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  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Flávio Dino apresenta plano que une educação e trabalho para jovens

O candidato a governador do Estado Flávio Dino
defendeu a importância de associar o ensino médio à educação profissionalizante
durante encontro com professores e diretores do Instituto Federal do Maranhão
(IFMA).  

“Se queremos, de fato, um Maranhão com Justiça
Social, nós temos que superar a situação atual em que apenas poucos têm
oportunidades. E todo mundo concorda que a educação é o caminho fundamental
para superação de tais desigualdades”, disse Flávio. 

O Programa de Governo apresenta o compromisso de
promover a educação profissionalizante como prioridade. O objetivo que os
jovens tenham facilidade para arrumar bons trabalhos.

Para isso será criado o Instituto Estadual de
Educação, Ciência, Tecnologia do Maranhão (IEMA), que vai atuar em articulação
com as unidades do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) e do Sistema S. Ele vai
funcionar como braço do Estado para o ensino profissionalizante.  

Compromisso – Durante o encontro, Flávio Dino, que é professor há
20 anos, falou de seu empenho com a qualidade da educação e de sua atuação em
benefício de estudantes e professores.

Ele lembrou o trabalho quando ainda era deputado
federal com a aprovação, por exemplo, da Lei do Piso Salarial dos Professores e
também da reserva de um terço de hora-aula para ações como planejamento e
demais atividades extraclasse. 

Estado rico e com desenvolvimento – Diversos professores aprovaram as propostas de
Flávio Dino para a educação do Estado. Ressaltando a importância do papel do
Instituto Federal, o reitor Roberto Brandão acrescentou que a instituição tem o
olhar voltado para a melhoria da qualidade de vida da população. Hoje com 26
campi, o IFMA conta com mais de 32 mil alunos e dois mil e 500 funcionários,
entre professores e profissionais da área administrativa. “Temos a visão que o
Maranhão pode dar certo. Não podemos continuar sendo esse Estado rico, mas sem
desenvolvimento”, disse.

Para o professor Batista Botelho, o governo deve
assegurar condições para os maranhenses viverem melhor. O mesmo foi defendido
por Júnior Catatau, também professor e membro do Movimento Cultural Popular,
que espera um Maranhão melhor e de igualdade para a população. Como educador e
formador de opinião, ele disse que tem compromisso com os avanços sociais e
acredita no sonho de um Estado de todos.

De São Raimundo das Mangabeiras, o professor
Eudóxio Gomes reforçou o desejo de um Estado com dignidade para “esse povo
sofrido. Nós sabemos que podemos ter um Maranhão melhor”, disse. 

Educação como solução – Em visita na última semana a Santa Rita, Flávio
Dino narrou a história de uma família da cidade. Orgulhosos por um poço que
estavam construindo no quintal de casa com auxílio de pá e balde, disseram que
o objetivo era a irrigação da lavoura que possuíam.

A história comoveu o professor Valdir Damasceno,
que conviveu com essa mesma situação no município onde nasceu, em São Benedito
do Rio Preto. “Essa é a realidade de milhares de maranhenses. Por isso, a
importância da educação para melhorar a qualidade de vida. Comecei a estudar
com 11 anos e foi através da educação que hoje sou professor”, afirmou

  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Ex-prefeita de Penalva é acionada pelo MP por improbidade administrativa

A
fraude no procedimento de licitação para execução de obras e serviços de
engenharia para implantação de sistema de abastecimento de água nos povoados
Jacaré e Ponta do Curral, em Penalva, motivou o Ministério Público do Maranhão
a ajuizar Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra a
ex-prefeira, Maria José Gama Alhadef, e contra a ex-presidente da Comissão
Permanente de Licitação, Rosynilde Teixeira Gomes.

 
De
acordo com a promotora de justiça Cristiane dos Santos Donatini, a licitação na
modalidade tomada de preços deveria ser realizada no dia 2 de junho de 2011, às
9h, para a entrega e abertura dos envelopes contendo os documentos para
habilitação e a proposta de preços. No dia 1º de junho, a então prefeita
decretou feriado municipal no dia seguinte, em virtude de uma festa religiosa.

