Logo Blog
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz
  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Um governo de larápios

A Rede Globo prestou um
grande serviço à população maranhense ao revelar, em reportagem no Jornal
Nacional, exibida na noite de segunda-feira (11), as entranhas do submundo da
corrupção no governo comandado por Roseana Sarney (PMDB).


É verdade que roubo de
recursos públicos virou rotina no Governo do Maranhão, mas só que desta vez
pegaram a governadora e seus auxiliares com a “boca na botija”, a exemplo do
escândalo da Lunus, quando a Polícia Federal estourou a fortaleza onde Roseana
e seu marido Jorge Murad escondiam uma fortuna de R$ 1,3 milhão.     

Desta vez, o Jornal Nacional
se encarregou de dar nome e sobrenome aos envolvidos no escândalo investigado pela
PF na “Operação Lava Jato”, disse quem trouxe e quem recebeu a mala com R$ 1,4
milhão entregue a um assessor da governadora, no Hotel Luzeiros, em São Luís, como
parte do pagamento da propina pelo pagamento do precatório da empreiteira
Constran.

E sabem
quem participou da reunião que definiu o valor da propina a ser paga ao Governo
do Maranhão? João Guilherme Abreu, Chefe da Casa Civil do governo Roseana; a
presidente do Instituto de Previdência do Estado, a intocável Maria da Graça
Marques Cutrim; e a procuradora Helena Maria Cavalcanti Haickel. Contou ainda
com a presença de um assessor da governadora chamado Bringel.

E a governadora propineira, que já despachou até as empregadas
para Miami, onde pretende morar após assaltar os cofres do Estado, na maior
cara de pau, disse que apenas cumpriu decisão judicial, como se todos nós fossemos
maranhenses fossemos um bando de idiotas.

Roseana
deveria era criar vergonha na cara e aplicar o dinheiro público em obras que a
população necessita, mas como dignidade passou longe da família Sarney,  ela preferiu fazer seu “pé de meia” com propina,
como último ato de um governo marcado por escândalos de corrupção.

  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Jornal Nacional: Contadora de doleiro revela à PF esquema de suborno no governo Roseana Sarney

