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  • Jorge Vieira
  • 25/jun/2014

Pesquisa Data M revela o fosso que separa a candidatura de Flávio Dino de Edinho Lobão

Pesquisa
apresentada pelo Instituto Data M caiu como uma ducha de água fria no grupo que
apoia o candidato Edinho Lobão (PMDB). Para alguns analistas políticos, os dados revelam o fosso que separa a candidatura de Flávio Dino (PCdoB) do representante da oligarquia Sarney. 

Segundo comentam nos
bastidores da sucessão estadual, os números colhidos pelo Data M  junto ao eleitorado do Estado serviram para inibir uma
pesquisa que estaria sendo fraudada para confundir a população.
De acordo com a
vontade popular, se as eleições fossem hoje, o pré-candidato da oposição Flávio Dino(PC do B) venceria
a disputa tranquilamente no primeiro turno.
Dino mantém uma
margem de 38 pontos percentuais de diferença para o segundo colocado.  Se a eleição fosse hoje venceria com 58,2% dos
votos contra 20,7% de Edinho Lobão.
Em um eventual
segundo turno, a taca é ainda maior. Flávio Dino teria quase 63% contra cerca
de 22% de Lobinho,

E para completar o
quadro de dificuldade, o filho do ministro de Minas e Energia, o senador
licenciado Edison Lobão, também possui o maior índice de rejeição, 31%.
A pesquisa foi
realizada em 50 municípios e ouviu 1499 eleitores de todas as regiões do estado
entre os dias 18 e 23 de junho e está registrada na Justiça Eleitoral.

  • Jorge Vieira
  • 25/jun/2014

A herança

Editorial – Jornal Pequeno
Sarney se
foi. Em meio ao ruído das vaias que se acostumou a ouvir no Brasil inteiro, um
dos principais líderes civis da ditadura militar que envergonhou o país e
sitiou a democracia anunciou que está deixando a vida pública. Não será mais
candidato, provavelmente porque a idade não permite ou as vaias que ameaçam a sua
reeleição não deixam.
Talvez que
isso represente muito para o Brasil. O Brasil que combateu a ditadura, o Brasil
que combateu a corrupção, o Brasil que lutou pela liberdade, que pagou caro com
a tortura, o Brasil que alcançou a democracia e se libertou. Mas o que
representa, afinal, para o Maranhão? Sarney não será mais senador, mas sua
herança de manipulação das instituições públicas, de confisco dos mais lídimos
direitos de sucessivas gerações permanecerá nesse Estado. Golpes como o da
Refinaria Premium, abuso de poder político e econômico, soterramento de
lideranças em ascensão ainda estão em voga. Toda a prática vivenciada durante
quase 50 anos de um modelo político concentrador permanecerá viva nas mãos de
seus herdeiros políticos.
O Maranhão,
símbolo e última cidadela do coronelismo nacional e território da última
oligarquia sobrevivente no país, não encontrará a paz facilmente. Os prefeitos,
os deputados, os vereadores, senadores do Maranhão aprenderam a fazer política
seguindo a cartilha de Sarney. E nessa cartilha os fins justificam os meios.
Uma concepção ideológica centrada no poder pelo poder, que não conseguiu vencer
o analfabetismo, que agravou a pobreza, patrocinou a grilagem e a especulação
imobiliária da terra, que privilegiou as elites em detrimento de qualquer
esforço social, não será modificada de um dia para o outro. Muita coisa da vida
pública apodreceu nestes quase 50 anos.
Até o modus
operandi
 de Sarney pode ser identificado na eleição que acontecerá no
Maranhão ainda este ano. E está aí o Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento
dos Municípios do Maranhão, para confirmar que, concorrendo ou não a um
mandato, Sarney mantém intocável o modelo político que dita as regras
eleitorais e outras regras políticas nesse Estado. Com este Fundo, a oposição
pode ter que enfrentar os efeitos devastadores de uma imensa soma de recursos
sendo despejada nas contas das prefeituras.

De modos que
o alívio do Brasil com a saída de Sarney da vida pública não servirá ao
Maranhão de imediato. Os tentáculos do sarneisismo se solidificaram a tal
ponto nesse Estado, que, provavelmente, mesmo na possibilidade da oposição
vencer este pleito eleitoral, levará algum tempo até que o Maranhão possa ser
livre. Livre de um modelo político concebido para se eternizar, da mesma forma
que foram concebidos todos os regimes ditatoriais. Não será fácil se livrar
dessa herança.

  • Jorge Vieira
  • 25/jun/2014

Sarney passou um mês analisando antes de desistir da reeleição no Amapá

O jornal Folha de São Paulo publica hoje, na coluna Painel, que o senador José
Sarney, antes de desistir da reeleição, passou um mês avaliado suas chances no Amapá.

