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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 26/mar/2021

Maranhão já abriu 850 novos leitos para Covid-19 neste ano

Dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES) apontam que a taxa de ocupação de leitos clínicos e de UTI ultrapassou a marca dos 95% em São Luís, mas os números da doença não avançam apenas na capital. Somente na última quarta-feira (24) foram computados em todo o estado 1.186 novos casos da Covid-19. A escalada de contágio foi determinante para a adesão de medidas mais enérgicas, como os três dias de paralisação de atividades (dias 26, 27 e 28) em todo o território maranhense para frear a circulação do vírus.

Mas as ações de enfrentamento ao novo coronavírus não param aí. Com a nova escalada da pandemia, o Governo do Estado adotou medidas céleres para garantir tratamento, vacinação e auxílio às populações mais vulneráveis. Um dos pontos é a abertura de novos leitos exclusivos para tratamento do novo coronavírus.

Desde o início de janeiro, o Maranhão já criou 850 leitos dedicados para contaminados com a Covid-19. O número expressivo corresponde a uma média de 11 novos leitos por dia no Maranhão.

Além dos leitos, o Maranhão segue abrindo novos hospitais, ampliando estruturas e reformando unidades em todas as regiões, como os Hospitais de Campanha de Imperatriz (já entregue), de Bacabal (doado pelos Estados Unidos e gerido pela SES) e o de São Luís (que está em fase de montagem, com 60 novos leitos).

Vacinação – Destaque também para os números da vacinação no Maranhão. Foi montada uma verdadeira força-tarefa para que os imunizantes cheguem aos 271 municípios. Até o momento já foram distribuídas aproximadamente 572 mil vacinas em 300 voos.

O Maranhão também saiu na frente ao assinar contrato para compra de 4,582 milhões de doses da vacina Sputnik V.

“Estamos executando a maior operação logística da história da saúde no Maranhão, todos os dias, para que as vacinas cheguem rapidamente aos nossos municípios”, disse o governador Flávio Dino, em vídeo postado nas redes sociais, que mostra o esforço de várias equipes mobilizadas para as entregas.

  • Jorge Vieira
  • 26/mar/2021

Carlos Brandão: um vice discreto e leal

Apesar de toda movimentação nos bastidores da sucessão estadual, que inclui realização de pesquisas, assédio a prefeitos e lideranças políticas, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), provável pré-candidato à sua própria reeleição pois estará no comando do estado a partir de abril de 2022, transpira tranquilidade e vem dando mostras de que sua única preocupação no momento é ajudar o governador Flávio Dino (PCdoB) a desenvolver com excelência sua administração.

Discreto, leal e focado nas missões a que lhe são atribuídas pelo governador, Brandão não deu a menor importância ao resultado da última pesquisa que o colocou em quinto lugar numa corrida que ainda não começou e apresentou em primeiro a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), que nem seus poucos aliados acreditam que tenha disposição de voltar a concorrer a cargo majoritário depois de ter sido derrotada em primeiro turno em 2018.

O silêncio do Brandão é justificado. O Maranhão vive momentos difíceis por conta da pandemia, todos os esforços tem sido dirigidos para o enfrentamento do vírus que já matou mais de 300 mil pessoas no país e continua fazendo vítimas no estado, por isso nada mais humano de que voltar sua atenção para o problema e ajudar o governador a criar condições para proteger a população, principalmente nesta fase mais aguda da crise sanitária, agravada pela negligência do governo federal.

Político experiente, Carlos Brandão sabe que não é hora de falar em eleição, muito menos de sucessão, até porque o governador, liderança maior do grupo já anunciou que só pretende tratar desse assunto a partir de outubro ou novembro, portanto, antecipar essa discussão, seria até um desserviço ao estado e principalmente ao governo pois tiraria o foco da gestão.

