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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 7/fev/2015

Flávio Dino na Istoé: “Acabamos com as quadrilhas que operavam no governo do Maranhão”

Governador Flávio Dino diz que não foi possível corrigir
em 30 dias os erros cometidos pelo clã Sarney durante 50 anos, mas garante ter
acabado com o nepotismo no Estado e promete que ninguém no novo governo
assaltará o erário público

por
Josie Jerônimo

Comunista repete Pedro Malan, ex-ministro da Fazenda de FHC: “No Brasil até o passado é imprevisível”

Não bastasse o rombo nas contas públicas deixado pela
antecessora, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), deparou-se com mais
um grave e surpreendente problema administrativo, ao encerrar seu primeiro mês
de mandato: a ex-governadora Roseana Sarney não quitava as despesas com energia
dos órgãos públicos havia meses e o Estado deve R$ 30 milhões à companhia
elétrica. A pendência se soma à dívida de R$ 1,1 bilhão herdada do governo
anterior que, aos poucos, será equacionada, segundo afirmou Dino em entrevista
à ISTOÉ. “É impossível que a gente corrija em 30 dias tudo de errado que
fizeram em 50 anos. De qualquer forma, acabamos com o nepotismo e não há
ninguém no governo ocupado em assaltar o erário público”, salientou o novo
governador.

 
Não bastasse o rombo nas
contas públicas deixado pela antecessora, o governador do Maranhão, Flávio Dino
(PCdoB), deparou-se com mais um grave e surpreendente problema administrativo,
ao encerrar seu primeiro mês de mandato: a ex-governadora Roseana Sarney não
quitava as despesas com energia dos órgãos públicos havia meses e o Estado deve
R$ 30 milhões à companhia elétrica. A pendência se soma à dívida de R$ 1,1
bilhão herdada do governo anterior que, aos poucos, será equacionada, segundo
afirmou Dino em entrevista à ISTOÉ. “É impossível que a gente corrija em 30
dias tudo de errado que fizeram em 50 anos. De qualquer forma, acabamos com o
nepotismo e não há ninguém no governo ocupado em assaltar o erário público”, salientou
o novo governador.

“O que for estritamente pessoal na Fundação Sarney não interessa para a manutenção com dinheiro público. Ele pode fazer um memorial privado”

 Sobre o cancelamento da obra
da Refinaria Premium I, muito criticada pela oposição, Dino atribuiu a culpa ao
ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão e ao seu padrinho José Sarney e
lembrou da relação deste com Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras,
partícipe e delator do esquema de desvios na estatal. “Sabe Deus o que está
enterrado nesse buraco da refinaria, boa coisa não é. O intermediário dos
negócios com o governo do Maranhão era o notório e notável Paulo Roberto Costa.
Era ele que vinha aqui. Em todas as fotos da refinaria, com Roseana, com
Sarney, com Lobão, está o Paulo Roberto Costa.”

 
“O intermediário dos negócios com o governo do Maranhão era o notório e notável Paulo Roberto Costa. Era ele que vinha aqui”

 Istoé –

Um mês de governo foi tempo suficiente
para o sr. conhecer a real situação do Estado?

 
Flávio Dino –

Há uma frase atribuída
ao ex-ministro Pedro Malan que se aplica à realidade em que a gente se
encontra: no Brasil até o passado é imprevisível. Toda semana é uma surpresa.
Na terça-feira nós descobrimos que a conta de energia elétrica dos órgãos públicos
não estava sendo paga havia vários meses, uma dívida de R$ 30 milhões. Não
houve uma transição organizada: no meio do processo a governadora Roseana
Sarney renunciou. Então, o que nós apuramos até aqui são débitos da ordem de R$
1,1 bilhão. Nós fizemos uma economia rigorosa de custeio, seguramos a abertura
do Orçamento e estamos lutando para atualizar esses débitos passados, sobretudo
com os servidores e prestadores de serviço. As dívidas inadiáveis, como o
empréstimo que Roseana havia feito com o Bank of America, uma parcela de R$ 110
milhões, nós pagamos neste mês. 

 

Istoé –

Antes de assumir, o sr.
impediu sua antecessora de fechar um contrato bilionário de terceirizados para
os presídios. Qual foi a alternativa para lidar com a falta de
funcionários? 