Segundo o matutino paulista “as
pesquisas indicaram que ele corria o risco de sofrer quatro derrotas
simultâneas, nas eleições para governo e Senado no Maranhão e no Amapá”.
Diz ainda que pela primeira vez, caso
resolvesse enfrentar as urnas novamente teria que enfrenta uma situação incomum
que seria disputar a renovação do mandato sem está encostado no poder.
O jornal dedicou ainda outras cinco
notas de sua prestigiada coluna para tratar da retirada de Sarney da vida
pública, que o blog reproduz abaixo.  

Vai
indo…
 Apesar de todas as mesuras que Lula e Dilma devem fazer a
Sarney, os petistas vinham abandonando o senador em seus dois redutos
eleitorais. No Maranhão, recusaram-se indicar o vice do candidato do PMDB ao
governo, Lobão Filho.

… que eu não vou No Amapá, o PT
decidiu lançar a vice-governadora Dora Nascimento para enfrentar Sarney na
corrida ao Senado.

Todos contra um O esforço para
derrotar Sarney uniu esquerda e direita no Amapá. Randolfe Rodrigues, do PSOL,
estimulou a candidatura ao Senado de Davi Acolumbre, do DEM. “Era uma frente ampla
contra o coronelismo”, diz o senador.

Agora é sério O
vice-presidente Michel Temer (PMDB) telefonou para perguntar a Sarney se a
decisão era para valer. Ouviu que a desistência de concorrer a mais um mandato
é “definitiva”.
Madeleine Nostálgico, o
ex-presidente vinha demonstrando a aliados um certo desalento com a política.
Dizia que a atividade “decaiu muito” e que sentia falta de grandes figuras do
passado.

  • Jorge Vieira
  • 24/jun/2014

Decisão de Sarney não surpreende lideranças no Amapá

Rafael Moraes Moura, enviado especial | Agência Estado

A decisão
do senador José Sarney (PMDB-AP) de não disputar a reeleição nas próximas
eleições não surpreendeu lideranças políticas do Amapá ouvidas pela reportagem.
O presidente do PT no Amapá, Joel Banha, e o governador Camilo Capiberibe
(PSB), acreditam que a desistência de Sarney abre caminho para a formalização
da chapa entre PT e PSB nas eleições estaduais, esvaziando a possibilidade de
uma intervenção da executiva nacional do PT no diretório local.
“Não
tem mais nenhum motivo para fazer intervenção”, afirmou o presidente do PT
do Amapá, Joel Banha. “Não é o senador Sarney que queria a reeleição, são
as pessoas que dependem dele. O Sarney tem 84 anos, é justo que a gente tenha
uma renovação.” O candidato ao governo do Amapá apoiado por Sarney é o
ex-governador Waldez Góes (PDT), preso em 2010 na operação Mãos Limpas da
Polícia Federal. O PMDB trabalha para formar uma aliança com o PT no Estado,
mas o partido pretende lançar a atual vice governadora Dora Nascimento na
disputa pelo Senado Federal, dentro da coligação de Capiberibe.
“A
decisão do Sarney já era esperada, a gente tinha informações privilegiadas de
que ele não seria candidato, só esperava ele se definir”, afirmou Dora.
“O Sarney tem serviços relevantes prestados, é um senhor de 84 anos, mas a
gente está trabalhando em cima da renovação aqui no Amapá.”

Para o
governador Camilo Capiberibe, a decisão de Sarney é uma “notícia
boa”. “Isso representa a possibilidade de aposentarmos um modelo de
fazer política”, disse. Com o PT dentro da chapa pela reeleição, o
governador deverá ter garantido mais três minutos na campanha eleitoral na
televisão.

  • Jorge Vieira
  • 24/jun/2014

Deputados afirmam que Assembleia cometeu imoralidade ao aprovar o FUNDEMA

Em inflamados pronunciamentos, nesta manhã de terça-feira (24), na tribuna, os deputados Marcelo Tavares (PSB), Bira do Pindaré (PSB) e Otehlino Neto (PCdoB) classificaram de imoral a
aprovação, pela Assembleia Legislativa, do projeto de lei da governadora
Roseana Sarney (PMDB) que institui o Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento
dos Municípios do Maranhão – FUNDEMA.

