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  • Jorge Vieira
  • 1/dez/2014

Futuro secretário avisa que pode remanejar prédio da Univima no Centro Histórico

O deputado Bira do Pindaré, futuro secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTEC), disse que é contra a construção da sede da Univima no Centro Histórico de São Luís e anunciou a possibilidade de remanejar o prédio de pré-moldados que está sendo construído onde funcionou a antiga oficina da Reffsa, posteriormente transformado em espeço cultural, para outro local. O prédio de concreto armado será levantado em cima do espaço destinado à segunda
etapa do Memorial Maria Aragão, traçado pelo genial Oscar
Niemeyer.

Bira adiantou que não abrirá  mão de um projeto de Oscar Niemeyer que complementa a Praça Maria Aragão
e faz daquele ambiente um cartão postal da nossa cidade, que é a capital de
todos os maranhenses. Penso que é uma questão de escolha: É mais importante o
projeto do Oscar Niemeyer ser localizado naquela área.

Conforme o futuro secretário, se o governo do Estado
insistir em construir o prédio da Univima no local, “o próximo governo será obrigado a verificar
a possibilidade de remanejar esse prédio para outra localização, já que ele é
um prédio pré-moldado, que pode ser instalado nessa área ou em qualquer outro
terreno. É algo que nós vamos ter que estudar. Não podemos ser taxativos, mas
vamos ter que examinar a possibilidade de transferir o prédio para
outra localização, tentando implementar aquilo que é mais importante: o
projeto do Oscar Niemeyer”.

Bira do Pindaré observou , entanto que sabe muito pouco do projeto . “A
única coisa que eu sei é que está sendo destinado como sede da Univima. Não
sabemos quanto custa, se já foi pago, quais os pagamentos já feitos… Isso não
temos informação. Foram solicitados levantamentos de obras em
andamento, mas as informações são superficiais. Não temos detalhamento
quantitativo dos valores e prazos dessas obras”.

 

  • Jorge Vieira
  • 1/dez/2014

Flávio Dino anuncia Felipe de Holanda para presidir o Imesc

Flávio Dino anunciou na manhã desta segunda-feira
(01/12) mais um nome que integrará a sua equipe de governo a partir de 1° de
janeiro. Felipe de Holanda foi indicado para compor a próxima gestão presidindo
o Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos (IMESC).

O IMESC é um dos órgãos públicos da administração
estadual que apresenta as estatísticas sociais e auxilia na área de
planejamento com base em estudos e pesquisas. O IMESC é uma autarquia vinculada
a Secretaria Estadual de Planejamento, e, entre as atribuições, cabe ao órgão o
acompanhamento e avaliação de planos, programas e projetos, a análise
conjuntural socioeconômica e a gestão de Banco de Dados com informações
socioeconômicas e cartográficas. Além disso, o IMESC atua em parceria com o IBGE
realizando e divulgando periodicamente os cálculos do PIB do Estado do Maranhão
e de seus municípios.

Nascido em Recife-PE, Felipe de Holanda é professor
do Departamento de Economia da UFMA e Presidente do Conselho Regional de
Economia do Maranhão – CORECON-MA. Graduou-se em Economia e em Ciências Sociais
pela Universidade de São Paulo (USP), em 1990 e 1991, concluiu o Mestrado em
Economia no Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas
(UNICAMP) em 1997 e atualmente é doutorando do Programa de Pós Graduação em
Políticas Públicas na UFMA.

  • Jorge Vieira
  • 1/dez/2014

Nas eleições de 2014, Brasil fez opção conservadora

“O aforismo de Gramsci permeou e permeia o momento
político brasileiro: o velho está morrendo, mas o novo não nasceu ainda”,
escreve analista ao traduzir os resultados eleitorais de 2014

 
 
 
 

Antônio Carlos de Medeiros *

Nada de ruptura para uma terceira via. Esse foi o
recado das urnas nas eleições presidenciais. No primeiro turno, o país escolheu
o caminho da primeira (PSDB) ou da segunda via (PT). No final, ganhou a segunda
via, com Dilma Rousseff. Predominou a conservação da institucionalidade
vigente, por dentro dos partidos políticos e da democracia representativa.
Nesse sentido, foi uma opção conservadora. A grande maioria que deseja a
mudança escolheu as alternativas já conhecidas. Paradoxos políticos
brasileiros.