 
Flávio Dino –

Vamos substituir os
terceirizados por trabalhadores temporários. Mesmo pagando um salário maior, o
Estado terá uma economia anual de R$ 20 milhões. Isso mostra que a
terceirização é ineficiente. O passo seguinte é fazer o concurso ainda neste
ano para preenchimento dos cargos de agente penitenciário. Esse é o primeiro
desafio; o segundo é ampliar e melhorar os presídios. Encontramos as obras de
unidades prisionais paralisadas, porque elas haviam sido contratadas com base
em situações de emergência que foram decretadas no auge da crise. O presídio
Timon era para ter sido concluído em outubro; o de Imperatriz, em setembro. As
obras não foram concluídas. Um caminho jurídico para dar sequência às obras é a
assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). 

 
Istoé –

Por que os órgãos de
controle do Estado não detectaram as irregularidades nas contas públicas
durante o mandato de Roseana Sarney?
Flávio Dino –

Os mecanismos de
controle interno, externo e as ações do Ministério Público sempre foram muito
frágeis, de baixa eficácia. Estamos tentando redesenhar esses mecanismos. O
governo procurou o Tribunal de Contas do Estado para fazer o treinamento dos
novos servidores. Estamos apurando e encontrando absurdos. Vamos provocar o
tribunal de contas, o Ministério Público. Vamos enviar tudo para que eles tomem
as providências que considerarem necessárias. Há casos de total afronta à lei
de responsabilidade fiscal.

 
Istoé –

O sr. recebeu críticas
pela composição do secretariado. Existem parentes e apadrinhados em seu
governo?

 

Flávio Dino –

Não há nenhum parente
meu em nenhum cargo até o 20º grau, rigorosamente nenhum. Em relação aos
secretários, o que aconteceu é que nós estamos formando equipes. As pessoas
citadas como aliados são servidores de carreira de vários órgãos. O caso em que
mais bateram foi o da chefe de gabinete do governador. Ela é dirigente do PCdoB
há 20 anos, foi dirigente do sindicato e coordenou minhas campanhas desde 2006.
É professora concursada. Ela atualmente tem relação afetiva com outro
secretário. É a mesma situação da ministra Gleisi Hoffmann com o ministro Paulo
Bernardo. Eu não posso punir o amor, não posso controlar a vida afetiva das
pessoas. Ele a nomeou? Não, fui eu quem nomeou. Não há nenhuma violação legal.
Há uma tentativa dos nossos antecessores de buscar nos igualar a eles. Eles
dizem o tempo todo: nada mudou. Mas o povo está vendo, não há nepotismo no
Maranhão, não há ninguém no governo ocupado em assaltar o erário público, essa
é uma grande mudança. Acabamos com as quadrilhas que operavam no governo do
Maranhão. Nós pegamos o portal da transparência com 40% de gastos secretos e
estamos refazendo o sistema. Eles estão nos acusando de deixar o portal fora do
ar durante a troca da metodologia. Mas nós estamos corrigindo uma fraude. Eles
cobram, mas é impossível que a gente corrija em 30 dias tudo de errado que
fizeram em 50 anos. 

 
Istoé –

 O cancelamento das obras
da Refinaria Premium I trará prejuízos ao Maranhão? 

 

Flávio Dino –

A refinaria é uma boa ideia
mal executada. Que o Brasil precisa de mais refinarias não há dúvida. Que é
justo e necessário que essas refinarias sejam construídas nas regiões Norte e
Nordeste é indiscutível. O principal produto do complexo portuário é
combustível. O Maranhão é um grande distribuidor de combustível para o Norte e
o Nordeste, é um entreposto. Temos necessidade de refino, porto, ferrovias e
rodovias. A própria localização geográfica do Maranhão é estratégica, pois está
no meio do caminho, tem acesso direto ao Centro-Oeste via ferrovias. São muitas
vantagens técnicas.

 

Istoé –

 Então, por que o projeto
fracassou?

