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  • Jorge Vieira
  • 7/fev/2022

Esvaziamento do grupo de Weverton Rocha na Assembleia chama atenção

Mesmo com todo prestígio que o presidente da Assembleia Legislativa Othelino Neto tem junto aos parlamentares, sua coletiva de imprensa para a mudança do PCdoB para o PDT foi esvaziada. Compareceram apenas seis, dos 42 deputados estaduais.

Pode se creditar o baixo quórum a presença do senador Weverton Rocha (PDT), pré-candidato ao governo do Estado. Em momento de muitas articulações políticas, em que o seu oponente, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) começa a angariar apoios, escolher o lado mais frágil é dar um tiro no pé.

Talvez por isso, apenas os deputados mais alinhados a Weverton, como Glalbert Cutrim (PDT), Neto Evangelista (DEM), Ciro Neto (PP), Wendel Lages (PMN) e Ricardo Rios (PDT) acompanharam o evento.

A imagem da esvaziada coletiva só comprova a fragilidade do projeto de Weverton, que já tinha demonstrado enfraquecimento ao reunir apenas três partidos no lançamento da sua pré-candidatura.

Desta vez, nem o bom relacionamento de Othelino com os parlamentares conseguiu salvar Weverton do notório esvaziamento que a sua pré-candidatura sofre.

  • Jorge Vieira
  • 7/fev/2022

Delegado Leonardo Diniz é o novo Secretário de Segurança do Estado

O governador Flávio Dino (PSB) anunciou nesta tarde de segunda-feira (7) o delagado Leonardo Diniz como o novo secretário de Segurança Pública do Estado em substituição a Jefferson Portela, que entregou o cargo.

O ex-secretário Jefferson Portela entrou em rota de colisão com o governador Flávio Dino após a definição do grupo governista pela pré-candidatura do vice-governador Carlos Brandão e entregou o cargo após declarar apoio à pré-candidatura do senador Weverton Rocha (PDT).

Portela, inclusive, deve ser candidato a deútado federal pelo PDT.

 

  • Jorge Vieira
  • 7/fev/2022

Presidente da Assembleia confirma filiação ao PDT

Em coletiva de imprensa nesta manhã de segunda-feira (7), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto, confirmou que está deixando o PCdoB para se filiar ao PDT. O ato de filiação, no entanto, somente será oficializado em março quando da abertura da janela partidária.

O comunicado do presidente da Assembleia foi precedido de uma conversa com o presidente do PCdoB, Márcio Jerry. Ele disse que tomou a decisão de mudar de legenda por não concordar com a opção do partido de declarar apoio à pré-candidatura do vice-governador Carlos Brandão (PSDB a caminho do (PSB).

“O PCdoB fez opção pelo vice-governador e eu por Weverton, portanto, não faria o menor sentido permanecer filiado ao PCdoB”, observou o presidente do Poder Legislativo, ressaltando que o PDT tem uma história marcada no Brasil e no Maranhão.

Ao lado de Weverton Rocha, Othelino disse que “neste momento sou candidato a deputado estadual, mas até as convenções poderá haver mudança de rota”, mas descartou qualquer possibilidade de está migrando para o PDT para ser vice na chapa de Carlos Brandão, embora tenha reafirmado seu apoio à candidatura de Flávio Dino ao Senado.

O senador do PDT, que também fez parte da coletiva e respondeu perguntas sobre apoio do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), que pertence a um partido da base de apoio de presidente Jair Bolsonaro, disse que vai procurar o chefe do Executivo municipal e que espera conta com seu apoio.

  • Jorge Vieira
  • 5/fev/2022

”Minha experiência e meu compromisso me credenciam a ser um bom governador”, diz Edivaldo

O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, pré-candidato ao Governo do Estado pelo PSD, partido liderado nacionalmente pelo ex-ministro Gilberto Kassab, está usando as redes sociais para contar um pouco de se trajetória política ao longo de 20 anos de vida pública e reafirmar seu projeto de governar o Maranhão a partir de janeiro de 2023.

“Como vocês já sabem, sou pré-candidato ao Governo do Maranhão. Mas vamos conhecer um pouco mais sobre como cheguei até essa missão e alguns dos meus propósitos. Minha história é limpa e estou inserido em um sólido projeto  com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do nosso Estado”, diz o ex-prefeito.

Dono de um currículo invejável e conquistas memoráveis, como foi a primeira vitória para prefeito de São Luís, em 2012, derrotando o então prefeito João Castelo que tentava a reeleição, Edivaldo diz que tem vocação para promover transformações sociais que  melhorem a vida das pessoas.

”Minha vocação é promover transformações sociais que melhorem a vida das pessoas, e esse é o meu propósito na construção de um Maranhão menos desigual com oportunidade para todos. Estou na vida pública há 20 anos. Já fui vereador por dois mandatos, deputado federal e prefeito de São Luís por dois mandatos. Minha experiência e meu compromisso me credenciam a ser um bom governador”, observa Edivaldo.

O pré-candidato do PSD diz ainda que está percorrendo o Estado conversando com lideranças e colhendo informações sobre cada região. “Estou viajando por todo o Maranhão, dialogando com as lideranças e a população. O nosso projeto para o Estado vem sendo construído ouvindo quem mais conhece os anseios e potencialidades de cada região”.

Político da nova geração, mas com vasta experiência em gestão pública, Edivaldo promoveu em São Luís uma verdadeira transformação urbana, o que lhe proporcionou elevados índices de aprovação e popularidade e o credenciou a disputar o mandato de governador.

 

  • Jorge Vieira
  • 4/fev/2022

“Não nasci dentro do Palácio dos Leões”, diz Weverton, que se elegeu deputado e senador com ajuda do governo

Em suas entrevistas e peças publicitárias, o senador Weverton Rocha (PDT) tem utilizado o discurso de que não nasceu dentro do Palácio dos Leões. O problema é que o seu histórico político diz exatamente o contrário.

Em 2010, quando ficou como suplente de deputado federal nas eleições, Weverton só conseguiu tal feito depois de comandar as secretarias de Esporte e Juventude do governo Jackson Lago, então governador do Maranhão. O pedetista assumiu o mandato com a eleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, em 2012.

Já como deputado, ele conseguiu se eleger em 2014. Mas foi em 2018, quando virou senador, que Weverton teve a maior ajuda dos Leões para a sua eleição. Atrás de vários outros candidatos em todas as pesquisas, o pedetista foi catapultado ao Senado por Flávio Dino, comandante do Palácio dos Leões.

Utilizar o discurso de que não nasceu no Palácio dos Leões é uma falácia de Weverton Rocha. Já que o seu histórico na política mostra que, se não fosse o governo, talvez hoje ele seria apenas um militante pedetista que nunca conseguiu um mandato. Como vários outros.

  • Jorge Vieira
  • 4/fev/2022

MDB caminha para compor aliança com Brandão

O deputado estadual Roberto Costa, vice-presidente do MDB e uma espécie de porta voz do partido tem sido frequentador assíduo do Palácio dos Leões e das solenidades de entrega de benefícios aos municípios pelo governador Flávio Dino (PSB) e comitiva, num claro sinal de alinhamento com o candidato da aliança governista que apóia a pré-candidatura do vice-governador Carlos Brandão (PSB).

Conforme especulam nos bastidores da sucessão, a ex-governadora Roseana Sarney estaria decidida a sepultar de vez o projeto de disputar o Governo do Estado, confirmar sua candidatura a Câmara Federal e declarar apoio do seu partido ao vice-governador que substituirá Flávio Dino a partir de 31 de março quando o chefe do Executivo vai se desincompatibilizar para concorrer ao Senado.

Ainda não existe definição de quando se dará o anúncio da adesão ao projeto Brandão governador, mas as representações do MDB na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal já estão praticamente incorporadas à aliança governista. No legislativo maranhense os três deputados do partido, Arnaldo Melo, Socorro Waquim e Roberto Costa, mantém perfeita sintonia com o Palácio dos Leões, enquanto os dois deputados federais, Hildo Rocha e João Marcelo já manifestaram apoio a Carlos Brandão.

Com a base legislativa e dirigentes do MDB pressionando por definição, conforme já adiantou ao deputado Roberto Costa, até o final deste mês de fevereiro o partido deve anunciar sua posição oficial, mas ao que tudo indica a decisão já estaria tomada e deverá ser anunciada em breve pela presidente da legenda.

Para quem acompanha o processo sucessório e seus bastidores, Roseana, na verdade, nunca esteve interessada em concorrer a mais um mandato de governadora, alimentou a brincadeira para que o MDB tivesse algum trunfo ao sentar à mesa para negociar sua entrada na aliança liderada pelo governador. Especula-se que o partido pretende até participar do futuro governo de Brandão.

Brandão será efetivado no cargo dia 31 de março e deve promover mudanças administrativas por conta da necessidade de desincompatibilização de vários secretários que vão disputar mandato. Só para citar alguns exemplos, Márcio Jerry (SECID), informou a um grupo de jornalistas na abertura dos trabalhos do Poder Legislativo que sai junto com Flávio Dino e o secretário Simplício Araújo, pré-candidato ao governo, já colocou o cargo a disposição.

Apesar do deputado Roberto Costa, sempre que é questionado sobre o assunto sair pela tangente afirmando que o partido continua conversando com todos os pré-candidatos, seus movimentos em direção ao candidato do Palácio dos Leões é público e notório, mas caberá a Roseana o anuncio oficial, falta apenas definir quando.

  • Jorge Vieira
  • 3/fev/2022

Sem PT, Lula e Flávio Dino, candidatura de Weverton começa esvaziar

Após ver o ex-prefeito de Codó, Francisco Nagib (PDT), declarar apoio ao vice-governador Carlos Brandão (PSB) na corrida ao Palácio dos Leões, o senador Weverton Rocha, pré-candidato ao Governo do Estado, deverá contabilizar novas perdas de lideranças que poderão abalar ainda mais a base do seu projeto político.

O pré-candidato do PDT, que ainda se esforça para aparecer em fotografias ao lado do governador, como ocorreu na sessão solene de abertura dos trabalhos do Poder Legislativo nesta quarta-feira (2), já perdeu o PT e está de saída o PP do deputado André Fufuca. O senador tenta reverter a situação junto aos caciques do Centrão, mas a causa parece perdida.

Outra legenda que deve dar adeus ao projeto do pedetista é o DEM, que está em processo de fusão com PSL para se transformar em União Brasil e deverá ser comandado no Maranhão pelo deputado Pedro Lucas Fernandes, que está só aguardando a abertura da janela partidária para deixar o PTB.

Pedro Lucas e André Fufuca, segundo fontes do blog, já estariam com os dois pés no palanque de Brandão, elevando ainda mais o número de legendas da aliança que apoiam a pré-candidatura do vice de Flávio Dino, ao mesmo tempo em que constitui mais um revés para o candidato do PDT, que num tom bem arrogante disse ao titular deste blog: “eu vou ser governador”. Só falta combinar com o eleitor.

Em política tudo é possível, até boi voar, por isso a vidência do senador não deve ser descartada, porém, a cada perda política se torna cada vez mais difícil ser concretizada, ainda mais quando ronda o senador a possibilidade de outra perda considerada significante. Segundo comentam nos bastidores da sucessão, o próximo a abandonar a barca será o partido Republicano, do deputado federal Cleber Verde.

Ciente de que as coisas não andam bem para seu lado desde que resolveu abrir dissidência e não aceitar o que decidiu a maioria dos dirigentes da aliança liderada por Flávio Dino, de apoio a Carlos Brandão, Weverton tenta em Brasília reverter o quadro, porém não está nada fácil e a tendência é que seu projeto pessoal seja esvaziado.

E até as convenções partidárias que deverão serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto para consolidação das candidaturas ainda tem muito tempo e novas surpresas não estão descartadas.

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