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  • Jorge Vieira
  • 12/fev/2013

A condição de evangélico de Edivaldo é uma virtude e não defeito

Do Blog do John Cutrim

É de estarrecer o comportamento de membros da oligarquia que se propõem ao serviço ‘sujo’ de atingir pessoas meramente por perseguição ou interesses políticos contrariados.

Desqualificar o prefeito Edivaldo Holanda Júnior por não ter participado de um evento de carnaval querendo associar, de maneira torpe, tal fato a sua condição religiosa é no mínimo desleal, rasteiro, jogar baixo.

É notório que o atual prefeito é evangélico. Foi criado no evangelho, desde criança, e assim continuou durante sua carreira política como vereador, deputado federal e agora prefeito. A população, sabendo disso, não por menos lhe fez o vereador e, por conseguinte, o deputado mais votado de São Luís, independente do seu credo e apeguismo a Deus.

Agora, em 2012, na campanha de prefeito, não foi diferente. Edivaldo foi eleito e todos já sabiam da sua fé, cantada e decantada durante toda a eleição. Afinal, qual o problema nisso? Ser um servo de Deus, seguidor – de verdade – dos seus ensinamentos é uma grande virtude, e não defeito! Não há nada que desabone Edivaldo neste item. É conferido em um estado laico em que vivemos o cidadão optar pelo que achar melhor no campo religioso. Seja católico, espírita, judeu etc.

Dizer que foi desrespeito à população o prefeito não ter ido ao evento de entrega da chave da cidade é querer distorcer, descontextualizar e manipular os fatos. Todos esses termos desairosos aí.

Vejamos bem. Provando que seu credo religioso não se misturará com os atos da sua gestão, uma vez que governa para todos (não somente um segmento), Edivaldo investiu na realização do carnaval. Além do circuito da praça Maria Aragão, ele descentralizou a festa em vários bairros da cidade.

A intenção é levar para mais perto dos moradores as brincadeiras, atitude enaltecida pelos brincantes.

Assim sendo, pois bem, cai por terra o argumento de que o prefeito, por ser ‘crente’, não iria realizar a festa momesca. A fez e ainda equacionou parte dos recursos a Saúde, medida correta/sensata aprovada pela população.

Quanto às críticas de que não foi à cerimônia de entrega simbólica da chave da cidade à Corte Momesca de 2013, Edivaldo (certamente trabalhando) designou como autoridade para tal o vice-prefeito, Roberto Rocha, que legitimamente abriu oficialmente o carnaval de São Luís.

Neste caso, a prefeitura esteve representada. Nenhum problema nisso, nenhum desrespeito. Ou a ausência de Edivaldo prejudicou a população e a cidade? Houve mortos e feridos, prejudicados ou lesionados por conta disso? Evidente que não. Nem poderia.

Seria falta de respeito, sim, todos nós concordaríamos, se a Prefeitura ficasse alheia ao Carnaval bem como não direcionasse nenhum investimento ou estrutura para a festa pagã. Daí os críticos teriam toda razão. O que não ocorreu.

Vale ressaltar que há católicos, espíritas, budistas etc. que não gostam do carnaval, preferem se recolher, ler, orar, rezar, meditar em vez da prática do hedonismo, aos prazeres da carne que em nada colaboram para o crescimento espiritual. Sem falar de todos os abusos, práticas de violência e, até às vezes, mortes que ocorrem neste período. Vale aqui meditação: se fosse um prefeito católico, caso faltasse no evento citado acima, será se falariam também que este não teria comparecido por ser católico? Hum…

Se a simples presença em festas e eventos carnavalescos significasse algo, o Maranhão não seria um estado atrasado, pobre, ocupando sempre os últimos lugares nos indicadores sociais, pois quando o assunto é show, baladas e zoação a governadora Roseana é frequentadora assídua, expert no assunto. Já quando é para trabalhar… É preferível o trabalho às festividades.

