoito meses, o aluno receberá
certificação do Ensino Fundamental, entre outros benefícios.
Folha de São Paulo – O governador do
Maranhão, Flávio Dino (PC do B), nomeou um administrador para a Fundação da
Memória Republicana Brasileira, que administra o acervo do ex-presidente José
Sarney. O escolhido, o procurador do Estado Valdênio Caminha (foto), deverá atuar como
“síndico” ou “prefeito”, nas palavras do secretário de Transparência e
Controle, Rodrigo Lago.
A FMRB é uma estatal criada pela
então governadora Roseana Sarney (PMDB) em 2011. As mais de 40 mil peças do
acervo estão no Convento das Mercês, prédio de 1654.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) condenou o ex-prefeito de Olho D´Água
das Cunhãs, José Alberto Azevedo, a devolver R$ 1 milhão ao erário. O valor é
referente às contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica
e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) relativas ao exercício
de 2010, julgadas irregulares pelo Tribunal, que aplicou ainda multas ao gestor
no total de R$ 113,3 mil.
A decisão foi tomada na sessão do Pleno desta quarta-feira (21), quando o TCE
desaprovou as contas do prefeito relativas ao mesmo exercício, julgando
irregulares, além do Fundeb, as contas da Administração Direta (com débito de
R$ 14,5 mil e multas no total de R$ 64,4 mil), do Fundo Municipal de
Assistência Social (FMAS, com débito de R$ 64,6 mil e multas no total de R$ 12,4
mil) e Fundo Municipal de Saúde (FMS, com débito de R$ 311,7 mil e multas no
total de R$ 41 mil).
A soma de todos os débitos imputados ao ex-prefeito é R$ 1,390 milhão. Cabe
recurso da decisão.
Também foram julgadas irregulares as contas de gestão de Marco Antonio Alves da
Silva (3º Batalhão da PM de Imperatriz, 2006, com multa de R$ 20 mil) e as
Tomadas de Contas de convênios tendo como gestores Lauro Pereira Albuquerque e
Carmen Silva Neto (Prefeitura de Mata Roma, Convênio nº 128/2005, com débito de
R$ 198,7 mil e multa de R$ 1,5 mil); Francisco Evandro Ferreira Costa Mourão
(Prefeitura de Buriti, Convênio nº 13569/2005, com débito de R$ 84,2 mil e
multa de R$ 1,5 mil).
O ex-secretário de Saúde Ricardo Murad, teve duas prestações de contas julgadas
irregulares, referentes à sua gestão à frente da Gerência Metropolitana. Na
primeira delas, relativa ao período de 1º abril a 31 de dezembro de 2003, o
gestor foi condenado ao pagamento de multa no valor de R$ 20 mil. No segundo
caso, correspondendo ao período de 1º de janeiro a 31 de março de 2004, a multa
foi de R$ 9 mil.
CÂMARAS – Entre as câmaras municipais, o TCE julgou irregulares as contas de
José Vieira dos Santos Filho (Bom Jardim, 2001, com débito de R$ 897,8 mil e
multas no total de R$ 114,3 mil) e Osvaldo Simas Junior (Serrano do Maranhão,
2011, com débito de R$ 136 mil e multas no total de R$ 38,2 mil). Cabe recurso.
O Ministério Público do Maranhão solicitou, em Ação Civil Pública
por ato de improbidade administrativa, ajuizada no dia 13 de janeiro, a
indisponibilidade dos bens de Antônio Lourenço da Silva Louzeiro, ex-presidente
da Câmara Municipal de Cururupu. A ação foi motivada por irregularidades
praticadas pelo ex-gestor no exercício financeiro de 2008.
Dentre os problemas verificados, o Relatório de Informação Técnica
(nº 358/2010) enumera e ratifica no Acórdão (PL-TCE nº.949/2011) a ausência e
fraude de procedimentos licitatórios; irregularidades na contratação de
servidores; pagamento maior dos subsídios do presidente da Câmara; percentual
de aplicação na folha de pagamento acima do limite constitucional e ausência de
publicação de Relatórios de Gestão Fiscal.