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  • Jorge Vieira
  • 18/jan/2014

Embratur firma parceria com prefeitura de São Luís para aumentar turismo internacional em 2014

Para
promover o turismo internacional no Maranhão, o presidente do Instituto
Brasileiro de Turismo (Embratur), Flávio Dino, estará em São Luís para
oficializar a parceria entre a Prefeitura da capital e o Instituto para a
realização de dezenas de eventos que vão divulgar São Luís como destino
turístico ao longo de 2014. O evento acontecerá nesta segunda (20), na
Associação Comercial do Maranhão.
Através
de projetos apresentados pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior e o secretário
municipal de Turismo, Lula Fylho, a Embratur vai financiar uma série de eventos
em que São Luís será destaque internacional. Países como Portugal, Argentina,
Peru e Colômbia receberão ações que visem destacar os atrativos da capital e
outras cidades maranhenses.
O roteiro
é baseado em três importantes destinos maranhenses: São Luís, Alcântara e Barreirinhas,
que serão apresentadas ao mundo em diferentes aspectos. As ações irão destacar
pontos positivos como o patrimônio histórico e arquitetônico, o turismo
ecológico, gastronômico e cultural.
A partir
da parceria entre Embratur e a prefeitura de São Luís, o Maranhão será destino
de diversos eventos com o intuito de dinamizar a economia do turismo.
Além da
visita de jornalistas estrangeiros para conhecer as Festas Juninas e
divulga-las no exterior, apresentando a cultura maranhense ao mundo, a Embratur
trará eventos com a presença de empresários e profissionais do turismo de todo
o mundo para conhecer o Maranhão. O material promocional contará ainda com um
filme sobre a cultura maranhense.
São Luís
faz parte ainda de um outro conjunto seleto de 11 cidades com especial atenção
da Embratur. O Instituto destinou R$ 3 milhões para divulgação de cidades com
patrimônio tombado pela UNESCO, como é o caso da capital maranhense.
Segundo
Flávio Dino, presidente da Embratur, esse conjunto de ações visa consolidar uma
série de outras ações que promoveram o Maranhão de forma positiva ao mundo
durante os 30 meses em que Dino esteve à frente do órgão do Governo Federal
responsável pela divulgação do Brasil no exterior.
Ao longo
de dois anos e meio, o Maranhão foi promovido pela Embratur como destino
atrativo através de ações promocionais internacionais, com a vinda de
profissionais do turismo para conhecer e divulgar o estado, bem como
jornalistas estrangeiros.
                                                       

