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  • Jorge Vieira
  • 31/jul/2014

Waldir Maranhão quer maior punição para diretor que permitir preso ao celular

Waldir que maior rigidez para coibir o uso de celulares em presídios
O deputado federal Waldir Maranhão quer andamento mais rápido para o Projeto de lei que aumenta a pena para diretores de presídios que de alguma forma facilitem o uso de celulares aos presos. A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 6701/13 que aumenta a pena para o diretor de penitenciária ou agente público que deixar de cumprir seu dever de vedar o acesso do preso a aparelho telefônico, de rádio ou similar, que permita a comunicação com outros presos ou com o ambiente externo.
Para Waldir Maranhão a utilização de celulares ou outros tipos de comunicação permitidos indevidamente aos presos é um problema nacional, mas que atinge de forma violenta a população maranhense. O deputado federal lembrou a morte da menina Ana Clara queimada em um ônibus nas ruas de São Luís. “Entre os diversos crimes comandados de dentro dos presídios do Maranhão, e em especial o de Pedrinhas, está à ordem de queimar ônibus nas ruas, e foi o que aconteceu em São Luís, uma tragédia que matou uma inocente, por conta da falta de habilidade administrativa ou pura negligencia da direção do presídio e do governo estadual,” critica Waldir Maranhão.
Atualmente, o Código Penal prevê no Decreto-Lei 2.848/40, a detenção de três meses a um ano para esse crime. A proposta prevê pena de reclusão de dois a quatro anos para o diretor omisso, mais multa.
Para Waldir Maranhão a necessidade de ampliar a pena para os diretores infratores é urgente, já que considera que a pena prevista hoje é insignificante. “O crime intencional ou por omissão do diretor do presídio não é uma infração leve, é um crime grave, pois o acesso de presidiários à comunicação põe toda a sociedade em perigo. Os presos, inclusive os de alta periculosidade, apesar de estarem detidos, separados da sociedade e cumprindo pena, continuam a comandar o crime”, explica Waldir Maranhão.
O aumento da pena para os diretores que permitirem comunicação externa dos presos será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. Em seguida, será votada pelo Plenário da Casa.

  • Jorge Vieira
  • 31/jul/2014

Prefeitura de São Luís ocupa primeiro lugar em ranking nacional de transparência

 A Prefeitura de São Luís é a primeira colocada no ranking nacional de transparência ao lado das Prefeituras do Rio de Janeiro e de João Pessoa. Essas três capitais obtiveram 6 pontos, na escala de 0 a 10 do estudo. Os dados constam de pesquisa inédita divulgada pelo portal do Instituto Nacional de Estudos Socioeconômico (Inesc). O Inesc é uma organização não partidária, sem fins lucrativos e não-governamental que atua no país desde 1979.
 
“Desde o início de nossa gestão temos nos preocupado em desenvolver uma política de diálogo e de transparência, que caminhe alinhada aos interesses da população. Fico feliz em ver o reconhecimento nacional da transparência com que temos conduzido a cidade, de maneira responsável, cautelosa e fidedigna na administração dos recursos”, disse o prefeito Edivaldo.
 
Segundo a pesquisa, a maioria das capitais brasileiras está distante da excelência no que se refere à transparência do ciclo orçamentário. Para alcançar um resultado positivo, o prefeito Edivaldo definiu a transparência como uma das metas prioritárias da gestão ainda no plano emergencial dos primeiros 120 dias de governo, lançado pelo prefeito em janeiro de 2013. Um dos primeiros procedimentos foi reativar o Portal da Transparência que estava desativado durante a gestão passada.
 
“O prefeito determinou à época que a administração iniciada se caracterizasse pelo máximo de transparência. Para isso, fizemos toda a adequação do sistema de informatização”, ressalta o secretário de Planejamento e Orçamento, José Cursino. No plano emergencial constavam várias ações destinadas, especificamente, para aproximar da excelência a transparência do ciclo orçamentário.
 
Segundo o secretário, durante este período foram realizadas pesquisas junto aos portais de transparência de todas as capitais brasileiras e de órgãos do governo federal. Embora seja objeto de Lei federal, na avaliação do secretário José Cursino, prefeituras e governos ainda não têm obedecido integralmente a Transparência da aplicação dos recursos. “No caso de São Luís, houve a orientação do prefeito para que a Lei fosse seguida à risca”, destaca Cursino.
 
