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  • Jorge Vieira
  • 6/nov/2014

“A Atenção Básica será prioridade nossa”, diz futuro secretário de Saúde Marcos Pacheco

Uma
das prioridades do governo Flávio Dino para a saúde é melhorar a qualidade dos
serviços da rede pública e trabalhar a valorização dos profissionais envolvidos
na área. Na última semana, Dino indicou o médico Marcos Pacheco para
conduzir a pasta. Em entrevista, ele fala sobre as prioridades da secretaria.
 

Quais
serão as prioridades da pasta para desenvolver uma política de saúde inclusiva
e que atenda a todas as regiões do Estado?

Nosso
foco é a redução dos indicadores de morbimortalidade infantil e materna, bem
como a redução das complicações das doenças de curso crônico, principalmente
hipertensão arterial e diabetes (responsáveis pela alta demanda de leitos
hospitalares). Para fortalecer esse foco entre os técnicos da nossa pasta,
estamos propondo um lema: “toda criança assistida, toda gestante acolhida
e todo idoso bem cuidado”. Para tanto, precisamos reforçar as redes
assistenciais, melhorar os fluxos de atendimento e estabelecer protocolos
clínicos que universalizem as ações e serviços prestados à população.

Qual
será a política adotada para colocar em funcionamento os hospitais que hoje
estão fechados e sem atendimento?

Vamos
conversar e negociar caso a caso. Estes hospitais precisam tornar-se um serviço
útil. Quanto à natureza desse serviço, vamos discutir com os gestores locais,
prefeitos, para abraçarmos a melhor alternativa dentro das possibilidades e
necessidade de cada região. Podem permanecer como unidade de internação ou
modificar sua natureza assistencial de acordo com as necessidades locais. Como
disse cada caso é um caso. Precisamos de Centro de Especialidades, precisamos
de Centros de Reabilitação, precisamos de Centros de Atenção Psicossocial etc.
Assim, vamos discutir cada caso e abraçarmos a melhor alternativa.

Entre
as propostas apresentadas por Flávio Dino durante o período de disputa
eleitoral consta o Mais Médicos no Maranhão e a implantação de Hospitais
Regionais no Estado. De que maneira a Secretaria de Saúde irá se organizar para
pôr em prática essas propostas?

Precisamos
instituir um plano de carreira para os médicos e progressivamente para os
outros profissionais também. E nesse caso, vamos iniciar pela qualificação da
Atenção Básica, serviços prestados nas Unidades Básicas de Saúde, porque é
neste nível assistencial que podemos reduzir a demanda por internações. A
Atenção Básica deve funcionar como um “cinturão de proteção” da
comunidade. Se o médico, o enfermeiro e os outros profissionais que aí
trabalham foram bem valorizados e qualificados, 80% dos problemas de saúde podem
e devem ser resolvidos neste nível assistencial, evitando o sofrimento da busca
por hospitais, muitas vezes lotados, causando mais sofrimento. Mas também no
nível hospitalar precisamos atuar, tornando os atendimentos mais acolhedores,
humanizados e resolutivos.

O
diálogo permanente com os profissionais de saúde também foi uma bandeira
levantada por Flávio Dino. De que modo o senhor coordenará esse diálogo?

Vamos
fazer logo no início da gestão um seminário com representantes da todas as
categorias e entidades da área da saúde. Precisamos ratificar e priorizar o
produto das discussões com esses profissionais e as entidades representativas
do campo da saúde. Desta feita, à frente da gestão, de modo que possamos fazer
um trabalho de gestão estratégica e participativa, compartilhada com todos os
maranhenses. A responsabilização das melhorias deve ser de todos, todos juntos
pela mesma causa: a melhoria da saúde do Maranhão.

A
atenção básica é outro ponto forte das ações de governo anunciadas por Flávio
Dino durante a campanha. Como o senhor pretende trabalhar essa questão?