  • Jorge Vieira
  • 18/jan/2014

Agentes penitenciários ameaçam greve no MA

Josias de
Souza
 
O
Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário do Maranhão (Sindspem)
convocou para a próxima quarta-feira (22) uma assembleia geral. Num instantante
em que o complexo prisional de Pedrinhas está mergulhado em crise, a entidade
discutirá a hipótese de convocar uma greve geral dos
agentes penitenciários do Estado. Deve-se a providência à revolta da categoria
com uma portaria editada pelo governo de Roseana Sarney (MA).
A
portaria leva o número 001/2014. Está datada de 13 de janeiro. Foi baixada pela
Secretaria da Justiça e Administração Penitenciária do Maranhão (Sejap). Assina
o documento o superintendente de Controle e Execuções Penais, Ronald da Silva
Dias. O texto prevê que a segurança dos presídios maranhenses passará a ser
exercida apenas por monitores terceirizados lotados numa unidade chamada Grupo
Especial de Operações Penitenciárias (Geop).
Quanto
aos agentes penitenciários do Estado, serão retirados de Pedrinhas e passarão a
executar tarefas como a escolta de presos convocados para audiências judiciais
em São Luís e cidades do interior, além da custódia de detentos recolhidos em
hospitais. O sindicato alega que os monitores terceirizados não têm preparo
para restabelecer a ordem e a segurança no xadrez.
O
sindicalismo sustenta também que o cenário explosivo que convulsiona o cadeião
de Pedrinhas, hoje ocupado pela PM e por policiais da Força Nacional de
Segurança, tende a se agravar. Alega, de resto, que o objetivo da Sejap, a
secretaria governamental que cuida das cadeias, seria o de ampliar o modelo de
terceirização da gestão do sistema prisional. Em sua defesa, o governo
argumenta que não cogita senão “reordenar e otimizar o trabalho dos agentes
penitenciários no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.”
São duas
as empresas privadas que prestam serviços nas cadeias do Maranhão: a VTI, de
Fortaleza, e a maranhense Atlântica Segurança. Juntas, receberam do governo
estadual no ano passado R$ 71 milhões. Fornecem mão de obra barata. Seus
monitores recebem remuneração mensal de R$ 900. A cifra corresponde a menos de
um terço do contracheque dos agentes penitenciários do quadro estadual.
Uma das
empresas, a Atlântica, pertence a Luís Cantanhede Fernandes. Vem a ser um velho
amigo de Jorge Murad, o marido da governadora. Tornou-se um personagem nacional
em 2002. Então candidata ao Planalto pelo ex-PFL, Roseana viu suas pretensões
predidenciais derreterem depois que, numa batida realizada na empresa Lunus,
consultoria que ela mantinha em sociedade com Murad, a Polícia Federal
apreendeu R$ 1,3 milhão. Para justificar a aparição do dinheiro vivo, Roseana
assinou um contrato de suposto empréstimo com Luís Cantanhede.
Um
detalhe potencializa a revolta da corporação dos agentes penitenciários. No
mesmo dia em que foi assinada a portaria que os retira das cadeias, 13 de
janeiro, o juiz Manoel Matos de Araújo, da Vara de Interesses Difusos e
Coletivos da Comarca de São Luís, ordenou ao governo
maranhense a adoção de duas providências: 1) a reforma de Pedrinhas e a
construção de novos presídios num prazo de 60 dias. 2) a nomeação em 30 dias de
todos os candidatos aprovados em concurso de agente penitenciário.
Nesta
sexta-feira (17), em visita à capital maranhense, o presidente da Federação
Sindical Nacional dos Servidores Penitenciários, Fernando Ferreira da
Anunciação, ecoou os protestos
dos colegas maranhenses. Anunciou que enviará ao Maranhão um advogado para
assessorar o sindicato local na formulação de ações judicias contra autoridades
que acusam os agentes penitenciários de negligência.
Fernando
Ferreira informou também que a federação que dirige vai protocolocar no
Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma petição pedindo providências contra a
nova portaria do governo maranhense e contra a omissão do Poder Judiciário na
fiscalização do cumprimento da Lei de Execuções Penais nas cadeias do Maranhão.
Como se vê, a crise está longe de ser contornada.

  • Jorge Vieira
  • 18/jan/2014

O amor bandido dos Sarney pelo Maranhão

Chega a
ser patológico e cínico o jogo de propaganda da Oligarquia para inverter a
realidade dura do miserável estado do Maranhão. Mas eles são autênticos quando
afirmam na campanha publicitária do governo Roseana Sarney, paga com nosso
dinheiro, que sentem orgulho e amor pelo Maranhão.
E devem
sentir mesmo, pois é por causa dessa miséria extrema, da corrupção elevada a
verdadeira instituição, da fraude eleitoral, da subserviência do judiciário,
que os Sarneys tem-se mantido no poder por meio século. 
José Sarney e sua trupe
amam esse Maranhão, que lhes enriqueceu à custa da pobreza de seu povo. É da
miséria e fome que nasce o amor da Oligarquia pelo Maranhão, porque, sem isso,
eles não podem continuar no poder. Por isso a Oligarquia sente orgulho e ama
esse Maranhão que eles construíram, e lutam a ferro e fogo para manter sob seu jugo.

  • Jorge Vieira
  • 18/jan/2014

Roseana é sinônimo de fraude

Na
tresloucada entrevista que Roseana Sarney (PMDB) justificou o aumento da violência ao
enriquecimento do Maranhão, ela afirmou que aqui não havia oligarquia, que ela
tinha uma “história”, e outras sandices do genero. Pois muito bem, vamos ver
que história é essa de Roseana.