  • Jorge Vieira
  • 11/fev/2013

População aprova carnaval nos bairros realizado pela Prefeitura de São Luís

No Anjo da Guarda a população caiu na folia

Para desespero dos serviçais da oligarquia Sarney a descentralização do Carnaval promovida pela Fundação de Cultura (Func) é um sucesso de público nos bairros.
Com uma programação variada e
voltada para todas as idades, além de conforto e segurança a folia preparada pela Prefeitura está fazendo do carnaval
ludovicense uma festa para a família.
Na noite deste domingo
(10), uma verdadeira multidão, com público de todas as idades invadiu os
circuitos da Cohab/Cohatrac e do Anjo da Guarda.
No polo da
Cohab/Cohatrac, situado no Largo da Feira Livre, no Planalto Anil II, a programação
variada atraiu desde pequenos foliões fantasiados a jovens e adultos, que
brincaram a folia de Momo com toda tranquilidade. Morador do bairro do Cohatrac
há 20 anos, o taxista João Balbino levou esposa, filhos, netos, cunhados e
sobrinhos para brincar perto de casa. “Estou praticamente na minha calçada, não
preciso ir a outro lugar para me divertir”, afirma Balbino.
A folia, que começou às
17h e seguiu até às 23h, contou com as apresentações da bandas Sem Limite,
Q-Bixa Elétrica, Vagabundos do Jegue e Máquina de Descascar Alho, além de show
com Ronald Pinheiro.
Já no Circuito do Anjo
da Guarda, centenas de pessoas se reuniram para prestigiar a festa, que reuniu
famílias inteiras no Largo do Teatro Itapicuraíba. A festa por lá começou
animada pela irreverência do Bloco Palhaçada, que percorreu as ruas da
comunidade arrastando uma multidão em direção ao Largo.
Chegando lá, foram
recepcionados pelo Grupo Zabumbaça, que começou a folia no ritmo das músicas
maranhenses, marchinhas e sambas-enredo que marcaram época. Durante a
apresentação, a cantora do Grupo, Fernanda Garcia elogiou a festa preparada pela
Prefeitura. “Essa festa é maravilhosa tanto para o folião quanto para o
artista, pois garante às pessoas prestigiarem o carnaval sem precisar se deslocar
para longe de casa. Além disso, divulga o trabalho dos artistas locais que têm
a chance de levar essa energia e receber o carinho desse público”, disse.
Esse momento de
confraternização foi muito bem recebido pela comunidade do Anjo da Guarda, como
ressalta a foliã Ana Lucia Barros: “Todo artista tem que ir onde o povo está. A
gente fica muito satisfeita, por não precisamos ir para outros bairros para
encontrar diversão e alegria”. E, concluiu: “Espero que a iniciativa seja
repetida nos próximos anos”.
O Circuito da Alegria
compreende os polos Cohab/Cohatrac, Anjo da Guarda, Desterro e Praça Maria
Aragão. A ideia foi estreitar o canal de comunicação com as comunidades,
apoiando o carnaval e a mobilização que já existem nesses locais. “Cada bairro
recebeu muito bem nossa iniciativa e com certeza teremos boas parcerias com a
comunidade”, destaca o presidente da Func, Francisco Gonçalves.
Além da estrutura de
palco, som, luz e programação artística nos bairros, a Prefeitura está
disponibilizando serviços públicos de limpeza e iluminação nos locais dos eventos,
além reforço policial, barracas e banheiros químicos.
Folia
na Maria Aragão
Sob o belo cenário do
Largo dos Amores, a alegria deu as mãos para a animação, e juntas contagiaram
os foliões que prestigiaram o segundo dia do Carnaval da “Capital Brasileira da
Alegria”, na Praça Maria Aragão.
O final da tarde do
domingo gordo foi o horário ideal para os pais levarem seus filhos para
brincarem com segurança, numa programação que foi pensada especialmente para os
baixinhos.
No início da noite,
passaram pelo palco da Maria Aragão, o Tambor de Crioula da Fé em Deus, o
cantor e compositor maranhense César Teixeira e a Troupe do Palhaço Irê que não
deixou ninguém parado com a apresentação do personagem Gummy Bear e dos
pernas-de-pau malabares.
A iniciativa de atender
também o público infantil condiz com a política inclusiva da Func, que preza a
ocupação dos espaços simbólicos para todos os cidadãos e contempla a família
como um todo.

