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  • Jorge Vieira
  • 30/out/2014

Flávio Dino anuncia secretário de Direitos Humanos e Participação Popular

O governador eleito Flávio Dino
divulgou na manhã desta quinta-feira (30) o secretário de Direitos Humanos e
Participação Popular. Com forte atuação junto aos movimentos sociais, o
professor Francisco Gonçalves assumirá a pasta a partir de 1º de janeiro.
Com o redesenho previsto para a
Secretaria, ela será responsável por conduzir as políticas sociais para
melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano, a implantação do orçamento
participativo e da atuação dos conselhos nas ações do Poder Executivo.
Conheça o perfil do novo secretário:
FRANCISCO GONÇALVES DA CONCEIÇÃO –
Secretário de Direitos Humanos e Participação Popular
Francisco Gonçalves é formado em
Comunicação Social/Jornalismo (UFMA), doutor em Comunicação e Cultura (UFRJ) e
professor do Departamento de Comunicação Social da UFMA. Com forte relação com
os movimentos sociais desde a década de 70, Francisco foi assessor da Comissão
Pastoral da Terra (CPT-MA) e conselheiro da Sociedade Maranhense de Direitos
Humanos (SMDH)
.
Presidente da Fundação Municipal de
Cultura de São Luís desde 2013, Francisco é pesquisador e foi também chefe do
Departamento de Comunicação Social da UFMA. Sua atuação política vem desde a
fundação do PT-MA, partido no qual sempre teve atuação ligada à defesa dos
movimentos sociais e trabalhadores maranhenses.

Durante a campanha de Flávio Dino,
desempenhou importante papel junto aos movimentos sociais, sendo um dos
articuladores do “Pacto por um IDH Justo”, iniciativa que tem por objetivo unir
esforços em toda a sociedade para  reverter os índices sociais do
Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 30/out/2014

Comissão de transição aguarda informações solicitadas ao governo Roseana

A comissão nomeada pela governadora Roseana Sarney,
para prestar informações à equipe de transição do novo governo que iniciará em
primeiro de janeiro de 2015, promete entregar, nesta quinta-feira (30), documentos
e informações para o coordenador da equipe de transição comissão indicada pelo
governador eleito, Flávio Dino. 

A entrega dos documentos solicitados está sendo
aguardado com muita expectativa, visto que o coordenador da transição, deputado
Marcelo Tavares, futuro chefe da Casa Civil, tem acusado os auxiliares da
governadora Roseana Sarney de estarem sonegando informações sobre diversos
setores da administração.  

A secretária-chefe de Estado da Casa Civil e
coordenadora da comissão de transição, Anna Graziella Neiva, afirma que tem
orientado  os secretários, diretores e
presidentes de órgãos ligados ao Governo do Estado para, por meio de comissões
internas, organizar as informações de acordo com o que foi solicitado.

Apesar da declaração da secretária Grazella, o
futuro secretário de Articulação Política do governo, Márcio Jerry, o atual
governo diz que está ajudando, quando na verdade estaria apenas criando
armadilhas para a futura administração de Flávio Dino.

  • Jorge Vieira
  • 29/out/2014

Prefeitura paga salário de outubro nesta quinta-feira (30)

 A Prefeitura de São Luís paga, a partir desta
quinta-feira (30), os salários referentes ao mês de outubro dos servidores
públicos da administração municipal. Dessa forma, o prefeito Edivaldo mantém o
compromisso de pagar os vencimentos dos funcionários ainda dentro do mês.

Os servidores municipais podem ter acesso às
informações dos seus vencimentos em todos os terminais de auto-atendimento do
Banco do Brasil, por meio do contracheque eletrônico. Basta acessar a opção
Outros Serviços, escolher a opção Contracheque BB e depois informar o número da
matrícula e o mês desejado do documento. Ou também pelo site da Prefeitura de
São Luís (www.saoluis.ma.gov.br), no Portal do Servidor,
informando a matrícula e a senha.

  • Jorge Vieira
  • 29/out/2014

Oposição é contra eleição indireta para governador e avisa que lançará candidato se houver renúncia

A ainda oposição na Assembleia Legislativa do
Maranhão reuniu-se, na manhã desta quarta-feira (29), e decidiu por um
posicionamento contrário a uma possível eleição indireta para governador do
Maranhão, no caso de a governadora Roseana Sarney  (PMDB) se afastar do
Executivo até o final do mês de novembro. Segundo o deputado Othelino Neto
(PCdoB), se isso acontecer, o grupo já avisa que lançará candidato próprio.