Responsável técnica pelo Portal da Transparência, a secretária de Informação e Tecnologia, Tati Lima, reativou ainda no início do ano passado o sistema adquirido pela Prefeitura. “Passamos a funcionar como um sistema integrado, disponibilizando todos os módulos para que as secretarias alimentassem com informações”, explica Tati Lima.
 
Na avaliação da secretária, a melhoria da disponibilidade de dados é resultado da decisão do prefeito de priorizar a transparência sobre os dados orçamentários desde os primeiros dias da atual gestão. Ela acredita que a posição destacada do Portal da Transparência no ranking nacional é o reconhecimento do trabalho entre as secretarias, sendo que a Semit responde pelo conjunto de informações e manutenção do sistema.
 
O levantamento divulgado no portal do Inesc foi desenvolvido em parceria com a Gpopai-USP e financiado pela Web Foundation – entidade dirigida pelo britânico Tim Berners-Lee, um dos criadores da internet. Para montar o ranking das capitais, os responsáveis pela pesquisa avaliaram os 8 Princípios de Dados Abertos.
 
Os pontos foram conquistados por São Luís devido às informações orçamentárias serem completas (continham dados sobre receitas e despesas), processáveis (dados estruturados para possibilitar o seu processamento automatizado), não discriminatórios (dados disponíveis a todos, sem que seja necessária a identificação de registro), não proprietários (os dados estão disponíveis sobre um formato sobre o qual nenhum ente tenha controle exclusivo) e acessíveis (dados disponíveis para o público mais amplo possível, quando foi utilizada a tabela E-MAG de acessibilidade).
 
NOTA MÁXIMA
 
Os dados foram levantados em novembro de 2013. Das 27 capitais estudadas, nenhuma obteve nota máxima. Além das capitais, foram estudados os portais do Governo Federal (Portal da Transparência) e do Senado (Portal Siga), estes dois obtiveram 5 pontos.
 
A análise faz parte da etapa quantitativa da pesquisa “Avaliando os websites de transparência orçamentária nacionais e sub-nacionais e medindo impactos de dados abertos sobre direitos humanos no Brasil”. Essa fase contou com a parceria do Gpopai-USP  e teve o objetivo de mensurar o alcance das regras impostas pela nova  legislação brasileira em relação à transparência orçamentária em formato de dados abertos.
 
O estudo conta com metodologia mista (quantitativa e qualitativa) e utiliza como base para análise de dados o Decreto 7.185/2010 , que dispõe sobre o padrão mínimo de qualidade do sistema integrado de administração financeira e controle da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011), e os 8 Princípios de Dados Abertos.
 
ETAPA QUALITATIVA
 
A análise também contou com uma fase qualitativa que teve o objetivo de complementar as informações adquiridas na etapa quantitativa. Esta etapa foi realizada por meio de entrevistas com representantes de organizações da sociedade civil, do governo, da academia e da mídia, usuários de dados abertos que usam com frequência os websites de transparência.
 
A ideia foi captar a percepção desses usuários, que têm que acessar informações quase que diariamente e produzir outros insumos para o público, como artigos, aplicativos, incidência política, formação de movimentos sociais, entre outros. Os resultados vão de encontro ao que foi captado na pesquisa quantitativa: em alguns casos, há dificuldades no acesso, seja porque os dados estão em formato fechado (PDF, por exemplo), seja porque são bases muito complexas, ou seja, pouco amigáveis ao cidadão comum; em outros casos, há restrições, como necessidade de cadastros, o que fere o princípio de “não discriminar” o acesso aos dados.
 
Há ainda casos em que a profusão de bases dentro de um mesmo governo confunde o usuário, na medida em que apresentam dados diferentes para uma mesma política pública. E por fim, há casos em que simplesmente, não há dados abertos do recurso público de um determinado órgão, o que é gravíssimo e contra a lei. Em geral os usuários têm invocado a Lei de Acesso à Informação nestes casos, mas muitas vezes o processo para uma resposta efetiva é lento e burocrático.
 
Para selecionar os entrevistados foi necessário elencar os grupos interessados em dados abertos no Brasil e mapear algumas pessoas para entrevistas. Entre as organizações que participaram estão o Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA), Open Knowledge Brasil (OKF Brasil), O Estado de S. Paulo, Agência Pública, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Secretaria Geral da Presidência da República.