  • Jorge Vieira
  • 11/fev/2013

Carnaval, diversidade e turismo

Por: Flávio Dino
Se a
principal marca da cultura brasileira é a diversidade, não há amostra melhor do
que somos do que o carnaval. Nos quatro dias de festas, somos capazes de, em
cada cidade de nosso país, expressar as diferentes formas de sermos
brasileiros. As mais diferentes expressões culturais afloram com toda sua
beleza: o frevo em Recife; os blocos afros em Salvador; os desfiles de escola
de samba no Rio de Janeiro; o carnaval nos bairros de São Luís, e tantas outras
expressões das diversas formas de se chamar brasileiro.
Essa
vibrante dinâmica cultural chama a atenção do mundo todo. E traz ao Brasil
centenas de milhares de estrangeiros. Somente em 2011, foram 579 mil turistas
estrangeiros durante o mês do carnaval, o 2º melhor resultado do ano. Para este
ano, são estimadas mais de seis milhões de viagens dentro do país –
considerando turistas estrangeiros e brasileiros.
Portanto,
nossa diversidade cultural gera e estimula uma máquina importante: a economia
da cultura. No mês do carnaval do ano passado, os turistas estrangeiros
injetaram 617 milhões de dólares em nosso país, ou seja, mais de R$ 1 bilhão. É
dinheiro que gera renda a milhares de pessoas, como artesãos, comerciantes,
vendedores ambulantes, costureiras e toda a ampla cadeia do turismo (hotéis,
restaurantes, taxistas etc).
Por isso,
na Embratur, realizamos periodicamente press trips – que são viagens guiadas de
jornalistas – para conhecerem o Brasil. Este ano, atendendo à demanda de
veículos internacionais, estamos trazendo jornalistas estrangeiros para
conhecerem os principais eventos carnavalescos. E já estamos preparando uma
press trip para as festas juninas. É uma forma de divulgar nossa cultura e
contribuir com o aumento do ingresso de divisas no país.
A pujança
do carnaval também mostra ao público estrangeiro que já estamos aptos, desde
já, à realização dos megaeventos. Muitas das cidades-sede da Copa do Mundo em
2014, por exemplo, recebem mais turistas durante os dias de carnaval do que
receberão nos jogos de futebol. Por conseguinte, fica mais que comprovada nossa
capacidade na realização de grandes eventos de massa.

Aqui no
Maranhão, várias cidades, conhecidas pelos seus animados carnavais de rua que
reúnem milhares de turistas, fazem com que o sentimento de confraternização e
festa contagie a todos a um só tempo. Além de reunir famílias e amigos,
impulsiona-se a produção regional, o setor de hotelaria e o comércio dessas
cidades.
Em São
Luís, o carnaval de rua sempre foi e sempre será nosso principal atrativo. Com
a descentralização do incentivo às brincadeiras de carnaval em diferentes
bairros, um contingente ainda maior de cidadãos pode participar, perto das suas
casas e gerando trabalho em toda a cidade. Desse modo, diversificam-se as
oportunidades de lazer e também de negócios para microempreendedores.

Em meio
às festas deste período é importante, porém, que haja prudência, respeito às
leis e ao próximo. Um carnaval sem violência e sem álcool na direção é a
combinação perfeita para que tudo corra bem em um período tão importante para o
Brasil.
*Flávio
Dino, 43 anos, é presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), foi
deputado federal e juiz federal

  • Jorge Vieira
  • 9/fev/2013

Grupo Sarney usa sistema de comunicação para atacar governo Edivaldo Holanda Júnior

Eis que de repente blogs
patrocinados pela oligarquia Sarney se arvoram de defensores da ética e isenção
no jornalismo. Dá pra acreditar? Nada mais inusitado e falso. Chega a causar náuseas
ver os serviçais da oligarquia cinquentona forjados num jornalismo de
perseguição implacável a adversários políticos defendendo algo que desconhecem.

