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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 16/ago/2014

Pesquisa Exata/TV Guará: Flávio Dino tem 56% contra apenas 26% de Edinho

Oposicionista amplia vantagem sobre
candidato apoiado pelo grupo Sarney. Instituto aponta que a rejeição a Edinho
Lobão é de 39% e Flávio Dino, 16%.

Flávio Dino mantém 30 pontos de diferença para o segundo colocado
 

Flávio Dino (PCdoB) permanece com
larga vantagem nas eleições para o Governo do Estado de 2014, aponta pesquisa
Exata / TV Guará. Com 56% das intenções de voto, o candidato da oposição lidera
a disputa, vindo em segundo lugar o candidato Edinho Lobão (PMDB), com 26% das
intenções de voto. Pesquisa também mostrou rejeição dos candidatos.

A pesquisa Exata / TV Guará apontou
que outros três candidatos tiveram desempenho de 1% no eleitorado: Zé Luís Lago
(PPL), Antonio Pedrosa (PSOL) e Saulo Arcângeli (PSTU). Josivaldo Correa, do
PCB, não pontou. Brancos e nulos somam 8% dos entrevistados e não sabem ou não
responderam, 7%.

A diferença do candidato Flávio Dino
para o segundo colocado no fim de semana antes do início da propaganda
eleitoral de Rádio e Televisão é de 30 pontos percentuais a mais que o segundo
colocado, Edinho Lobão, apoiado pelo grupo Sarney. O histórico da pesquisa
Exata mostra que aumentou

Esta é a terceira pesquisa do
Instituto Exara em parceria com a TV Guará. Em julho, o instituto aferiu que
Flávio Dino possuía à época 54% das intenções de voto contra 25% de Edinho
Lobão. A comparação mostra crescimento de 2 pontos de Flávio Dino e 1 ponto de
Edinho Lobão.

O instituto Exata avaliou ainda a
rejeição dos candidatos a governador. Quando perguntados “em quem não votaria
de jeito nenhum,” 39% dos entrevistados disseram rejeitar Edinho Lobão. Em
segundo lugar neste quesito está Zé Luís Lago com 21%.

Com 18% de rejeição aparece Josivaldo
Correa e, em quarto, Flávio Dino com 16% de rejeição. Seguido de Saulo
Arcangeli e Antonio Pedrosa, ambos com 14%. Dentre os entrevistados, 12%
disseram que poderiam votar em todos e 8% afirmaram que não votariam em nenhum
deles.

A pesquisa foi registrada no Tribunal
Regional Eleitoral registrada sob o protocolo 035/2014. Foram ouvidas 1400
pessoas em 45 municípios em todas as regiões do Maranhão. A margem de erro da
pesquisa é de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos.

 

  • Jorge Vieira
  • 16/ago/2014

Flávio Dino deixa a turma da Mirante falando sozinha

Montaram o circo, armaram um ringue para tentar constranger o candidato com perguntas
imorais e se prepararam para o espetáculo que não aconteceu.  Quebraram a cara. Político
experiente e conhecedor das artimanhas do grupo adversário, o candidato da
coligação “Todos pelo Maranhão”, Flávio Dino, deixou a turma do puxa falando sozinha na Rádio
Mirante e foi cumprir seus compromissos com as comunidades do interior do
Maranhão.

A emissora porta voz da
oligarquia Sarney se postou durante a sabatina com os demais candidatos como
uma verdadeira guardiã dos interesses do candidato da coligação “Pra Frente
Maranhão”. Durante as entrevistas com os outros cinco postulantes as perguntas
sempre eram dirigidas para que o entrevistado agredisse Flávio Dino, principalmente
os da chamada esquerda radical.  E como
se não bastasse, ainda levantaram a bola para Edinho Lobão chutar.

Covarde é a atitude de alguns
profissionais que se submetem aos caprichos dos seus patrões. Flávio está
correto em não se submeter a constrangimento só porque a rádio do senador José
Sarney quer.  

                                                             

  • Jorge Vieira
  • 16/ago/2014

Polícia Federal desmontou o maior escândalo de corrupção da história do MA

Meire Poza, contadora do doleiro, entregou o esquema de propina no governo

As reportagens apresentadas pelo Jornal Nacional e
reexibidas pelos demais noticiários da Rede Globo, na noite desta segunda-feira
(11), manhã de terça-feira (12) e noite de quinta-feira (14) sobre o pagamento
de propina para a governadora Roseana Sarney e seus auxiliares mais próximos, em
troca da liberação do pagamento do precatório da empreiteira Constran, tomou
conta das discussões da classe política esta semana.