Flávio Dino –

O problema foi a
apropriação eleitoreira, a agonia do Edison Lobão e do José Sarney quando eram
ministro de Minas e Energia e presidente do Senado. Forçaram a mão para que o
projeto da refinaria saísse de qualquer jeito, sem projeto, sem estudo técnico.
Deu no que deu. Agora eles estão querendo empurrar o problema para mim. Eu
tenho que salvar a refinaria do Maranhão. Eles me cobram todo dia. O Sarney fez
um artigo dizendo que o governo tem que se mobilizar. Claro que eu desejo que o
Maranhão receba uma refinaria, mas quem criou o problema foram eles. Que
resolvam.   O certo é que enterraram R$ 1,5 bilhão aqui e ninguém sabe
como e por que agora há um vazio completo. Estou esperando passar a situação de
instabilidade institucional muito aguda da Petrobras, que acabou resultando
nesse anúncio da saída da Graça Foster. Estou esperando as coisas se arrumarem
para eu restabelecer um diálogo com a Petrobras, em outras bases, em outros
termos, dessa vez como uma coisa séria. Não por acaso, o intermediário dos
negócios com o governo do Maranhão era o notório e notável Paulo Roberto Costa.
Era ele que vinha aqui. Em todas as fotos da refinaria, com Roseana, com
Sarney, com Lobão, está o Paulo Roberto Costa. Era ele o interlocutor, ele que
vinha, ele que reunia, ele que anunciava. Sabe Deus o que está enterrado nesse
buraco da refinaria. Boa coisa não é.

 

Istoé –

O ex-presidente José
Sarney atribuiu os cortes de verbas na fundação que guarda seu acervo a uma
vingança. A instituição será fechada?

 

Flávio Dino –

O que a gente fez
emergencialmente foi reduzir os gastos. Havia um comprometimento com pessoal lá
que ultrapassava R$ 2 milhões. Reduzimos a folha. Agora estamos averiguando a
parte estrutural do prédio. O Convento das Mercês está com risco de
desabamento, várias partes estão escoradas. Não consigo entender como deixaram
um prédio do século XVII naquela situação. Estamos rediscutindo o modelo da
fundação. O que se referir ao mandato presidencial do senador José Sarney pode
integrar o acervo da fundação. O que for estritamente pessoal não interessa
para a manutenção com dinheiro público. Ele pode fazer um memorial privado,
custeado com dinheiro privado. 

 
Istoé –

 Qual é o futuro da
Fundação Sarney?

 

Flávio Dino –

 Nossa proposta é que
fiquemos responsáveis apenas pela guarda do que é estritamente relacionado ao
período presidencial. O passo seguinte é transformá-la em uma fundação de
memória republicana, e não no registro de passagem de um único político. 

 
Istoé –

No Congresso, o sr.
ajudava nas articulações do governo. Como analisa a eleição de Eduardo Cunha
(PMDB-RJ) para a presidência da Câmara?

 

Flávio Dino –

Menos problemas do que
se prevê. O governo continua a ter uma maioria folgada. A grande questão é a
gestão dessa maioria. Há alguns anos, o PT tinha uma visão de que a chave da
governabilidade é um duopólio PT/PMDB. Essa foi a estratégia do segundo mandato
do Lula e do primeiro mandato da Dilma. Os conflitos e dificuldades iniciais
mostram que é hora de uma visão mais aberta. 

 

Istoé –

Com os desdobramentos do
escândalo da Petrobras, crises hídrica e energética e um inimigo no comando da
Câmara, o governo corre o risco de atravessar uma crise institucional?

Flávio Dino

 Crise institucional,
não. Passamos por muita coisa na superação da ditadura para a democracia. Está
muito claro que não há um cenário de impasse sem saída. A tendência é haver
algum tipo de rearranjo, pacto entre as forças políticas. A iniciativa de abrir
um diálogo com a oposição tem que partir do governo. A continuidade do clima do
segundo turno não ajuda para que os problemas da população sejam resolvidos.
Essa polarização sectarizada entre PT e PSDB não ajuda o Brasil. Essa é uma
briga paulista que acabou se tornando uma questão nacional de um modo, a meu
ver, muito artificial.