  • Jorge Vieira
  • 25/mar/2021

Flávio Dino diz que já passou da hora do ministro das Relações Exteriores pedir para sair

O governador Flávio Dino (PCdoB) teceu severa crítica ao ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, o responsabilizou pelo isolamento do Brasil e defendeu que já está hora do chanceler e do seu assessor internacional, Filipe Martins, pedirem para desocupar os cargos.

“O ministro das Relações Exteriores e o tal assessor internacional não deviam nem ter entrado. E já passou da hora de saírem. Causaram danos graves ao Brasil, com uma política externa inconstitucional, à luz do art 4º da Constituição. Qual a vantagem em isolar o Brasil no mundo ??”, questionou Flávio Dino.

A intervenção do governador ocorre após Araújo ter sido duramente criticado em sabatina no Senado nesta quarta-feira (24) quando vários senadores atribuíram a ele o desastre da política internacional de governo, a consequente dificuldades na aquisição de vacina contra a Covid-19 e pedirem sua renúncia.

O episódio mais degradável, no entanto, ocorreu no momento em que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, se pronunciava sobre a necessidade de vacina na pandemia, momento em que assessor internacional do Ministério foi flagrado fazendo gesto obsceno, o que levou o senador Randolfe Rodrigues a pedir sua retirada do ambiente. Pacheco mandou apurar o episódio.

Filipe Martins foi filmado com o dedo indicador tocando no polegar. A dúvida é se seria uma manifestação de OK, um gesto obsceno ou símbolo do movimento supremacista branco dos Estados Unidos. O fato é que o presidente do Senado abriu representação para apurar o caso. Martins justificou que estava apenas ajeitando o terno, mas a desculpa não convenceu o senador.

Ernesto Araújo balança no cargo. Sem apoio do Centrão e de setores do governo Bolsonaro, a observação de Flávio Dino de que já passou da hora de sair faz todo sentido. O assessor internacional, por conta do episódio no Senado, segundo publica o portal de notícia UOL, nesta tarde de quinta-feira (25), deverá ser demitido.

  • Jorge Vieira
  • 25/mar/2021

Campanha da Assembleia alerta para prevenção com depoimentos de quem perdeu familiares para a Covid-19

A Assembleia Legislativa do Maranhão, por meio da sua Diretoria de Comunicação, lançou nova campanha que traz depoimentos reais de pessoas impactadas pelo falecimento de familiares por Covid-19. O vídeo alerta para a necessidade de prevenção e de cuidados.

A doença alcançou, ontem, a triste marca de 300 mil mortes no Brasil, desde o início da pandemia. A peça,  em formato de vídeo, visa estimular as medidas de proteção contra o coronavírus.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PC do B), manifestou-se em suas redes sociais, nesta quinta-feira (25), destacando a importância da campanha de alerta à população neste delicado momento.

“Vamos continuar usando máscara, fazendo a higiene das mãos,  mantendo o distanciamento social e, se puder, fique em casa”, disse Othelino.

O vídeo institucional  é mais que um triste desabafo de pessoas enlutadas. É um grito de alerta para que todos se protejam e reforcem os cuidados contra o coronavírus.

 

  • Jorge Vieira
  • 25/mar/2021

Governo do Estado anuncia antecipação do pagamento da 1ª parcela do décimo terceiro

Através de suas redes sociais, o governador Flávio Dino anunciou nesta manhã de quinta-feira (25) antecipação do pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário dos servidores do estado. Será pago dia 15 de abril.

“Nesse momento de grave dificuldade da economia nacional, resolvi antecipar a 1ª parcela do 13º salário dos servidores do @GovernoMA para abril. Realizaremos pagamento no dia 15 de abril”, informou Dino.

O anuncio, sem dúvida, servirá para amenizar a situação de dificuldade provocada pelas medidas restritivas que o governo vem sendo abrigado a tomar por contra do enfrentamento à pandemia do novo coronavirus, pois injetará recursos na economia do estado.

Além de olhar para dentro do governo, Dino também foi signatário da carta assinada por 16 governadores e encaminhada ao Congresso Nacional na qual solicitam que os parlamentares liberem recursos que permitam manter o valor do auxílio emergencial em R$ 600,00.

