Folha de São Paulo
Durante sua ausência, cada
vez mais comum, quem o representa na maioria dos eventos é o
secretário-executivo Márcio Zimmermann.
Desde então, Lobão saiu de
férias quatro vezes, sempre por períodos curtos, de três a cinco dias. Compromissos
de trabalho em sua agenda oficial foram apenas cinco. Quatro deles
mencionavam sua participação em reuniões -uma delas nem sequer foi presencial.
O quinto compromisso foi uma visita a empresas de energia no Maranhão, sua
terra natal.
A saída de Lobão do
ministério é dada como certa. Segundo a Folha apurou, a tendência é que ele
seja substituído em janeiro. O nome do novo ministro ainda está em discussão no
governo.
Enquanto isso, agentes do
setor elétrico, como empresários, associações e especialistas, acumulam
pendências para tratar com a pasta. As questões em aberto se espalham por todos
os segmentos e incluem de indenizações às empresas de transmissão à falta de
regras para renovação dos contratos de concessão das distribuidoras.
VIAGEM – Até mesmo a presença do
ministro em eventos do setor se tornou rara. No último mês, o ministério
convocou a imprensa para explicar o esquema de segurança que seria montado para
garantir abastecimento nas eleições. Mas o ministro, segundo assessores, estava
em viagem.
O ministério afirma que
“como todo servidor público, o ministro tem direito a férias anuais de 30 dias
e que sua opção foi por tirá-las no segundo semestre” para poder dedicar-se à
campanha eleitoral de seu filho, o senador Lobão Filho, candidato ao governo do
Maranhão”.
O deputado estadual Bira do Pindaré, que comandará
a Secretaria de Ciência e Tecnologia, anunciou um conjunto de medidas que serão
implantadas desde o início da gestão do governador eleito Flávio Dino para
sustentação da ciência e da tecnologia no Estado. As medidas foram
anunciadas em entrevista na noite desta quinta-feira (06).
“Flávio Dino é muito sintonizado com o nosso
tempo”, afirmou Bira do Pindaré ao explicar outra meta do governo Flávio Dino:
promover a inclusão digital no Estado.
Editorial – Jornal pequeno
A Prefeitura de São Luís iniciou os
preparativos para receber o período natalino. Com a intenção de ornamentar a
cidade e fomentar o clima típico de fim de ano, começam a ser instaladas as
decorações, com a montagem da árvore de Natal, que ficará na Praça Maria
Aragão, a instalação e teste da iluminação que dará cor a fachada do Palácio de
La Ravardière, sede do governo municipal, além de outros pontos da cidade.
A governadora do Maranhão, Roseana Sarney, vetou
projeto de lei, de autoria do deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), que
dispõe sobre a introdução de assistentes sociais e de psicólogos no quadro de
profissionais de educação em cada escola da Rede Estadual de Ensino. O
parlamentar lamentou e disse esperar que o Plenário da Casa derrube o veto
governamental.
O
governador eleito Flávio Dino assumiu mais uma vez o compromisso de desenvolver
ações para melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos municípios
maranhenses. O estado ocupa o penúltimo lugar no ranking dos estados
brasileiros. Em quatro anos, Dino promete dar atenção especial à agricultura,
pecuária, pesca e aquicultura, implementar uma política industrial democrática
e ousada, com a verticalização das cadeias produtivas para avançar nos índices
sociais do estado.
Um projeto de lei, de autoria do
deputado Alexandre Almeida mudando as regras para eleição indireta de
governador e eleição para presidente tampão da Assembleia Legislativa está
obstruindo a pauta de votação das matérias constantes na ordem do dia.
Por conta das divergências sobre a
matéria, os deputados de oposição voltaram a esvaziar a sessão na manhã de
hoje evitar quórum e a consequente votação do projeto de Lei.
Os
parlamentares oposicionistas advertem que enquanto a proposta de Alexandre
Almeida estiver em pauta, a bancada esvaziará o plenário, pois entendem tratar-se de um golpe para favorecer o presidente da Casa, deputado Arnaldo Melo (foto)
Como a oposição se recusa a aprovar a PEC, caso a
matéria não seja retirada de pauta, os governista terão que conseguir quórum
qualificado ou tudo ficará parado à espera do próximo governo.