Venceu a proposta de continuidade com mudança.
Ambos, Aécio Neves e Dilma Rousseff, disputaram a primazia do capital
simbólico, o da capacidade de condução das mudanças. Mas acabou vencendo a
candidatura que conseguiu transmitir maior capacidade de entrega pela via da
continuidade. Opção conservadora por aí também.

Essa forma tortuosa de buscar o novo, uma espécie
de terceira via em algum ponto futuro, mas através de atores políticos já
conhecidos, sem rupturas e via transição, não é novidade histórica no Brasil.
Não temos história e cultura de rupturas. Prevaleceu sempre a experiência de
mudança por acumulação, e não por ruptura. Mais uma vez, agora. Ao fim e ao
cabo, o aforismo de Gramsci permeou e permeia o momento político brasileiro: o
velho está morrendo, mas o novo não nasceu ainda.

As expectativas da mudança e da entrega, em
circunstâncias históricas de polarização política e fragmentação da
representação política no Congresso Nacional, colocam gigantescos desafios para
o arco de alianças que venceu as eleições presidenciais e para a nova coalizão
politicamente dominante que vai dirigir o país nos próximos quatro anos. Tempos
fraturados. Ajuste fiscal, conflitos distributivos, baixo crescimento, espada
da inflação. Necessidade imperativa de capacidade de concertação.

As costuras para a formação do novo governo e a
articulação da agenda para o país, juntamente com a composição das direções da
Câmara e do Senado, deverão dar nitidez à natureza e ao conteúdo da coalizão.
Para que as expectativas de diálogos sociais, federativos e empresariais
obtenham respostas que apontem para o horizonte das mudanças. Enquanto isso, a
tensão política circunscreve o processo político. Para 2015, não há ainda
cenário de diminuição da temperatura política. É pesada a carga de demandas
sociais, econômicas e políticas sobre o novo governo. É multilateral,
transversal , vertical e horizontal a miríade de mediações políticas a serem
conduzidas.

E é aí que aparece, forte, a expectativa do papel e
postura de Lula. Com sua liderança e capacidade de mobilização, de mediação, e
de influência na agenda do país, Lula mais uma vez deverá ter a presença da
imanência. Um poder imanente. Nem tão longe, nem tão perto. O que poderá, outra
vez, resultar em efeito político moderador, com dimensão real de poder
moderador. Com sua capacidade extraordinária de artífice da conciliação, da
mediação e do consenso, Lula vai precisar estar mais presente na retaguarda da
presidente neste segundo mandato.

Eleita sobretudo para entregar, e para entregar
mudanças, Dilma Rousseff está sob escrutínio e vigilância da oposição ampliada
pelas urnas e, principalmente, sob o olhar dos brasileiros que desejam mais
acesso aos serviços públicos, menos filas, mais segurança, mais mobilidade,
menos inflação, mais crescimento. As expectativas e demandas são muito grandes.
As cobranças serão constantes e crescentes. Tempos difíceis.

* Antônio Carlos de Medeiros é
cientista político.

  • Jorge Vieira
  • 29/nov/2014

Convenção do PDT movimenta classe política

O Partido Democrático
Trabalhista (PDT) de São Luís realizou, na tarde desta sexta-feira (28), a sua
Convenção Municipal para a eleição do Diretório Municipal, que conduzirá a
sigla na capital maranhense pelos próximos dois anos, e para debater sobre a
intensa participação do partido durante as eleições deste ano.

O deputado federal Weverton
Rocha, reeleito como presidente do diretório, destacou a importante
participação do partido durante o pleito de 2014, que obteve êxito tanto no
âmbito estadual – com a eleição de Flávio Dino -, como no âmbito nacional – com
a reeleição da presidente Dilma Rousseff. “O nosso partido vem dia após dia se
reinventando e se fortalecendo, e temos demonstrado, tanto a nível nacional,
como estadual, a sua importância. Aqui em nosso estado, chegamos neste momento
com a sensação de missão cumprida”, declarou Weverton.