Pela proposta anunciada pelo governo federal, a grande maioria dos beneficiados receberá quatro parcelas de apenas R$ 150,00, valor este considerado insignificante.

  • Jorge Vieira
  • 25/mar/2021

Presidente da FAMEM Erlanio Xavier discute ações contra a Covid-19 com parlamentares e lideranças em Brasília

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, prefeito de Igarapé Grande, Erlanio Xavier (PDT), participou, nesta quarta-feira (24), em Brasília, de uma reunião com parlamentares e lideranças do Maranhão para discutir e articular ações de enfrentamento à pandemia de COVID-19 no Maranhão.

O representante dos prefeitos maranhenses destacou a importância do dialogo entre os poderes, sobretudo, com parlamentares, para que articulem ações necessárias no enfrentamento a Covid-19 no Maranhão. “Precisamos nos unir para combater esse vírus que tem ceifado muitas vidas. Ações conjuntas precisam ser tomadas e cobrarmos o Governo Federal por um plano eficaz, que inclui mais vacinas, medidas restritivas e conscientização das pessoas. Acredito que juntos vamos vencer esse momento difícil”, disse o presidente da Famem, Erlanio Xavier.

Os presentes destacaram a necessidade de união, de decisões firmes e de intensificação das medidas de combate ao coronavírus.

“Há uma preocupação grande em garantirmos as condições necessárias para que a população maranhense tenha garantia de atendimento em caso adoecimento e, sobretudo, de prevenção com as medidas corretas e vacinação em massa. Juntos podemos trabalhar e colocar as forças dos nossos mandatos e dos nossos partidos para ajudar o estado e os municípios”, declarou Weverton.

Além de Erlanio Xavier, estiveram presentes o senador Weverton (PDT), a senadora Eliziane Gama (Cidadania), os deputados federais Pedro Lucas (PSL), Gil Cutrim (Republicanos), Cléber Verde (presidente do Republicanos), Juscelino Filho (presidente do DEM),  o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), deputado estadual Glaubert Cutrim (PDT), presidente da Câmara de Vereadores de São Luís, Osmar Filho (PDT), presidente do PSB, Luciano Leitoa, o ex-juiz Carlos Madeira (Solidariedade) e o secretário de Desenvolvimento Social Márcio Honaiser (PDT).

  • Jorge Vieira
  • 24/mar/2021

Governadores defendem Auxílio Emergencial condizente com as necessidades do país

Nesta quarta-feira (24), 16 governadores lançaram uma carta aos senadores e deputados federais solicitando que sejam tomadas providências necessárias para garantir segurança de renda à população, associada às medidas de distanciamento social, no momento em que o país atravessa aumento de casos e mortes decorrentes da Covid-19.

“A crise sanitária derivada do coronavírus tem várias dimensões: aquela atinente à vida e à saúde da população mas também nos preocupamos com as condições de sobrevivência. Sabemos que há uma recessão econômica que já existia e a má condução federal levou a que essa crise ficasse ainda mais aguda”, defendeu o governador Flávio Dino, do Maranhão.

Ele relembrou que o auxílio emergencial é vital. “No ano passado conseguimos que os deputados federais e senadores aprovassem os R$ 600,00 em cima de uma proposta original de apenas R$ 200,00. Fomos atendidos e estamos renovando esse pedido no sentido de que o patamar do Auxílio Emergencial em 2021 seja o mesmo de R$ 600,00. Consideramos que isso é fundamental para vencer a pandemia e garantir condições vitais para toda a população”, garantiu Dino.

O documento assinado pelos governadores solicita uma melhor reflexão sobre o Auxílio Emergencial, para que haja, nacionalmente, valores mais condizentes com as necessidades urgentes do povo brasileiro.

A carta sugere que o Congresso Nacional disponibilize os recursos necessários para que o valor do Auxílio supere os valores noticiados de R$ 150,00, R$ 250,00 e R$ 375,00.