  • Jorge Vieira
  • 6/fev/2015

Prefeitura de Caxias promove debate sobre crédito fundiário com agricultores da região

Prefeito de Caxias, Léo Coutinho, comandou o debate sobre crédito fundiário
O Governo do Estado
do Maranhão, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar, com apoio da
Secretaria Municipal de Agricultura, promoveu um debate sobre crédito fundiário,
no auditório da Prefeitura, nesta sexta-feira (6). Na ocasião, foram
debatidas soluções para o crédito fundiário e também assistência técnica e
habitação.
A reunião contou
com a presença do prefeito Leonardo Coutinho; do secretário de Agricultura
Familiar, Adelmo Soares; secretário municipal de Agricultura, Manoel Silveira,
demais secretários municipais, vereadores, agricultores rurais e representantes
de sindicatos rurais dos municípios de Caxias, Aldeias Altas e São João do
Sóter.
“O crédito agrícola
do Governo Federal beneficia milhões de pessoas que vivem da agricultura
familiar. Este encontro marca o início das discussões dos novos aprimoramentos
para o agricultor rural de nossa região, com a possibilidade e oportunidades de
revermos mudanças essenciais, mas que só se tornaram possíveis a partir da
colaboração entre sindicatos e agricultores”, avaliou o secretário de Agricultura
Familiar, Adelmo Soares.
O objetivo do
debate foi promover um encontro com os presidentes de associações de
trabalhadores rurais de Caxias e região, bem como discutir os contratos de
subprojetos de investimentos comunitários e com pendencias quanto à liberação
do crédito fundiário junto ao Banco do Nordeste e Banco do Brasil.
Leonardo Coutinho
ressaltou que a Prefeitura estará apoiando tudo que for necessário para o
benefício do agricultor, principalmente, o familiar. “Estamos buscando junto ao
Governo do Estado e Secretaria de Agricultura Familiar mais apoio para
trabalhar em prol da agricultura familiar, com isso iremos proporcionar cada
vez mais, melhores condições de trabalho ao homem do campo”, disse o gestor
municipal.

Programa Nacional
de Crédito Fundiário
 – O crédito fundiário é um programa oferecido pelo Ministério do
Desenvolvimento Agrário, por meio da Secretaria de Reordenamento Agrário. O
PNCF disponibiliza condições para que trabalhadores rurais com pouca ou sem
nenhuma terra possam comprar um imóvel rural.
Além da terra o
agricultor pode, por meio do financiamento, construir sua casa, preparar o
solo, comprar implementos, ter acompanhamento técnico e o que mais for
necessário para se desenvolver de forma independente. O financiamento tanto
pode ser individual quanto coletivo.

  • Jorge Vieira
  • 6/fev/2015

Deputado defende punição com rigor para assassinos de policiais

Considerado uma boa promessa da presente legislatura, deputado Cabo
Campos vem se destacando neste início dos trabalhos legislativos como um
parlamentar extremamente ligado aos problemas da classe que representa: o
policial militar, principal base de apoio de sua eleição.

 
Líder do movimento que parou as atividades da Polícia Militar em 2013,
Cabo Campos, na primeira semana de trabalho, defendeu a aprovação de uma
legislação específica que enquadre como crime hediondo assassinos de agentes de
segurança. Proposta semelhante, segundo o deputado, já está em fase de tramitação
no Congresso Nacional.
 
Na avaliação do parlamentar,
é preciso mais rigor na punição para esse tipo de crime. “Como todos sabem sou
policial militar de carreira e perdi muitos colegas para a guerra das facções.
Infelizmente, não temos ainda uma legislação que venha punir com rigor esses
homens que estão à margem da sociedade”, afirmou.
 
Campos apresenta
estatística preocupante. Conforme o levantamento apresentado por ele, morre um
policial a cada 32 horas. Dados oficiais revelam que entre 2009 e 2014, foram
1.770 homens e mulheres que combatiam a criminalidade foram mortos no Brasil,
entre policiais civis, militares, integrantes do Corpo de Bombeiros e agentes
penitenciários.
 
O deputado lamentou
que somente ano passado, considerados um dos mais violentos, dezesseis
policiais militares e dois policiais civis tenham morrido no Maranhão. “Essa
sangria tem que acabar”, advertiu.
 
Cabo Campos observa
ainda: “Os nossos guerreiros, aqueles que fazem a segurança da sociedade, estão
tombando e nada tem sido feito, por isso peço a todos que reforcem essa
situação”, solicitou ao plenário.

