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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 20/jan/2015

Gastão Vieira a caminho do Partido Liberal

O blog informou no sábado (17) que o deputado Gastão Vieira, ex-ministro
do Turismo indicado na cota do senador José Sarney, pelo PMDB, havia mandado
recado de insatisfação à direção nacional do PMDB ao receber em São Luís o
candidato do PT à presidência da Câmara Federal, Arlindo Chinaglia. Hoje os
principais colunistas do país já apontam até o partido ao qual ele se filiará em
breve.

Segundo noticiou o colunista Lauro Jardim, de Veja online, Gastão
foi convidado pelo ex-ministro Ciro Gomes a comandar o novo Partido Liberal no
Maranhão, teria aceitado e já comunicado aos amigos mais próximo que está de
saída do partido pelo qual se candidatou ao Senado, foi derrotado e
posteriormente esquecido pela cúpula nacional na montagem do governo Dilma.     

Gastão Vieira
esperava ser indicado para algum cargo do governo federal, sonhava inclusive em
voltar ao Ministério do Turismo, mas com o declínio político do padrinho José
Sarney, acabou não sendo contemplado. A partir daí passou sentir-se desprestigiado,
reclamou do abandono, mas não foi atendido e passou a comentar nas rodas
políticas que estaria disposto a deixar o PMDB porque o grupo que comanda a
legenda nacionalmente não lhe prestigia.

Agora, com o grupo
Sarney praticamente extinto e sem a menor chances de voltar ao comando do
Estado, Gastão inicia o movimento de saída do PMDB, segundo ele, ainda este ano para formar nas fileiras do
PL.  

 

  • Jorge Vieira
  • 19/jan/2015

Governo inicia reestruturação da FMRB e pede vistoria do Corpo de Bombeiros

Parte do Convento das Mercês está sustentada por vigas de madeira
O Governo
do Maranhão deu início, nesta segunda-feira (19), a reestruturação da Fundação
da Memória Republicana Brasileira (FMRB), instituição que funciona no Convento
das Mercês, em São Luís. Uma reunião, entre secretários estaduais e
representantes da fundação, foi realizada com o objetivo de solucionar impasses
relativos à continuidade de atividades desenvolvidas no local.
 
A
primeira medida adotada pela comissão, formada por oito representantes do
Estado, foi a solicitação de uma vistoria do Corpo de Bombeiros ao Convento das
Mercês para identificar a situação estrutural do prédio, já que uma reforma foi
iniciada e ainda não foi concluída. “Uma parte do prédio está sustentada por
vigas de madeira. Essa é a nossa prioridade, hoje ou amanhã, a vistoria será
concretizada”, esclareceu o secretário de Controle e Transparência, Rodrigo
Lago.

 

As ações
já realizadas pela fundação serão mantidas e ampliadas, com trabalhos
desenvolvidos pelas Secretarias de Cultura, de Educação e de Ciências e
Tecnologia. “Não faz sentido interromper as atividades que beneficiam a
comunidade. Daremos prosseguimento aos cursos e programas já existentes e
ampliaremos essa oferta”, destacou o secretário de Ciências e Tecnologia, Bira
do Pindaré.

 

O
secretário de Articulações Políticas e Assuntos Federativos, Márcio Jerry,
informou que a comissão solicitará, por ofício, a lista completa do acervo da
fundação. “Essa comissão vai ficar responsável por avaliar toda a situação da
FMRB e do prédio em que ela está inserida. Após a avaliação, a comissão
produzirá relatórios e adotará medidas para o pleno funcionamento da
instituição e do Convento das Mercês”, explicou o secretário.

 

  • Jorge Vieira
  • 19/jan/2015

Até quando Roseana permanecerá em silência sobre a dívida bilionária?

Até quando a ex-governadora Roseana
Sarney vai se manter afastada das discussões que envolvem o endividamento do
Estado? Assessores da ex-governadora prometeram que ela se manifestaria sobre acusação
de ter deixado uma dívida superior a R$ 1,2 bilhão para o sucessor pagar e apenas
R$ 24 milhões no caixa do Estado, mas já se passaram duas semana e a população maranhense continua sem resposta.

Roseana finge que o problema não é com
ela, mas sabe perfeitamente que ainda deve muitas explicações ao povo do
Maranhão sobre o endividamento. Caso resolva voltar dos Estados Unidos, onde desfruta as belezas de
Miami, terá que dar satisfações a respeito  do rombo nas finanças do Estado.

O anúncio feito pela atual porta voz
de Roseana, a ex-chefe da Casa Civil, Anna Graziella, de que a ex-governadora
iria contestar os números apresentados por Flávio Dino gerou grande expectativa
na classe política e principalmente na grande imprensa local e nacional, mas
até hoje, dez dias após ser descoberto o rombo, Roseana continua no mais
absoluto silêncio.

A ex-governadora, conforme comentam
nos bastidores da política, estaria apostando numa suposta memória curta do povo
maranhense para se manter ainda viva na vida pública, mesmo tendo levado o
Estado a ostentar os piores indicadores econômicos e sociais do país durante
suas quatro gestões.