“Exatamente há um ano, no início da pandemia, os governadores manifestaram-se favoráveis à implantação de uma renda básica no país. Hoje, mais do que nunca, é comprovada a sua necessidade, urgência e o impacto que se pode alcançar. Por isso, neste momento, defendemos auxílio emergencial de R$ 600,00, com os mesmos critérios de acesso de 2020”, diz a carta.

Veja a íntegra da carta abaixo:

CARTA DOS GOVERNADORES AOS PRESIDENTES DA CÂMARA DOS DEPUTADOS E DO SENADO FEDERAL SOBRE O VALOR DO AUXÍLIO EMERGENCIAL

Os Governadores dos Estados abaixo assinados apoiam a iniciativa das 300 organizações que compõem a “Campanha Renda Básica que Queremos” e solicitam a adoção das providências necessárias para garantir segurança de renda à população, associada às medidas de distanciamento social, essenciais para serem adotadas neste momento de intenso aumento de casos e mortes decorrentes da Covid-19.

Temos o cenário dramático de quase 300 mil vidas perdidas. Diariamente, vemos recorde de mortes, lotação de leitos hospitalares, ameaça de falta de medicamentos e esgotamento das equipes de saúde. O calendário nacional de vacinação e a obtenção de novas doses de imunizantes contra a Covid-19 estão mais lentas do que as respostas que precisamos para reverter esse quadro.

Agir contra esse cenário requer medidas sanitárias e garantia de uma renda emergencial. Somente com essas medidas seremos capazes de evitar o avanço da morte. Por isso, entendemos que a redução dos valores do auxílio emergencial é inadequada para a eficácia da proteção da população. Enquanto a vacinação não acontecer em massa, precisamos garantir renda para a população mais vulnerável.

Por isso, solicitamos ao Congresso Nacional que disponibilize os recursos necessários para o Auxílio Emergencial em níveis que superem os valores noticiados de R$ 150,00, R$ 250,00 e R$ 375,00.

Exatamente há um ano, no início da pandemia, os Governadores manifestaram-se favoráveis à implantação de uma renda básica no País. Hoje, mais do que nunca, é comprovada a sua necessidade, urgência e o impacto que se pode alcançar. Por isso, neste momento, defendemos auxílio emergencial de R$ 600,00, com os mesmos critérios de acesso de 2020.

Não obstante o exposto acima, os signatários desta carta entendem a importância de o País não se desviar de seu compromisso com a responsabilidade fiscal. É importante entender o esforço de mitigação da crise atual para os mais vulneráveis como extraordinário e temporário. Logo à frente precisaremos voltar a uma trajetória de ajustamento fiscal que compatibilize os necessários programas sociais com um financiamento responsável dos mesmos.

Brasília, 24 de março de 2021.

Assinam esta carta:

RENAN FILHO
Governador do Estado de Alagoas

WALDEZ GÓES
Governador do Estado do Amapá

RUI COSTA
Governador do Estado da Bahia

CAMILO SANTANA
Governador do Estado do Ceará

RENATO CASAGRANDE
Governador do Estado do Espírito Santo

FLÁVIO DINO
Governador do Estado do Maranhão

REINALDO AZAMBUJA
Governador do Estado de Mato Grosso do Sul

HELDER BARBALHO
Governador do Estado do Pará

JOÃO AZEVÊDO
Governador do Estado da Paraíba

RATINHO JUNIOR
Governador do Estado do Paraná

PAULO CÂMARA
Governador do Estado de Pernambuco

WELLINGTON DIAS
Governador do Estado do Piauí

FÁTIMA BEZERRA
Governadora do Estado do Rio Grande do Norte

EDUARDO LEITE
Governador do Estado do Rio Grande do Sul

JOÃO DORIA
Governador do Estado de São Paulo

BELIVALDO CHAGAS
Governador do Estado de Sergipe

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