  • Jorge Vieira
  • 31/jul/2014

Reformas

Edson Vidigal


Ou vamos todos para as
ruas, primeiro para discutirmos os pontos essenciais das mudanças e, em
seguida, obtido o consenso, enfiarmos nesse Congresso, goela adentro, um
projeto de iniciativa popular para a reforma política ou, sei não, seguiremos
como cegos batendo bengala no chão fofo até despencarmos num despenhadeiro
institucional.


E aí, colegas, vai ser
tão difícil retomarmos a longa estrada das liberdades democráticas quanto o foi
na última ditadura.
Eleições periódicas com
regras ditadas pelos que se mantém na dominação total não legitimam nada, só
servem como coreografia do espetáculo falsamente democrático, até porque, para
eles, a melhor lei eleitoral é aquela pela qual possam sempre ser eleitos.
Não há dita dura ou dita
mole. Tudo que solapa o direito da Nação à alternância na gestão do Governo e,
por consequência, amplia o fosso entre a sociedade e o Estado, solapando
direitos da cidadania, esmagando as divergências, impondo pelo controle
absoluto da mídia o cotidiano da verdade única, nada tem a ver com democracia.
Estamos, todos nós,
brasileiros, em especial os maranhenses, até aaaqui – no limite do que a nossa
boa fé e santa paciência podem tolerar.
O poder político que por
seus partidos abutres controla o Brasil de cima para baixo se imanta de
legitimidade artificial. Resulta de engrenagens falsas, jogadas sujas, de
lances fora das regras que eles próprios, os que fazem do exercício da politica
um rendoso meio de vida, nos impõem de dois em dois anos.
A autonomia plena que a
Constituinte com a melhor das intenções deu aos partidos tem servido para
fortalecê-los, sim, mas como pequenas empresas de grandes negócios. E
negociantes.
Os horários de rádio e de
TV ocupados pelos partidos não são nada gratuitos. Ao contrario da proposição
da lei. Não apresentam ideias realizadoras para algum debate.
Servem para enriquecer
uns poucos e famosos marqueteiros, profissionais em ilusionismo, vendendo
candidatos como pessoas de rara inteligência, competência, probidade e alta
sofisticação, mesmo sabendo que muitos deles já foram vendidos antes em outros
mercados.
Só a iniciativa popular
terá poder para reduzir pela metade o numero de Deputados e Vereadores e ainda
de Senadores por Estado. Por que três Senadores? Dois bastam. E por que mandato
de oito anos? Cinco anos bastam, coincidindo com os mandatos executivos, que
voltarão a cinco anos, sem reeleição.
As eleições para
Deputados e os Vereadores serão um ano antes do Presidente, dos Governadores e
dos Prefeitos, ensejando espaços para debates entre candidatos e com a
participação de lideres da sociedade civil.
Com o voto distrital e o
fim da propaganda dita gratuita dos partidos no rádio e na TV haverá mais
espaço para menos candidatos e os debates focarão questões de maior interesse
das comunidades nos distritos. O eleitor poderá acompanhar de perto a atuação do
eleito e que não fizer bem o seu trabalho não será o mais votado na eleição
seguinte.
Acabaremos também com
esse festim de partidos sem votos, mas com atuação nos legislativos e que pelo
alto preço que cobram só dificultam a governabilidade. O partido que não
obtiver um percentual razoável de votos num determinado numero de distritos só
terá fôlego para concorrer por até dez anos, mas não terá atuação parlamentar.
Os partidos terão de
atuar a partir das bases, proibidas reeleições de seus dirigentes e
prorrogações das suas comissões provisórias.
Todos os candidatos que
terão que passar antes por eleição prévia com voto obrigatório direto e secreto
de todos os filiados numa Convenção.
Assim poderá haver o voto
em lista, ou seja, o voto apenas no partido que já terá escolhido, antes, a sua
chapa em cada distrito.
Fim das coligações
partidárias e do voto proporcional. Esses são outros fatores do atraso
democrático.
Financiamento público de
campanha, mais do que já existe? Instituiremos contribuições apenas de pessoas
físicas em limites fixos para cada cargo e lugar, deduzindo-as do imposto de
renda. Será o incentivo fiscal para a democracia. Mais importante que dispensa
de IPI para compra de carro zero, o que só tem poluído e atrapalhado a mobilidade
urbana nas médias e nas grandes cidades do País.
A Justiça Eleitoral que
tem juiz classista, mas não é paritária, terá seu atual formato rediscutido.
Não pode continuar com juízes emprestados de outros Tribunais, noturna, no caso
do TSE, assoberbada e soturna. Fui Ministro lá, eu sei.
As Cortes de Contas são
outras engolideiras de dinheiros públicos, instrumentalizados para a
perseguição política ou para o acobertamento de malfeitos, conforme os agrados
da situação. Controle externo, fim das regalias, transparência absoluta, focos
da mídia no acompanhamento do que fazem e deixam de fazer.
Não basta exigir do
candidato a cargo eletivo, e todos os cargos são de grande relevo, prova de
alfabetização. Há que se exigir dos candidatos grau de escolarização suficiente
ao desempenho eficaz e honesto das funções que pretendem exercer. Ficha limpa
por si só não basta.

