A ex-governadora Roseana Sarney (MDB), pelo visto, ainda nutre esperança de voltar ao comando do Estado do Maranhão. Pelo menos é o que sugere um novo grupo de WhatsApp “Roseana governadora 2022”.
A iniciativa da filha de José Sarney, quatro vezes governadora, sendo uma dela por conta de um golpe judicial que derrubou o governador Jackson Lago (PDT) em 2009, pelo visto, não agradou muitas pessoas que foram incluídas sem serem consultadas e estão pulando fora.
Nada de mais a extensa lista dos que saíram e continuam saindo do grupo não fosse o fato do nome do grupo reacender a possibilidade de Roseana se candidatar novamente ao governo, conforme defende setores do MDB, partido comandado por ela no Maranhão.
Ao permitir a criação do grupo “Roseana governadora 2022”, os idealizadores só não contavam com reações nada abonadoras de alguns incluídos sem permissão, que se encarregaram de lembrar que o grupo Sarney é coisa do passado, já morreu.
O vice-presidente do MDB, deputado estadual Roberto Costa, em diversas entrevistas, inclusive a este blog, sempre alentou a possibilidade dela ser candidata ao governo, embora os índices de rejeição aferidos pelos institutos de pesquisas sejam bastante elevados.
Como em período de pré-campanha, onde os partidos buscam melhores composições que lhe permitam participar de futuras administrações, a iniciativa da ex-governadora está sendo vista como uma forma do MDB sentar à mesa de conversações tendo como respaldo a possibilidade de apresentar candidato próprio.
A ex-governadora precisa ser mais clara quanto a sua pretensão para as eleições deste ano, pois corre o risco de cair no descrédito. Já declarou publicamente que será candidata a deputada federal e agora surge esse grupo sugerindo que será candidata ao governo.
Tem muita gente acreditando que tudo não passa de mais uma manobra do MDB, já que Roseana estaria decidida a concorrer um mandato na Câmara Federal.
Por Lucas Vasques – Que a Lava Jato nunca foi imparcial, todos sabemos. Porém, novas mensagens divulgadas pela Carta Capital, em reportagem assinada por Glenn Greenwald e Victor Pougy, mostram que a operação também conspirou contra os irmãos Ciro Gomes (PDT) e Cid Gomes (PDT), que sofreram recente operação de busca e apreensão por parte da Polícia Federal (PF).
As conversas flagradas pela Vaza Jato apontam procuradores planejando maneiras de usar os poderes que têm para obter e vazar à imprensa informações que constrangedoras sobre críticos.
Além dos irmãos Gomes, foram citados nas conversas o ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que se opunha a partes do pacote anticrime e da agenda do então ministro da Justiça, Sergio Moro, além de Marcio Chaer, editor e dono do site de notícias jurídicas ConJur.
Os procuradores da Lava Jato há muito tempo consideram Ciro e Cid seus inimigos políticos. Ciro, em particular, criticou, reiteradamente, a operação e o ex-juiz Moro. Nas mensagens, integrantes da força-tarefa, mencionando essas críticas, perguntam se havia algo que pudesse ser utilizado contra Ciro no material investigado.
No dia 13 de fevereiro de 2019, no grupo chamado “Filhos do Januário 4”, a procuradora Laura Tessler encaminhou mensagem, indagando se havia algo contra Ciro, e acrescentou que estaria “louquinha pra fazer uma visita pra ele”.
Um dos seus colegas respondeu que Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, tinha feito acusações contra Ciro em sua delação premiada, mas que depois voltou atrás. Outra procuradora, Jerusa Viecilli, emendou: “Acordo da Galvao tem”. Laura Tessler comemorou: “Massa!”.
Laura Tessler ficou famosa por ter ironizado a doença da ex-primeira-dama Marisa Letícia, após o ex-presidente Lula afirmar que a saúde dela piorara em consequência da perseguição da Lava Jato.
Meses depois, quando o ex-presidente reivindicava seu direito assegurado por lei de deixar a prisão para ir ao enterro do irmão, Laura foi contra, chamando o pedido de “mimimi”.