Além de Othelino, a reunião desta quarta-feira (29)
contou com a  presença dos deputados Marcelo Tavares (PSB), que será o
chefe da Casa Civil no governo Flávio Dino (PCdoB), Raimundo Cutrim (PCdoB) e
Rubens Júnior (PCdoB). Outras discussões devem ocorrer ainda entre os
parlamentares de oposição na Assembleia Legislativa.

A oposição considera casuísmo (manobra) uma eleição
indireta na Assembleia Legislativa e desconfia dos verdadeiros motivos do atual
governo. “Entendemos que não deva haver eleição indireta para governador. Mas,
na hipótese disso ocorrer, teremos candidato”, disse Othelino.

No caso de vir a se confirmar mesmo o afastamento
de Roseana Sarney do governo do Estado, ao tomar posse no Executivo, o
presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão,  Arnaldo Melo (PMDB),
teria, por Lei, 30 dias para convocar eleição indireta para novo governador, na
qual ele próprio pode ser candidato. Elegendo-se, renunciaria ao mandato de
deputado e de presidente do poder.

PEC modifica prazo para eleição indireta

Pelo que já foi noticiado por vários setores da
Imprensa, haveria uma previsão de que Roseana Sarney se afastaria do governo no
dia 30 de novembro, o que significaria que, no prazo de 30 dias, 30 de
dezembro, teria que haver a eleição indireta às véspera da posse de Flávio
Dino, governador eleito para o mandato que se inicia em primeiro de janeiro de
2015.

Por outro lado, circula nos bastidores da
Assembleia já uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que modifica esse
prazo para “até 30 dias”, ou seja, Arnaldo Mello, com isso, poderia fazer a
eleição indireta a qualquer momento, com dois ou três dias após ter assumido.
Assinaturas estão sendo recolhidas.

  • Jorge Vieira
  • 29/out/2014

Presidente do PDT rejeita qualquer aproximação com o grupo Sarney no Maranhão

O presidente estadual do PDT,
ex-deputado Julião Amim disse ontem ao Jornal Pequeno que são desprovidas de
veracidade qualquer informação sobre suposta participação do partido em bloco
composto por PMDB e PV para fazer oposição ao governo de Flávio Dino.  

“Essa boataria não faz o menor
sentido. Nós lutamos pela eleição de Flávio Dino e estamos é ao lado do povo.
Essa vitória foi o resultado de décadas de lutas iniciadas pelo partido sob a
liderança de Jackson Lago. Falar isso é o absurdo dos absurdos, até porque a luta
contra o sarneismo foi um dos motivos da criação do nosso partido”, enfatizou
Julião.

Para o dirigente do PDT não faz o
menor sentido plantar informações desta natureza, pois caso isso viesse ocorrer
“seria uma traição a toda a nossa história contra esta oligarquia que acaba de
ser varrida do estado”, observou.

Julião destacou ainda que o fato do PDT
do Amapá ser aliado do ainda senador José Sarney nada tem a ver com o Maranhão.
Para o presidente do partido o apoio de Sarney ao governador eleito, Waldez Góes,
“lamentavelmente são fatos que ocorrem na política, mas no caso do Maranhão,
nossa história não permite”.   

  • Jorge Vieira
  • 29/out/2014

Prefeito Edivaldo é convidado a filiar no PT

Márcio Jardim formalizou o convite  

Militantes do Partido dos Trabalhadores
ligados ao movimento Resistência Petista, formalizaram, nesta manhã de quarta-feira
(29), convite ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior para se filiar à legenda.

O anuncio oficial aconteceu durante
ato em homenagem a vitória consagradora da presidente Dilma no Maranhão, organizado pelos petistas, quando
Márcio Jardim e Teresinha Fernandes ressaltam a decisiva
participação do prefeito Edivaldo no segundo turno e oficializaram
o convite para que se filie ao PT.

O prefeito não se manifestou sobre o
convite, mas disse se sentir muito horando. Em conversa com jornalistas, no
entanto, admitiu estudar a proposta, mas observou que ainda tem quase um ano
para tomar a decisão, visto que outras siglas também brigam pela filiação.