O Jornal Nacional teve acesso ao conteúdo de um depoimento de Meire Poza, contadora do doleiro Alberto Youssef, que foi um dos presos na operação Lava Jato. Segundo a Polícia Federal, a contadora revelou um esquema de suborno, envolvendo pagamentos judiciais, o doleiro, uma construtora e integrantes do governo do Maranhão.
O depoimento foi prestado na quinta-feira (7) à Polícia Federal, em Curitiba. Meire Poza é contadora da GFD que, segundo a Polícia Federal, é uma das empresas de Alberto Youssef. Ela decidiu contar aos investigadores o que sabe sobre as operações financeiras do doleiro e de suas empresas.
Segundo a contadora, a construtora Constran pediu que Alberto Youssef subornasse o governo do Maranhão oferecendo R$ 6 milhões. Em troca, a empresa furaria a fila desses pagamentos judiciais e receberia, antecipadamente, R$ 120 milhões em precatórios, que são dívidas de governos reconhecidas pela Justiça. Por ter negociado o acordo, Youssef receberia R$ 12 milhões.
Depois da suposta combinação, o governo estadual começou a liberar as parcelas do precatório, no valor de R$ 4,7 milhões cada uma. Até agora, foram pagos R$ 33 milhões. A última parcela, de acordo com o portal da transparência do Maranhão, foi paga no dia seis.
Segundo a contadora, para combinar os detalhes da operação, houve uma reunião no dia 10 de setembro do ano passado, da qual participaram João Guilherme, da Casa Civil do Maranhão; um assessor identificado por ela como Bringel; a presidente do Instituto de Previdência do Estado, que arcaria com os riscos da operação, Maria da Graça Marques Cutrim; e uma procuradora do estado chamada Helena Maria Cavalcanti Haickel.
No depoimento, a contadora afirmou que o governo do Maranhão mantinha Alberto Youssef sob pressão para receber a propina. E que, se o suborno não fosse pago integralmente, as parcelas do precatório seriam suspensas. Youssef foi preso, em São Luís, em março deste ano. Segundo Meire, ele esteve na cidade no dia 17 de março para pagar propina a pessoas da alta administração do governo estadual.
Fotos do relatório da Polícia Federal, do mesmo dia, mostram Youssef em um hotel com um homem identificado como Marco Antônio de Campos Ziegert. Youssef chegou com duas malas. Marco Ziegert, com uma. Os dois se hospedaram em andares diferentes. Às 3h29 da manhã, Youssef foi ao andar de Marco levando uma mala. E às 3h39, entrou no elevador sem a mala. Às 10h47 do dia seguinte, Marco deixou o hotel, segundo a Polícia Federal, com a mala entregue pelo doleiro.
A contadora disse que Youssef estava naquele dia com parte da propina, R$ 1,4 milhão em dinheiro vivo. E que, segundo a PF, foi entregue a uma pessoa identificada como Marcão.
Segundo o relatório da PF, Marcos Ziegert deixou uma caixa na recepção do hotel para ser entregue a Milton Braga Durans, assessor da Casa Civil do governo Roseana Sarney. Ainda segundo a PF, Milton esteve no hotel dias depois para pegar a caixa.
Além do doleiro, a contadora também cita Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte. Ela diz que Adarico contou que foi ao governo do Maranhão entregar R$ 300 mil, que seriam parte do acordo. Segundo Meire, um assessor teria dito a Adarico que o valor era pouco e que teria que consultar a governadora Roseana Sarney.
A Justiça Federal do Paraná vai encaminhar as informações ao Superior Tribunal de Justiça, a quem cabe fazer apurações de denúncias envolvendo governadores.
Em relação ao precatório pago à Constran, o governo do Maranhão afirmou que apenas cumpriu o que foi decidido pela Justiça do estado e por Tribunais Superiores Federais, de acordo com a lei e sem nenhum favorecimento. A governadora Roseana Sarney declarou que jamais teve conhecimento de pagamento de propina a funcionários do governo.
A secretária adjunta de Gestão e Previdência, na época, Maria da Graça Marques Cutrim, disse que foi a uma reunião como convidada – e que os participantes fizeram uma proposta de criação de um fundo de investimentos. Mas, segundo ela, o governo do Maranhão não poderia participar – porque só faz aplicações no Banco do Brasil.
Segundo o governo do Maranhão, João Guilherme Abreu não é mais da Casa Civil. Ele e a procuradora do estado Helena Maria Cavalcanti Haickel não foram encontrados para falar do assunto.
O Jornal Nacional não conseguiu contato com nenhum representante da empresa Constran. Os demais citados pela contadora também não foram encontrados.

  • Jorge Vieira
  • 11/ago/2014

Para Bira, governo do Estado ficou desperado com o fim do Fundema e decidiu atacar a família do candidato da oposição

O Fundo Estadual de Apoio ao
Desenvolvimento dos Municípios do Maranhão (FUNDEMA) voltou a ser pauta de
debates na Assembleia Legislativa do Maranhão, na tarde desta terça-feira (11).
O deputado estadual Bira do Pindaré
(PSB) ocupou a tribuna da Casa e afirmou que FUNDEMA nasceu morto, e não passou
de uma artimanha preparada na tentativa absolutamente inglória de contaminar o
processo eleitoral.
“Por essa razão é que ele foi
inviabilizado do ponto de vista jurídico e do ponto de vista político, ele não surte
mais os efeitos que o grupo dominante queria que era vender a ideia de que
iriam comprar a eleição de qualquer maneira, sendo que o FUNDEMA seria
utilizado para este fim”, explicou Bira.
Para o socialista, o Governo do estado
ignora as necessidades do povo, transforma tudo em um comitê eleitoral e tenta
de todas as formas impedir a vontade do povo, que é eleger um representante que
simbolize a alternância de poder no Maranhão. 
O parlamentar destacou ainda a negativa
do BNDES em colocar dinheiro na “artimanha” do governo do Estado. “O grupo que
governa o Maranhão abriu a caixa de mentiras e ataques rasteiros contra a
Oposição. O que fizeram ontem com o Flávio foi absolutamente repudiável,
abominável. Partiram para uma apelação que atinge o sentimento de um pai, de um
ser humano que perdeu o filho, isso só faz quem não tem coração, só faz quem
não tem o sentimento da solidariedade”, protestou Bira.
O deputado referia-se a campanha
apelativa que partiu de fakes (perfis falsos em redes sociais) criados pela
campanha do candidato da oligarquia para tentar desestabilizar o candidato da
oposição em pleno dia dos pais, usando a morte do seu filho de maneira
deplorável.
Esta tentativa do grupo dominante do
estado de tentar manipular e rebaixar o nível das campanhas eleitorais no
Maranhão não é novidade. Bira recordou o caso Reis Pacheco, quando a oligarquia
“inventou” um defunto para tirar a vitória nas eleições do então candidato
Epitácio Cafeteira, na ocasião, a estratégia maquiavélica funcionou.