Roseana
se diz “socióloga formada”, mas jamais alguém viu ou ouviu falar qualquer
trabalho da erudita senhora nesse ramo das ciências.  Ela foi nomeada, em
1974, servidora do Senado Federal, num trem da alegria sem jamais estudar um
minuto para passar num concurso público. A nomeação de Roseana atendeu apenas
ao seu QI (Quem Indica), e quem a indicou para ser nomeada foi seu pai, José
Sarney.
Recentemente, Roseana se aposentou nesse cargo, sem jamais bater um dia
de ponto sequer, com uma bagatela mensal de R$ 20.900,00 (vinte mil e
novecentos reais).
Na
carreira política, Roseana foi eleita deputada federal em 1990, após o pai
Sarney deixar a cadeira de presidente da República em maio daquele ano, com a
eleição mais cara e opulenta da história até então. O derrame de dinheiro para
garantir uma “votação expressiva” para a filha de José Sarney, foi questão de
honra, apesar de a distinta candidata jamais ter se aventurado anteriormente
pelo interior do pobre Maranhão. Se hoje em dia,  para se eleger, Roseana
faz as barbaridades  de fraudes que chocaram até o procurador geral da
República, Roberto Gurgel, no processo de cassação movido pelo ex-governador
José Reinaldo, imagine-se o que não fizeram em 1990, quando nem lei contra de
abuso de poder e compra de votos existia ainda.
A partir
de então, a carreira politica de Roseana Sarney foi movimentada por puro
dinheiro público, seja em 1994, 1998 ou 2002. Na única vez em que disputou uma
eleição sem ter as chaves do cofre, ela foi derrotada nas urnas por Jackson
Lago em 2006.
Roseana
jamais teve carreira profissional, pois seu cargo conseguido no Senado foi
graças ao patrimonialismo que os Sarney entendem tão bem. Jamais passou num
concurso público; jamais fez alguma coisa na vida que não fosse usufruir do
poder, inclusive para conseguir emprego no Senado; Na vida politica, na
histórica entrevista que concedeu há poucos dias ( essa entrevista, sim, ficará
para a História), mostrou todo seu despreparo para o mínimo poder de gestão. E
ela já governa o Maranhão pela 4ª vez.

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2014

Governo do Estado entrega lista de transferência de 35 presos para presídios federais

Agência Brasil

O governo do Maranhão encaminhou ao Ministério da Justiça lista com o
nome de 35 presos que podem ser transferidos para presídios federais, segundo
informou o ministério.

A maior parte do grupo está no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em
São Luís (MA), e são acusados de liderar facções criminosas que disputam o
controle do tráfico de drogas no estado e de comandar atos violentos.

Inicialmente, o governo estadual havia solicitado a transferência de 50
detentos. O ministério informou à Agência Brasil que a primeira análise dos
perfil dos presos é feita pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

O departamento inclusive já identificou que, dos 35 presos listados,
apenas nove atendem às exigências do Decreto 6.877/2009 e estão aptos a serem
transferidos para o Sistema Penitenciário Federal.

Dos nove detidos, a Justiça maranhense já autorizou a transferência de
dois. Falta agora apenas o aval da Justiça Federal para que eles sejam
remanejados. Os demais sete detentos ainda aguardam o pronunciamento do juiz
estadual.

Oferecida pelo Ministério da Justiça, a transferência é uma das 11
medidas do plano de combate à violência no sistema carcerário maranhense,
anunciado após os ataques a ônibus e delegacias registrados em São Luís, no
último dia 6. Um dos ataques resultou na morte da menina Ana Clara Santos
Souza, de 6 anos, que estava no interior de um dos veículos.

De acordo com o ministério, já há, atualmente, 22 presos maranhenses em
estabelecimentos federais.

 

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2014

Prefeito Edivaldo Holanda Júnior intensifica ações de requalificação asfáltica em 14 bairros