 

  • Jorge Vieira
  • 6/fev/2015

MPF/MA quer coibir fraude no INSS

A
Procuradoria da República no Município de Caxias (PRM/Caxias) recomenda aos
Sindicatos dos Trabalhadores Rurais, dos 26
municípios que integram a Subseção Judiciária de Caxias (MA), que forneçam
semanalmente à agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) um
relatório assinado pelo responsável do sindicato contendo a lista de todas as
declarações de atividade rural emitidas pelas organizações. A PRM/Caxias
recomenda ainda que a Federação dos Trabalhadores Rurais do Maranhão adote esta
prática como procedimento padrão e obrigatório de seus sindicatos filiados.

A recomendação é resultado da reunião, que ocorreu em outubro de 2014,
na qual o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Caxias assumiu o compromisso de
implementar as medidas preventivas recomendadas pelo MPF/MA no intuito de
coibir a ocorrência de fraudes no INSS, e que em curto prazo, apresentou
resultados positivos .

Esse procedimento vai permitir ao INSS a pronta verificação da
autenticidade das declarações rurais apresentadas por requerentes de
benefícios. Os demais sindicatos deverão fornecer o relatório, no prazo de dez
dias úteis, devendo constar o número da declaração, o nome do sindicalizado,
seu CPF e a data de expedição da declaração.

Caso a recomendação seja descumprida total ou parcialmente, com
persistência da ação ou omissão ilegal, o MPF/MA tomará providências por meio
de ação civil pública, ajuizamento de ação de responsabilização por ato de
improbidade administrativa ou, ainda, de ação penal contra o responsável,
conforme for o caso, para garantir cumprimento da lei.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 6/fev/2015

Flávio Dino busca parcerias com o Ministério do Esporte para o Programa Mais IDH

O
governador Flávio Dino recebeu nesta quinta-feira (5) o ministro do
Esporte, George Hilton, e a sua comitiva no Palácio dos Leões. Durante o
encontro, o governador Flávio Dino apresentou o Programa ‘Mais IDH’ e pediu
apoio para que o esporte, nestas cidades,seja instrumento para recuperar a
atratividade das escolas, promover a interação nas comunidades e melhorar a
qualidade de vida dos maranhenses.

“Apresentei
a ele o ‘Mais IDH’ visando que, no conjunto de ações que nós iremos realizar
nesses 30 municípios, nós possamos incluir o esporte, sobretudo, para as
crianças, porque é uma geração de esperança de dias melhores, além de que é o
espaço de semear novos atletas para o Brasil”, explicou Flávio Dino.

A
intenção é incluir iniciativas e despertar o lado mais social inserido na
prática esportiva. “A presença do ministro em São Luís está destinada a
equipamentos de alto rendimento, mas, além disso, nós estamos apresentando o
pleito de que o nosso estado receba também investimentos de incentivo ao esporte
comunitário, social e educacional”, explicou o governador Flávio Dino.

A ideia
foi vista de forma muito positiva pelo ministro. “O ministério gostou da ideia.
Entendemos que é uma forma de promover desenvolvimento social e econômico com
inclusão. O Maranhão está de parabéns por essa iniciativa. No que depender do
ministério vamos estar integrados nesse programa revolucionário de
desenvolvimento social”, opinou George Hilton.

A
comitiva do ministro era formada por assessores e vários atletas e ex-atletas
de renome internacional, como os velocistas Robson Caetano, Claudinei Quirino e
André Domingos da Silva, a jogadora de basquete Iziane Castro Marques, o
ex-atleta brasileiro de vela Lars Grael, entre outros. Também participaram do
encontro o prefeito Edivaldo Holanda Jr, o presidente da Assembleia
Legislativa, Humberto Coutinho, entre outros.

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  • Jorge Vieira
  • 5/fev/2015

Governo e oposição se enfrentam na Assembleia

Oportunista como o pai, a deputada Andrea Murad, tentou, nesta quinta-feira (05),
pegar carona no movimento do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário, que tenta
reverter a decisão que cortou o ponto dos grevista do Tribunal de Justiça, acusando
o governador Flávio Dino de ter mudado sua postura em relação as entidades que
o apoiaram nas eleições de 2014, mas foi prontamente rebatida pelo líder do
governo, Rogério Cafeteira.
“Ao contrário do que diz a deputada Andrea, o
governador Flávio Dino é, foi e sempre vai estar aberto ao diálogo. Pode ter
certeza de que os sindicatos, procurando as vias corretas, serão atendidos para
serem ouvidos”, enfatizou.