 
Em
seguida, a ex-presidente da Comissão Permanente de Licitação elaborou e enviou
aos concorrentes do certame, por correio eletrônico, um aviso de adiamento para
3 de junho. Na ação, a representante do MPMA destaca que tal medida desrespeita
o princípio da publicidade da licitação, frustrando o caráter competitivo do
procedimento licitatório.

 
Na
sessão de abertura, apenas duas empresas compareceram: Palmares Construções
Ltda e Hsonda Construções. Esta última foi inabilitada, sob a justificativa de
falta de comprovação da capacidade técnica e não comprovação do vínculo
empregatício do engenheiro civil.

 
Entretanto,
a empresa apresentou o atestado de capacidade e comprovou o cadastro do
engenheiro responsável, evidenciando a falta de necessidade da  vinculação
empregatícia exigida no edital. “As acusadas, dotadas de má-fé e
arbitrariedade, inabilitaram a empresa Hsonda, sendo impossível a apreciação da
proposta de preço desta, desrespeitando o princípio do interesse público, bem
como o critério da licitação pela escolha do menor preço”, afirma, na
Ação, a titular da Promotoria de Justiça de Penalva.

PEDIDOS – O
MPMA pediu à Justiça a declaração da nulidade do contrato nº 025/2011 firmado
entre o Município de Penalva e a empresa Palmares Construções Ltda, em virtude
das ilegalidades na licitação.

 
Também
foi solicitado ao Poder Judiciário que condene Maria José Gama Alhadef e
Rosynilde Teixeira Gomes à perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao
patrimônio, cujo montante é de R$ 377.411,38; à perda da função pública, se
houver; à suspensão dos direitos políticos por oito anos; ao pagamento de multa
civil de até dez vezes o valor do dano; à proibição de contratar com o poder
público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou
indiretamente.

 

Penalva
fica a 255km de São Luís.

  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Corrupção no governo: oposição defende impeachment de Roseana

Deputados afirmam que Roseana não tem condições morais de permanecer
Em inflamado discurso nesta
manhã de terça-feira, o deputado Marcelo Tavares, disse que se a Assembleia
Legislativa tiver alguma responsabilidade pública tem que abrir imediatamente
uma Comissão Parlamentar de Inquérito para iniciar o processo de impeachment
contra a governadora Roseana Sarney, por 
conta do mais um escândalo de corrupção denunciado pelo Jornal Nacional,
da Rede Globo.     
A informação de que o governo
Roseana Sarney recebeu propina do doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato da Polícia Federal, para pagar um
precatório e que seus auxiliares consideraram pouca a propina de R$ 300 mil para
a governador Roseana, caiu como uma bomba no plenário da Assembleia e levou os
representantes da oposição a lastimarem mais esta vergonha exibida em rede
nacional do governo do Maranhão.
Othelino Neto e Bira do Pindaré
criticaram a governadora por está no centro de um escândalo envolvendo propina
e pediram, também, a instalação de uma CPI para investigar e pedir à Justiça
punição para os culpados. Para eles, o estado sofre com problemas de saúde,
educação e infraestrutura porque o dinheiro público é desviado para a
corrupção.

“A governadora
deveria renunciar, não há mais condições dela continuar administrando o Estado.
O governo acabou na noite de segunda-feira  quando a Rede Globo mostrou ao país o
envolvimento da alta cúpula do governo em esquema de propina. Esse governo acabou
vítima da corrupção”, enfatizou o deputado Marcelo Tavares

  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Um governo de larápios

A Rede Globo prestou um
grande serviço à população maranhense ao revelar, em reportagem no Jornal
Nacional, exibida na noite de segunda-feira (11), as entranhas do submundo da
corrupção no governo comandado por Roseana Sarney (PMDB).


É verdade que roubo de
recursos públicos virou rotina no Governo do Maranhão, mas só que desta vez
pegaram a governadora e seus auxiliares com a “boca na botija”, a exemplo do
escândalo da Lunus, quando a Polícia Federal estourou a fortaleza onde Roseana
e seu marido Jorge Murad escondiam uma fortuna de R$ 1,3 milhão.     

Desta vez, o Jornal Nacional
se encarregou de dar nome e sobrenome aos envolvidos no escândalo investigado pela
PF na “Operação Lava Jato”, disse quem trouxe e quem recebeu a mala com R$ 1,4
milhão entregue a um assessor da governadora, no Hotel Luzeiros, em São Luís, como
parte do pagamento da propina pelo pagamento do precatório da empreiteira
Constran.

E sabem
quem participou da reunião que definiu o valor da propina a ser paga ao Governo
do Maranhão? João Guilherme Abreu, Chefe da Casa Civil do governo Roseana; a
presidente do Instituto de Previdência do Estado, a intocável Maria da Graça
Marques Cutrim; e a procuradora Helena Maria Cavalcanti Haickel. Contou ainda
com a presença de um assessor da governadora chamado Bringel.

E a governadora propineira, que já despachou até as empregadas
para Miami, onde pretende morar após assaltar os cofres do Estado, na maior
cara de pau, disse que apenas cumpriu decisão judicial, como se todos nós fossemos
maranhenses fossemos um bando de idiotas.

Roseana
deveria era criar vergonha na cara e aplicar o dinheiro público em obras que a
população necessita, mas como dignidade passou longe da família Sarney,  ela preferiu fazer seu “pé de meia” com propina,
como último ato de um governo marcado por escândalos de corrupção.

  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Jornal Nacional: Contadora de doleiro revela à PF esquema de suborno no governo Roseana Sarney

O Jornal Nacional teve acesso ao conteúdo de um depoimento de Meire Poza, contadora do doleiro Alberto Youssef, que foi um dos presos na operação Lava Jato. Segundo a Polícia Federal, a contadora revelou um esquema de suborno, envolvendo pagamentos judiciais, o doleiro, uma construtora e integrantes do governo do Maranhão.
O depoimento foi prestado na quinta-feira (7) à Polícia Federal, em Curitiba. Meire Poza é contadora da GFD que, segundo a Polícia Federal, é uma das empresas de Alberto Youssef. Ela decidiu contar aos investigadores o que sabe sobre as operações financeiras do doleiro e de suas empresas.
Segundo a contadora, a construtora Constran pediu que Alberto Youssef subornasse o governo do Maranhão oferecendo R$ 6 milhões. Em troca, a empresa furaria a fila desses pagamentos judiciais e receberia, antecipadamente, R$ 120 milhões em precatórios, que são dívidas de governos reconhecidas pela Justiça. Por ter negociado o acordo, Youssef receberia R$ 12 milhões.
Depois da suposta combinação, o governo estadual começou a liberar as parcelas do precatório, no valor de R$ 4,7 milhões cada uma. Até agora, foram pagos R$ 33 milhões. A última parcela, de acordo com o portal da transparência do Maranhão, foi paga no dia seis.
Segundo a contadora, para combinar os detalhes da operação, houve uma reunião no dia 10 de setembro do ano passado, da qual participaram João Guilherme, da Casa Civil do Maranhão; um assessor identificado por ela como Bringel; a presidente do Instituto de Previdência do Estado, que arcaria com os riscos da operação, Maria da Graça Marques Cutrim; e uma procuradora do estado chamada Helena Maria Cavalcanti Haickel.
No depoimento, a contadora afirmou que o governo do Maranhão mantinha Alberto Youssef sob pressão para receber a propina. E que, se o suborno não fosse pago integralmente, as parcelas do precatório seriam suspensas. Youssef foi preso, em São Luís, em março deste ano. Segundo Meire, ele esteve na cidade no dia 17 de março para pagar propina a pessoas da alta administração do governo estadual.
Fotos do relatório da Polícia Federal, do mesmo dia, mostram Youssef em um hotel com um homem identificado como Marco Antônio de Campos Ziegert. Youssef chegou com duas malas. Marco Ziegert, com uma. Os dois se hospedaram em andares diferentes. Às 3h29 da manhã, Youssef foi ao andar de Marco levando uma mala. E às 3h39, entrou no elevador sem a mala. Às 10h47 do dia seguinte, Marco deixou o hotel, segundo a Polícia Federal, com a mala entregue pelo doleiro.
A contadora disse que Youssef estava naquele dia com parte da propina, R$ 1,4 milhão em dinheiro vivo. E que, segundo a PF, foi entregue a uma pessoa identificada como Marcão.
Segundo o relatório da PF, Marcos Ziegert deixou uma caixa na recepção do hotel para ser entregue a Milton Braga Durans, assessor da Casa Civil do governo Roseana Sarney. Ainda segundo a PF, Milton esteve no hotel dias depois para pegar a caixa.
Além do doleiro, a contadora também cita Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte. Ela diz que Adarico contou que foi ao governo do Maranhão entregar R$ 300 mil, que seriam parte do acordo. Segundo Meire, um assessor teria dito a Adarico que o valor era pouco e que teria que consultar a governadora Roseana Sarney.
A Justiça Federal do Paraná vai encaminhar as informações ao Superior Tribunal de Justiça, a quem cabe fazer apurações de denúncias envolvendo governadores.
Em relação ao precatório pago à Constran, o governo do Maranhão afirmou que apenas cumpriu o que foi decidido pela Justiça do estado e por Tribunais Superiores Federais, de acordo com a lei e sem nenhum favorecimento. A governadora Roseana Sarney declarou que jamais teve conhecimento de pagamento de propina a funcionários do governo.
A secretária adjunta de Gestão e Previdência, na época, Maria da Graça Marques Cutrim, disse que foi a uma reunião como convidada – e que os participantes fizeram uma proposta de criação de um fundo de investimentos. Mas, segundo ela, o governo do Maranhão não poderia participar – porque só faz aplicações no Banco do Brasil.
Segundo o governo do Maranhão, João Guilherme Abreu não é mais da Casa Civil. Ele e a procuradora do estado Helena Maria Cavalcanti Haickel não foram encontrados para falar do assunto.
O Jornal Nacional não conseguiu contato com nenhum representante da empresa Constran. Os demais citados pela contadora também não foram encontrados.