A determinação do prefeito Edivaldo é que as ações beneficiem toda a cidade
A Prefeitura de São Luís está intensificando as ações de requalificação asfáltica nas principais vias da capital. Nesta última semana, os serviços foram concentrados nos bairros Rio Anil, Cohama, Turu, Janaína, Santa Bárbara, Tibiri, Centro, João de Deus, Anjo da Guarda, Alto da Esperança, Andiroba, Jardim América, João Paulo, Cohab, além das avenidas dos Africanos e Franceses. Nesta fase dos serviços, serão priorizadas as grandes avenidas e corredores para garantir a mobilidade. 
“A determinação do prefeito Edivaldo Holanda Júnior é que as ações beneficiem toda a cidade. Iniciamos o trabalho de recuperação asfáltica de maneira emergencial, atendendo principalmente o corredor de ônibus da cidade a fim de garantir a mobilidade dos cidadãos, com segurança. Após o término deste trabalho, estaremos preparados para trabalhar nas vias secundárias”, frisou o secretário da Semosp, Antônio Araújo Costa.
Nesta sexta-feira (17), equipes da Semosp estiveram presentes nos bairros da Cohab, Tibiri, Aririzal, Rio Anil, Santa Bárbara e Janaína. Na Cohab, as ações de recuperação asfáltica seguem em ritmo acelerado. Para o aposentado José de Ribamar Freitas, que mora no bairro há 45 anos, as ações são importantes para garantir o conforto dos pedestres e dos motoristas. “Se a rua está trafegável, as pessoas podem andar com comodidade, os motoristas também, então isso resulta em qualidade de vida para todos”, afirmou.
O sentimento é compartilhado pela enfermeira Natália Coelho, que acompanhou o trabalho das equipes da Semosp durante toda a manhã. “Além de trazer conforto para a comunidade, a retirada dos buracos traz facilidade para funcionários da maternidade aqui do bairro, dos pacientes, da vizinhança. Isso tudo é um grande beneficio pra nossa cidade e pra nossa unidade”, salientou.
 O asfalto empregado nas ruas e avenidas contempladas pela operação é de CBUQ [Concreto Betuminoso Usinado a Quente], apropriado para os serviços de execução de recapeamento asfáltico. A massa empregada é utilizada nas grandes avenidas e corredores do país e garante a durabilidade também no período chuvoso.
 A ação de recuperação do pavimento percorreu as avenidas Contorno (Rio Anil), 04 (Janaína), São Jerônimo (Santa Bárbara), dos Africanos e dos Franceses, além das ruas do Rio do Meio (Tibiri), Sarney Filho (João de Deus) e o Residencial Araras (Aririzal). Os serviços foram realizados atendendo prioritariamente as vias que recebem grande número de veículos todos os dias. Os serviços percorreram também nesta semana as Avenidas Contorno (Rio Anil), Airton Sena (Tibiri), Avenida Guaxenduba, Cajazeiras e Mercado Central (Centro), vias da Chácara Brasil (Turu), Cohab-Anil , Janaína,  João Paulo, Anjo da Guarda, João de Deus.

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2014

Flávio Dino abre debate sobre as diretrizes para o desenvolvimento do Maranhão

O
desenvolvimento econômico e social do Maranhão foi discutido por Flávio Dino na
manhã desta quinta (16). Como pré-candidato ao governo do Maranhão, Dino
afirmou que, para que o estado se desenvolva com igualdade, é necessária uma
nova Política de Desenvolvimento para o Maranhão.
O
pré-candidato apresentou três tarefas fundamentais que tratam do
desenvolvimento do Maranhão através de uma nova forma de administrar. Para ele,
é necessário abandonar a concentração de riqueza na mão de poucos e é preciso
promover a distribuição das riquezas entre todos os maranhenses.
A
primeira das diretrizes apresentadas por Dino trata da economia interna do
Maranhão. Para ele, é necessário expandir o mercado interno com a consolidação
das atividades econômicas já existentes (a exemplo da agricultura familiar e
empresarial) associadas às políticas sociais.
A segunda
diretriz seria investir em ciência e tecnologia para expandir conhecimento e
técnica de desenvolvimento da agricultura. A terceira seria concatenar todas as
ações em torno do fortalecimento da indústria local com modelo inclusivo e
democrático, “que liberte o Maranhão da monotonia dos discursos baseados nos
“grandes projetos” redentores,” disse Flávio Dino.
Cadeias
produtivas
A defesa
das riquezas do Maranhão e sua distribuição entre todos os maranhenses é um dos
pontos mais defendidos por Flávio Dino durante o movimento Diálogos pelo
Maranhão que, durante o ano de 2013, percorreu todas as regiões do estado
discutindo um novo modelo de desenvolvimento.
O
mapeamento e o investimento nas cadeias produtivas reais do Maranhão seriam o
principal vetor para o desenvolvimento industrial do Maranhão. Relacionando
primeiro, segundo e terceiro setor, Dino apresenta uma visão global do
desenvolvimento econômico do estado.
No mesmo
sentido, fala do investimento em políticas sociais que tenham em vista a
distribuição de renda no Maranhão. “Para superar essa quadro, como os fatos
recentes estão demonstrando, não basta fazer o “bolo” da riqueza
crescer se ele não é distribuído com justiça e eficiência,” comentou Flávio
Dino.
De acordo
com o pré-candidato do PCdoB, é preciso implantar em conjunto com todas essas
iniciativas os Arranjos Produtivos Locais (APLs), que garantam mais
oportunidade de emprego e geração de renda.

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