A procuradora Jerusa Viecili, por sua vez, também teve divulgadas conversas em que ironiza a morte de D. Marisa. Ela se desculpou publicamente com Lula depois da divulgação.
“Todos esses exemplos servem de alerta. Está claro que o lavajatismo ainda não foi superado pelas instituições brasileiras. Pelo contrário, esse tipo de subterfúgio se espalhou por essas instituições, deixando de ser exclusividade da ‘República de Curitiba’ e passando a ser adotada por indivíduos agindo por motivações próprias. O sistema político e a população estão à mercê de agentes públicos dispostos a usar seu poder para interferir nas eleições. É preciso estar atento”, destacou a reportagem.
Ciro Gomes afirmou que a denúncia é “mais uma prova de que a organização criminosa comandada por Moro e Dallagnol transformou a estrutura da justiça em um covil de milicianos. O tempo está servindo para desmascarar este método nefasto, mas seus efeitos, infelizmente, ainda vão perdurar. A operação abusiva que sofri recentemente é um reflexo tardio deste lavajatismo que ainda sobrevive”.
Procurador sugeriu que Moro instigasse campanha contra Maia nas redes sociais
Outro exemplo: Em reposta a uma reportagem publicada na Folha de S.Paulo, postada por Deltan Dallagnol, o grupo de procuradores lamentou por Sergio Moro não agir com a veemência necessária contra o então presidente da Câmara, Rodrigo Maia.
“Incomodou Maia o fato de Moro ter dito na manhã desta quarta que seu projeto poderia tramitar ao mesmo tempo que a Previdência na Câmara. O desejo do governo é que isso desde logo fosse encaminhado às comissões para os debates”, segundo a Folha.
A reação foi imediata: “FDP”, respondeu o procurador Athayde Ribeiro Costa em relação à notícia: “Maia está gostando do poder e com o governo fraco colocou as mangas de fora”.
A procuradora Jerusa Viecili concordou: “Nessa confusão toda que virou o pais [sic]. Maia vai crescendo. Até pelas trapalhadas do executivo que acabam atingindo e diminuindo o prestígio de Moro”.
O procurador Orlando Martello sugeriu que Moro instigasse uma campanha contra Maia nas redes sociais, a exemplo do que ocorria com Gilmar Mendes: “Moro poder vir[ar] o jogo, jogar a sociedade contra Maia”.
O procurador Antônio Carlos Welter foi mais além, pois achava que uma campanha atacando a reputação de Maia não bastaria. Seria necessário mobilizar o poder do Ministério da Justiça e da Polícia Federal contra Maia: “Ele tem que virar o jogo trabalhando com MJ. Se a briga for pelas redes sociais, vai ser outra ‘m’. Tem que criar uma pauta positiva. Botar a PF para trabalhar”.
Rodrigo Maia comentou as mensagens: “Essa pequena parte das conversas da Vaza Jato é a prova que existia uma organização criminosa, comandada pelo ex-ministro Moro, que contava com vários procuradores e parte do Ministério Público. A forma como eles agiam era tentar constranger as pessoas através das redes sociais, inclusive usando o aparelho do Estado brasileiro, o que é crime”.
“A Lava Jato tentou ocupar o aparelho do Estado brasileiro. São milicianos da mesma forma. O que vemos é que foi montada uma organização criminosa para avançar em cima das instituições para que esse grupo tomasse o poder. A filiação do ministro Moro, e principalmente a do Deltan, é a prova disso”, acrescentou.
Editor do site Conjur também foi alvo de perseguição
A força-tarefa da Lava Jato atacou, também, um jornalista, crítico da operação. Em 14 de fevereiro de 2019, um dia após a discussão sobre Ciro, os procuradores falaram do jornalista Márcio Chaer, editor do Conjur, site especializado na cobertura jurídica.
Um dos procuradores indagou se alguém teria alguma informação sobre Chaer. Paulo Galvão respondeu: “Pilantra”.