O pior de tudo é que não aparece um
único assessor ou ex-assessor em condições de informar porque o silêncio da
governadora, já que é ela quem está sendo acusada de ter provocado a crise nas
finanças do Maranhão.   

  • Jorge Vieira
  • 19/jan/2015

Prefeito Léo Coutinho começa amplo programa de asfaltamento em Caxias

O recapeamento asfáltico da
avenida Santos Dumont, importante artéria que liga o centro aos bairros seriema,
Ipem, Galeana, Eugenio Coutinho entre outros, foi a partida inicial de um amplo
programa de asfaltamento que vai chegar a 40 ruas e avenidas da cidade de
Caxias.

Léo Coutinho comemora o
programa e disse “Tivemos muitas dificuldades nos últimos dois anos. Com a
perseguição que sofremos da ex-governadora Roseana, tivemos que deslocar os
recursos para manutenção de ruas e praças da cidade para garantir o
funcionamento da saúde. Agora com o apoio do Governador do Estado, a saúde de
Caxias – que é uma macrorregião – voltará a ter a contrapartida estadual que
Ricardo Murad sempre cortou, e estamos tendo os recursos necessários para dar
às nossas ruas, avenidas e praças o cuidado que nossa cidade merece”. 

Durante a vistoria que fez
neste sábado, às obras de asfaltamento, o prefeito caxiense ouviu elogios e
incentivos de populares que gritavam “Arrocha prefeito, o asfalto tá de
primeira”.

 

  • Jorge Vieira
  • 19/jan/2015

Ricardo Murad tenta liderar o que restou do grupo Sarney mas não encontra seguidores

O ex-secretário de Saúde, Ricardo
Murad se movimenta nos bastidores para tentar convencer parlamentares eleitos
pelas coligações que apoiaram a candidatura derrotada do suplente de senador, Edinho
Lobão, nas eleições 2014, a formar bloco de oposição ao governo, mas a tarefa não está sendo nada
fácil.

Segundo uma fonte do que
restou do grupo Sarney, o principal obstáculo para formação do bloco é o
próprio Ricardo Murad, que durante o tempo em reinou absoluto na secretaria,
além de tratar mal os parlamentares, nunca atendia os pleitos. “Agora quem quer distância dele somos nós”, desabafou a fonte sob a condição de anonimato.  

Conforme a mesma fonte, nos
últimos sete meses da administração desastrosa de Roseana Sarney, o ex-secretário não atendia telefone, não recebia os
deputados e nem respondia as mensagens envidas para seu celular.

Agora que a vaca foi pro
brejo, Ricardo voltou a procurar os deputados, mas tem ouvido sempre respostas
negativas. Com exceção da filha, Andréa Murad e do genro Sousa Neto, que se
elegeram gastando rios de dinheiro público, os que já foram procurados não se
mostraram disposto a seguir sendo liderados pelo ex-gerentão.

Comentam nos bastidores do
Poder Legislativo que Murad tomou a iniciativa de tentar comandar o que restou
do grupo Sarney, após ser colocado para escanteio pela cúpula peemdebista. O ex-secretário,
por exemplo, não foi convidado para a reunião do PMDB que será realizada quarta-feira
para tratar sobre o futuro do partido com os deputados eleitos pelas coligações
que apoiaram a candidatura de Edinho Lobão.

Os trabalhos no Poder
Legislativo iniciam em menos de duas semanas, mas até o momento Ricardo conta
apenas com a filha Andréa, o genro
Sousa Neto, o neto do senador José Sarney, Adriano Sarney  e Edilázio
Júnior. Roberto Costa, embora sendo do PMDB, já avisou que não aceita comando
do ex-secretário.

  • Jorge Vieira
  • 19/jan/2015

Convento das Mercês será reaberto ao público nesta segunda-feira

O governo do Estado reabre nesta
segunda-feira (19) a Fundação da Memória Republicana Brasileira, local onde encontra-se
o acervo do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP).

A decisão de reabrir as portas do
Convento das Mercês foi anunciada ontem (18) após reunião entre secretários
estaduais e moradores do bairro do Desterro, que participam de atividades
oferecidas pela FMRB.
A presidente da Fundação, Anna
Graziella, decidiu passar o cadeado na FMRB após o governador Flávio Dino (PC
do B) ter demitido 48 servidores comissionados.
Nesta manhã de segunda-feira, em
entrevista à TV Mirante, a secretária de Cultura do Estado, Ester Marques (foto), garantiu
que o problema dos demitidos será estudado caso a caso.
O FMRB servia como cabide de emprego
de famílias tradicionais que sempre se serviram do Estado para bancar projetos
pessoais. O local era utilizado também por uma ex-secretária do governo de José
Reinaldo Tavares atacar o atual governador que derrotou o grupo Sarney após
cinco décadas de mando.   