A deputada, ao usar tribuna alegou que a desembargadora
Nelma Sarney, aquela das decisões polêmicas, havia concedido liminar em favor
do Sindjus e que o governador Flávio Dino estaria se recusando receber os
líderes do sindicato.  

A acusação, no entanto, não ficou sem resposta. Rogério
Cafeteira esclareceu que a Procuradoria do Estado não tem discricionariedade. “Havendo
decisão contrária, a Fazenda Pública dos Três Poderes vai interpor os recursos
que achar necessário, independentemente de quem estiver do outro lado. Ela é
órgão do Estado e não do Governo. Então a Procuradoria teria por obrigação,
independente da postura do governador, entrar com a ação”.

Quanto a liminar alegada pela deputada, Cafeteira observou
já havia decisão do Tribunal de Justiça e por isso foram cortados os pontos dos
funcionários. “A liminar foi concedida durante plantão, quando não caberia ter
sido analisada em plantão, mas isso não foi considerado; mas após o recurso da
Procuradoria do Estado foi acatado pelo desembargador Ricardo Duailibe.

“O sindicato também não procurou e, se procurar,
com certeza vai ser atendido pelo procurador Rodrigo Maia. Agora, só para
esclarecer: a Procuradoria Geral do Estado não é órgão de governo, ela não está
subordinada ao governador, é órgão de Estado. Sobre o diálogo, o governador
Flávio Dino é, foi e sempre vai estar aberto ao diálogo. Pode-se ter certeza de
que os sindicatos, procurando as vias corretas, serão atendidos para serem
ouvidos”, ressaltou o líder do Governo.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 5/fev/2015

Ex-presidente do SFPVEMA deixa dívida gigantesca com INSS, denuncia atual diretoria

O ex-presidente do Sindicato dos
Funcionários Públicos Vigilantes do Estado do Maranhão (SFPVEMA), Orlando
Pavão, deixou uma dívida gigantesca da entidade com o Instituo Nacional de
Seguridade Social (INSS).

Os primeiros levantamentos, feitos pela
contabilidade da atual gestão do SFPVEMA, dão conta de um montante de quase R$
150 mil de débitos com o INSS, fruto da gestão desastrosa e corrupta do
ex-presidente e sua turma.

A dívida se acumulou ao longo da gestão
de Orlando Pavão, que descontava o INSS dos funcionários do sindicato mas não
fazia o devido recolhimento à Previdência, assim como não honrava os 20%
patronal referente aos encargos sociais da folha de pagamento.

O resultado é que, além de deixar uma
dívida absurda para as condições financeiras do SFPVEMA, os funcionários do
sindicato estão impedidos de solicitar benefícios da Previdência Social como o
auxilio doença, auxilio maternidade, seguro desemprego etc.

O atual presidente do SFPVEMA, Roberval
Jansen, disse que nunca podia imaginar que a irresponsabilidade dos ex-gestores
do sindicato chegasse a este ponto. Ele já determinou ao contador do sindicato
para que a situação seja resolvida através do parcelamento da dívida, mas que
irá denunciar o senhor Pavão ao Ministério Público para responder pelos
desmandos no período em que esteve à frente da entidade.

“A irresponsabilidade da gestão do
Orlando Pavão não se limitou apenas a malversar os recursos do sindicato ou
fazer todo tipo de manobra, inclusive empréstimos suspeitos para se locupletar
com o poder. Ele e sua turma prejudicaram também os funcionários da casa ao
descontar o INSS no contracheque e não recolher à Previdência, e o resultado é
uma dívida de quase 150 mil reais do sindicato. Já determinei que o nosso
contador parcele o débito no maior número de mensalidades permitidas pela
legislação para regularizarmos a situação, assim como acionarei o nosso
jurídico para representar o senhor Orlando Pavão no Ministério Público por mais
esse absurdo cometido na sua gestão”,
disse.

Refeita Federal – A contabilidade do
sindicato já avisou ao presidente Roberval Jansen que existem débitos também
com a Receita Federal.  As primeiras buscas dão conta de multas, taxas e
tributos não pagos pela gestão temerária de Orlando Pavão.

Possivelmente, já na próxima semana, a
direção do SFPVEMA possa conhecer o tamanho do estrago feito pelos ex-gestores
do sindicato também no âmbito da Receita Federal.

 

1 1.906 1.907 1.908 1.909 1.910 2.795

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