No plenário da Assembleia Legislativa, embora
esvaziado por conta da campanha eleitoral, o deputado Bira do Pindaré (PSB)
considerou o caso revelado pela TV Globo como um dos maiores esquemas de
corrupção envolvendo o Governo do estado do Maranhão de todos os tempos. A TV
Globo teve acesso ao conteúdo de um depoimento a Polícia Federal de Meire Poza,
contadora do doleiro Alberto Youssef, um dos presos na operação Lava Jato, e
revelou ao Brasil o esquema de propina predominante na administração Roseana.

Sem ter como justificar o pagamento do precatório
lesivo aos interesses do Estado, a governadora, no maior cinismo, disse ao JN,
quase chorando, que pagou com autorização judicial e que “decisão da Justiça
não se discute, se cumpre”. Felizmente mentira tem pernas curtas e no dia
seguinte o Tribunal de Justiça do Maranhão veio a público desmentir Roseana e
afirmar que nunca mandou pagar nada.

O pior de tudo é que a governadora ainda tentou
ludibriar a opinião pública querendo se fazer de vítima, mesmo com todas as
evidências e provas de que o doleiro havia reservado apenas R$ 300 mil para ela
como parte da propina acertada com seus auxiliares João
Guilherme Abre, João Bringel, Graça Cutrim e a Procuradora Maria Haickel, segundo
revelou Poza no depoimento à PF e em matéria publicada no Jornal Nacional.    

Roseana é uma velha conhecida da Polícia Federal. Em 2002, ela consegui escapar do escândalo Lunus intacta
e ainda com o dinheiro sem origem, cerca de R$ 1,3 milhão em notas de R$ 50,00,
por conta do então presidente do PFL, Jorge Bornhausen, que veio ao Maranhão
mentir que o dinheiro seria do partido, quando a investigação da PF indicava que a montanha de dinheiro encontrada na fortaleza estourada
do casal Roseana/Jorge Murad , no Renascença, seria fruto de propina.
Agora tá mais difícil a
escapada. No depoimento, a contadora revelou os detalhes de
um esquema de suborno, envolvendo pagamentos judiciais, Alberto Youssef, a
construtora Constran, a governadora e integrantes da alta cúpula do governo do
Maranhão. O depoimento foi prestado em Curitiba. Meire Poza é contadora da GFD
que, segundo a Polícia Federal, é uma das empresas de Alberto Youssef.

A contadora afirmou que a Constran pediu que
Alberto Youssef subornasse o governo do Maranhão oferecendo R$ 6 milhões. Em
troca, a empresa furaria a fila desses pagamentos judiciais e receberia,
antecipadamente, R$ 120 milhões em precatórios. Por ter feito a “negociação”,
Youssef receberia R$ 12 milhões.

Depois do acordo, o governo maranhense começou a
liberar as parcelas do precatório, no valor de R$ 4,7 milhões cada uma. Até
agora, foram pagos R$ 33 milhões. A última parcela, de acordo com o portal da
transparência do Maranhão, foi paga no dia seis de agosto.

Antes do Jornal Nacional trazer a tona o esquema de
propina comandado por Roseana, os deputados de oposição já haviam denunciado o
caso da tribuna da Assembleia Legislativa, como também já questionavam o
conteúdo das malas pretas que apareceram nas filmagens dos corredores do Hotel
Luzeiros (onde o esquema acontecia, segundo a Polícia Federal).

A contadora Meire Poza revelou disse o que havia na
mala: R$ 1,4 milhão, na calada da noite, no Hotel Luzeiros, passando de um
quarto para o outro. E para quê esse dinheiro? Para pagar propina, segundo ela,
para para integrantes do governo do Maranhão, em um esquema de corrupção
brutal, imenso, que envolvia a liberação de R$ 20 milhões para a Constran”.

De acordo com o depoimento da contadora, a Constran
teve o privilégio de furar a fila dos precatórios em razão propina de R$ 6
milhões para membros do governo do estado e um “agrado” de R$ 12 milhões para o
doleiro. Para Bira matérias como essa, que revelam o esquema de corrupção do
governo do Maranhão causam uma indignação muito grande na população.

O dinheiro que falta para investir no
desenvolvimento e nas condições de melhoria de vida do povo maranhense é o que
está sobrando nos esquemas de corrupção, como esse revelado pelo Jornal
Nacional. O povo do Maranhão espera que as instituições do Judiciário façam o
seu papel e coloquem na cadeia os bandidos criminosos que estão roubando o
dinheiro público do Maranhão”.