  • Jorge Vieira
  • 18/jan/2015

Ações sociais do Convento das Mercês serão mantidas integralmente, garante Márcio Jerry

 Jornal Pequeno

As ações sociais realizadas pelo
Governo do Estado serão mantidas integralmente, é o que garantem as fontes da
administração estadual ouvidas pelo Jornal Pequeno. Segundo o secretário de
Articulação Política, Márcio Jerry, todas as ações realizadas junto à
comunidade do Desterro e do Centro Histórico, bem como a visitação ao prédio do
Convento das Mercês, que faz parte do patrimônio histórico tombado pela Unesco.

A garantia foi dada pessoalmente pelo
secretário Márcio Jerry à comunidade do Desterro na manhã do último sábado
(17). Exercendo a diretriz do diálogo permanente entre os representantes do
Governo do Estado e a população, Jerry transmitiu aos líderes comunitários a
decisão do Governo pela permanência dos programas sociais e eventual ampliação
de programas à comunidade, que serão discutidas entre governo e os movimentos
sociais locais. Uma nova reunião ficou marcada para este domingo, às 15h.

A partir da polêmica desencadeada em
torno da utilização do Convento das Mercês pela Fundação da Memória
Republicana, que guarda o arquivo pessoal do senador José Sarney, o Governo do
Maranhão buscou reavaliar a utilização do prédio e a dinâmica da visitação ao
acervo alojado no Centro Histórico de São Luís.

Representantes do Governo do Estado
afirmaram à reportagem do Jornal Pequeno que a reavaliação passará apenas pela
organização do acervo do senador José Sarney e serão mantidas todas as demais
atividades sociais relacionadas à comunidade do Desterro. “O que iremos
reavaliar é a utilização de um espaço público para fins de promoção pessoal de
uma figura,” explicitou Márcio Jerry, ao revelar também que os objetos de
caráter meramente pessoais serão devolvidos ao senador e sua família.

A Fundação era propriedade particular
do senador José Sarney e foi estatizada em 2012, através de projeto de lei
proposto pela então governadora Roseana Sarney, filha do senador do Amapá. Por
ano, são gastos entre R$ 2 milhões e R$ 3 milhões com a manutenção das
atividades do arquivo.

Segundo a secretária de Cultura do
Estado, Ester Marques, já foram iniciadas todas as tratativas junto ao
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Maranhão para
avaliar as condições estruturais do Convento das Mercês. A secretária
apresentou preocupação com a falta de manutenção do prédio, que, segundo ela,
não foram realizadas para garantir a segurança do local.

Presidente não cumpriu regra de
nomeação

A presidente da Fundação da Memória
Republicana, Anna Graziella Neiva, afirmou esta semana que decidiu fechar as
portas do Convento por “falta de condições estruturais”. Segundo ela, após a
demissão dos funcionários em cargo comissionado, não seria possível manter as
atividades da Fundação.

O pedido feito por Anna Graziella ao
atual Governo, porém, não respeitou os trâmites que foram seguidos por todas as
secretarias, fundações, órgãos e autarquias ligadas ao Governo do Estado antes
da nomeação pelo novo Governo.

A exoneração de cargos comissionados
é uma praxe em todos os governos que se iniciam para, em seguida, readmitir os quadros
que considerar qualificados para permanecer na equipe administrativa. Pela
falta de documentação básica à nomeação, os cargos em comissão continuam em
aberto até novo posicionamento da presidência da FMRB.

Graziella foi chefe da Casa
Civil de Roseana Sarney

Ex-chefe da Casa Civil do Governo
Roseana Sarney, Anna Graziella foi conduzida à presidência da Fundação da
Memória Republicana do Brasil que fez reverência à personalidade do senador
José Sarney.

Mesmo exercendo mandato de 6 anos,
que a encarregará de gerir a Fundação, Anna Graziella não é a responsável pelo
fechamento de um prédio público de interesse da população maranhense. O anúncio
do fechamento foi feito por ela na última semana por meio do jornal O Estado do
Maranhão, pertencente à família Sarney. As fontes do Governo do Estado ouvidas
pela reportagem do Jornal Pequeno, no entanto, atestam que o prédio continuará
em funcionamento e aberto ao público.

A lista de nomeação solicitada por
Anna Graziella Neiva contém 48 nomes, entre muitas pessoas ligadas às famílias
Sarney, Lobão e Neiva. O valor das nomeações variam em salários que chegam a R$
9 mil por mês. Desde que foi estatizada, a Fundação já utilizou R$ 8,1 milhões
num total de 3 anos de funcionamento com verbas públicas.

Além dos cargos em comissão, a
Fundação possui um Conselho Curador, eleito para mandatos de 6 anos, conforme
disposição da lei aprovada durante o Governo de Roseana Sarney. Dos 9 cargos da
Fundação, 2 são hereditários e indicados pelo senador José Sarney. Após a sua
morte, serão seus herdeiros os responsáveis pela nomeação.

A cláusula de previsão de hereditariedade é
contestada pela Ordem dos Advogados do Brasil no Supremo Tribunal Federal. Na
avaliação dos advogados, não é possível que uma função pública tenha caráter
vitalício e hereditário. O caso está sendo avaliado pelo ministro Antonio Dias
Toffoli e aguarda posicionamento da Justiça.

 

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