O presidente estadual da
sigla, Julião Amim, relembrou com orgulho o papel do PDT no estado e destacou a
felicidade do partido em contribuir com o próximo governo. “Fomos o primeiro
partido a declarar apoio ao Flávio e estou muito feliz por ter participado
dessa vitória histórica”, disse.

O momento contou com a
participação do governador eleito, Flávio Dino, que prestigiou o evento e
destacou o importante trabalho desenvolvido pelo PDT durante as eleições que
culminaram em sua eleição. “É uma alegria muito grande partilhar deste momento
com todos os companheiros do PDT que muito contribuíram para a nossa vitória no
estado. A minha vitória representa a vitória de Neiva Moreira e de Jackson
Lago, porque neste ano derrotamos para sempre a oligarquia. Agradeço muito ao
PDT pela sua maturidade política e confio muito em sua força, pela sua história
e por ser uma força presente que será capaz de nos ajudar a mudar a vida de sete
milhões de maranhenses”, falou.

Dino destacou ainda o seu
critério em escolher os nomes que irão compor a sua equipe de governo a partir
do próximo ano e ressaltou o perfil técnico dos pedetistas que contribuirão de
maneira direta com sua administração. “Na formação da minha equipe, eu levei em
conta critérios técnicos e políticos, e cada nome foi escolhido com muito
cuidado, para que de fato possamos levar para as pessoas aquilo que elas tanto
almejam: a mudança”.

Durante o evento, inúmeros
nomes do partido, como o vereador de São Luís Pavão Filho, e os deputados
estaduais eleitos, Rafael Leitoa e Fábio Macedo, falaram do protagonismo de luta
do partido dentro do estado e ressaltaram a disposição de seus mandatos. “No
Maranhão é necessário mudar o modelo político que é exercido, e nosso partido
sempre foi protagonista nesta luta. E todos arregaçaram as mangas em favor
deste momento histórico que vivenciamos”, enfatizou Pavão Filho.

O momento contou, ainda, com a
participação do deputado federal Pinto da Itamaraty (PSDB), representantes e
militantes de diversos movimentos do partido, além de simpatizantes.

Após a convenção foi feita,
ainda, a abertura do Retiro da Juventude Socialista do PDT, que ocorrerá até o
próximo domingo (30) e contará com a participação de cerca de 100 jovens de 20
municípios maranhenses. O encontro tem como principal objetivo a formação
política dos jovens.

Novo
Diretório Municipal do PDT São Luís
– Weverton Rocha
(presidente), Raimundo Penha (vice-presidente), Pavão Filho (2º vice), Luzimar
(tesoureira) Júlio França (secretário), Conceição Maia (1ª vogal).

 

 

  • Jorge Vieira
  • 29/nov/2014

Humberto Coutinho consolida candidatura

Poucos foram os parlamentares eleitos que
deixaram de comparecer ao almoço oferecido pelo governador eleito, Flávio Dino,
aos deputados e auxiliares que vão compor o secretariado, quinta-feira (27), na
residência do deputado Humberto Coutinho.

O encontro, segundo alguns participantes, mostrou a
força do novo governo e o poder de articulação de Coutinho, que conseguiu
reunir 29 parlamentares estaduais dos 42 que compõem o colégio eleitoral que
elegerá o futuro presidente da Assembleia Legislativa do Estado.

Humberto, até o momento, é candidato único, tem
avançado nas discussões com os parlamentares para a formação de um consenso, e
conta com a simpatia do governador que toma posse em 01 de janeiro de 2015.

O ex-prefeito de Caxias viajou ontem a São Paulo,
para revisão de todo o seu tratamento, e se ausenta 15 dias do Maranhão.
Retorna na segunda quinzena de dezembro para ‘mergulhar’ de vez no trabalho de
consolidação de sua eleição para presidente do poder legislativo maranhense.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 29/nov/2014

Disputa pela presidência da Câmara se acirra e pode ter até 4 candidatos

Fernanda Calgaro Do G1

A disputa
pela presidência da Câmara dos Deputados vai se acirrar a partir desta semana,
com o lançamento oficial na próxima terça-feira (2) da candidatura do líder do PMDB na Casa, deputado
Eduardo Cunha (RJ). Embora ainda faltem dois meses para a eleição, prevista
para 1º de fevereiro, a articulação entre os parlamentares segue intensa e até
quatro nomes poderão concorrer.