Político experiente, ex-integrante
da base aliada da presidente e ex-membro do Conselho Político do Governo, Edivaldo
disse que sempre admirou o PT e que foi a presidente Dilma que deu a mão à
população de São Luís nos dois primeiros anos do seu governo quando sofreu todo tipo de perseguição do grupo adversário.

“Ao longo destes dois anos,
foi o governo federal que estendeu a mão para a cidade. A entrega das unidades
de saúde reformadas, a pavimentação sendo feita, os recursos garantidos para
começar a construção das creches, tudo graças ao governo federal. Com a vitória
de Dilma e do nosso amigo Flávio Dino o Maranhão viverá um novo momento”,
observou.

Esclarecimento

A informação de que a presidente Dilma e a direção nacional do PT haviam orientado a filiação de Edivaldo foi passada por uma fonte do grupo que convidou Edivaldo. Agora a tarde, por volta das 14h30, Márcio Jardim ligou para o titular do blog corrigindo a informação e avisando que a presidente não se mete em questões do partido e que o convite foi iniciativa local.

Por conta da correção da informação mudei o título e retirei o nome da presidente do texto.  

OBS: Texto revisado para correção de informação.

  • Jorge Vieira
  • 29/out/2014

O exemplo de Belágua

Ressaltavam os
anarquistas quão perigosos são os usos que o governo pode fazer do ensino
quando o tem sob controle. Essa reflexão serve para avaliar o exagero da mídia
em torno da inviável e perturbadora votação obtida por Dilma Rousseff no
município de Belágua; algo em torno de 94% de todo eleitorado. Tão retumbante,
que talvez só coubesse como realidade numa obra de ficção de Gabriel Garcia
Marquez.

Bem mais da metade da
população de Belágua sobrevive às custas de R$ 184,00 do Bolsa Família, o que,
na visão de apressados e desonestos analistas políticos, representa uma vitória
da distribuição de renda no Brasil. Mas o verdadeiro nome dessa mensalidade é
miséria, é pobreza extrema, é vida abaixo de qualquer dignidade. Belágua é o melhor
exemplo do uso perigoso da educação pelo governo, pois sobra à evidência que o
poder púbico não cuidou de educar ninguém por lá.

Na televisão, Belágua
surge como mais um município sem banheiros, sem saneamento básico, sem água
potável, sem estradas, onde crianças visivelmente atacadas de “barriga d’água”
aparecem nos holofotes da mídia como estatísticas da inclusão social.
Entretanto, na ressaca da mais disputada eleição do país, Belágua se tornou
referência de vitória dos programas sociais do PT. Belágua, no entanto, só
serve como exemplo do fracasso do Estado no gerenciamento da educação e da
saúde e do uso da miséria pública como matéria de desvirtuamento eleitoral.

Moradores que deixaram a
roça para viver na “cidade” foram entrevistados e contaram como, depois do
Bolsa Família, a vida se tornou melhor. Roças que não rendiam nem sequer 184,00
reais por mês! Roças que não podem ser roças, pois só revelam a condição
subumana do homem do campo do Maranhão. No entanto, a notícia de tão absurda
unanimidade eleitoral (94 %) corre o mundo e só não é mais espantosa que a
existência de pessoas que acreditam que melhoraram de vida porque seria
impossível a vida ser pior.

São as roças de quem não
tem terra para plantar, de quem foi tangido pelo gado, pelo bacamarte dos
jagunços, por guardas pretorianas, por uma perversidade econômica que eles não
têm sequer como compreender.

Belágua é apresentado
como oásis de um partido político que poderia ser qualquer outro, quando a
cidade é tão-somente uma verdade cruel: a de que existem homens que comem menos
e pior que nossos cães. É a verdade da miséria onipresente no Maranhão, do
analfabetismo crônico, da mortalidade prematura e da pungente desigualdade
social no Brasil.     Belágua não é uma verdade eleitoral;
é um prêmio à inversão de valores, à ausência do Estado que torna os ricos cada
vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres e retrato perfeito do engodo e
da mistificação.

Belágua é a certeza da
existência de muitas Beláguas nesse Estado e o exemplo mais perfeito do
irremediável fracasso da inclusão social no Brasil. (Editorial – Jornal Pequeno)

 

 

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