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  • Jorge Vieira
  • 8/mar/2013

MPE esclarece fatos sobre não nomeação de aprovados em concurso em Santa Inês

A
promotora de justiça Flávia Valéria Nava Silva, da 1ª Promotoria de
Justiça de Santa Inês, emitiu comunicado, nesta quinta-feira, 7, em que
esclarece fatos relacionados à omissão do Poder Executivo Municipal em
continuar os atos de posse e nomeação dos candidatos aprovados no último
concurso público realizado no ano passado.
A Prefeitura de Santa Inês ofereceu 605 vagas em cargos de nível
fundamental, médio e superior no certame, cujo resultado foi homologado
no dia 25 de outubro de 2012.
Segundo a promotora de justiça, como a convocação dos aprovados, pelo
ex-prefeito Robert Bringel, começou a ser feita dentro do período
vedado pela Lei 9.504/97, que considera improbidade administrativa
nomeação de candidato durante o período eleitoral e até a posse dos
gestores eleitos, foi firmado Termo de Ajustamento de Conduta, para que
fossem suspensas as nomeações e posse dos aprovados.
O atual prefeito, Ribamar Alves, que determinou a realização de um
recadastramento do funcionalismo de Santa Inês, no início de janeiro,
anunciou que só irá nomear os aprovados após a conclusão desse
procedimento. A Prefeitura prometeu entregar à 1ª Promotoria o relatório
com os dados do recadastramento até o dia 18 de fevereiro, o que não
ocorreu.
Para a representante do Ministério Público, não há justificativa para
o gestor se recusar a nomear os aprovados. “Não existe qualquer vício,
procedimento perante o Ministério Público, ou ação judicial, que alegue
irregularidade no concurso”, comentou.
Uma Recomendação foi expedida ao prefeito no dia 21 de fevereiro,
para que desse início ao procedimento de nomeação e posse. Mas nenhuma
providência foi adotada.
Diante disso, a promotora Flávia Valéria ajuizou uma ação cautelar,
no dia 28 de fevereiro, em que requereu do Banco do Brasil e da Caixa
Econômica a relação dos servidores pagos pelas instituições e do
Município de Santa Inês a lista de todos os ocupantes de cargos,
concursados ou comissionados. Em atendimento, a juíza da 1ª vara de
Santa Inês  determinou o prazo de 96 horas para a entrega da
documentação, cujo prazo encerra no dia 11, segunda-feira.
Caso até essa data a Prefeitura de Santa Inês não tenha feito a
nomeação dos aprovados, a Promotoria deverá ingressar com as medidas
judiciais cabíveis.

  • Jorge Vieira
  • 7/mar/2013

São Luís terá R$ 100 milhões para pavimentação

São Luís é um dos municípios
selecionados para a segunda etapa do Programa de Aceleração do
Crescimento (PAC 2). A capital maranhense foi contemplada com recursos
da ordem de R$ 100 milhões para obras de pavimentação (revitalização de
ruas em bairros). O anúncio foi feito pela presidenta Dilma Rousseff
nesta quarta-feira (06), no Palácio do Planalto em Brasília, em reunião
que contou com a presença do prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

“Neste evento importante ao lado da
presidenta Dilma e de ministros, nós tivemos uma das propostas
selecionadas no PAC 2. São quase R$ 100 milhões que a Prefeitura de São
Luís terá direito a receber destinados a pavimentação, de forma que
esses recursos vão contribuir muito para a infraestrutura da nossa
cidade”, disse o prefeito Edivaldo.
Ao lado da ministra do Planejamento,
Miriam Belchior, do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, e outras
autoridades, a presidenta Dilma Rousseff anunciou a liberação de R$ 33
bilhões para projetos de pavimentação, mobilidade urbana e saneamento
básico.
Dos R$ 70 bi previstos pelo Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC) para cidades de médio porte, R$ 33 bi
começam a ser liberados. Do montante, R$ 16,8 bi vão para saneamento, R$
7,9 bi para mobilidade urbana e R$ 8,2 bi para pavimentação.
A cidade de São Luís teve proposta
inserida no Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2 (Eixo
Pavimentação e Qualificação de Vias Urbanas – 2ª etapa) no âmbito do
programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana –
Pró-Transporte. O município integra a lista de obras que foram
selecionadas no “Diário Oficial da União” desta quarta-feira.
Os investimentos assegurados pelo governo
federal à Prefeitura de São Luís têm a finalidade de qualificar vias
urbanas e melhorar a acessibilidade do espaço urbano da capital
maranhense, minimizando segregações espaciais e contribuindo para
promover a inclusão social.
“Nós podemos contribuir trabalhando
junto, a idéia central é ajudar vocês. Se nós juntarmos o dinheiro do
Governo Federal, dos governadores e dos prefeitos, nós damos um salto.
Esses valores irão acelerar alguns serviços essenciais”, disse Dilma.