 

  • Jorge Vieira
  • 15/ago/2014

TJMA mantém por unanimidade a ilegalidade da greve dos professores

Em
Sessão das Primeiras Câmaras Cíveis Reunidas, o órgão colegiado do Tribunal de
Justiça do Maranhão (TJMA) votou por unanimidade pela ilegalidade da greve dos
professores municipais. Para o relator Guerreiro Júnior, a greve não tem amparo
na legislação, já que foi deflagrada ainda durante a negociação e que não
observou ao requisito de manutenção mínima de trabalhadores.

A
decisão contrariou recurso do Sindeducação e reiterou a decisão do Supremo
Tribunal Federal (STF), que já havia se posicionado favorável à ilegalidade da
greve dos professores. Ambas as decisões ordenam o retorno imediato dos
professores ao trabalho.
Na
última quinta-feira (14), o desembargador Bayma Araújo decidiu pela desocupação
do prédio da Prefeitura e pela reintegração de posse do local, além da
viabilidade do acesso dos servidores.
Após
determinar a uma comissão de secretários nova rodada de diálogo com dirigentes
do sindicato com a intermediação do Ministério Público, o prefeito Edivaldo
solicitou que não houvesse retirada forçada dos representantes do Sindicato dos
Professores que ocupam a recepção do prédio. A postura adotada pelo prefeito
demonstra a coerência da gestão em manter o canal de diálogo aberto com a
categoria e buscar alternativas consensuais para o fim da greve e retorno de
todos os professores às aulas. Ainda na noite de quinta-feira (14),
representantes da gestão municipal reuniram-se no Ministério Público pela sexta
vez com os professores, apenas nas ocasiões em que a conversa foi mediada pelo
Ministério Público.

Durante
a negociação, a Prefeitura explicou a realidade financeira do município e
propôs a saída imediata dos professores do prédio, com a contrapartida do abono
das faltas, da não aplicação de medidas administrativas aos grevistas, a
realização do concurso público e a garantia de direitos estatutários. Embora o
acordo tenha sido firmado mediante o Ministério Público, não houve cumprimento
por parte do sindicato, o que propiciou a perda da validade do pacto.

  • Jorge Vieira
  • 15/ago/2014

Movimentos Sociais divulgam abaixo assinado por IDH Justo no Maranhão

A luta por um IDH mais Justo para o Maranhão também
ganhou as redes por meio de um abaixo assinado lançado pelos
movimentos sociais, com o mesmo conteúdo da carta que entregaram ao candidato
da Coligação Todos pelo Maranhão, Flávio Dino.
Unindo esforços para reverter o baixo IDH (Índice
de Desenvolvimento Humano) do Estado, os movimentos sociais encampam a luta por
um Maranhão com políticas públicas voltadas para a superação das desigualdades
sociais.
Assim como na construção do “Pacto por
um IDH Justo”, estão unidos nesta campanha do abaixo assinado o movimento
negro, o movimento de mulheres, a juventude, as pastorais, os trabalhadores
rurais, o movimento de moradia, os professores, os deficientes, representantes
da área de direitos humanos, o movimento de economia solidária, os
profissionais de saúde, entre outros.
Com o abaixo assinado, além da mobilização que
resultou no documento assinado por Flávio Dino selando o compromisso com a
construção de Maranhão mais juto, os movimentos sociais pretendem ampliar a
mobilização de diversos segmentos pela defesa da qualidade de vida dos maranhenses
e da distribuição de renda.

O
abaixo assinado está disponível em http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR73863

  • Jorge Vieira
  • 15/ago/2014

Plano de Diretor de São Luís está pronto para as audiências públicas

Presidente da Fiema, Edilson Baldez  das Neves, com palestrantes
O presidente do Instituto da Cidade,
Pesquisa, Planejamento Urbano e Rural (Incid) da Prefeitura de São Luís, José
Marcelo do Espírito Santo, afirmou que a revisão do Plano Diretor da capital já
foi aprovada no Conselho da Cidade de São Luís (Concid-SL) e que a proposta que
ainda irá a audiências públicas antes de ser encaminhada à Câmara Municipal,
tem como orientação estimular a ocupação dos vazios urbanos de São Luís, que
correspondem a 18% da área do município.
Espírito Santo foi um dos palestrantes que
participaram do Seminário  “Desenvolvimento urbano sustentável e setores
industriais estratégicos para o município de São Luís”, organizado pela
Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema).