  • Jorge Vieira
  • 11/ago/2014

Para Bira, governo do Estado ficou desperado com o fim do Fundema e decidiu atacar a família do candidato da oposição

O Fundo Estadual de Apoio ao
Desenvolvimento dos Municípios do Maranhão (FUNDEMA) voltou a ser pauta de
debates na Assembleia Legislativa do Maranhão, na tarde desta terça-feira (11).
O deputado estadual Bira do Pindaré
(PSB) ocupou a tribuna da Casa e afirmou que FUNDEMA nasceu morto, e não passou
de uma artimanha preparada na tentativa absolutamente inglória de contaminar o
processo eleitoral.
“Por essa razão é que ele foi
inviabilizado do ponto de vista jurídico e do ponto de vista político, ele não surte
mais os efeitos que o grupo dominante queria que era vender a ideia de que
iriam comprar a eleição de qualquer maneira, sendo que o FUNDEMA seria
utilizado para este fim”, explicou Bira.
Para o socialista, o Governo do estado
ignora as necessidades do povo, transforma tudo em um comitê eleitoral e tenta
de todas as formas impedir a vontade do povo, que é eleger um representante que
simbolize a alternância de poder no Maranhão. 
O parlamentar destacou ainda a negativa
do BNDES em colocar dinheiro na “artimanha” do governo do Estado. “O grupo que
governa o Maranhão abriu a caixa de mentiras e ataques rasteiros contra a
Oposição. O que fizeram ontem com o Flávio foi absolutamente repudiável,
abominável. Partiram para uma apelação que atinge o sentimento de um pai, de um
ser humano que perdeu o filho, isso só faz quem não tem coração, só faz quem
não tem o sentimento da solidariedade”, protestou Bira.
O deputado referia-se a campanha
apelativa que partiu de fakes (perfis falsos em redes sociais) criados pela
campanha do candidato da oligarquia para tentar desestabilizar o candidato da
oposição em pleno dia dos pais, usando a morte do seu filho de maneira
deplorável.
Esta tentativa do grupo dominante do
estado de tentar manipular e rebaixar o nível das campanhas eleitorais no
Maranhão não é novidade. Bira recordou o caso Reis Pacheco, quando a oligarquia
“inventou” um defunto para tirar a vitória nas eleições do então candidato
Epitácio Cafeteira, na ocasião, a estratégia maquiavélica funcionou.