Segundo o deputado Lucio Vieira Lima (PMDB-BA),
próximo a Cunha, o líder peemedebista já promoveu oito jantares, que reuniram
deputados de diferentes legendas, com o objetivo de angariar apoios em torno do
seu nome e, até o final do ano, serão mais oito.

O PT já
anunciou que pretende ter candidato próprio
, e o deputado Júlio
Delgado (PSB-MG) conseguiu respaldo de seu partido para tentar viabilizar a
candidatura.

O líder do PDT, Félix Mendonça Júnior
(BA), também articula com PROS e PCdoB a formação de um bloco para concorrer à
vaga. As conversas deverão ser intensificadas nesta semana para chegar a um
consenso até o dia 10 de dezembro. “Queremos alguém que não seja governista nem
oposicionista”, disse Mendonça Júnior. Entre os nomes cogitados estão os de
André Figueiredo (PDT-CE), Mário Heringer (PDT-MG), suplente que foi eleito, e
Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

Eduardo Cunha



Cunha é desafeto do Palácio do Planalto por assumir
uma postura mais independente, mesmo pertencendo ao partido do vice-presidente
da República, Michel Temer. Cunha chegou a liderar rebeliões da base aliada e
impôs diversas derrotas ao governo em votações na Câmara.

Ele tem se confrontado com o PT,
que, por deter a maior bancada da Casa, não pretende abrir mão do comando da
Casa. Na próxima legislatura, o PT terá 70 deputados e o PMDB, 66 (segunda
maior bancada).

Cunha já recebeu o apoio do Solidariedade e do PSC.
A expectativa é que mais legendas deem aval publicamente à candidatura dele. As
conversas estão avançadas com PTB e PR, partidos que, com o PMDB, o SD e o PSC,
compõem o chamado “blocão”, grupo de descontentes com o governo federal e que
atuam de forma independente.

“Já estamos fechados com o Cunha”, afirmou o líder
do PSC, André Moura (SE) sobre almoço da bancada realizado na quarta (26).

Para marcar o lançamento da candidatura, Cunha
promoverá um ato no Salão Verde da Câmara às 18h desta terça. São esperados
integrantes de vários partidos, de acordo com o deputado Danilo Forte
(PMDB-CE), outro aliado de Cunha. “Isso vai mostrar a pluralidade que a
candidatura tem.”

O líder do PTB,
Jovair Arantes (GO), afirma que, embora o apoio oficial não tenha sido dado, há
uma tendência de que a bancada fique mesmo com Cunha. “Ele tem demonstrado uma
independência muito grande na Casa”, avalia.

Oposição
Determinados a ver o PT derrotado na disputa, os partidos de oposição também
sinalizam na direção do concorrente. “O Cunha tem conversado frequentemente
conosco”, conta o líder do DEM, Mendonça Filho (PE), sem, por enquanto, bater o
martelo.

O líder do PSDB,
Antonio Imbassahy (BA), também vê com bons olhos a candidatura de Cunha. “Temos
uma possibilidade com Júlio Delgado, mas a gente também observa com simpatia a
articulação que está sendo feita pelo Cunha.”

Mais reservado, o líder do PPS, Rubens Bueno (PR),
prefere aguardar uma definição do cenário. Ele diz que, no momento, a
prioridade é articular a formação de um bloco parlamentar. “Temos que ver o
conjunto da ópera para saber como vamos atuar enquanto oposição.”

PT
Apesar da decisão pública de lançar candidato, o PT ainda não fechou a
estratégia. Arlindo Chinaglia (PT-SP) é um dos nomes para a presidência – ele
já presidiu a Câmara no período 2007-2008 – mas, internamente, não há consenso
sobre o que o partido deve fazer. Há até quem defenda um acordo com Cunha.

