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  • Jorge Vieira
  • 27/out/2014

Delegado Jefferson Portela vai comandar a Segurança no governo Flávio Dino

Em
entrevista à rádio Educadora AM, Flávio Dino anunciou na manhã desta segunda
(27) o próximo secretário de Segurança Pública do Maranhão. O delegado
Jefferson Portela comandará a pasta a partir de 1º de janeiro, durante a
administração de Flávio Dino à frente do Poder Executivo.

À frente
da pasta, Jefferson será responsável pela implantação de políticas para
prevenção de crimes, combate ao tráfico e à criminalidade no Maranhão. Em seu
programa de Governo, Flávio Dino apresentou como proposta para a área a
implantação do programa Pacto pela Vida – com a articulação de políticas de
Estado entre todos os poderes para reduzir os índices de criminalidade no
estado.

 

  • Jorge Vieira
  • 27/out/2014

Cidade do interior do Maranhão concedeu a Dilma a maior votação

Cidade com um dos piores IDH do
Estado, Belágua, no interior do Maranhão, concedeu a Dilma Rousseff a maior votação
entre os municípios brasileiros. A presidente reeleita obteve 93,93 por cento
dos votos válidos contra apenas 6,07 do candidato tucano Aécio Neves.

Segundo o resultado divulgado pelo
TSE, a população de Belágua votou em massa na candidata do PT. Foram 3558 votos
para Dilma contra apenas 230 para Aécio.

Conforme o último
levantamento feito pelo IBGE, Belágua possui uma das piores rendas per capita
do país, onde as pessoas vivem com R$ 146 mensais. Ganha apenas de Marajá do Sena
e Cachoeira Grande, outras duas cidades do interior do Maranhão onde as
populações vivem abaixo da linha da miséria

  • Jorge Vieira
  • 27/out/2014

Flávio Dino avalia transição

Flávio Dino falou sobre a formação de sua equipe de
governo e também sobre os trabalhos da transição neste primeiro mês desde que
foi eleito governador do Maranhão. “Estamos cumprindo o que o povo espera de
nós, compondo a nossa equipe segundo critérios políticos e técnicos”, disse, ao
anunciar que todos os cargos de secretários, presidentes e diretores de órgãos
da administração estadual serão divulgados até o dia 15 de novembro. A
agilidade na indicação dos nomes tem como objetivo o planejamento de ações já
para no dia 1º de janeiro iniciar o cumprimento do Programa de Governo e
atender as expectativas do povo.

Ainda sobre o trabalho da Equipe de Transição,
Flávio disse esperar que nos próximos dias as solicitações feitas à atual Chefe
da Casa Civil, Anna Graziella, sejam respondidas. Em reunião no dia 14 de
outubro, foi entregue pedido formal de informações que ajudarão o próximo
governo a conhecer a máquina pública e fazer com que os serviços públicos
cheguem a toda a população desde o primeiro dia.

Na lista de solicitações, estão informações
orçamentárias; tamanho da folha de pagamento do Estado; relatório da Lei de
Responsabilidade Fiscal de 2014; demonstrativo das obras em andamento; Dívida
Pública do Estado; resumo dos principais programas executados por cada
Secretaria; e, relatório com informações detalhadas sobre hospitais em
funcionamento, não entregues ou não concluídos.

Secretariado e gastos públicos

Anunciando convocar entrevista coletiva após o
anúncio total da equipe de Governo, Flávio Dino disse que continuará utilizando
a sua conta pessoal no twitter para indicação de secretários e presidentes de
órgãos. Novos nomes foram prometidos já para esta semana.  Outro pedido do
governador eleito à atual administração é de que seja mantida a capacidade de
investimentos do Estado até o dia 31 de dezembro.

“Que novos gastos não sejam executados de modo não
planejado de forma que venha comprometer o saneamento das finanças públicas e a
capacidade de investimento a partir de 1º de janeiro. Espero o cumprimento da
Lei de Responsabilidade Fiscal para que possa começar o Governo cumprindo os
compromissos que o povo elegeu no dia 5 de outubro”, disse.

Entre as ações para esta semana, também está a
visita à cidade de Imperatriz para agradecer a votação recebida da população do
segundo maior colégio eleitoral do estado. Flávio visitará o município na
próxima quinta-feira (30), onde 84% do eleitorado o escolheu para governar o
estado.

  • Jorge Vieira
  • 26/out/2014

Flávio Dino cumprimenta Dilma pela vitória

O
governador eleito do Maranhão, Flávio Dino, após declarar apoio à reeleição da
presidente quando compareceu à urna nesta manhã de domingo para digitar seu
voto, parabenizou Dilma Rousseff pela vitória que garante ao PT o quarto
mandato consecutivo. Leia abaixo a íntegra da nota encaminhada à imprensa

NOTA À
IMPRENSA

CUMPRIMENTOS
À PRESIDENTA REELEITA DILMA ROUSSEFF

Na
condição de governador eleito do Maranhão, cumprimento a Presidenta Dilma pela
vitória obtida neste domingo para exercer mais um mandato e fazer as reformas
necessárias para que haja mais desenvolvimento e justiça social.