O promotor comentou que material potencialmente incriminador contra Chaer foi encontrado em uma investigação e já vazado, mas lamentou a pouca repercussão do assunto. “Acho até que vale a pena divulgar novamente, no momento certo”, disse.
Chaer declarou acreditar ser natural que os procuradores reajam quando são expostos. “Acho até espantoso que eles não tenham sido mais ofensivos, dado o grau de irresponsabilidade e amadorismo com que eles sempre acusaram seus alvos. Não tenho problema em debater sobre minha vida profissional, empresarial ou pessoal. O que está em questão é a desonestidade de policiais, procuradores e juízes que adotaram a mentira como ferramenta de trabalho. O centro de tudo são as práticas jurídicas corruptas que esses agentes cometeram”. (Revista Fórum)
Pré-candidato ao Governo do Estado pelo PSD, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, embora sem fazer alarde, continua conversando com lideranças da capital e interior do Maranhão que possuem afinidade de propósitos, ou seja, um Maranhão melhor para todos.
“A nossa pré-candidatura ao governo é de todo o Maranhão, e cada vez mais temos conseguido reunir pessoas que têm o mesmo propósito do nosso, que é de transformar para melhor a vida da população”, diz Edivaldo em mensagem nas redes sociais.
Os contatos que tem feito no interior do estado com ex-prefeitos, presidentes de Câmara Municipais, vereadores e lideranças comunitárias neste período da pré-campanha lhe proporcionaram ainda mais confiança no projeto de governar o Maranhão.
Político sério, transparente, humilde, carismático e sem qualquer mancha em sua trajetória política, Edivaldo vai intensificar a campanha a partir de fevereiro, quando deve montar uma arrojada agenda de visitas aos municípios para estreitar ainda mais o contato com as comunidades.
Primeiro pré-candidato a ser lançado oficialmente, Edivaldo está consolidado como a terceira via na disputa pelo Governo do Maranhão. Ele tem externado sua confiança que estará no segundo turno, independente de quem seja o adversário.
Uma entrevista do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, ao portal de notícias Uol, nesta segunda-feira (24), acrescentou mais um obstáculos às pretensões do senador Weverton Rocha (PDT) de contar com o apoio do partido do ex-presidente Lula. Segundo Lupi, a candidatura do ex-ministro Ciro Gomes à presidência da República vai até o final da eleição, sem possibilidade de desistência.
As declarações do presidente nacional do PDT apresentadas em destaque pelo portal UOL praticamente jogaram por terra todo o esforço que o pré-candidato do partido ao governo do Maranhão vem fazendo para contar com o apoio de Lula e do PT, uma vez que a legenda pedetista terá Ciro candidato a presidente, o que impede qualquer aliança formal com os petistas no Estado.
Embora setores ligados ao senador Weverton insistam em afirmar que a questão com o PT ainda está aberta, é fato que aproximação cada maior do PT com o PSB, que no momento costuram uma aliança nacional e até a formação de um federação envolvendo outros partidos do campo da esquerda, aproxima cada vez os petistas de Carlos Brandão, que está de saída do PSDB e a caminho do PSB.
Logo após a entrevista de Lupi confirmando a candidatura de Ciro, o governador Flávio Dino teve um encontro com Lula, com a ex-presidenta Dilma e com a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, onde além das ações administrativas que Dino desenvolve no Maranhão foi assunto das conversações cenários políticos, conforme mensagem do governador publicada em rede social.
“Boa reunião nesta segunda-feira com o presidente Lula, com a presidenta Dilma e com a deputada Gleisi, presidenta nacional do PT. Conversamos sobre ações administrativas que estamos executando no Maranhão e sobre cenários políticos”, diz a mensagem do governador do Maranhão ilustrada com um fotografia.
Com as cúpulas nacionais do PSB e do PT caminhando a passos largos para concretizar a aliança e com Carlos Brandão já com um pé na legenda socialista, são cada vez mais evidentes os sinais de que o senador do PDT perdeu mais essa batalha para o vice-governador, que assim vai ampliando apoios partidários e acumulando forças para representar o grupo governista na eleição de outubro próximo.