Eis aqui algumas ideias
em circulação para uma agenda de debates com a rapaziada das escolas, das
organizações comunitárias, das igrejas, das noitadas do regue e das torcidas do
futebol.

Se o problema está nas
regras, não adianta nada mudar as cores do time ou trocar os atletas. O jogo
será sempre o mesmo. Então, o jeito é mudar as regras. Reformas políticas já!


 

  • Jorge Vieira
  • 31/jul/2014

“Ajude o Maranhão a derrotar Sarney”

Editorial – Jornal Pequeno

Se ele vai vencer a
eleição ou não ninguém pode afirmar, apenas prever, mas não se diga que a
campanha de Flávio Dino não é uma das mais bem planejadas da história política
do Maranhão. Depois de trazer para dentro de sua coligação todo mundo que nacionalmente
realmente importa, inclusive os três presidenciáveis que têm votos, de reunir à
sua volta cada um dos partidos com peso eleitoral no Estado, à exceção do PMDB,
seu adversário, o PCdoB lança uma campanha capaz de nacionalizar a disputa que
ocorre no Maranhão.

“Ajude o Maranhão a
derrotar Sarney” é um primor da genialidade no marketing político, uma
convocação ao país inteiro para que participe, com recursos, opiniões,
denúncias, manifestações da batalha que aqui se trava contra o grupo que há quase
50 anos dá as cartas no Maranhão. Primeiro porque no Brasil todo mundo quer
derrotar Sarney, assim como, em menor proporção, quer derrotar Collor de Mello,
Renan Calheiros, Jáder Barbalho, dentre outros símbolos dos piores momentos que
o Brasil viveu.

Queiram ou não queiram
seus discípulos no Maranhão, Sarney é um símbolo nacional da decadência
política, uma lembrança do autoritarismo que a ditadura produziu, a mais forte
representação do fisiologismo e figura marcada nos protestos nacionais. Essa
campanha pode provocar furor inaudito nas redes sociais do país e com ela é
possível até que o candidato de oposição tenha encontrado meios de enfrentar os
bilhões de que tanto falam e por que tanto brigam na campanha governamental.

“Ajude o Maranhão a
derrotar o Sarney” é um repto à Nação que tanto torce, reza e sonha há tantos
anos em vê-lo fora da política e do centro de decisões do poder. Sarney, que se
aliou a cada um dos presidentes militares e civis, de 1965 até aqui, e se fez
mentor das piores causas contra a sociedade civil, inclusive contra a reforma
agrária, inclusive contra a corrupção, inclusive e principalmente contra a
alternância de poder; Sarney que foi o rei da inflação quando presidente, que
presidiu o Senado em suas fases mais desmoralizadoras, que subjugou a Justiça,
exposto ao veto de toda a nação brasileira no momento em que disputa a eleição
mais difícil de sua carreira no Estado que dominou com mão de ferro. E com
outras mãos.

Parece que Flávio Dino se
preparou para enfrentar Sarney. Exemplos disso são o confronto jurídico que
empreende, o emparedamento jurídico do Fundema, um projeto que pretendia
transferir dinheiro federal para Prefeituras do Maranhão em pleno período
eleitoral.