Desejamos
que esse novo período seja marcado pela continuidade de importantes programas
sociais, a exemplo do “Minha Casa, Minha Vida”, bem como pela
concretização de novos projetos, defendidos na campanha – como o “Mais
Especialidades” na área da saúde.

O nosso
Estado, com a superação do longo período de domínio coronelista, enfrentará as
desigualdades e os péssimos indicadores sociais. Para isso, temos a certeza de
que contaremos com a solidariedade da Presidenta Dilma e de sua equipe de
governo.

Flávio
Dino

Governador
Eleito do Maranhão

 

  • Jorge Vieira
  • 26/out/2014

Dilma é reeleita na disputa mais apertada da história; PT ganha 4º mandato

Do UOL

Roberto Stuckert Filho/PR

Após uma campanha de intensa
polarização no segundo turno, a presidente Dilma Rousseff
(PT) foi reeleita neste domingo (26) e impediu a virada do senador mineiro Aécio Neves,
candidato do PSDB – nunca um candidato que ficou em segundo lugar no primeiro
turno foi eleito presidente do Brasil.

Por volta da 20h30, com 98% das urnas
apuradas, Dilma tinha 51,45% dos votos e Aécio, 48,55%. A diferença de votos
era de 3 milhões. Essa foi a menor diferença de votos em um segundo turno desde
a redemocratização.

Antes disso, a disputa mais apertada
foi em 1989, quando Fernando Collor de Mello (então no PRN) venceu Luiz Inácio
Lula da Silva (PT) por 4 milhões de votos. Na época, Collor teve 53,03% contra
46,97% de Lula.

Nas outras eleições presidenciais
decididas em duas etapas, a diferença entre o vencedor e o segundo colocado foi
maior. Em 2002, Lula teve 19,4 milhões de votos a mais do que José Serra
(PSDB). Quatro anos depois, Lula foi reeleito com uma margem ainda maior: 20,7
milhões de votos a mais do que Geraldo Alckmin (PSDB). Já na última eleição, a
diferença voltou a se estreitar, e Dilma bateu Serra por 12 milhões de votos.

Com a vitória, o Partido dos
Trabalhadores vai para o quarto mandato seguido e deverá completar 16 anos à
frente do governo federal.

Primeira mulher a presidir o país, a petista liderou
a votação no
primeiro turno
, mas passou a maior parte da campanha do segundo
turno em situação de empate técnico com Aécio nas pesquisas de
intenção de voto

É a quarta derrota seguida que o PT
impõe aos tucanos nas eleições presidenciais. O ex-presidente Luiz Inácio Lula
da Silva
e Dilma venceram José Serra
– duas vezes — e Geraldo Alckmin
nas eleições de 2002,
2006 e 2010.

Com Dilma, o vice-presidente Michel Temer
(PMDB)
também foi reeleito. Os dois tomarão posse do novo
mandato em 1º de janeiro de 2015.

 

  • Jorge Vieira
  • 26/out/2014

“Representar o povo maranhense, foi para isso que fomos eleitos e é isso que faremos”, diz Bira

“Nós não vamos, em nenhum momento, abrir mão da
defesa dos direitos da nossa população. Fomos eleitos para representar e
defender os direitos do povo”, foram essas as palavras do deputado estadual
Bira do Pindaré (PSB) na audiência pública que discutiu o conflito fundiário de
Cajueiro.

Comunidade tradicional, que ao longo de cem anos se
consolidou e conta hoje com amplos serviços públicos como água, energia
elétrica e educação, Cajueiro enfrenta hoje um sério conflito agrário, devido a
construção de um porto privado da empresa WPR. De um lado, a comunidade luta
por seus direitos; enquanto do outro, a empresa age, segundo relatos de
moradores, de forma agressiva contra a comunidade. No último protesto que
houve, moradores interditaram BR para denunciar o uso de milícia na comunidade
com o objetivo, segundo protestantes, de intimidar os moradores da comunidade.
 

Em momento seguinte, a comunidade viabilizou junto
è vereadora Rose Sales, audiência pública para discutir o assunto. A mesma
ocorreu no meio desta semana e contou com a participação de dois vereadores,
militantes do movimento por moradia e direito a terra, dois parlamentares, além
de órgãos como a Comissão Pastoral da Terra.

 Para a vereadora Rose Sales, presidente da
mesa, é importante que a sociedade tome conhecimento do caso de discuta estas
questões, pois elas afetam toda a sociedade. Afirmou também que a luta da comunidade
se trata de uma luta coletiva, que integra o trabalho de órgãos e instituições
que defendem o direito das comunidades a terra e moradia.

“Não estamos cansados, pelo contrário, buscamos
unir mais órgãos, outras instituições para fortalecer a luta de Cajueiro. Nosso
maior questionamento não é a importância do projeto, mas a forma absurda e
desrespeitosa como quer se implantar na nossa terra. A forma e o desmando de
como jagunços e milícias foram colocados dentro da comunidade”, esclareceu.