A
Atenção Básica será uma grande prioridade nossa porque acreditamos que o seu
fortalecimento é essencial para a melhoria da saúde do nosso Estado. Precisamos
“atacar” a doença no seu início. Precisamos assistir nossas crianças
para que elas não precisem ir ao hospital, precisamos acolher nossas gestantes
para que elas tenham um parto saudável de uma criança sadia e precisamos cuidar
bem dos nossos idosos para que eles não tenham complicações de suas doenças,
que muitas vezes são inevitáveis, a doença, mas não a sua complicação, que
causa maior sofrimento. E esse é um trabalho que se inicia na Atenção Básica.
Ela, a Atenção Básica, deve ser a ordenadora do sistema.

  • Jorge Vieira
  • 6/nov/2014

Concursados reivindicam seus direitos na CDH

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia
Legislativa do maranhão (CDH-MA) recebeu na manhã de quarta-feira (05) uma
comitiva de concursados do Tribunal de Justiça, DETRAN-MA, Assembleia Legislativa e Polícia Militar  aprovados e não aproveitados.

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB),
Presidente da CDH-MA, intermediou as conversas que contaram com a participação
da deputada estadual Eliziane Gama (PPS).

Os concursados apresentaram seus pleitos e protestaram contra
possíveis irregularidades. Eles reclamam da manutenção de diversos cargos
terceirizados nos órgãos em detrimento de concursados.

Dos aproximadamente 600 aprovados no concurso do
TJMA realizado em 2011 e homologado em 2012, apenas 14% foram nomeados. De
acordo com a comitiva, a presidência do Tribunal alega que o baixo orçamento
impede a nomeação dos concursados.

O deputado Bira lembrou que os parlamentares já se
encontraram com a presidência do TJMA para tratar da temática, entretanto a
situação não andou. O socialista sugeriu como encaminhamento da reunião, uma
analise do orçamento do Governo do Estado para 2015.

Também foram encaminhados o envio de ofícios aos
órgãos, a abertura de uma mesa de negociação entre os concursados e o próximo
Governo, a realização de uma audiência pública envolvendo todos os atores
envolvidos para ser realizada no começo de 2015.

  • Jorge Vieira
  • 6/nov/2014

Ainda não vencemos

Editorial – Jornal Pequeno 

Tem se falado muito que a
composição do secretariado do governador eleito, Flávio Dino, desagrada a
aliados que não conseguem indicar nomes de sua preferência para o governo que
se inicia no dia 1 de janeiro de 2015. Dizem mais, que o governador adota
critérios pessoais, não ouve os partidos do amplo arco de alianças que,
finalmente, impôs uma derrota eleitoral ao grupo Sarney.

Se a idéia central que
norteou toda a campanha foi a substituição de um modelo político que, entre
outros vícios, permitia o loteamento de cargos, o aparelhamento do Estado, o
governador está no rumo certo. E talvez seja esse o único caminho viável, o
único capaz de permitir a substituição desse modelo político responsável pelo
atraso econômico e pelos indicadores sociais que reafirmam a pobreza do povo e
emperram o desenvolvimento do Maranhão. Não dá para derrubar o poder e permanecer
com as mesmas práticas políticas. Isso significa correr riscos desnecessários.

Esse Estado sofre com a
falta d’água e de saneamento básico, com a pobreza absoluta e a especulação.
Não se queira, agora, construir um governo de amigos e aliados, mas um governo
que seja capaz de governar, que veja o Maranhão como um todo e que possa
garantir a esse povo a melhor qualidade de vida que tanto espera. A primeira
reforma precisa ser de princípios, de propósitos. Nossos problemas na área de
segurança pública, por exemplo, não serão resolvidos nomeando “colegas de
trabalho” para cargos chaves da administração.

Os secretários até aqui
indicados, em sua maioria, são jovens e o são porque essa propalada mudança
precisa ser mais radical do que queremos suportar. As instituições públicas no
Maranhão, nos últimos 50 anos, foram seviciadas pela corrupção e pelo
compadrio, pela sede de poder que permitiu até o confisco de recursos públicos
pela agiotagem. Enfrentar essa mentalidade política incrustada na pele dos
homens públicos do Maranhão é também uma tarefa do governador e de todos que,
de uma forma ou de outra, contribuíram para assentar no poder um governo
disposto a implantar as políticas sociais exigidas pela população.