  • Jorge Vieira
  • 7/mar/2013

Vereador chama beneficiados do “Minha Casa, Minha Vida” em S.J de Ribamar de forasteiros

Vereador defende cobrança do ITBI

Aconteceu de tudo na audiência pública que
discutiu, na tarde de quarta-feira (06), a falta de sensibilidade do prefeito
de São José de Ribamar, Gil Cutrim (PMDB) em cobrar ITBI das famílias carentes beneficiadas
pelo programa do Governo do Federal Minha Casa, Minha Vida.
São José de Ribamar, administrada pelo filho do
presidente do Tribunal de Contas do Estado, Edmar Cutrim, é o único município
do Brasil onde o imposto é cobrado pela prefeitura, mas mesmo assim um time de
parlamentares governistas foi mobilizado para blindar o prefeito.
Lá estiveram presentes os líderes do governo e do
Blocão, deputados César Pires e Roberto Costa, respectivamente, mas o que chamou
mais atenção foi a postura do vereador Teté Vieira, aliado do prefeito, que
chamou os beneficiados de “forasteiros”.  
Em entrevista aos profissionais de imprensa, Teté
afirmou que o povo beneficiado pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”
de São José de Ribamar são forasteiros e só causarão prejuízo ao município.
Segundo o vereador, “o prefeito Gil Cutrim, quer muito resolver o problema do
povo, o problema é que o Governo Federal não abre mão do imposto e a Câmara de
Vereadores de  Ribamar não tem como aprovar o pedido de isenção”, defendeu. 
Alguém precisa avisar para esse vereador
desinformado que o governo federal não pode ser responsabilizado por um
imposto, quando dentre todas as cidades do Brasil inteiro -que possuem o
programa- apenas em Ribamar a taxa é cobrada.
Se todos os vereadores são da bancada do prefeito e
se ele quer, porque não procura um meio de evitar a cobrança do imposto como as
demais cidades brasileiras fizeram? Não faz porque falta vontade de ajudar as famílias
carentes, nada mais.
O vereador, no entanto, se disponibilizou a receber
o povo em seu gabinete, porém,  muitas pessoas presentes no debate afirmaram
que nunca é possível sequer ver o rosto dele, pois o gabinete está sempre
fechado e nunca é visto na cidade. 

  • Jorge Vieira
  • 7/mar/2013

Procurador que pediu cassação de Jackson Lago é apadrinhado de Sarney para vaga no STJ

Ministros definem lista tríplice do Ministério Público ao STJ
Em outubro de 2008 o processo de cassação do então
governador Jackson Lago (PDT), movido por Roseana Sarney Murad (PMDB), é despachado ao
procurador-geral da república, que, na qualidade de procurador geral eleitoral,
deveria emitir o parecer. Naquela época não existia um prazo fixado em lei para
a duração de processos daquele tipo. Em média, um parecer era emitido em cerca
de 10 meses a um ano.
Na procuradoria-geral, no entanto, o processo contra Jackson Lago foi
encaminhado ao procurador Francisco Xavier Pinheiro Filho. Quando os advogados
do então governador Jackson Lago tentavam uma audiência com o referido
procurador Xavier, este, em tempo recorde, em dez dias, devolveu o processo ao
Tribunal Superior Eleitoral com o respectivo parecer, onde pedia a cassação de
Jackson Lago. O final, todos sabemos.
Agora deve vir a recompensa ao prestativo procurador
Francisco Xavier Pinheiro Filho. É que ele foi incluído em uma lista com mais
dois outros nomes para ser nomeado ministro do Superior Tribunal de Justiça –
STJ. A nomeação cabe à presidente Dilma Roussef. Alguem duvida que ele será
nomeado?
Hoje a situação é totalmente inversa.  O procurador geral, Roberto Gurgel, amigo
pessoal e padrinho da candidatura de Xavier no STJ, sentou-se em cima do
processo de cassação da filha do José Sarney há quase 08 (oito) meses, sendo
que hoje existe uma lei que determina que processos como este devem terminar
num prazo máximo de um ano. E a lei ainda diz que estes processos terão
absoluta prioridade no ministério público. Mas não é o que pensa o Sr. Gurgel,
amicíssimo de Sarney, quem deve bancar a nomeação de Xavier no STJ. 
Diante do quadro que se apresenta, tudo
indica que Gurgel usará seu volumoso peso de 125kg para ficar em cima do
processo de cassação de Roseana, e tudo fará para proteger a filha de seu amigo
e padrinho Sarney.

  • Jorge Vieira
  • 7/mar/2013

Deputada a serviço da Oligarquia vira “pop star” no Sistema Mirante

Oposição desconfia que deputada está a serviço da Oligarquia Sarney
Está cada vez mais claro que os
três personagens endeusados pelo jornal o Estado do Maranhão e pelos blogueiros da Oligarquia, em função da
simplória e infeliz declaração de que o presidente da Embratur e candidato
declarado ao governo, Flávio Dino, não possue projeto para o Estado, estão a serviço do grupo Sarney com missão de confundir o
eleitorado e evitar a eminente derrota do representante da governadora Roseana  na sucessão governamental de 2014.
Para se ter uma noção exata
do comprometimento da deputada Eliaziane Gama (PPS) com o grupo que levou o Maranhão
ao fundo do poço, basta observar que toda e qualquer besteira que ela pronuncia
na tribuna da Assembleia Legislativa ou se coloca contra a verdadeira oposição é transformado em matéria de destaque no jornal
dos Sarney e blogs satélites da Oligarquias.
A parlamentar e o médico
aprendiz de político, Igor Lago, filho do saudoso ex-governador Jackson Lago,
viraram pop star nos veículos de comunicação da governadora Roseana. Tudo que falam
contra a oposição vira verdade, ainda que seja apenas um simples manifesto de desejo ou inveja.
Até a socióloga Miosótis
Lúcio, que amargava o ostracismo desde que deixou o PPS, voltou à ribalta, com
direito a foto produzida e tudo mais. Ainda que ela afirme que truncaram suas
declarações, o fato é que toda vez que se pronuncia é para atirar contra a
oposição. Já Eliziane até parece que está vendida no processo, como suspeitam alguns parlamentares da esquerda maranhense.
É fato que ela, desde que
anunciou que seria a terceira via da sucessão, caiu nas graças do grupo Sarney.
Logo após assumir a presidência do PPS,  pelas mãos do presidente Roberto Freire, contra a vontade da grande maioria do diretório regional, teve
suas contas de campanha para a Prefeitura de São Luís pagas pelo empresário
Fernando Sarney, que também tem orientado seus subordinados no Sistema Mirante
a abrir espaço para a sua aliada.
É nesse mar de cumplicidade
que a deputada e o dublê de político Igor Lago mergulham, mesmo sabendo que estão
prestando um grande desserviço ao Maranhão. Dividir a oposição é fazer o jogo
do Sarney e daqueles que desejam que o Estado continue sendo apresentado ao
país como símbolo da corrupção.
Eliziane, pelo visto, tá
pouco ligando para isso, o que lhe interessa mesmo é a promessa de um mandato
de deputada federal, nem que isso signifique vender a alma e a honra ao coronel
José Sarney.   

  • Jorge Vieira
  • 7/mar/2013

Assembleia silencia sobre denúncia do MPF contra presidente da Comisão de Ética

Plenário silencia sobre denuncia contra presidente da Comissão de Ética

O
presidente da Comissão de Ética da Assembleia Legislativa, deputado Magno
Bacelar (PV), uma espécie de reencarnação do impagável personagem Odorico Paraguaçu (novela O Bem Amado), mesmo sendo acusado pelo Ministério
Público Federal de desviar dinheiro público, no período em que esteve no comando da Prefeitura de Chapadinha, não corre o menor risco de ser defenestrado do cargo. 

Na sessão desta manhã de quinta-feira (07), nenhum dos parlamentares presentes, inclusive da
oposição, tocou no assunto e tudo indica que Magno não tem o que temer
quanto a sua permanência na presidência da Comissão, mesmo
correndo o risco de ser chamado para acertar as contas com a justiça. 

Na ação que tramita na 6ª vara da Justiça Federal do Maranhão, o MPF/MA pede a
condenação dele e de mais três auxiliares que presidiram a Comissão de
Licitação, por terem cometido irregularidades na aplicação dos recursos do FNDE
– Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, nos anos de 2005 e 2006.
O
MPF-MA solicita ainda que os quatro gestores sejam enquadrados nas penas aplicáveis aos
agentes públicos em caso de enriquecimento ilícito no exercício do mandato,
cargo, emprego ou função na administração pública (penas previstas na Lei
8.429/92).
A
investigação do Ministério Público passaria despercebida ou teria pouca
importância não fosse o fato do deputado ter sido eleito recentemente presidente
da Comissão de Ética, responsável por avaliar e punir conduta antiética dos
parlamentares.
Que
moral terá essa Comissão se o seu presidente é acusa de ter desviado dinheiro
público? Que respeito o Poder Legislativo pode ter da sociedade se coloca para
presidir uma das comissões mais importantes da Casa justamente um parlamentar
acusado de desvio de conduta? Certamente, nenhum.

  • Jorge Vieira
  • 7/mar/2013

PGJ ingressa com Adin contra lei que permitiu Prefeitura de Itapecuru contratar sem concurso

A procuradora-geral de justiça, Regina Lúcia de
Almeida Rocha, ingressou, em 6 de março, com Ação Direta de
Inconstitucionalidade (Adin) contra a Lei nº 1.255/2013, do Município de Itapecuru-Mirim
(a 118km de São Luís), que permitiu a contratação de 1.585 servidores sem
concurso público.
O Ministério Público do Maranhão (MPMA) pede a
suspensão dos efeitos da lei e que a Justiça declare a sua
inconstitucionalidade. Requer também que o Município de Itapecuru-Mirim exonere
todos os servidores que foram contratados por efeito da referida lei.
A procuradora-geral de justiça observou que a Lei
Municipal nº 1.255/2013 afronta a Constituição Federal e também a Estadual, que
preveem a contratação de servidores sem concurso somente por prazo curto e
determinado para atender necessidades temporárias de excepcional interesse
público.
Publicada em 22 de janeiro deste ano, a Lei
Municipal n° 1.255/2013 dispõe sobre a contratação de advogados, professores,
dentistas, vigias, eletricistas, pedreiros, assistentes sociais, psicólogos,
enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e fonoaudiólogos, entre outros
profissionais, para os quadros da Prefeitura de Itapecuru-Mirim. Estabelece que
os contratos só vão terminar quando for necessário. “Percebe-se de forma
cristalina que esta lei padece de constitucionalidade material, uma vez que as
atividades descritas são de caráter contínuo e permanente e não
excepcional”,  atesta Regina Rocha no texto da Adin.
HISTÓRICO
Em 7 de fevereiro de 2013, a promotora de justiça
Theresa Maria Muniz Ribeiro de la Iglesia, da Comarca de Itapecuru-Mirim, 
expediu Recomendação aos prefeitos dos municípios da Comarca, incluindo o de
Itapecuru-Mirim, Magno Amorim, para que cumprissem os preceitos constitucionais
da obrigatoriedade de concurso para o preenchimento de cargos na administração
pública.
No mesmo dia ajuizou Representação pela
inconstitucionalidade da Lei Municipal n° 1.255/2013. “A Câmara Municipal
de Itapecuru-Mirim aprovou projeto de lei que autoriza a contratação temporária
de 1.585 pessoas, sem atentar para os limites constitucionalmente
previstos”, explicou  a promotora de justiça quando propôs a
Representação.

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