Mas a idéia de pedir
ajuda ao Brasil contra Sarney no Maranhão, uma terra em que muitos prefeitos se
comportam como gado no curral do governo, é simplesmente genial. E já está
deixando atarantada, irritada, furiosa, a cúpula do PMDB. O Brasil inteiro a se
manifestar, das mais diversas formas, contra o senador José Sarney. O efeito
disso na mentalidade maranhense pode ser devastador. A idéia é simplesmente
genial, pois sem sombra de dúvidas, o Brasil inteiro quer derrotar José Sarney.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 31/jul/2014

Campanha um “Maranhão mais justo, um Maranhão sem Sarney” é lançada em clima de otimismo

A Coligação Todos Pelo Maranhão lançou nesta
quarta-feira à noite, em clima de otimismo e muita expectativa, o site da
campanha nacional “Um Maranhão mais justo, um Maranhão sem Sarney” (http://financiamentopopular.flaviodino65.com.br/).
O objetivo da campanha é mobilizar o Brasil inteiro para ajudar a mudar a
política do Maranhão e, consequentemente, melhorar os índices de qualidade de
vida no Estado.

A página vai recolher doações de moradores de todos
os Estados para a campanha do candidato Flávio Dino, em conformidade com o que
determina a legislação eleitoral e fiscal do Brasil.

Os organizadores explicam que a campanha tem
caráter nacional porque as eleições deste ano no Maranhão terão impacto em todo
o país. A renovação da política maranhense representa também uma nova página na
política brasileira, com a superação de um arcaico e ultrapassado ciclo.

IDH Justo – O lançamento da campanha foi feito durante o “Pacto
por um IDH Justo”, que reuniu Flávio Dino e dezenas de movimentos sociais no
Hotel Rio Poty, em São Luís. O evento foi escolhido porque o objetivo é o
mesmo: melhorar os índices sociais do Maranhão.

Recepcionando o candidato Flávio Dino com a
“Oração Latina”, representantes de 149 municípios maranhenses
cantaram numa só voz e pediram ao candidato para ajudar a retirar o povo do
Maranhão do nível de extrema pobreza.

Os movimentos convidaram Flávio para firmar o pacto
e reverter o baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Estado, o segundo
pior do país. Esse índice foi criado pela ONU e mede a qualidade de vida da
população. Flávio aceitou e reafirmou seu empenho em governar o Maranhão para
todas as famílias do Estado, priorizando valores como Justiça e Igualdade para
garantir que existam oportunidades.

“Precisamos libertar o Maranhão”, disse Chico
Miguel,  da FETAEMA, ao falar dos problemas sociais do Estado e da
alternativa representada por Flávio Dino.

Entre os tópicos mais importantes da mobilização
que reuniu movimentos sociais de vários segmentos, está a defesa pela qualidade
de vida dos maranhenses e a distribuição de renda. “Somos 450 mil
maranhenses que passam fome”, disse Rocha Rural, da Federação das
Entidades Rurais do Maranhão, ao reforçar a defesa por mudança.

“O Maranhão precisa ser conectado com os avanços
sociais do país”, acrescentou a presidente nacional da UNE, Virgínia
Barros, criticando os gastos supérfluos do governo maranhense.

 

  • Jorge Vieira
  • 30/jul/2014

TRE-MA define tempo dos candidatos no horário eleitoral

A propaganda eleitoral no rádio e na televisão
começará dia 19 de agosto, com os programas dos candidatos majoritários
divididos em dois blocos de 25 minutos diários.

Segundo divulgou o Tribunal Regional Eleitoral,
nesta quarta-feira (30), Edinho Lobão (PMDB), terá 9 minutos e 28 segundos;
Flávio Dino (PCdoB), 5 minutos e 59 segundos; Antônio Pedrosa (PSOL), 1 minuto
e 11 segundos; Já Zeluis Lago (PPL), Saulo Arcangeli (PSTU) e Josivaldo Correa
(PCB), terão 1 minuto e seis segundos, cada.

Os tempos dos candidatos foram anunciados após a
audiência pública com representantes de partidos e coligações que participarão
das eleições 2014.

A divisão do tempo foi realizada com base nos
critérios previstos na Lei das Eleições.

Os programas para televisão gerados pela TV
Mirante, enquanto a Rádio Timbira ficará responsável pela distribuição para
rádios.

1 2.043 2.044 2.045 2.046 2.047 2.781

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