Vamos aos fatos. Ainda
em dezembro, o editor de política do jornal da família Sarney orientado pelos
chefes passou a atacar o então prefeito eleito de São Luís, Edivaldo Holanda
Júnior como se este já estivesse investido no cargo. Ataques, aliás, os mais
rasteiros possíveis. Desrespeitosos e de ordem pessoal.
Não satisfeitos, a
campanha ardilosamente orquestrada continuou sem trégua. Dia sim e outro também
o Jornal O Estado do Maranhão tenta desqualificar o novo prefeito de São Luís.
O blog editado pelo mais serviçal dos porta-vozes dos Sarney beira ao esterismo
num jornalismo, se é que aquilo pode ser chamado assim, cada vez mais
esquizofrênico.
Mas, nada melhor que
ilustrar a trama sarneísta para desgastar o governo de Edivaldo Holanda Júnior,
com dados concretos.
Citarei quatro matérias
publicadas pelo jornal da família Sarney atacando a área da saúde do município e
de transporte sem oferecer o sagrado direito de defesa (resposta) à prefeitura.
Foi assim nas matérias que tiveram como alvo as unidades mistas de saúde “Paciente
reclamam de unidade mista (São Bernardo)”, (31/01/13), “Posto de saúde está com
atendimento precário (Bequimão)”, (02/02/13). Em nenhum dos dois casos a Secom
foi acionada para dar a versão da prefeitura sobre o assunto como muleta dizem
ter procurado a assessoria da Semus. 

Fizeram o mesmo quando atacaram em outra matéria
“Pacientes reclamam de atendimento no Socorrão II” (07/02/13). E numa outra com
o título “Teminal da integração é alvo de reclamação de usuários e funcionários”
(05/02/13). Chegaram ao absurdo de insinuar mesmo que a prefeitura seria
responsável pela segurança publica, quando todos sabem ser este um dever do
Estado.

Pior, além de não
cumprirem premissa básica do jornalismo todas as vezes que a Secretaria de
Comunicação de São Luís tomou a iniciativa de encaminhar sua versão sobre os
assuntos, o pasquim dos Sarney solenemente as ignorou. São estas vestais que
agora choram tal qual carpideiras pedindo ética e isenção. Quanto cinismo!
Não é de estranhar. O
chefe maior deles o senador Sarney admitiu em entrevista à revisa Carta Capital
que só tem veículos de comunicação para usar politicamente. “Se não fossemos
políticos, não teríamos necessidade de ter meios de comunicação”, registrado em
Carta Capital (nº 369, de 23/11/2005).
Num raro momento de
sinceridade o velho cacique confessou aquilo que faz o sistema metirante de
comunicação, como bem definiu uma das maiores vítimas desse perverso modelo de
jornalismo, o saudoso ex-governador Jackson Lago.
Depois, veio a comprovação
do que disse Sarney à revista. Em conversas telefônicas grampeadas legalmente pela
Polícia Federal ele e o filho Fernando Sarney tramam contra o então chefe da
Casa Civil Aderson Lago.
Você pode ver no
vídeo abaixo

E depois volto trazendo
as respostas enviadas pela Secom que os
defensores da ética e da isenção dos outros deixaram de publicar. 

Como é tempo
de carnaval nada mais atual que o verso cantado pela marron Alcione: ‘Eu te
conheço carnaval, eu te conheço carnaval não adianta tirar a máscara”.

  • Jorge Vieira
  • 9/fev/2013

“O povo está certo, Maranhão do Sul, só depois que Sarney morrer”, diz jornalista

* Por Josué Moura
José Sarney deixa o cargo de presidente do Senado brasileiro confirmando
algo que o povo e seus adversários políticos no Maranhão sempre disseram:
Sarney não tem palavra!

Astuto, frio, dissimulado, um verdadeiro discípulo de
 Maquiavel, o octogenário José Sarney não se sente nem um pouco
constrangido em receber uma comissão de seu Estado, firmar um compromisso e
depois fazer de conta que nada aconteceu.