“Entre 1984 e 2001 a expansão da cidade se deu de
maneira horizontal e a partir da primeira década do século XXI este processo se
deu pela ocupação dos espaços internos. Ainda temos 18% do território para ser
ocupado e pretendemos orientar o crescimento da cidade para ocupar estes
espaços”, comentou.

O presidente do Incid, ainda afirmou que, até
início de setembro, o Concid irá discutir uma das leis complementares das
legislação urbanística da cidade: a Lei de Zoneamento, Parcelamento, Uso e
Ocupação do Solo Urbano. “Há uma comissão dentro do Concid que irá se debruçar
sobre a proposta que enviamos ao Conselho da Cidade”, explicou Espírito Santo.

Para o presidente da Fiema, Edilson Baldez das
Neves, a legislação vigente já não atende mais as necessidades para realizar a
gestão do desenvolvimento urbano sem criar entraves e obstáculos.

“A legislação que temos é antiga e é preciso
atualizar para que se permita fazer melhor uso da cidade. inúmeros
investimentos estão suspensos ou paralisados por uma insegurança jurídica dada
pela indefinição de legislação pertinente que permita que estes empreendimentos
produtivos possam ser implantados sem restrições ou pendencias legais”, afirmou
Baldez.

“A insegurança jurídica prejudica não só aos
empresários, mas, sobretudo a sociedade como um todo na medida em que inibe a
criação de novos postos de trabalho, melhoria nas condições laborais dos
cidadãos, transferência e desenvolvimento de tecnologia,  arrecadação de
tributos, entre outros aspectos”, completou.  

O secretário municipal de Urbanismo, Diogo Diniz,
afirmou que a Fiema tem participado ativamente das discussões “A Federação
representa as empresas que geram desenvolvimento e como tal é uma entidade
geradora de consenso e teve uma atuação no sentido de harmonizar posições, em
um processo de mudança que interessa a todos”, comentou o secretário.

  • Jorge Vieira
  • 15/ago/2014

Desembargador suspende ordem de desocupação do prédio da Prefeitura

O desembargador
Antonio Guerreiro Júnior deferiu, nesta sexta-feira (15), a suspensão, pelo
prazo de 48 horas, de mandado judicial que determinou a reintegração de posse
das dependências da Prefeitura de São Luís e imediata desocupação do local por
professores grevistas. A medida cautelar foi requerida pelo procurador-geral do
Município, Marcos Braid, ante a possibilidade de negociação entre as partes
para a desocupação voluntária do prédio.

Durante o plantão
da noite de quarta-feira, o município ajuizou ação cautelar contra o Sindicato
dos Professores da Rede Municipal (Sindeducação) pedindo a desocupação,
informando que já teve reconhecida a ilegalidade da greve, em decisão do
próprio Guerreiro Junior, pelo fato de o movimento ter sido deflagrado em desrespeito
aos requisitos legais.

Na ocasião, o
município informou que a decisão que determinou o retorno dos professores ao
trabalho foi mantida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Afirmou ainda que as
ordens foram ignoradas pelo Sindeducação, que preferiu ocupar ilicitamente a
sede da prefeitura, causando obstrução das atividades administrativas e o
direito de ir e vir em via pública.

Na tarde de
quinta, o desembargador Bayma Araújo concedeu a ordem para reintegração da sede
da Prefeitura, determinando a apreensão de todo o material utilizado como
obstáculo (barracas, gradeados, faixas, bandeiras) existente na via pública ou
entrada do edifício.

Diante do novo
pedido do procurador-geral do Município, o desembargador Guerreiro Júnior,
relator natural do processo, entendeu que não havia mais necessidade da
desocupação e reintegração do prédio com uso de reforço policial, já que o
município anunciou a disposição de resolver o problema por meio de conciliação.

ILEGALIDADE –
Ainda nesta sexta-feira, em sessão das Primeiras Câmaras Cíveis Reunidas, o
órgão colegiado, por unanimidade, votou contra recurso do Sindeducação e
considerou ilegal a greve que já dura quase três meses, posição também
confirmada pelo STF.

O relator
Guerreiro Júnior entendeu que a deflagração da greve não teve adequação à
legislação que rege o caso, na medida em que ocorreu durante a fase de
negociação com o Município, além de ter deixado de observar número mínimo de
trabalhadores na atividade, que, embora não figure na lei específica como essencial,
é incontroverso que tenha esta natureza.

                                                         

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