Os parlamentares da oposição
explicaram que não são contra um projeto de apoio aos municípios, porém, denunciaram
a imoralidade presente na proposição aprovada pela bancada do governo que é
usar os recursos provenientes de repasses de instituições financeiras nacionais
ou internacionais, ou seja, vão pegar o dinheiro emprestado pelo BNDES, que o
governo do Maranhão vai pagar nas próximas décadas, com juros exorbitantes,
para financiar estrada vicinal, ou seja, segundo o deputado, trata-se de “fundo
eleição”.
“É unicamente para tentar
comprar a eleição que se aproxima, ninguém pensa no Estado do Maranhão, se o
governo do Estado quer apoiar convênios eleitoreiros com os municípios deveria
fazer com recursos do tesouro estadual, mas botaram recurso do Governo Federal,
do BNDES, num ato irresponsável porque obras como essa, financiadas com o
dinheiro do BNDES, deveriam ser obras estruturantes, obras, por exemplo, como
saneamento inteiro da Ilha de São Luís, obras como transporte de massa aqui em
São Luís, com veículo leve sobre trilhos, tão falado, obras de fato
estruturantes que pudessem trazer retorno social e econômico para o povo do
Maranhão com rapidez. Mas aqui querem gastar R$ 1 bilhão, para macular uma
eleição”, denuncia Tavares.
Na avaliação do parlamentar,
no entanto, o grupo da governadora deu um tiro no pé, porque os recursos são do
Governo Federal serão fiscalizados pelo Ministério Público Federal, Tribunal
de Contas da União, Polícia Federal, Justiça Federal, Justiça Eleitoral. Ele
alertou que, aqueles que tiverem oportunidade de manusear esses recursos o
façam com responsabilidade, porque senão vão ter problemas graves com a
Justiça.
“Eu quero deixar aqui o meu
protesto contra a irresponsabilidade desta Casa na sua maioria e principalmente
da governadora do estado em pegar recursos de um empréstimo federal, tirado
para fazer hospitais regionais, estradas importantes e que agora vão tirar os
recursos dessas obras para botar em estrada vicinal para tentar mudar o
resultado da eleição. Isso é fato, mas só quero dizer que façam, mas cuidado
com as consequências. Infelizmente o Maranhão é atrasado por situações como
esta: obras importantes que poderiam estar sendo feitas com recursos do Tesouro
Nacional, com recursos do Banco de Desenvolvimento Nacional vão pagar os
convênios velhos, convênios de dezembro e janeiro deste ano, convênios que o
Estado fez sem ter condições de pagar.
Segundo o deputado Bira do
Pindaré (PSB), até o nome FUNDEMA é de baixo calão. Ele esclareceu que o
projeto foi aprovado sem qualquer discussão e até a tramitação ocorreu em
caráter de urgência, sendo tudo feito no plenário.
“Nós estamos as vésperas de
uma eleição e o que está em curso aqui é uma estratégia grosseira, imoral, de
se tentar comprar a eleição porque sabem que no voto não ganham, sabem que se
depender da opinião do povo não ganham, e aí montam uma estratégia, se cria um
método, se inova um método para se tentar comprar a eleição. É isso que
acontece. Tem gente soltando foguete e dizendo: agora está resolvido, agora tem
dinheiro, agora nós vamos comprar a eleição, agora não dá mais para ninguém,
nós vamos ganhar. Essa é a conversa, essa é a conversa e quando dizem assim:
quem vai ganhar é a máquina, leia- se: quem vai ganhar é o dinheiro. Estão
querendo dizer que o dinheiro vai comprar”, denunciou Bira.

Para o deputado Othelino
Neto (PCdoB) está claro que o FUNDEMA é uma tentativa desesperada de tentar
reverter o quadro altamente desfavorável. “Eu fico vendo deputados de governo
falar em desespero da oposição. Eu queria que dessem uma razão, que
apontassem uma pesquisa que tenha demonstrado queda do pré-candidato Flávio
Dino. Trocaram de candidato e vem falar de desespero da oposição. Não consegue
sequer, a menos de uma semana do fim do prazo das convenções, escolher um vice.
E nós que estamos desesperados? Não, quem está desesperado é um grupo que, há
50 anos, manda no Estado e que percebe o império ruir”, observou.

  • Jorge Vieira
  • 24/jun/2014

“Convenção da Mudança” oficializa candidatura de Flávio Dino domingo

Acontece neste domingo (29) a Convenção
da Mudança, que oficializará a chapa Flávio Dino governador, Carlos Brandão
vice e Roberto Rocha senador. O evento será realizado a partir das 8 horas da
manhã no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, do Sebrae, localizado na
avenida Jerônimo Albuquerque, em São Luís.
No dia, serão realizadas as convenções
de PCdoB, PDT, PPS e PSB. Os outros cinco partidos que participam da coligação
em torno de Flávio Dino também estarão presentes: PSDB, PP, PTC, PROS e Solidariedade.
Convenções dos partidos de Oposição
O Partido Progressista (PP) foi o
primeiro a realizar convenção. Em grande ato em São Luís, o partido confirmou o
apoio à chapa majoritária e definiu os nomes de 23 candidatos a deputados
estaduais e três federais para as eleições de outubro, entre eles o de Waldir
Maranhão, presidente estadual do partido e candidato à reeleição.
O partido Solidariedade (SD), durante
convenção estadual realizada em Pedreiras na última sexta-feira (20), também
definiu o apoio às candidaturas de Flávio Dino, ao Governo, Carlos Brandão, a
vice, e Roberto Rocha, ao Senado. O partido também oficializou os 22 candidatos
a deputados estaduais e 5 federais que concorrerão nas próximas eleições