Pois foi
assim que se deu. Por duas vezes, Sarney enrolou o povo do Maranhão do Sul e
agora sai da presidência do Senado sem cumprir sua palavra, dada no
último encontro com lideranças do Maranhão do Sul, o de colocar na pauta do
Senado para votação o projeto PDS 2/2007 de 09/02/2007 do senador Edison Lobão que institui plebiscito para criação do
Maranhão do Sul.
Aqui na região tocantina, sul do estado e creio que até no resto do Maranhão,
não tem um ser vivente que acredite que realmente Sarney queira  ou faça
qualquer coisa para atender os anseios dessa banda de cá do estado no sentido
de sua emancipação para a criação de um novo Estado, o tão falado Maranhão
do Sul, sonho que vem embalando gerações desde a Revolta de Pastos Bons,
de 1828 que tinha por objetivo a República dos Pastos Bons, depois
no período republicano posterior projeto de um Estado que seria
constituído dos territórios do sul do Maranhão, sudeste do Grão-Pará, norte do
Goiás e sul do Piauí.
O Maranhão
do Sul só sai se Sarney quiser, ou talvez se Sarney morrer, é a voz do povo,
que muita gente diz que é também “a voz de Deus”. 
Mas, mesmo
sendo contra  desde a criação do movimento pelo Maranhão do Sul, já em
nossos dias, depois quando projetos foram dado entrada nas duas casas de
Lei, Sarney disse que não era contra. Em tom demagógico dizia que não
poderia “ir contra os anseios do povo”. A atitude dissimulada de
Sarney encorajou os lideres do movimento que formaram uma comissão composta até
pelo saudoso bispo Dom Gregory e foram à Brasília ter uma audiência com
o dono do Maranhão, pedir-lhe a anuência para sermos independentes,
nos livramos do seu jugo.
Sarney
recebeu a Comissão e disse que “não lhe chamassem para ser um militante da
causa”, mas que nada faria contra a criação do novo Estado. Nossas
lideranças voltaram eufóricos com a esperança novamente acesa e muitos diziam:
“Agora vai!” Que nada, forças estranhas travaram o projeto do então
deputado federal Sebastião Madeira (PSDB).

Depois
veio a eleição de Jackson Lago, saudada no Brasil inteiro pelo fim de um ciclo,
a derrota da Oligarquia Sarney! Achando que não retomariam mais o mando no
Maranhão, um dos vassalos sarneysistas de alta patente, o senador Edison Lobão,
vislumbrou a chance de virar governador do futuro Maranhão do Sul e deu entrada
num projeto no senado. Mesmo com essa possibilidade de continuarmos sob o
domínio sarneysista, os sul maranhenses se alegraram novamente e festejaram.
“Agora vai”, diziam novamente os líderes do movimento, pois tinham a
certeza que Lobão não entraria com um projeto no Senado sem a permissão de seu
chefe.

É verdade,
mas um fato fez com que Lobão frustrasse novamente nosso sonho. Um processo
corria contra Jackson Lago pela cassação de seu mandato e novamente Sarney e
seu grupo retomariam o governo do Maranhão. Não deu outra, o golpe judiciário
deu certo e o Roseana, “a guerreira” voltou. “Pra que Maranhão
do Sul? o governo é nosso novamente”, com certeza raciocinaram Lobão e
Sarney, então mais uma vez o sonho não se concretizou e os processos ficaram
dormindo nas gavetas da Câmara e do Senado.
De lá pra
cá muitos tentaram colocar na pauta das duas casas os projetos que na verdade
não criam o novo estado mas pelo menos permite o plebiscito para decidir sobre
a criação do Maranhão do Sul. Muitos anos depois de nós o Pará e o Tapajós tiveram
seus plebiscitos, ou seja passaram na nossa frente. O deputado Ribamar Alves
conseguiu apensar o projeto do então deputado Madeira ao dele.
De uns dois anos pra cá
deputados sarneysista andaram tentando ganhar votos em nome dessa
causa. Até alguns oportunistas como o deputado Chiquinho Escórcio (PMDB-MA),
outro lacaio sarneysista, entrou com um pedido na Câmara para que o
projeto fosse colocado na pauta. Sabia que não seria colocado sem a anuência do
velho, dai ficou só no discurso pra galera através da bravatas de um fanfarrão.
Em 2011, o deputado Lourival Mendes
(PTdoB-MA), entrou com um novo projeto, veio aqui na região e novamente
rescendeu as esperanças. Depois Lourival criou uma Frente Parlamentar
pró-Maranhão do Sul e chegou a realizar um almoço com deputados na casa do
líder da bancada maranhense na Câmara, deputado Sarney Filho. 
Todos
foram unânimes em dizer que estaria mais fácil colocar na pauta o projeto do
senador Lobão e que deveríamos ir até o presidente do senado José
Sarney para pedir o seu apoio novamente.
No dia 12
de abril de 2012, formamos nova comissão, desta vez composta na
maioria  de gentes  ligadas ao grupo Sarney (Frente Popular pró-Maranhão
do Sul), pessoal do Comitê Maranhão do Sul, liderado pelo empresário Fernando
Antunes e uns poucos oposicionistas, e capitaneados por Lourival Mendes lá
fomos nós à  Brasília para uma nova audiência com Sarney. Este
nos recebeu e depois de ouvir da boca deste escriba que aqui não acreditavam
que ele fosse a favor da criação e que até manipulava para não dar certo,
rebateu dizendo que não era contra, chamou sua assessoria, se informou sobre o
projeto e prometeu colocá-lo na pauta (leia).
Voltamos
para imperatriz e fomos alvo de galhofa do povo, quase todo mundo que se
referia ao assunto dizia que “Maranhão do Sul só depois que Sarney
morrer”. Estavam certos, no outro dia Sarney baixou ao hospital, depois de
algumas semana voltou e não se falou mais no assunto. 

Depois veio o período eleitoral, cada
um foi atras de votos e o Maranhão do Sul foi mais uma vez esquecido – a não
ser por mim, um pingo d’água nesse mar da política. Lourival sequer atende
recados quando o assunto é o Maranhão do Sul. O que houve, deputado?

Agora
Sarney sai da presidência do Senado, mais tarde, queira Deus da vida
pública e talvez, lá pelos 100 anos, parta  para o outro mundo. Eita que o
Maranhão do Sul vai demorar!
* Josué
Moura
é jornalista (de Imperatriz-MA) Email:

  • Jorge Vieira
  • 9/fev/2013

Vazamento de informações atrapalha investigação da polícia no Socorrão I

O vazamento de informações sobre a denúncia de venda de macas no Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I) pode atrapalhar as investigações da Polícia Civil sobre o caso. O inquérito, sigiloso e em processo de apuração, iniciou na segunda semana de janeiro, após denúncia da direção da unidade de saúde.
Segundo, o diretor-geral do Socorrão I, Yglésio Moyses, o Centro de Inteligência da Polícia Civil investiga o caso, que se encontra em fase avançada. “O procedimento tem total apoio da direção do hospital e trabalha em plena cooperação com a Polícia Civil. Não podemos divulgar informações pela confidenciabilidade, mas a polícia está ciente do caso”, afirmou. O diretor também considera o vazamento negativo para o andamento das investigações.
O Centro de Inteligência da Polícia Civil, responsável pelo inquérito, já traçou a linha de investigação, alvos e procedimentos que serão tomados para o caso.
Ouvido pela reportagem um dos agentes da equipe afirmou que o vazamento de informações prejudica totalmente as investigações. “As informações podem ter sido vazadas a partir de denúncias de pacientes insatisfeitos com esse tipo de procedimento, que procuram os meios de comunicação para reclamar”, disse o agente policial, que preferiu não se identificar.
Informações
As informações vazadas apontam a suspeita de que funcionários do Socorrão I estariam cobrando valores em dinheiro a pacientes para conseguirem vagas na unidade de saúde.
Sobre a veracidade do fato, a direção do hospital reitera que repudia esse tipo de comportamento e afirma que tem movido esforços no sentido de apurar o caso, bem como punir quem praticar tal desvio de conduta.
A direção do Socorrão I ainda ressalta que segue princípios éticos e morais, os quais são intrínsecos e necessários ao bom funcionamento da Administração Pública.

  • Jorge Vieira
  • 8/fev/2013

TV Difusora denuncia irregularidades na Via Expressa construída por Roseana Sarney

A guerra entre o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, e a governadora Roseana Sarney deixou os bastidores e agora é aberta. A TV Difusora, de propriedade da família Lobão, denunciou em recente reportagem as irregularidades existentes na Via Expressa, rodovia estadual que liga os bairros do Jaracaty e Cohafuma em São Luís, construída por Roseana Sarney.
A denúncia é uma espécie de desagravo de Lobão, que viu o seu projeto de voltar ao Palácio dos Leões ficar mais distante com a campanha de governador fora de época engendrada por Roseana em favor do chefe da Casa Civil, Luis Fernando Silva.
A briga tá apenas começando e é positiva para a população maranhense que ganha espaço privilegiado na televisão para tomar conhecimento dos desmandos do governo Roseana.
Veja abaixo a reportagem que mostra também o estado de abandono das estradas estaduais pelo governo de Roseana Sarney:

1 2.460 2.461 2.462 2.463 2.464 2.809

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