Não é hora de cobranças, não
é hora de exigir, se o ideal maior de corrigir décadas de erros e más intenções
foi o grande responsável pela vitória de devolver ao povo o poder. As
organizações da sociedade civil, os movimentos sociais, estão atentos ao que
venha a acontecer daqui para a frente. Se serão competentes ou não os novos
secretários, só o futuro dirá, mas trata-se de uma gente que está com vontade
de acertar.

A verdade é que ainda não
vencemos essa eleição. Ela só será vencida com o saneamento básico, com o fim
da pobreza absoluta, o fim da corrupção. E nem é bom perguntar se realmente
queremos vencer.

Ainda não vencemos

Tem se falado muito que a
composição do secretariado do governador eleito Flávio Dino desagrada a aliados
que não conseguem indicar nomes de sua preferência para o governo que se inicia
no dia 01 de janeiro de 2015. Dizem mais: que o governador adota critérios
pessoais, não ouve os partidos do amplo arco de alianças que, finalmente, impôs
uma derrota eleitoral ao grupo Sarney.

Se a ideia central que
norteou toda a campanha foi a substituição de um modelo político que, entre
outros vícios, permitia o loteamento de cargos, o aparelhamento do Estado, o
governador está no rumo certo. E talvez seja esse o único caminho viável, o
único capaz de permitir a substituição desse modelo político responsável pelo
atraso econômico e pelos indicadores sociais que reafirmam a pobreza do povo e
emperram o desenvolvimento do Maranhão. Não dá para derrubar o poder e
permanecer com as mesmas práticas políticas. Isso significa correr riscos
desnecessários.

    

 

  • Jorge Vieira
  • 6/nov/2014

Flávio Dino anuncia Julião na secretaria de Trabalho

O governador eleito Flávio Dino fez mais um anúncio
de composição de seu secretariado. O presidente estadual do PDT, Julião Amin,
assumirá a Secretaria do Trabalho e da Economia Solidária a partir de 1º de
janeiro. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (5) pelas redes sociais. 

A geração de emprego, renda e oportunidade para a
população maranhense foi uma das principais bandeiras da campanha de Flávio
Dino, eleito governador em primeiro turno. A Secretaria terá o importante papel
de qualificar os trabalhadores e ampliar as oportunidades de emprego como
caminhos para reduzir a desigualdade social. Outro objetivo será o de ampliar a
atuação do Sine e estimular a economia solidária no estado.  

Julião Amin é presidente estadual do PDT e possui
vasta experiência na área em que irá atuar. É militante social e sindical.
Presidiu o Sindicato dos Bancários, foi diretor administrativo-financeiro do
Banco do Estado do Maranhão, superintendente do Ministério do Trabalho no
estado e advogado de trabalhadores rurais. Julião Amin foi também deputado
estadual e federal. 

  • Jorge Vieira
  • 5/nov/2014

Taxa de homicídio em Caxias continua em queda

Segundo estudo realizado pela
Secretaria Municipal de Segurança Pública e Cidadania do município, baseado em
dados da Vigilância Epidemiológica e Polícia Militar, a taxa de homicídios em
Caxias nos anos de 2013 e 2014 apresenta uma significativa redução,
considerando os números do ano anterior.

Em 2012 a taxa de homicídios era de
53,77% para cada 100 mil habitantes. Em 2013 este índice baixou para 38,08%.
Este ano, até o mês de setembro, esta taxa está em 27,4%.

De acordo com o secretário de
Segurança, Silvínio Rocha, essas sucessivas reduções se devem a vários fatores,
entre eles, a melhoria na iluminação pública, a intensificação do combate ao
tráfico de drogas pelas polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária. Além
disto, houve a implantação do Gabinete de Gestão Integrada e do Sistema de
Videomonitoramento. Outras iniciativas como a adoção de políticas públicas
transversais desenvolvidas pelas Secretarias de Esporte, da Mulher e Ação
Social têm impacto preventivo direto nos índices de segurança.