Vice-presidente nacional da legenda, o deputado
José Guimarães (CE) diz que “está tudo em aberto” e que o assunto só ganhará força
a partir desta segunda (1º). “Tem muito tempo ainda. Quem tem pressa, come
cru”, alfineta.

Sobre a entrada de mais candidatos na disputa,
Guimarães é pragmático: “Quanto mais cabra, mais cabrito. Quanto mais
candidatos, melhor.”

Júlio Delgado
Com o aval dado pelo PSB, o deputado Júlio Delgado diz que vai
se dedicar com afinco nas próximas três semanas para consolidar a candidatura e
partir para uma campanha corpo-a-corpo em janeiro. Os parlamentares entram em
recesso em 23 de dezembro e só retornam em fevereiro.

“Até o recesso, vai clarear o que é concreto e o
que não é concreto”, diz. Depois, ele pretende ir atrás dos parlamentares,
principalmente os novos. “É preciso identificar os deputados novos na Casa, e
vou programar viagens até os estados para me articular.”

  • Jorge Vieira
  • 29/nov/2014

Política de segurança pública

Jornal Pequeno

E caminhamos, mais uma
vez, para o número recorde de quase mil assassinatos este ano, repetindo a
insensatez do ano de 2013. O nível de violência em São Luís, uma ilha com pouco
mais de 1 milhão de habitantes, desafia todos os conceitos, reprime todas as
teorias sobre a origem da selvageria humana. Mal podemos crer que mais de mil
pessoas são assassinadas todos os anos na capital do Maranhão.

É uma chacina que se
repete de forma incontrolável, denunciando a ausência do estado e a existência
de um poder paralelo que se constrói paulatinamente, minando todos os valores
da convivência em sociedade. Talvez a exaustiva cantata da falta de políticas
públicas já não explique mais nada, pois nos grotões do desamparo, a juventude
parece perceber mais poder nos chefões do tráfico que nas autoridades
constituídas e vê mais vantagens econômicas no submundo do crime que nas
escolas e salas de emprego.

O mapa da violência
indica que 56 mil pessoas foram assassinadas este ano no Brasil e o triste é
perceber que quase mil destes homicídios foram cometidos em São Luís! Uma
estatística de horror que suplanta números de guerras e que se ajusta à 
falta de poder de decisão das autoridades quando é a sociedade que precisa ser
protegida dela mesma.

Nas últimas décadas, no
Brasil, 15,2 milhões de armas de fogo foram parar em mãos privadas, 6,8 milhões
delas registradas, 8,5 não registradas e 3,8 milhões em mãos de criminosos. O
resultado de tanta leniência é uma verdadeira estatística de horror. Entre 1980
e 2010, 800 mil cidadãos morreram neste país por disparos de armas de fogo. E
depara o Maranhão com esse comparativo que surpreende o ano de 2014: a imprensa
nacional se revela estupefata com as 56 mil mortes que ocorrem anualmente neste
Brasil de quase 200 milhões de habitantes e, pelo que revelam os números de
homicídios contados mês a mês, repetimos, quase mil foram cometidos somente em
São Luís.

Desculpas
sócio-econômicas não justificam mais esse genocídio. Uma verdade que salta aos
olhos é que o governo tem sido displicente com a segurança pública. O Maranhão
tem o menor número de policiais por habitante no Brasil. Esse é um dado real
que influi diretamente no nível de violência. A política de segurança pública é
totalmente equivocada. Faltam presídios, o Complexo de Pedrinhas vive
superlotado e é invasivo do ponto de vista da comunicação entre bandidos presos
e bandidos soltos de uma mesma facção.

A Justiça também se
mostra leniente com a criminalidade. Há poucos dias, dois policiais foram
mortos por criminosos presos diversas vezes pela polícia e libertos pela
impossibilidade da aplicação correta da Lei de Execuções Penais. Como sempre, a
impunidade estimula a violência. O controle dessa violência não depende,
portanto, somente de novas cadeias e mais policiais nas ruas. O Maranhão
precisa, urgentemente, inaugurar uma política real de segurança pública.

 

 

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