Com o mesmo entendimento, o deputado estadual Bira
do Pindaré afirmou que nenhum defensor dos direitos humanos é contra os avanços
das forças econômicas, mas frisou que é preciso olhar para as pessoas e
respeitar os direitos da comunidade. Ao se dispôs ainda a ouvir novamente a
empresa, esclareceu que, em nenhum momento, eles poderão desistir de defender a
população, mesmo que esta decida em aceitar ou não, uma proposta da WPR.

“Defender e representar o povo maranhense, para
isso que fomos eleitos e é isso que faremos. A população tem o direito de abrir
mão. Nós não poderemos impedir que ninguém abra mão, que faça a negociação”,
registrou ele.

Durante visita ida à comunidade, o parlamentar
afirma que teve o cuidado de ouvir todas as pessoas possíveis e adiantou que é preciso
a união de forças pela garantia da segurança e para ampliação do debate com a
finalidade de dar o máximo de transparência ao processo.

“Há situações diferentes e pessoas de comportamento
diferente, mas vi em todas as elas a aflição. Mesmo aqueles que aceitaram,
diziam para mim: ‘O que eu poderia fazer, nós não temos garantia nenhuma, não
temos segurança nenhuma? A comunidade já estava nesse sofrimento há tempos, sem
saber o que fazer’. É nesta dúvida que alguns preferem aceitar a oferta, pegar
o dinheiro e ir embora para outro lugar. Tem também a outra realidade, daqueles
que ainda resistem e declaram que vão resistir até as últimas consequências”,
relatou o deputado.

Bira declarou não entender o motivo da secretaria
de meio ambiente agilizar a liberação e construção do Porto. “Não tem porque
ter pressa, um Porto de R$ 800 milhões pode esperar alguns meses para que a
população de São Luís e do Maranhão possa ser respeitada. Vamos requerer uma
Audiência Pública na Assembleia Legislativa para garantir que todas as
autoridades envolvidas sejam ouvidas, que todos os esclarecimentos sejam feitos
e que o Governo do Estado se manifeste para a comunidade e para o Maranhão”,
finalizou o socialista.

O assessor jurídico da CPT, Rafael Silva, lembrou
que o governo mudará de gestão no próximo ano e garantiu “É indispensável que
este governo explique, em audiência publica, o que faz com esta comunidade e a
qual custo. Nós não podemos continuar negociando WPR, que ameaça nosso povo. A
governadora do estado precisa prestar contas com a comunidade do Cajueiro. Não
podemos aceitar que a secretaria estadual de meio ambiente e a secretaria de
indústria e comércio sirvam como anexo de uma empresa que ameaça comunidade”,
destacou Rafael.

Como principal encaminhamento, ficou os moradores de Cajueiro votaram
pela realização de uma nova audiência pública, desta vez na Assembleia
Legislativa, na tentativa de conseguir a ampliação do debate com respostas
concretas para a comunidade. O pedido deverá ser feito pelo deputado estadual Bira
do Pindaré, o único parlamentar estadual que acompanha o caso. Ainda na
audiência na Câmara de vereadores de São Luís, a empresa WPR foi repudiada pela
vereadora Rose Sales, pois, segundo ela, teriam se recusado a receber o ofício
convite para participar da desta atividade.​

  • Jorge Vieira
  • 26/out/2014

Ao votar no 2º turno, Flávio Dino defende Reforma Política

Durante
votação no 2º turno na manhã deste domingo (26), o governador eleito Flávio
Dino defendeu a Reforma Política Democrática para o país. “Espero que esta seja
a última eleição que se processou segundo as regras vigentes”, argumentou ele.

Para
Flávio Dino, esta pauta vai garantir a extinção do financiamento empresarial
para candidatos e partidos, assegurando um avanço na democracia. Ele reforçou
ainda a importância das eleições e ressaltou as lutas pelo fortalecimento da
democracia do país ao longo de 30 anos desde a redemocratização.

“Sou de
uma geração que lutou pelas eleições diretas para presidente e por isso este é
sempre um momento de grande emoção”. E, completou, falando do momento atual,
“acho que a pauta do primeiro semestre de 2015 no país deve ser a reforma
política que ajude a aprofundar ainda mais a democracia no Brasil”.

Dino
parabenizou os presidenciáveis, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB),
afirmando que adotou a postura de neutralidade em todo o período eleitoral, mas
que seu voto pessoal segue a linha partidária definida pelo PCdoB.  

“Adotei
uma postura de respeito à coligação plural, ampla e democrática que nós fizemos
no Maranhão. Sou uma pessoa de compromisso e é claro que me mantenho fiel, por
isso não participei da campanha eleitoral. Agora, obviamente, eu integro um
partido político, que tem uma posição política e é natural que eu siga a
posição do meu partido”.

Fortalecimento
da democracia

Flávio
Dino encampa a defesa da Reforma Política desde 2007, quando ainda exercia
mandato na Câmara Federal. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 193/07) foi
defendida por ele para realização de plebiscito para a autorização da revisão
constitucional, quando seriam discutidas exclusivamente as reformas política e
tributária.

 

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