Eleito senador da República em 2014 pelo PSB na aliança comandada por Flávio Dino (PSB) que reuniu dezesseis partidos e desbancou do poder o grupo político liderado pela ex-governadora Roseana Sarney que mandou no Maranhão ao longo de cinco décadas, Roberto Rocha carrega com ele o estigma da traição por ter conseguido o mandato na sombra do governador de esquerda e ter se bandeado para a extrema direita bolsonarista.
Rocha se deslumbrou com o Senado, achou que os votos recebido eram dele mesmo, passou se sentir superior eleitoralmente ao governador, rompeu com o grupo, lançou sua candidatura ao governo em 2018 e recebeu em troca da traição o desprezo da população, apenas 2% do eleitorado sufragaram seu nome nas urnas, votação decepcionante para quem achava ser a maior liderança do Maranhão, acabou isolado e sem futuro na vida pública.
O exemplo do senador eleito pelo PSB, que numa mudança de comportamento radical está próximo de se filiar ao PL, partido do famigerado Centrão que acaba de filiar Jair Bolsonaro, comandado no Maranhão pelo polêmico deputado federal Josimar de Maranahãozinho, alvo de investigações da Polícia Federal por suspeita de corrupção, desvios de emendas parlamentares e lavagem de dinheiro, deveria servir de lição ao senador Weverton Rocha (PDT).
Colocado no Senado também pelas mãos do governador Flávio Dino, Weverton está seguindo os mesmo passos de Roberto Rocha e pode acabar no ostracismo. Se empolgou com as benesses da Câmara Alta do Congresso Nacional, se iludiu achando que os 2 milhões votos recebidos foram fruto de uma liderança que nunca exerceu e resolveu não cumprir o acordo que assinou delegando ao governador a missão de indicar o candidato do grupo.
Baseado apenas na promessa, a já manjada “comigo tu será mais feliz” dito a prefeitos e lideranças do interior do Maranhão na esperança de angariar apoio, o senador do PDT continua alimentando, não se sabe até quando, seu projeto pessoal, mas começa a ter suas bases esvaziadas após a decisão do governador declarar apoio ao vice-governador Carlos Brandão, por vê nele o perfil ideal para dar continuidade a gestão.
O representante do PDT perdeu a batalha que travou contra Brandão, deveria aceitar a derrota, mas dando demonstração de péssimo perdedor quer virar a mesa do jogo, como ocorre em alguns campeonatos de várzea, mas não encontra respaldo no grupo que segue a liderança do governador, este sim, o maior líder político do estado, responsável direto pela eleição dos três senadores do Maranhão.
Embora Weverton Rocha continue afirmando que seu projeto é pra valer, nos bastidores da política tem gente apostando alto que o foguete do senador não decola e que sua estratégia é negociar posições no futuro governo, A pá de cal na pré-candidatura, no entanto, depende do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB) que está sendo sondado para compor a chapa como vice de Brandão. Caso aceite, “meu preto” vai ter que pilotar o foguete em outra direção, bem distante do Palácio dos Leões.
O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), vem a cada dia reforçando o seu nome em todo o estado para a disputa eleitoral para governo em 2022.
Na manhã deste sábado (12), o pessedista foi recebido com entusiasmo por centenas de lideranças de Bacabal e região do Mearim em evento político na cidade, garantindo mais apoios para concorrer a vaga do Palácio dos Leões nas eleições do ano que vem.
“Bacabal lhe recebe com muita alegria. Temos esperança, pois acreditamos que uma liderança jovem e experiente como você possa promover as transformações que Bacabal e todo o Maranhão precisam”, destacou a pedagoga e pré-candidata a prefeita da cidade, Leynha Oliveira.
Além de Leynha, também prestigiaram o ato bacabalense pró-Edivaldo o Professor Ricardo, junto com um grupo de professores municipais; o primeiro suplente de vereador e secretário de Cultura de Bacabal, Jerry Ibiapina; o ex-vereador de Bacabal, Fernando Sousa; o deputado estadual César Pires; o vereador de Imperatriz, Ricardo Seidel; uma comitiva de lideranças de Pindaré-Mirim, liderada pela vereadora Keyssiane Vasconcelos e o ex-vereador Carlinhos de Areias; e o vereador de Santa Inês, Dilson Vilarinho, o Didi Junior, entre outras lideranças políticas e religiosas.