A reunião do dia 31 deverá confirmar Brandão como candidato a governador com aval de Dino e Lula, do PT e da grande maioria dos partidos que integram a base de sustentação do governo. Já o PDT e seu candidato a governador (tudo indica que não vai recuar) devem seguir seu caminho e montar palanque para Ciro Gomes, um político bastante preparado, mas sem densidade eleitoral no Maranhão.
Pelo tom dos discursos de dirigentes petistas no encontro que tiveram com o vice-governador semana passada na sede do diretório estadual, tudo indica que a vaga de vice na chapa está reservada para o PT. Os deputados Zé Carlos da Caixa, Zé Inácio e o secretário de Educação Felipe Camarão são os favoritos para compor a chapa que terá Brandão governador e Flávio Dino senador.
A semana começa com todas as atenções voltadas para a reunião que definirá o candidato ao Governo do Estado da aliança liderada pelo governador Flávio Dino (PSB). Ao longo dos próximos dias deverão ser intensas as conversações visando a manutenção da unidade do grupo, mas o ambiente indica que o tão sonhado consenso em torno de um único nome continua muito distante e dificilmente será alcançado.
O prazo para que os partidos debatessem internamente sobre a possibilidade de unidade do grupo está se esgotando sem sinal de entendimento. O candidato do PDT, senador Weverton Rocha, continua irredutível em seu projeto de disputar a eleição com ou sem apoio do governador, que já externou sua preferência pelo vice-governador Carlos Brandão, que está trocando o PSDB pelo PSB para facilitar aliança com o PT.
Os dois principais pré-candidatos da base governista chegam à reta final da reunião sem abrir mão de suas convicções e sem o menor sinal de que suas divergências possam evoluir para o entendimento, ainda que exista um exército de articuladores tentando convencer o representante do PDT a desistir de sua ambição, se reagrupar e evitar risco do grupo perder o comando do Estado.
Carlos Brandão mantém situação de vantagem em relação ao concorrente do PDT. Além de ter ao seu lado o governador Flávio Dino, maior liderança política do Estado, deve contar em seu palanque também com a maior liderança política do país, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. PT e PSB firmaram acordo para as eleições presidenciais que passa pelo apoio do PT ao candidato do PSB no Maranhão.
O vice-governador, que deve oficializar sua filiação ao PSB nos próximos dias, conta ainda com os apoios da maioria dos partidos que integram a aliança, da maioria da bancada federal, mais da metade da bancada estadual, dezenas de prefeitos e deve ter seu nome confirmado na reunião do dia 31, quando os partidos irão bater o martelo sobre o candidato.
O senador do PDT, fragilizado com a perda do PT, partido que pretendia ter em seu palanque, mas que fechou compromisso com o PSB e vai apoiar Brandão, por sua vez, se mantém na disputa, embora sabendo que se insistir na candidatura será por conta própria.
Com todas as apostas apontando para Brandão, resta saber qual será a reação de Weverton, já que continua afirmando aos seus aliados que seu projeto não tem recuo e que será candidato de qualquer jeito. É aguardar para vê até onde vai a insistência do senador, pois enfrenta resistência até em seu partido.
Ainda restam sete dias para a decisão final, mas nos bastidores da sucessão já não exista mais esperança quanto a possibilidade de unidade. Para o deputado federal Bira do Pindaré (PSB), no entanto, todos os esforços continuarão sendo feito até reunião para manter o grupo unido, embora reconheça a dificuldade.
O deputado federal e presidente estadual interino do PSB, Bira do Pindaré, disse ontem em entrevista ao programa Contraponto, da Rádio Timbira AM, que as portas do partido estão abertas para receber o vice-governador Carlos Brandão, que está de saída do PSDB.
Segundo Bira, o convite ao vice-governador foi feito, as conversações foram positivas e Brandão está apenas acertando seu desligamento do PSDB sem trauma e com a garantia de que terá os tucanos em seu palanque com a mudança de sigla.
