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  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2013

Prefeito Edivaldo Holanda nunca recebeu projeto técnico do VLT

O deputado Neto Evangelista (PSDB) pelo visto ainda
não absorveu a derrota nas eleições municipais de 2012, quando compôs a chapa
do ex-prefeito João Castelo (PSDB), como vice. Nesta manhã de quarta-feira, num
virulento discurso, na tribuna, cobrou o prefeito Edivaldo Holanda Júnior a execução
do projeto VLT, iniciado a “toque de caixa” em plena campanha eleitoral, sem qualquer
planejamento.    
Após o
pronunciamento de Neto Evangelista, o deputado Othelino Neto (PCdoB) disse que
o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr, nunca recebeu nenhum projeto
técnico relativo ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e que, se ele existe, não
foi disponibilizado para a atual gestão.
Segundo
Othelino, para viabilizar o projeto do VLT, a Prefeitura de São Luís teria que
investir algo em torno de R$ 200 milhões.
Em
contato por telefone com o deputado, Edivaldo Holanda Jr disse que está em
Brasília, justamente, tentando viabilizar recursos do PAC da Mobilidade Urbana
para o projeto do VLT.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2013

São João de São Luís será divulgado no exterior

A
Prefeitura de São Luís foi uma das selecionadas em edital da Embratur para
apoiar ações de promoção no exterior. Outras três prefeituras e dois estados
foram selecionados. Valor total é de R$ 1,6 milhão.

São Luís
é uma das quatro cidades selecionadas em edital da Embratur para ter divulgadas
ações promocionais no exterior. O projeto apresentado pela Prefeitura de São
Luís e aprovado pela autarquia contemplará a produção de material promocional,
campanhas publicitárias e realização de eventos no exterior.
A
promoção feita no exterior irá se converter em ganho de renda aos maranhenses,
avalia o presidente da Embratur, Flávio Dino. “A economia da cultura no
Maranhão é muito importante, inclusive para a geração de trabalho e renda, por
isso apoiá-la ajuda a melhorar a qualidade de vida de um povo”, afirma.
As ações
devem ser efetuadas nos países prioritários para a estratégia de promoção da
Embratur. São eles: Portugal, Itália, Espanha, França, Alemanha, Holanda, Reino
Unido, Canadá, México, Peru, Venezuela, Colômbia, Argentina, Uruguai, Chile e
Paraguai. No caso de São Luís, a ação promocional será feita em Portugal, país
escolhido como mercado-alvo da promoção, principalmente por conta da boa
conectividade aérea, graças aos voos diretos com Fortaleza e Belém.
“Além
disso, não há a dificuldade do idioma e temos a maior riqueza cultural
arquitetônica portuguesa na América Latina”, explicou o secretário municipal de
turismo, Lula Fylho. “É um ganho para cidade”, completou.
As outras
propostas classificadas para divulgação internacional das festas juninas são da
Prefeitura de Boa Vista (RR), de Bananeiras (PB), e também dos governos do
estado do Amazonas, do Sergipe e da Bahia. “O objetivo é agregar um produto
importante ao imaginário internacional sobre o Brasil”, explica Flávio Dino,
presidente da Embratur. “O Brasil já é um país mundialmente famoso pelo
Carnaval, pela Bossa Nova e por alguns elementos da nossa gastronomia. A
Embratur está trabalhando para acrescentar outros produtos a esse cardápio de
lembranças do país”, explica.
A
Embratur também tem levado grupos para apresentação no exterior. Foi o caso do
maranhense Boi de Morros, que se apresentou em Roma, em plena Piazza Navona. Na
ocasião, a Embratur serviu ao público um cardápio com pratos típicos do
período, como pé de moleque, cocada, bolo de fubá, arroz de carreteiro, entre
outros.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2013