Em suas falas todos os presentes foram unânimes em reconhecer e destacar a trajetória política limpa, o trabalho realizado por Edivaldo durante seus dois mandatos como prefeito de São Luís e a confiança de que ele tem experiência para levar para o Maranhão o mesmo nível de desenvolvimento que ele garantiu à capital maranhense quando a administrou.
Edivaldo agradeceu a receptividade com que foi recebido em Bacabal colocando o seu nome e a sua experiência como gestor à disposição da população nas próximas eleições.
O ex-prefeito e pré-candidato pessedista também reafirmou aos presentes, como tem feito por onde tem passado nas viagens com a sua pré-campanha, o seu compromisso de trabalhar com “determinação e amor”, contribuindo com o desenvolvimento do estado e o bem-estar e melhoria de vida dos maranhenses.
De Bacabal, Edivaldo seguiu para o município de Pio XII, na região do Vale do Pindaré, onde também participou de reunião com diversas lideranças.
No dia anterior, esteve em Viana, na região da Baixada, recebendo apoio de lideranças municipais de vários segmentos.
Companheiros e companheiras,A Resistência Socialista do Maranhão vem, através desta nota, lamentar a forma desrespeitosa que jornalistas e blogueiros tem tratato o presidente estadual do PT, Augusto Lobato, inclusive com narrativas que não correspondem à realidade dos fatos. É lamentável que essa pauta sobre o acordo da transição da presidência, que deveria estar sendo tratada de forma natural e tranquila, seja exposta para além de nossas instâncias e fóruns de debate e, mais ainda, expondo negativamente nosso Partido, o atual presidente e a todos do PT.Mais do que nunca o momento nos exige união em prol de um projeto maior e prioritário, que é a eleição de Lula e de fortes bancadas de parlamentos nos Estados. Esse contexto nos coloca a necessidade de mínima coesão, não permitindo que ninguém que faça do Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras tenha sua imagem execrada na mídia e na opinião pública, por qualquer que seja o motivo. Nossas questões internas não podem se sobrepor ao que nos une, tampouco acontecerem sem fraternidade e solidariedade entre todos e todas. São Luís – MA11 de dezembro de 2021Coletivo Resistir/ Resistência Socialista do PT
O presidente estadual do PT, Augusto Lobato, disse nesta manhã de sábado ao blog Jorge Vieira que está sendo vítima de um golpe perpetrado por adversários internos que sempre se posicionaram contra Flávio Dino e foram responsáveis pelas intervenções de 2010 e 2014 no diretório estadual para colocar o partido no palanque do grupo Sarney.
Lobato está pagando um alto preço por sempre defender o campo político do governador Flávio Dino e do vice-governador Carlos Brandão. Adversários inconformado com sua posição desde antes a primeira reunião do grupo em 5 de julho e reafirmada no último encontro ocorrido em 29 de novembro, se articularam com a executiva nacional que decidiu encurtar o seu mandato.
Por considerar que o acordo não está sendo cumprido e que o movimento, na verdade, é decorrente de sua posição em seguir o governador Flávio Dino em defesa da candidatura de Carlos Brandão, dez membros da direção estadual do partido assinam o recurso que está sendo encaminhado ao diretório nacional contra a decisão da executiva.
Lobato tem sido um aliado fiel de Flávio Dino, desde o primeiro momento em que o governador declarou seu apoio a Brandão, manifestou sua adesão ao projeto do tucano e vem dando sua colaboração, mesmo fazendo a ressalva que caberá ao encontro estadual do PT definir sobre estratégia política para 2022.
Ainda que o recursos não seja acatado na reunião do diretório nacional, do qual Lobato é membro efetivo, e caso seja concretizada a mudança no comando do PT estadual em primeiro de janeiro de 2021, o atual presidente continuará tendo forte influência, pois, como parte do acordo, ocupará a vice-presidência.
“Estou sendo vítima de golpe porque os dois anos do nosso mandato só termina dia 15 de fevereiro de 2022 e estão antecipando para que eu não participe da reunião dos dirigentes de partidos com o governador 31 de janeiro porque defendo apoiar Brandão”, observa Lobato.