Brandão visitou esta semana a sede do PT, recebeu manifestação de apoio de dirigentes e parlamentares do partido e seu gesto foi interpretado nos bastidores da sucessão como mais um passo para uma aproximação ainda maior com os petistas, que podem indicar o vice de sua chapa.
PT e PSB avançaram nas discussões visando concretizar a aliança nacional que apoiará a candidatura de Lula à presidência da República, tendo como desdobramento dessas discussões o apoio dos petistas aos candidatos socialistas em alguns estados, entre os quais o Maranhão.
Como Brandão é filiado ao PSDB, legenda historicamente adversária do PT, Lula disse em entrevista que seria muito difícil ele apoiar um candidato tucano, o que levou o PSB, partido do governador Flávio Dino, abrir as portas para recebê-lo.
E nesta quinta-feira Bira do Pindaré confirmou o que o blog vem afirmando: Brandão será candidato a governador pelo PSB com Lula e o PT em seu palanque, o que aumentará ainda mais sua musculatura política e eleitoral. Lula e Flávio Dino lideram todas as pesquisas para presidente e senador.
O candidato do PDT, Weverton Rocha, que fez de tudo para ter o apoio do PT e viu seu projeto ir por água a baixo, perdeu mais uma batalha para Brandão, que desta forma vai consolidando sua candidatura e retirando da frente os obstáculos.
A filiação de Carlos Brandão ao PSB é questão de dias. É aguardar para conferir.
Durou muito pouco a alegria de aliados do senador Weverton Rocha com a declaração do ex-presidente Lula revelando a dificuldade de apoiar um candidato do PSDB na sucessão para o governo do Maranhão. Na tarde desta quinta-feira, as cúpulas nacionais do PT e PSB reunidas em Brasília decidiram fechar acordo e marchar juntos nas eleições de outubro próximo incluindo na negociação o apoio mútuo das duas legendas nas disputas estaduais.
Ainda na tarde de ontem o vice-governador Carlos Brandão, que está em vias de se filiar ao PSB, visitou a sede ao PT em São Luís, onde foi acolhido pela direção atual e recebeu manifestação de apoio de dirigentes e dos secretários do partido que integram o primeiro escalão do governo, numa clara demonstração de que a reunião de Brasília já surtiu os primeiros efeitos no Maranhão, que deve ser incluído no rol de prioridades dos socialistas que vão disputar governos estaduais.
A decisão do PSB abrir as portas para o candidato do governador Flávio Dino e garantir a presença do PT no palanque de Brandão, provocou reação de alguns petistas que pretendiam levar o partido para o candidato do PDT. O militante Márcio Jardim, por exemplo, usou as redes sociais para criticar a transferência do vice para o PSB para ter os petistas no seu palanque, já dando como certo a derrota do candidato apoiado por ele na disputa interna.
Ressentido por ter sido demitido por Dino da Pasta de Esporte, Jardim fez de tudo para levar o partido para o pedetista, mas como no PT nada se decide no Estado e sabendo ele que a mudança de legenda e o compromisso do PT e PSB caminharem juntos nas eleições deste ano sepulta qualquer esperança de vê seu desejo realizado, resolveu espernear.
Brandão se sentiu a vontade com a recepção do petistas. “Agradeço a todos do PT do Maranhão pela nobre acolhida. Palavras de apoio e de motivação que me deixam confiante de que estamos no caminho certo; o da unidade política”, disse o vice em sua rede social após o encontro.
E pelo tom dos discursos, Carlos Brandão continua tendo ampla maioria dos dirigentes, o que deve ser fundamental no encontro estadual do PT que vai decidir sobre estratégia eleitoral e bater o martelo referendando a aliança com o PSB e do seu candidato a governador.
Como o PT somente vai tornar oficial sua posição sobre sucessão no encontro estadual, os discursos seguiram o exemplo do presidente ausente no encontro Augusto Lobato e declararam apoio pessoal, como foi o caso do secretário de Educação Felipe Camarão, um dos cotados para compor a chapa como vice.