O Partido Republicano da Ordem Social
(PROS) reafirmou o apoio a Flávio Dino (PCdoB), Carlos Brandão (PSDB) e Roberto
Rocha (PSB) durante convenção que aconteceu em Bacabal, no sábado passado, 21
de junho. O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) realizou a convenção
em Imperatriz, no último domingo (22), e oficializou as candidaturas a
deputados estaduais e federais.

  • Jorge Vieira
  • 24/jun/2014

Adeus, Sarney

Ai,
ai… Lá vamos nós. Como vocês sabem, José Sarney inventou um Estado do qual ele
pudesse ser senador: o Amapá. Foi a sua turma que forçou a mão na Constituinte
de 1988 para que houvesse a mudança de status do então território. Em 1991,
instalou-se o Estado, o político maranhense estabeleceu lá o seu domicílio
eleitoral — o que é piada porque, obviamente, nunca morou na região —,
elegeu-se um dos senadores e permanece nessa condição até agora, já no seu
terceiro mandato. Antes disso, sua carreira toda foi feita no Maranhão, até que
a Presidência da República lhe caiu no colo, vocês sabem como. Nesta segunda,
fez o anúncio oficial de que não vai disputar a eleição neste ano. A decisão
está sendo vendida por sua turma como uma espécie de descanso do guerreiro.
Obviamente, não é disso que se trata.
Sarney
só está largando o osso porque não conseguiria, vejam que vexame!, se reeleger
no Amapá. Não é o guerreiro que decidiu se aposentar da luta; é o povo que
decidiu aposentá-lo. A situação no Estado, apesar dos esforços de Lula, está
conflagrada. O chefão petista tenta impor o apoio do PT a Waldez Goes, do PDT,
que é homem de Sarney, mas o PT quer manter a aliança com o governador Camilo
Capiberibe, do PSB. A petista Dora Nascimento, vice-governadora, afirma que não
há acordo com o grupo do ainda senador. Vamos ver. Não se esqueçam de que Lula
quebrou o PT maranhense para impor a aliança com Roseana. Sarney encomendou
pesquisas e chegou à conclusão de que não conseguiria se reeleger.
A
presidente Dilma esteve em Macapá nesta segunda para entregar unidades do
programa Minha Casa Minha Vida. Estava devidamente escoltada pelo velho
político. Esses eventos, como vocês sabem, têm hoje o público rigidamente
controlado pela turma do Planalto. Mesmo assim, Sarney foi vaiado cinco vezes.
Pior:
Capiberibe estava no palanque e fez um discurso francamente hostil ao senador.
Anunciou que as ruas do conjunto habitacional receberiam nomes de pessoas que
lutaram contra a ditadura, como Miguel Arraes, avô do presidenciável Eduardo
Campos, Leonel Brizola e Vladimir Herzog, entre outros. Parece que citou também
Carlos Marighella — aí já vira homenagem a assassino, né? Mas fazer o quê?
Referindo-se
indiretamente a Sarney, mandou brasa: “É preciso lembrar e reverenciar os que
ousaram lutar. A senhora [dirigia-se a Dilma] lutou e pagou um preço alto.
Existem aqueles que se aliaram aos ditadores, não podemos esquecer, o Brasil
não pode esquecer, senão, poderemos voltar a viver aqueles anos tristes”.
Sarney,
cujo grupo, se a eleição fosse hoje, perderia também no Maranhão — o favorito é
Flávio Dino, do PCdoB — ouviu tudo calado. Resta-lhe agora criar má literatura
de ficção, no que ele é bom, para tentar fazer parecer um ato de vontade sua o
que é vontade do povo. Chegou a hora de ir para casa. O homem exerce cargo
púbico desde 1955. Já está bom, né? Nesses 59 anos,  aprendemos a que
vieram os Sarneys. O Maranhão, o Estado com os piores indicadores sociais do
país, embora não exiba a seca que caracteriza o agreste nordestino, também
sabe. E os maranhenses conhecem o atraso literalmente na carne.
A
pior obra de Sarney, acreditem, não é a literária. Adeus!

Por Reinaldo
Azevedo

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