Nesta sexta-feira (10), a Executiva Nacional do PT reuniu e decidiu antecipar o termino do mandato de Lobato para 31 de dezembro de 2021, quando o acordo firmado na eleição da direção estadual do partido determinou a divisão do mandato de quatro anos. O dois primeiros anos por Augusto Lobato e os dois últimos para Francimar Melo, que ficou em terceiro lugar na disputa, mas ocupa a vice-presidência por conta de um outro acordo feito com o segundo colocado patrocinado pelo deputado Zé Carlos.
O Globo – Três prefeituras no Maranhão comandadas por aliados do deputado Josimar Maranhãozinho (PL) foram contempladas com total de R$ 3 milhões liberados na última semana, logo após o desbloqueio do chamado orçamento secreto. Esses mesmos municípios e seus gestores são investigados pela Polícia Federal pela suspeita de desvio de dinheiro público de emendas parlamentares.
Segundo a PF, as três cidades estariam na base de uma organização criminosa montada por Maranhãozinho, que faria o desvio por meio de empresas de fachada ou vinculadas ao parlamentar. Conforme tem mostrado O GLOBO, os agentes federais monitoraram por duas semanas, em outubro do ano passado, o escritório político do deputado em São Luís, capital do Estado.
Utilizando câmeras e gravadores escondidos, a PF flagrou o parlamentar manuseando maços de dinheiro, que seriam provenientes dos desvios. Os mesmos nomes que aparecem nessa investigação passaram a constar, agora, na relação de contemplados do orçamento secreto.
Irmã do deputado Maranhãozinho, a prefeita de Zé Doca, Josinha Cunha, do PL, foi contemplada com R$ 1 milhão. Há duas semanas, Josinha foi alvo de uma segunda operação da PF, deflagrada para avançar na investigação do suposto esquema criminoso. Além da prefeitura, a polícia vasculhou endereços ligados à prefeita atrás de documentos e provas que complementarão as investigações que já estavam em andamento desde o ano passado. Segundo a PF, Josinha assumiu um papel importante no esquema montado pelo irmão.
O município que leva o nome do deputado, Maranhãozinho, também recebeu R$ 1 milhão com a retomada dos pagamentos a partir de recursos do orçamento secreto. Há mais de dez anos o parlamentar tem indicado os prefeitos que vencem a eleição na cidade, incluindo um ex-motorista seu. A prefeitura, que também foi alvo da mesma operação de duas semanas atrás, é comandada por Deusinha, do PL, que é prima da mulher do parlamentar.
O terceiro contemplado com R$ 1 milhão é o prefeito de Centro do Guilherme, Zé Dário, também do PL, que foi eleito com o apoio de Maranhãozinho.
Esses três municípios, mesmo sendo alvos recentes da PF, já aparecem no primeiro inquérito como sendo cidades escolhidas por Maranhãozinho para executar o suposto esquema criminoso.
Procurado, Maranhãozinho declarou que “em todas as situações, a destinação de emendas observou os procedimentos legais pertinentes”.
A Assembleia Legislativa do Maranhão homenageou a Rádio Timbira AM, nesta sexta-feira (10), com a Medalha do Mérito Legislativo ‘Manuel Beckman’, maior honraria concedida pelo Parlamento Estadual. A entrega da comenda foi proposta pelo deputado Duarte Júnior (Republicanos) em reconhecimento aos 80 anos de história da emissora e sua contribuição à comunicação pública do Estado.
A solenidade contou com a presença do diretor-geral da Rádio Timbira, Robson Paz; dos secretários de Estado Ricardo Barbosa (Articulação Política) e Enos Ferreira (Relações Institucionais); de colaboradores da rádio, além de profissionais da comunicação que fizeram parte da história da emissora.
O deputado Duarte Júnior pontuou que, no atual cenário de muita propagação de informações e notícias falsas, a homenagem à Rádio Timbira nada mais é do que um justo reconhecimento ao bom jornalismo maranhense.
“É, também, um tributo a todos aqueles que desempenham essa importante função de informar e empoderar os cidadãos com base em informações verdadeiras e necessárias. Portanto, me orgulho de ser o autor dessa justa condecoração”, enfatizou o parlamentar.
O diretor-geral da Rádio Timbira, Robson Paz, agradeceu, em nome de toda a emissora, a homenagem prestada pelo Parlamento Estadual. Ele afirmou, ainda, que a rádio se consolidou, ao longo desses 80 anos de existência, com uma trajetória voltada à prestação de serviços públicos e à construção da cidadania.