“Agora a historia é diferente, não é
mais a mesma coisa. Então, não adianta inventar o Reis Pacheco que dessa forma
não vão impedir a eleição do candidato da oposição. O povo não acredita mais
nesses que estão aí, há quase 50 anos”, destacou Bira.

  • Jorge Vieira
  • 11/ago/2014

Othelino destaca posição pública do prefeito Edivaldo Júnior em relação ao governo Roseana

O
deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) destacou entrevista do prefeito de São
Luís, Edivaldo Holanda Jr, publicada no último final de semana, no Jornal
Pequeno, onde ele fala de avanços na gestão e se posiciona ao dizer que a
cidade “tem sido alvo de retaliação do governo do Maranhão”. O parlamentar leu
o trecho em que o chefe do Executivo diz que, apesar dos esforços e da
iniciativa de buscar estabelecer parcerias, o Município, possivelmente, é o
único do Maranhão a não ter convênios celebrados com o Estado.
“Acho
inclusive que esta posição pública do prefeito foi importante e destaco um
trecho onde ele se refere à relação com o governo do Maranhão. O prefeito
Edvaldo Holanda Júnior é conhecido por ser um político comedido, que evita
polêmicas, mas, nesse caso, ele foi muito feliz e muito duro na fala”, comentou
Othelino Neto na tribuna.
Othelino
registrou, em seu discurso, que o prefeito, no dia 21 de maio, pediu uma
audiência para a governadora Roseana Sarney, protocolou documento na Casa
Civil, e a chefe do Executivo chegou a dizer que iria recebê-lo, mas nunca se
prestou a responder o ofício. “A governadora permite que seu governo envie
milhões para entidades fantasmas, mas se recusa a ajudar, a cumprir sua
obrigação com a cidade de São Luís. Qual a razão? Porque o prefeito da capital
é adversário político da governadora e não aceitou ser cooptado como outros
fizeram. Essa é a punição”, enfatizou o deputado.
Segundo
Othelino, tanto o governo do Estado quanto o Federal têm obrigação para com a
cidade São Luís, assim como com os outros municípios do Maranhão.  Para o
deputado, a posição da administração Roseana Sarney para com a capital
maranhense é como se fosse um castigo pelo fato do prefeito não ter aceitado a
cooptação.
“O
governo Roseana trata o recurso público como se ele não fosse público, como se
fosse privado, como se estivesse tirando da conta pessoal para repassar para
alguém. E é por essas práticas, nada republicanas, que este governo está mal
avaliado”, disse Othelino Neto.

Perseguição
e insensibilidade – 
Segundo
o deputado, a declaração do prefeito de São Luís é muito forte e séria, porque
ele denuncia a perseguição, a insensibilidade e o desprezo da governadora para
com a cidade. Para o deputado, “quando Roseana Sarney se recusa, sequer, a marcar
uma audiência, ela não está sendo mal educada com Edivaldo Holanda Jr, mas
comete uma grosseria com a população da capital maranhense, que precisa dos
investimentos do governo do Maranhão”.
O
deputado disse esperar que, a partir de 2015, o Estado esteja bem melhor para
que São Luís seja tratada pelo governo do Maranhão com a atenção que merece,
assim como os demais municípios. “Deseja-se uma relação republicana, cada um
com o seu lado político, mas respeitando as relações que o governo precisa ter
com cada uma das prefeituras e seus respectivos prefeitos”, afirmou.

Othelino
disse que não se espanta mais com a insensibilidade da governadora, nem com a
falta de transparência. “Isso aí, infelizmente, nós já estamos habituados. O
que eu me espanto é com a coragem de nem, sequer, receber o prefeito da capital
por pura mesquinharia, insensibilidade, só para mostrar que quem não reza na
cartilha da oligarquia merece esse tipo de punição”, finalizou o deputado.