João Castelo já admite apoiar Flávio Dino

O
ex-prefeito João castelo e pré-candidato a deputado federal, ao participar, na
manhã de hoje (11) de uma atividade na Câmara Municipal de São Luís e ser
entrevistado por jornalistas sobre as declarações do presidente da Embratur,
Flávio Dino, a seu respeito, admitiu aliança com o comunista nas eleições de
2014.
Castelo observou,
porém, que os tucanos continuarão conversando internamente e com outros
partidos para decidir o rumo a seguir. Ele ressaltou ainda que será importante
para o PSDB montar um palanque para o presidenciável Aécio Neves no estado.
“Estamos
analisando para no momento oportuno verificar qual é o melhor caminho a tomar
pelo partido, encabeçando Aécio Neves para presidência e quais são as melhores
propostas para nosso estado”.
João
Castelo destacou que não possui mágoa de adversário e que pode fazer política
com qualquer pessoa. “Não sou intransigente. Não sou intolerante. Pelo
contrário, eu já tolerei muita coisa na vida e isso faz parte de quem tem
espírito público e pensa no bem das pessoas”, afirmou.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2013

CDH reúne com comunidade do Engenho despejada com repressão policial

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia
Legislativa do Maranhão reuniu na manhã desta quarta-feira (11) para tratar de despejos
em comunidades da ilha de São Luís, vítimas de violência policial em ação de despejo.
No que
tange a comunidade do Engenho, em São José de Ribamar, o deputado estadual Bira
do Pindaré (foto) e a presidente da CDH, deputada Eliziane Gama, receberam
a comunidade, a defensoria pública e o advogado do ex-deputado estadual e
secretário de Estado de Assuntos Estratégicos, Alberto Franco (PMDB).
O
advogado do Secretário representava o ex-deputado que alegou estar participando
de uma reunião com os Secretários de Estado em Imperatriz. O deputado Bira
lamentou a ausência do Secretário e denunciou o abuso e a arbitrariedade da
ação da Policia Militar em destruir as plantações de hortaliças dos
trabalhadores.
Bira
lembrou que não existe um pedido de reintegração de posse na comunidade e não
há decisão judicial pedindo a retirada dos moradores da área. Para o
parlamentar, a ação realizada foi irregular e ilegal, pois não se tratava de
uma reintegração de posse e sim de um interdito proibitório nas terras de
Geniparana e não Engenho; não havia Oficial de Justiça acompanhando a ação; a
Comissão de Direitos Humanos da Casa não foi notificada; a ação aconteceu em um
domingo e a comunidade não foi avisada.
Durante a
reunião, o Deputado ressaltou que no dia da ação, ele questionou o Capitão
Lobato, responsável pelo despejo, sobre quem teria dado a ordem para a
realização do ato. O capitão reconheceu os erros da operação e lamentou o ocorrido,
mas afirmou que estava apenas cumprindo ordens superiores.
Na
avaliação do deputado Bira todas as regras não foram cumpridas e a denúncia de
grilagem apresentada pela comunidade é gravíssima. O socialista tentou buscar
um diálogo e uma conciliação entre a comunidade e o Secretário que se intitula
proprietário das terras.
“Peço que
o Secretário reveja essa postura agressiva e a utilização da PM nesses atos
contra o direito da população de viver no local onde nasceu. Este é mais um
caso de crime fundiário na ilha de São Luís, há um flagrante abuso de poder e
eu já pedi esclarecimentos ao Governo do Estado”, destacou Bira.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2013

Governistas trocam acusações por conta de desmandos em Barra do Corda

Os
deputados Carlos Alberto Milhomem (PSD) e Rigo Teles (PMDB) esquentaram clima no plenário da Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira (11), por conta de
uma guerra política paroquial travada no município de Barra do Corda entre o
atual prefeito, Eric Costa, e a família do ex-prefeito Manoel Mariano Neto, o Nenzim”.

O duelo
verbal teve início após um pronunciamento do deputado Rigo Teles, filho do
ex-prefeito de barra do Corda, criticando a administração
atual e condenando o sistema de saúde pública do município, que segundo ele, vive
hoje uma situação calamitosa, segundo lhe denunciaram dois médicos que pediram demissão por falta de condições de trabalho.    
“Não
é hábito e nem costume vir aqui à tribuna para falar de problemas em
municípios, mas como está se aproximando o final do ano se eu não viesse aqui estaria
compartilhando com o desmando, com a malversação e a forma desumana como a administração
pública de Barra do Corda vem tratando a saúde pública”, discursou Teles.
Ao descer da tribuna,
Rigo Tele ouviu um discurso agressivo do deputado Carlos
Alberto Milhomem, aliado do prefeito, que disse possuir relatórios do Tribunal de Contas da União relacionando
os desmandos acontecidos em Barra do Corda na época da administração do pai de Rigo.  
Segundo
Milhomem, “o ex-prefeito esteve foragido por várias vezes para não ser preso,
alguns membros da família dele foram recolhidos ao xadrez e ele vem aqui querer
enxovalhar um jovem prefeito que tem procurado evitar os desmandos que lá
existiam”, revidou Milhomem.
“Senhor
presidente, não sou candidato a nada e não estou aqui atrás de votos, eu estou
aqui para reparar, para fazer com que a justiça seja feita. O pai, os irmãos,
vários membros da família duas vezes procurados pela Polícia Federal e homiziados,
e eu sei onde. Agora vem aqui dizer que são honestos”, criticou Tatá Milhomem.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2013

A Câmara e o Bradesco

Toma
vulto o suposto caso de agiotagem que envolve a Câmara Municipal de São Luís e
o Bradesco. E não será surpresa se, no frigir dos ovos, sobrar apenas para
pequenos funcionários. Possivelmente sob a coordenação de integrantes da Mesa
Diretora, funcionários teriam se deixado empolgar pelas vantagens de contrair
empréstimos que jamais seriam descontados e acabaram enrolados num esquema de
corrupção de terceira categoria, pois não tinha como não ser descoberto.
Estão,
funcionários e os vereadores, sob investigação do Ministério Público e da
Polícia Federal. A Câmara se adianta propondo uma justa Comissão Parlamentar de
Inquérito.
O caso
envolve um dos mais poderosos bancos privados do país – o Bradesco -, que,
inclusive, em meio ao rumoroso processo de privatização de uma das gestões da
governadora Roseana Sarney, comprou o antigo BEM (Banco do Estado do Maranhão)
a preço de banana.
Costumeiramente,
a corda tende a rebentar do lado mais fraco e a punição pelo desvio de R$ 26
milhões pode acabar sendo consignada apenas aos funcionários, livrando-se das
devidas punições os grandes envolvidos.
São Luís
– anote-se antes que seja tarde – é um dos raros casos de capitais em que o
prefeito não tem maioria na Câmara. Estranhamente, a maioria está sob a guarda
do governo do Estado e declara publicamente apoio ao candidato do governo, que,
obviamente, não é o mesmo candidato do prefeito. (JM Cunha Santos). 

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2013

Prefeitura intensificará fiscalização do comércio informal

Equipes da Blitz farão ronda na Rua Grande e adjacências,
de segunda a sábado, entre as 7h e 20h, e aos domingos, de 7h às 15h.
O fim de ano terá a fiscalização do comércio informal no Centro intensificada com a continuidade do projeto Postura Legal. Com a proximidade de períodos festivos, como Natal e Ano Novo, a Prefeitura de São Luís, através da Secretaria de Urbanismo e Habitação (Semurh), irá realizar ações contínuas de disciplinamento na área.
O objetivo será o combate ao empachamento urbano (obstrução do passeio público), resultante da desorganização de barracas, carrinhos e mercadorias de vendedores ambulantes nas calçadas e vias do Centro. De acordo com o superintendente de Postura da Semurh, Márcio Aragão, as vistorias passam a ser realizadas por equipes de plantão, durante todos os dias, entre 7h e 20h, de segunda-feira a sábado, e de 7h às 15h, aos domingos.
As atuações terão foco principalmente na Rua Grande e adjacências, em cumprimento ao acordo fechado entre a Prefeitura, a Associação dos Vendedores Ambulantes e Similares de São Luís, e do Sindicato do Comércio dos Vendedores Ambulantes de São Luís, e também em conformidade com o Código de Postura do Município (Lei 1.790/68) e com a Lei do Comércio Ambulante de São Luís (3.016/ 96).
Com as ações, os comerciantes informais serão mantidos nas transversais da Rua Grande, em posição rente aos muros, com fiscalização feita por técnicos da Blitz Urbana, órgão vinculado à Semurh. O disciplinamento também é uma prévia do projeto de padronização de barracas dos ambulantes.
De acordo com o secretário municipal de Urbanismo e Habitação, Diogo Lima, com a uniformização das bancas, cada ponto terá estrutura desmontável, no tamanho de 1,20m x 0,80m, e serão localizadas nas transversais da Rua Grande. A padronização, que está em fase de licitação, foi proposta pelos órgãos representantes do comércio informal.

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