“Comemoramos 80 anos e é um momento de muita alegria para todos nós, porque se trata do resgate e da reestruturação de um patrimônio público, moderno, plural e democrático. A Rádio Timbira garante um direito previsto na Carta Universal de Direitos Humanos, que é ofertar livre acesso à informação e à plena liberdade de expressão”, declarou.
O secretário de Articulação Política, Ricardo Barbosa, que na ocasião representou o governador Flávio Dino, também destacou a história da Rádio Timbira. “Nesses 80 anos, a emissora tem oferecido conteúdos de qualidade e com a credibilidade que os maranhenses merecem. Parabenizo ao povo do Maranhão por ter uma rádio com informação de verdade”, assinalou.
Sobre a emissora
Sediada em São Luís, a Rádio Timbira foi fundada em 15 de agosto 1941, sendo a primeira emissora de rádio do Maranhão. Pertence ao Governo do Estado e faz parte da Secretaria de Comunicação Social (Secom). Na gestão do governador Flávio Dino, foi reestruturada e passou a se chamar Nova 1290 Timbira AM.
A programação da emissora prioriza jornalismo, cultura, esporte, saúde, educação, prestação de serviços e interação com os ouvintes. A Rádio Timbira possui a maior grade de emissoras do Maranhão com 15 programas diários, totalizando 26 por semana.
Estadão – A possível escolha de Geraldo Alckmin como vice da chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para 2022 tem saldo mais negativo do que positivo, mostra pesquisa Ideia/Exame divulgada nesta sexta-feira, 10. Para 48% dos entrevistados, a presença do tucano diminuiria as chances de voto em Lula, enquanto 35% responderam que uma dobradinha com o ex-governador de São Paulo encorajaria o voto no petista.
Como mostrou o Estadão, a última edição da pesquisa Genial/Quaest apontou que um eventual palanque com Lula e Alckmin não deve mudar a ideia dos eleitores que hoje se inclinam a votar em Sérgio Moro (Podemos) ou em Ciro Gomes (PDT) em 2022.
O petista e o tucano vêm articulando um palanque conjunto desde julho. De saída do PSDB, o ex-governador paulista ainda deve definir qual será seu novo partido antes de avançar nas tratativas com o ex-presidente. A expectativa de Lula é que uma dobradinha com Alckmin confira mais amplitude à sua candidatura ao conquistar eleitores menos inclinados à esquerda.
Nas palavras do ex-governador de São Paulo, Márcio França (PSB), um dos entusiastas do acordo, a união poderia garantir a vitória do petista “já no primeiro turmo”, afirmou o socialista em entrevista ao Broadcast Político. O PSB teria sua própria pesquisa a respeito do mesmo assunto; mas nenhuma das sondagens disponíveis até aqui sinalizam essa hipótese.
Chapa Doria/Moro
No âmbito da “terceira via”, uma chapa liderada por João Doria (PSDB) com o ex-juiz Sérgio Moro na vice tem percepção positiva de 12% dos entrevistados e negativa de 43%. É incerto se ambos se unirão no mesmo projeto, à medida que nenhum deles admitiu abrir mão da cabeça de chapa até o momento. Em entrevista ao Estadão, o governador de São Paulo afirmou que a possibilidade de um palanque conjunto será discutida em abril.
Uma chapa com Sergio Moro, presidente, e Joaquim Barbosa (PSB), vice, por sua vez, é bem vista por 24% dos entrevistados e desaprovada por 46%. Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Barbosa atuou a condução dos processos do mensalão. Como mostrou o Estadão, até aqui, o ministro não deu sinais de que estaria disposto a entrar na disputa.
A reeleição de Jair Bolsonaro (PL) presidente com a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos Damares Alves como vice é rejeitada por 58% e aprovada por 26%. Já a chapa que está atualmente no Planalto, Bolsonaro e Hamilton Mourão, tem apoio de 22% e rejeição de 57%.
A pesquisa Ideia Data foi divulgada pela revista Exame ouviu 1.200 pessoas com margem de erro 3% para mais ou para menos; entre as principais conclusões, aponta que 51% avaliam a gestão Jair Bolsonaro como ruim ou péssima e 53% desaprovam a maneira como o mandatário lida com o cargo. Além disso, 47% dos evangélicos aprovam o presidente da República, ante 30% dos católicos.