Para o secretário de Segurança Pública,
as taxas ainda estão altas quando comparadas com o estabelecido pela
Organização Mundial de Saúde, que é de 10 homicídios para cada 100 mil
habitantes. Porém, houve avanços haja visto a contribuição do Município no
setor de Segurança, que compete ao Governo do Estado. “Caxias seguramente é o
único município do estado do Maranhão que tem participado ativamente das
discussões e das ações voltadas para a segurança pública”, conclui o
secretário.

  • Jorge Vieira
  • 5/nov/2014

Jefferson Portela diz que humanização das polícias e integração dos sistemas são prioridades

Anunciado por Flávio Dino como
responsável pela pasta de Segurança Pública, o delegado Jefferson Portela
relatou em entrevista nesta terça-feira (04) as prioridades para garantir o
cumprimento do Programa de Governo apresentado pelo governador eleito aos maranhenses.
No programa Avesso, da TV Guará, Portela relatou como pretende reestruturar a
Secretaria de Segurança para torná-la mais eficiente.

Entre as prioridades da pasta,
Portela garantiu o diálogo permanente com todas as forças de segurança, de modo
a concretizar a integração entre os sistemas de inteligência e informação das
polícias, do Ministério Público, OAB e do Judiciário, atendendo à determinação
do governador eleito. “O compromisso de Flávio Dino é prestar um serviço
público de qualidade aos maranhenses e eu estou aqui para garantir isso na
Segurança Pública”, confirmou Portela.

A respeito das dificuldades que
serão encontradas, o secretário anunciado relatou que a orientação de Flávio
Dino é manter uma postura propositiva, garantindo soluções eficientes e
rápidas. “Não assumo a secretaria para chorar em cima de problemas. O
governador Flávio Dino mentalizou um novo comportamento. Vamos seguir isso
trabalhando não para falar das dificuldades que serão encontradas, mas para
resolvê-las”, concluiu.

Em outra entrevista também na TV
Guará, no Programa Transição, Jefferson Portela também deu indícios de como
pretende atuar no enfrentamento da realidade existente. Como o Estado menos
policiado do Brasil, entre delegados, peritos, legistas, comissários,
escrivães, investigadores, o Maranhão precisa, segundo Portela, “recompor o
quadro das polícias”.

Pacto pela Vida

Proposta apresentada por Flávio
Dino para articular políticas de Estado entre todos os poderes com a finalidade
de reduzir os índices de criminalidade, o Pacto pela Vida será implantado para
assegurar políticas de prevenção de crimes e de combate ao tráfico. Sobre isso,
Portela prometeu dedicação.

“Garanto aqui aos maranhenses que
faremos uma radiografia completa do sistema de segurança e buscaremos
soluções”, disse ao explicar que o programa também envolve outras secretarias e
forças de segurança pública que terão reuniões periódicas com o governador
eleito para traçar metas e prazos.

Valorização das polícias

Lembrando que há 16 anos trabalha
como delegado de polícia, Portela garantiu empenho para valorizar os
profissionais da área. “Nós vamos humanizar o tratamento ao homem e a mulher
policial. A máquina é a viatura. O policial é um homem e será tratado como
tal”. E, concluiu garantindo uma postura de diálogo permanente. “Manteremos o
diálogo. Vamos receber as polícias e levar ao governador, valorizar os
profissionais. A conversa vai continuar como durante a campanha”. 

 

 

  • Jorge Vieira
  • 5/nov/2014

Bira quer transparência na Ciência e Tecnologia

O futuro secretário de Ciência e
Tecnologia, deputado reeleito Bira do Pindaré, disse a um grupo de
jornalistas que vai administrar a pasta com total transparência.

Bira anunciou que uma das primeiras
providências será publicar na imprensa local a relação de todos os “cientistas”
bolsistas que recebem para desenvolver pesquisas.

Por conta da mão firme do novo
secretário com a transparência, tem gente pressionando para que os nomes não
sejam levados ao conhecimento público, visto que a grande maioria é membro de
partidos que apoiam o governo.    

Comentam nos bastidores da política que a Fapema, por exemplo”, havia
se transformado em um verdadeiro cabide de emprego do sarnopetismo, ou seja, dos
petistas caído, sem moral e derrotados.

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