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  • Jorge Vieira
  • 21/fev/2013

MPF identifica caos na educação indígena e cobra providências do Governo do Maranhão

Reunião que avaliou a evolução das propostas
O
Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA), reunido com representantes da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Fundação
Nacional do Índio (Funai) e lideranças indígenas Krikati e Guajajara, na quarta-feira (20), cobrou do governo a execução das propostas de melhorias na educação indígena, firmado
com o Estado do Maranhão, no ano passado, por meio do Termo de Ajustamento de
Conduta (TAC).
O acordo
com o Estado é para buscar a solução de problemas identificados pelo MPF na
educação indígena no Maranhão, como péssimas condições de funcionamento das
escolas indígenas, o inadequado fornecimento de material didático pedagógico, a
ausência de um projeto pedagógico específico e a inexistência de formação e
capacitação de professores.
O
procurador da República Alexandre Silva Soares, que coordenou a reunião, explica
que, além dos problemas de estrutura nas escolas indígenas, há ausência de
diretrizes pedagógicas específicas para a educação, que deve corresponder a
ações específicas e diferenciadas considerando as diversidades de culturas e
tradições dos vários povos indígenas do Maranhão.
A pauta
desta reunião foi voltada para tratar da elaboração do Projeto Pedagógico
específico e diferenciado para atender as necessidades educacionais dos
indígenas e a formação e capacitação do magistério, inclusive com estudos
visando a criação da função de professor indígena. 
Algumas
medidas firmadas para solucionar os problemas de estrutura e condições de
funcionamento das escolas indígenas, já tiveram seus prazos vencidos, e o MPF
já notificou a secretaria pelo descumprimento do acordo.
Para a
coordenadora regional do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), os problemas
da educação indígena no Maranhão já existem há muito tempo e precisam caminhar
para uma solução. “Com esta reunião nós renovamos nossas esperanças e esperamos
que com esta intervenção do MPF os problemas sejam solucionados pela
secretaria”.
A reunião
contou, também, com a participação de representantes da Universidade Federal do
Maranhão (Ufma), Universidade Estadual do Maranhão (Uema), Instituto Federal do
Maranhão (Ifma), e outras entidades voltadas para as questões indígenas. 

  • Jorge Vieira
  • 21/fev/2013

Criatividade e inovação são características da marca da gestão municipal

A Prefeitura de São Luís apresentou, na manhã desta
quinta-feira (21), a marca e o slogan da nova gestão. Ao fazer a abertura da
cerimônia de lançamento, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior ressaltou que a
nova identidade visual agrega o compromisso da gestão municipal de ‘governar de
braços dados por São Luís’. “Elaboramos uma marca bem trabalhada, bonita, que
simboliza um governo participativo”, disse.
A nova identidade visual foi desenvolvida pela agência
Clara Comunicação, a partir de um conjunto de informações apresentadas pela
Secretaria de Comunicação (Secom) da Prefeitura. O secretário municipal de
Comunicação, Márcio Jerry, fez a exibição das peças à imprensa e convidados no
Palácio La Ravardière.
A nova identificação do governo passa a ser utilizada em
envelopes, placa de sinalização, veículos, uniformes, outdoor e outras peças
institucionais.
Na explanação realizada aos presentes, Jerry explicou que
a marca da Prefeitura de São Luís foi desenvolvida com base em pesquisas
qualitativas e critérios técnicos e traduz o movimento contínuo do trabalho da
nova administração.
“A seleção contou a participação de várias agências e
dentro de uma avaliação técnica e pesquisa qualitativa, chegamos à marca
escolhida, sintonizada com o momento de otimismo e alegria com o novo governo e
os compromissos de gestão. Ela transmite harmonia, inovação, vivacidade”,
explicou Márcio Jerry.
Inspirada nas cores do brasão da Prefeitura de São Luís,
a marca apresenta entre suas características o conceito de juventude e novo em
sua forma. O slogan “Prefeitura e você, construindo um novo caminho”,
sintetiza a ideia de força e traduz o compromisso da administração de realizar
um governo democrático, participativo e mais próximo da população.
O titular da Secom enfatizou que o traçado das letras
coloridas da logomarca compõe um movimento permanente sincronizado, um apelo
juvenil e de renovação “apontando um caminho novo para a cidade, construído
através de um verbo positivo, com energia, vitalidade”.
“Moderna, criativa, associada ao símbolo da renovação,
esta marca do governo identifica o esforço do prefeito Edivaldo em reconstruir
a cidade; transmite a alegria deste momento otimista de grandes possibilidades
e de compromissos que serão integralmente cumpridos nos próximos quatro
anos”, delineou Márcio Jerry.
Acompanharam a apresentação os secretários Raimundo Penha
(Esporte), Tati Lima (Informação e Tecnologia), Milton Calado (adjunto de
Governo), Robson Paz (adjunto de Comunicação) e os assessores especiais Geraldo
Castro e Ednaldo Neves.
Significado das
cores
O verde representa as energias da natureza, da vida,
esperança e perseverança. Simboliza renovação, fertilidade, crescimento e
saúde.
O vermelho é o simulacro de emoção e sentimento. A cor
simboliza também força, virilidade, dinamismo e liderança.
O amarelo é uma cor que desperta, que expressa leveza,
descontração, otimismo, clareza, transparência. Simboliza criatividade,
jovialidade e alegria.
O azul é a cor do espírito e do pensamento. Simboliza a
lealdade, a fidelidade e personalidade. Representa também o ideal, a fé, a
confiança e o sonho empreendedor.
A marca denota, portanto, o perfil de uma gestão centrada
ao mesmo tempo na tradição (as fitas) e na modernidade (as cores), binômio
forjado na união pelo trabalho (letras contínuas) e na inclusão sociocultural
(atributos definidos no slogan “Prefeitura e você, construindo um novo
caminho”).

  • Jorge Vieira
  • 21/fev/2013

TCE condena ex-prefeito de Urbano Santos a devolver mais de R$ 11 milhões

Aldenir Santana terá que devolver R$ 11 milhões

Em sua primeira sessão pós-carnaval, o Tribunal de Contas do
Estado (TCE-MA) voltou condenar gestores maranhenses a devolver grandes somas
ao erário. No maior dos casos, o ex-prefeito de Urbano Santos, Aldenir Santana
Neves, teve reprovada sua prestação de contas relativa ao exercício de 2007,
sendo condenado a devolver ao erário a espantosa soma de R$ 11,4 milhões.
Esse total está dividido da seguinte forma: R$ 4,9 milhões
dizem respeito às contas da administração direta, julgadas irregulares com
multas cujo total chega a R$ 1,056 milhão. Outros R$ 4,7 milhões são verbas
federais do Fundeb, cuja tomada de contas também foi julgada irregular, com
multas no total de R$ 957,3 mil. Por fim, R$ 1,8 milhão pertencem ao Fundo
Municipal de Saúde (FMS), cujas contas o Tribunal também julgou irregulares,
com multas no total de R$ 384 mil.
Pesa ainda sobre o prefeito um débito de R$ 266 mil
decorrente do julgamento irregular das contas do Fundo Municipal de Assistência
Social (FMAS), com multas que totalizam R$ 68,2 mil. Cabe recurso da decisão.
O segundo caso mais grave foi o do ex-prefeito de Sâo Mateus
do Maranhão, Francisco Rovélio Nunes Pessoa, que teve suas contas relativas ao
exercício de 2007 reprovadas pelo TCE, envolvendo contas de governo,
administração direta, Fundo Municipal de Saúde (FMS), Fundo Municipal de
Assistência Social (FMAS) e Fundeb.
Somente o débito
decorrente do julgamento irregular das contas de gestão chega a R$ 1,6 milhão,
acrescido do total de R$ 496,9 mil, decorrentes da reprovação das contas dos
fundos já mencionados. As multas impostas ao gestor em decorrência da
reprovação das várias contas que compõem a prestação de contas perfazem um
total de R$ 562,5 mil. Cabe recurso.
O TCE também reprovou as contas relativas ao exercício de
2008 apresentadas pelo ex-prefeito de Senador Alexandre Costa, Carlos Pereira
Machado, condenando o gestor a repor ao erário o total de R$ 269,3 mil. Além da
desaprovação das contas de governo e do julgamento irregular das contas de
gestão, foram julgadas irregulares as contas do Fundo Municipal de Saúde (FMS,
com multas no total de R$ 17 mil) e do Fundo Municipal de Assistência Social
(FMAS, com multa de R$ 6,3 mil).
As multas decorrentes do julgamento irregular das contas de
gestão (administração direta) perfazem um total de R$ 122,6 mil. Cabe recurso.
Já o  ex-prefeito de
Governador Edson Lobão teve suas contas relativas ao exercício de 2008 do Fundo
Municipal de Assistência Social (FMAS) julgadas irregulares, com débito de R$
96,2 mil e multas no total de R$ 12,2 mil.
Em grau de recurso, o TCE aprovou com ressalvas as contas de
governo e julgou regulares com ressalvas as contas de gestão de Nilton da Silva
Lima Filho (Anajatuba, 2006). Entre as câmaras municipais, o Tribunal julgou
regulares com ressalvas as contas de Sebastião Leocádio Sobrinho (Buriti Bravo,
1997).

  • Jorge Vieira
  • 21/fev/2013

Prefeitura convoca reunião com proprietários de casas noturnas

A Prefeitura de São Luís, por meio
das secretarias de Turismo (Setur) e Urbanismo e Habitação (Semuhr), realizará
reunião com proprietários de casas noturnas da cidade. O encontro está marcado
para a sede da Setur (Rua da Palma, nº 53, Centro), nesta segunda-feira (25),
às 9h30. O objetivo será apresentar aos empresários como funcionará a
fiscalização e os critérios para manterem estabelecimentos funcionando.
 A reunião terá as presenças dos
secretários de Turismo, Lula Fylho, e de Urbanismo, Felipe Camarão, além do
Promotor de Justiça Cabral Marques. A ação segue os preceitos e recomendações
do prefeito Edivaldo Holanda Júnior de buscar, constantemente, o diálogo com os
agentes econômicos e com a comunidade.
“Antes de sairmos fiscalizando é bom
que os empresários saibam o que iremos verificar e cobrar de cada um” destaca o
secretário Lula Fylho.
Felipe Camarão, titular da pasta de
Urbanismo, também ressaltou a importância de atividades prévias para
conscientizar os empresários da necessidade da ação. “Não podemos fazer
diferente, sabemos que são grandes geradores de emprego e devem ser tratados
com respeito. Não iremos ser negligentes, mas não atropelaremos a etapa do
diálogo” ressalta o secretário Felipe Camarão.
 A reunião conta com a parceria
do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado do Maranhão (Crea-MA)
e Ministério Público.

  • Jorge Vieira
  • 21/fev/2013

PT decide apoiar oficialmente Edivaldo

De forma surpreendente, a executiova municipal do PT decidiu na noite de quarta-feira (20) apoiar oficialmente a administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior.
O encontro foi dirigido pelo presidente municipal do partido, Luis Fernando Silva, o “Xetrepa”, aliado do vice-governador, Washington Luís Oliveira, que votou para participação do PT no governo municipal.
A executiva decidiu ainda autorizar o vereador Honorato a aceitar a liderança do governo na Câmara Municipal.O comunicado ao prefeito deverá ser feito ainda hoje.
Ao tomar conhecimento da decisão dos dirigentes municipais, o deputado Bira do Pindaré (PT) disse que considera importante sob o ponto de vista político.
“Eu considero muito importante essa decisão, até confesso que fiquei surpreso, mas tomara que seja o sinal de retomada do caminho do partido junto as oposições, que tem tem sido a nossa luta, e não apenas barganha para conseguir espaço no governo Roseana”, observou Bira. 

  • Jorge Vieira
  • 21/fev/2013

Prefeitura detalha situação financeira do município para vereadores

O quadro financeiro encontrado na Prefeitura de São Luís no início da atual administração foi apresentado por secretários municipais a todos os 31 vereadores, na tarde desta quarta-feira (20), no plenário da Câmara Municipal de São Luís.
Os secretários Rodrigo Marques (Governo), José Cursino Raposo (Planejamento), Sueli Bedê (Fazenda) e Osmar Filho (Assuntos Políticos) participaram da reunião de trabalho, solicitada pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior. Aos vereadores foram fornecidas informações pormenorizadas sobre o quadro financeiro do município.
“Expusemos aqui, a todos os vereadores, a situação crítica financeira e fiscal em que encontramos a Prefeitura, de modo que esta reunião foi da maior importância porque serviu como ponto de partida para uma discussão que se pretende que a partir de agora seja cada vez mais costumeira na agenda da atual administração”, declarou o secretário Rodrigo Marques.
Questionados pelos vereadores, os secretários José Cursino Raposo e Sueli Bebê forneceram dados técnicos sobre a arrecadação de tributos, dívidas, restos a pagar, pagamento de folha de pessoal e sobre serviços de fornecedores, e também sobre problemas crônicos especialmente nas áreas da educação, saúde e infra-estrutura.
“Fornecemos as informações essenciais sobre as receitas, despesas e principalmente sobre o estoque de restos a pagar, que beira a casa de R$ 1 bilhão”, afirmou o secretário José Cursino Raposo.
O secretário Rodrigo Marques ressaltou a importância da iniciativa do prefeito Edivaldo Holanda Júnior em apresentar à Câmara os detalhes da situação financeira do município. “Ele se colocou à disposição desta Casa, num gesto de respeito e transparência da nova gestão com o Legislativo municipal”, frisou. Ele ressaltou que “é uma diretriz do prefeito Edivaldo Holanda Júnior manter este diálogo e parceria com os vereadores, mediante a transparência”.
A postura transparente do governo foi destacada durante a reunião pelo presidente em exercício da Câmara, vereador Astro de Ogum (PMN), que elogiou a iniciativa inédita do prefeito em colocar o Executivo municipal à disposição para esclarecimentos de forma espontânea.
Rodrigo Marques informou ainda que, na próxima quarta-feira (27), será realizada uma audiência pública, também com a participação de representantes da Prefeitura de São Luís. De acordo com o que reza a Lei de Responsabilidade Fiscal, que preconiza que tem de haver audiências públicas nos meses de fevereiro, maio e setembro, para que o Executivo municipal apresente ao Legislativo o relatório da gestão fiscal de cada quadrimestre.

  • Jorge Vieira
  • 21/fev/2013

Mais de 1,5 milhão de eleitores faltosos podem ter o título cancelado em todo o Brasil

1.512.884 eleitores brasileiros que não votaram e
não justificaram a ausência nas três últimas eleições podem ter o seu título
cancelado. Para regularizar a situação, esses eleitores devem comparecer ao
cartório eleitoral no período de 25 de fevereiro a 25 de abril portando
documento oficial com foto, título eleitoral e comprovantes de votação, de
justificativa eleitoral e de recolhimento ou dispensa de recolhimento de
multa. 

A partir de quarta-feira (20), a relação das
inscrições passíveis de cancelamento ficará disponível nos cartórios eleitorais
para consulta pelos interessados. O eleitor também pode verificar se o seu
documento está sujeito a cancelamento no site do Tribunal Superior Eleitoral
(TSE), na opção “Serviços ao eleitor”.  

A Justiça Eleitoral ressalta que não será
expedido qualquer tipo de notificação ao eleitor, seja de forma impressa
(correspondência) ou eletrônica (e-mail), sobre a situação do título. O não
comparecimento ao cartório eleitoral para comprovação do exercício do voto, da
justificativa de ausência ou do pagamento das multas correspondentes implicará
no cancelamento automático do título de eleitor, que será efetivado de 10 a 12
de maio de 2013.

Se um eleitor deixou de votar no primeiro e no
segundo turno de uma mesma eleição, já serão contadas duas eleições para efeito
de cancelamento. Além disso, poderão ser contadas faltas às eleições
municipais, eleições suplementares e referendos. Não serão computadas as
eleições que tiverem sido anuladas por determinação da Justiça. Os eleitores no
exercício do voto facultativo – menores de 18 anos, maiores de 70 anos e os
analfabetos – não serão identificados nas relações de faltosos. As pessoas com
deficiência para as quais o cumprimento das obrigações eleitorais seja
impossível ou extremamente oneroso também não terão o título cancelado.

Números por estado

Maior colégio eleitoral do Brasil, o Estado de
São Paulo registra o maior número de eleitores que poderão ter o título
cancelado, um total de 372.441. Em seguida aparece o Rio de Janeiro, com
145.867, e Bahia, quarto colégio eleitoral do país, com 132.503.

Entre os municípios, São Paulo (capital) também
se destaca com o maior número de eleitores irregulares passíveis de
cancelamento do título: 117.996 no total. Em segundo lugar está a cidade do Rio
de Janeiro, com 46.462, e, em terceiro, Salvador, com 39.302.

As capitais com menos faltosos são Goiânia-GO e
Aracaju-SE (4), Maceió-AL (5) e Curitiba-PR (7). Porto Velho não tem nenhum
faltoso. 

Eleições anteriores

A atualização cadastral ocorre sempre no ano
posterior às eleições. Em 2011, 1.395.334 eleitores tiveram seus títulos
cancelados por não terem votado nem justificado a ausência nas três últimas
eleições realizadas até 2010. Em 2009, o total de títulos cancelados foi de
551.456, isso para os eleitores que completaram, nas eleições municipais de
2008, três eleições sem votar ou justificar a ausência. Em 2007, 1.640.317
documentos foram cancelados. Em 2006, ano posterior ao referendo realizado em
2005, a Justiça Eleitoral retirou dos seus cadastros 569.899 títulos
eleitorais. Já em 2005, foram cancelados 1.081.721 documentos, após o registro
das ausências ao pleito de 2004.

Consequências

Quem não regularizar a situação do título
eleitoral a tempo de evitar o cancelamento do registro poderá ser impedido de
obter passaporte ou carteira de identidade, receber salários de função ou
emprego público e obter certos tipos de empréstimos e inscrição.

A irregularidade também pode gerar dificuldades
para investidura e nomeação em concurso público, renovação de matrícula em
estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo e obtenção de
certidão de quitação eleitoral ou qualquer documento perante repartições
diplomáticas a que estiver subordinado.

1 2.452 2.453 2.454 2.455 2.456 2.809

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