“Agora a historia é diferente, não é
mais a mesma coisa. Então, não adianta inventar o Reis Pacheco que dessa forma
não vão impedir a eleição do candidato da oposição. O povo não acredita mais
nesses que estão aí, há quase 50 anos”, destacou Bira.

  • Jorge Vieira
  • 11/ago/2014

Othelino destaca posição pública do prefeito Edivaldo Júnior em relação ao governo Roseana

O
deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) destacou entrevista do prefeito de São
Luís, Edivaldo Holanda Jr, publicada no último final de semana, no Jornal
Pequeno, onde ele fala de avanços na gestão e se posiciona ao dizer que a
cidade “tem sido alvo de retaliação do governo do Maranhão”. O parlamentar leu
o trecho em que o chefe do Executivo diz que, apesar dos esforços e da
iniciativa de buscar estabelecer parcerias, o Município, possivelmente, é o
único do Maranhão a não ter convênios celebrados com o Estado.
“Acho
inclusive que esta posição pública do prefeito foi importante e destaco um
trecho onde ele se refere à relação com o governo do Maranhão. O prefeito
Edvaldo Holanda Júnior é conhecido por ser um político comedido, que evita
polêmicas, mas, nesse caso, ele foi muito feliz e muito duro na fala”, comentou
Othelino Neto na tribuna.
Othelino
registrou, em seu discurso, que o prefeito, no dia 21 de maio, pediu uma
audiência para a governadora Roseana Sarney, protocolou documento na Casa
Civil, e a chefe do Executivo chegou a dizer que iria recebê-lo, mas nunca se
prestou a responder o ofício. “A governadora permite que seu governo envie
milhões para entidades fantasmas, mas se recusa a ajudar, a cumprir sua
obrigação com a cidade de São Luís. Qual a razão? Porque o prefeito da capital
é adversário político da governadora e não aceitou ser cooptado como outros
fizeram. Essa é a punição”, enfatizou o deputado.
Segundo
Othelino, tanto o governo do Estado quanto o Federal têm obrigação para com a
cidade São Luís, assim como com os outros municípios do Maranhão.  Para o
deputado, a posição da administração Roseana Sarney para com a capital
maranhense é como se fosse um castigo pelo fato do prefeito não ter aceitado a
cooptação.
“O
governo Roseana trata o recurso público como se ele não fosse público, como se
fosse privado, como se estivesse tirando da conta pessoal para repassar para
alguém. E é por essas práticas, nada republicanas, que este governo está mal
avaliado”, disse Othelino Neto.

Perseguição
e insensibilidade – 
Segundo
o deputado, a declaração do prefeito de São Luís é muito forte e séria, porque
ele denuncia a perseguição, a insensibilidade e o desprezo da governadora para
com a cidade. Para o deputado, “quando Roseana Sarney se recusa, sequer, a marcar
uma audiência, ela não está sendo mal educada com Edivaldo Holanda Jr, mas
comete uma grosseria com a população da capital maranhense, que precisa dos
investimentos do governo do Maranhão”.
O
deputado disse esperar que, a partir de 2015, o Estado esteja bem melhor para
que São Luís seja tratada pelo governo do Maranhão com a atenção que merece,
assim como os demais municípios. “Deseja-se uma relação republicana, cada um
com o seu lado político, mas respeitando as relações que o governo precisa ter
com cada uma das prefeituras e seus respectivos prefeitos”, afirmou.

Othelino
disse que não se espanta mais com a insensibilidade da governadora, nem com a
falta de transparência. “Isso aí, infelizmente, nós já estamos habituados. O
que eu me espanto é com a coragem de nem, sequer, receber o prefeito da capital
por pura mesquinharia, insensibilidade, só para mostrar que quem não reza na
cartilha da oligarquia merece esse tipo de punição”, finalizou o deputado.

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