  • Jorge Vieira
  • 11/ago/2014

“Escola tem que ter dignidade, e não ser depósito de gente”, diz Flávio Dino

No Dia do Estudante, comemorado nesta segunda-feira
(11), o candidato a governador da Coligação Todos Pelo Maranhão, Flávio Dino,
defende a melhoria da estrutura física das unidades de ensino do Estado como
forma de estimular a presença de alunos em sala de aula. A experiência de
Flávio Dino como professor há mais de 20 anos contribui com esse diagnóstico
sobre a educação maranhense e reforça o compromisso que tem com alunos e
professores.

“Está no nosso Programa de Governo cuidar dos
prédios. Prédios significam respeito aos alunos, professores e funcionários. No
meu governo, as escolas deixarão de ser depósito de gente. Escola tem que ter
dignidade, tem que ter conforto, tem que ser arejada, tem que ser iluminada,
para garantir que as pessoas se sintam acolhidas como se estivessem em casa”,
diz Flávio Dino ao apontar ações simples, porém essenciais, para estimular a
permanência de alunos em sala de aula.

Essa preocupação de Flávio Dino com a educação tem
por base também os indicadores da área. A escolaridade média dos maranhenses é
de apenas cinco anos, ou seja, abaixo do ensino fundamental.

“Nem o ensino fundamental o Maranhão está
conseguindo garantir à nossa população. Quando olhamos a realidade do ensino
médio, que faz parte da educação básica, apenas um a cada cinco jovens de 19
anos concluiu o ensino médio”, afirma Flávio Dino.

Para ele, a falta de incentivo à educação explica a
situação do Estado no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), onde
oscila entre o penúltimo e o último lugar.

Propostas

Uma das formas para reverter esse quadro é
colocando o Estado a serviço das prefeituras e municípios. Funcionaria como no
Estado do Ceará, onde foi formada uma espécie de mutirão da assistência técnica
para as redes municipais de ensino. Outra proposta de Flávio é associar o
ensino médio à educação profissionalizante.

Além desses compromissos, Flávio Dino propõe também
a criação de universidades estaduais regionalizadas, com orçamento e autonomia
para dar velocidade às decisões administrativas, aproximar as instituições das
comunidades e ampliar o número de vagas públicas e gratuitas.

  • Jorge Vieira
  • 11/ago/2014

Roberto Costa lança campanha no Médio Mearim

O deputado estadual Roberto Costa
(PMDB) escolheu a cidade de Bacabal para o lançamento da sua campanha, domingo (10), no Médio Mearim.
A festa popular aconteceu na Associação Atlética Vanguarda,
onde ele explicou as razões que o levaram a escolher o município para reiniciar sua luta pela renovação do mandato

 

Costa observou que desenvolveu fortes laços com Bacabal, desde que iniciou sua jornada
na Assembleia Legislativa, e com os município que integram a região. O deputado relembrou ainda vários momentos de sua atuação em favor da cidade.


Para a assessoria do candidato, “o que se viu em Bacabal faz, agora, crescer a expectativa sobre o
lançamento da campanha do deputado em São Luís, o que deve acontecer nos
próximos dias.



  • Jorge Vieira
  • 11/ago/2014

Pesquisa Exata mostra Flávio Dino com 52% das intenções de voto em Chapadinha

A mais
recente e registrada pesquisa eleitoral feita na cidade de Chapadinha mostra o
candidato da Coligação Todos Pelo Maranhão, Flávio Dino, com 52% das intenções
de voto. O levantamento foi realizado pelo Instituto Exata nos dias 1 e 2 de
agosto, com 450 eleitores.

A
pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral com número
MA-00034/2014. A margem de erro é de 3,5 pontos para mais ou para menos.

O
candidato Lobão Filho (PMDB) aparece com 19%. Pedrosa (PSOL), Prof. Josivaldo
(PCB) e Zeluís Lago (PPL) aparecem com 1% cada um. Saulo Arcangeli (PSTU) não
pontuou.

Brancos e
nulos somam 9%. E 16% não sabem.

A
pesquisa também mediu o índice de rejeição dos candidatos. Lobão Filho tem 27%
de rejeição dos eleitores. Flávio aparece com 7%. ZeLuís Lago tem 6%; Pedrosa,
5%; Arcangeli, 4%; e Prof. Josivaldo, 4%.

A Exata
também pesquisou as intenções de voto para o Senado. Roberto Rocha (PSB), da
Coligação Todos Pelo Maranhão, tem 30%. Gastão Vieira (PMDB) aparece com
14%. 

1 2.032 2.033 2.034 2.035 2.036 2.781

Buscar

aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz