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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 23/mar/2021

CPI pede colaboração do INMEQ-MA na investigação sobre possível reajuste abusivo dos preços dos combustíveis  

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga possíveis práticas abusivas no reajuste dos preços de combustíveis no Estado deseja que o Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial do Maranhão (INMEQ-MA) colabore com informações que possam esclarecer sobre prática de cartel por parte dos empresários que dominam o mercado de derivados de petróleo.

Requerimento neste sentido foi apresentado pelo presidente da CPI, deputado Duarte Júnior e aprovado na sessão realizada nesta segunda-feira (22). O parlamentar quer saber se o órgão vinculado ao INMETRO tem interesse em colaborar com a investigação e se possui informações sobre o que está sendo investigado.

Entre outras indagações, o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito questiona se o INMEQ realizou algum procedimento investigativo nos últimos cinco anos com a finalidade de apurar possíveis irregularidades nos reajustes de combustíveis no Estado. Existe a desconfiança de que os donos de postos combinam os valores a serem cobrado do álcool, diesel e gasolina, pois em algumas regiões os preços são similares.

A CPI foi proposta diante das constantes reclamações dos consumidores e iniciou seus trabalhos uma semana após ser anunciado o sexto reajuste dos combustíveis este ano e tem prazo de 120 dias para apresentar o relatório sobre o que está sendo apurado.

Para o deputado Duarte Júnior, com a instalação da CPI vai ser possível constatar se há prática de cartel e de aumento abusivo em todo o Maranhão. “Se houver, vamos encaminhar para que possa ser apurada a responsabilidade e possam ser aplicadas as sanções cíveis e penais àqueles que insistem em descumprir a lei”, advertiu o parlamentar quando da abertura dos trabalhos.

  • Jorge Vieira
  • 22/mar/2021

Flávio Dino discute plano de regeneração ambiental para estados da Amazônia Legal

O governador Flávio Dino discutiu a implementação do Plano de Recuperação Verde (PRV), que visa investir em projetos de bioeconomia, ações para frear o desmatamento ilegal, ampliar oportunidades de geração de trabalho e renda e incentivar a regeneração ambiental de áreas degradadas na Amazônia brasileira.

O PRV é um projeto do Consórcio Amazônia Legal, que reúne os sete estados do Norte mais Maranhão e Mato Grosso, que também fazem parte do território amazônico.  Como presidente do Consórcio, Flávio Dino recebeu as propostas de cada estado por meio do Grupo de Trabalho composto pelos secretários estaduais de Meio Ambiente.

“Nós estamos vendo a necessidade de fortalecimento da bioeconomia no mundo. Há uma demanda internacional sobre isso em razão das mudanças climáticas. O Brasil tem contribuições muito importante nestas áreas, e nós consideramos que o plano de recuperação verde é a forma de nós relacionarmos mais adequadamente as práticas que nós já temos nesses nove estados, com as novas demandas nacionais e internacionais”, argumentou o governador.

Os planos de cada estado serão agora sistematizados em um único documento, para ser apresentado a organismos nacionais e internacionais em busca de financiamento e cooperação. “Temos agora uma espécie de carteira de projetos que está sendo organizada para que nós possamos ter uma intervenção única da Amazônia brasileira, levando em conta as possibilidades de financiamento por parte do Fundo Biden, proposto pelo presidente Joe Biden, dos Estados Unidos, o Fórum Mundial de Bioeconomia e a COP 26, conferência do clima das Nações Unidas”, afirmou Flávio Dino.

Segundo o governador Flávio Dino, o objetivo do PRV é dar mais protagonismo para a Amazônia Legal, uma vez que ela é parte importante no processo de discussões sobre mudanças climáticas no mundo. “O objetivo é que o Plano de Recuperação Verde seja demonstração do nosso compromisso, com geração de emprego e renda, desenvolvimento sustentável e também freios ao desmatamento ilegal e apoio às ações de regeneração florestal na Amazônia brasileira”, disse.

  • Jorge Vieira
  • 22/mar/2021

Suspensão temporária de bar e restaurante é crucial para combater coronavírus, mostram estudos

Estudos têm mostrando que o fechamento temporário de bares e restaurantes em meio ao crescimento da pandemia de coronavírus é uma arma fundamental para combater a doença.

É consenso que esses estabelecimentos são muito importantes para a economia e que, tão logo possível, devem voltar a funcionar.

Mas, neste momento, a suspensão temporária está em linha com o que diz a ciência. Por mais que os donos dos estabelecimentos sigam as normas sanitárias, a própria dinâmica do local (pessoas precisam tirar a máscara para comer e beber; conversam e trocam gotículas) torna arriscado o ambiente.

Várias constatações listadas recentemente pelo jornal El País resumem a importância do fechamento temporário:

– Estudo da Saúde Pública do Reino Unido mostra que a taxa de infecção entre garçons era o dobro da de outras profissões na época em que foram impostas restrições à venda de álcool para frear a propagação do vírus e, após três semanas, o nível estava igual ao das demais.

– O mesmo estudo constatou que os trabalhadores de bares e restaurantes são a categoria profissional com maior risco de contágio, atrás apenas do pessoal da saúde.

– Estudo da revista Nature mostra que os restaurantes são  os locais mais perigosos, até três ou quatro vezes mais do que academias ou hotéis.

– Estudo do Instituto Pasteur diz que a proporção de idas recentes a bares ou restaurantes entre os que testaram positivo para a Covid-19 era quase o dobro da dos demais.

– Estudo publicado pelo Washington Post mostra que nos EUA o fechamento de bares, restaurantes e academias levou a reduções significativas na taxa de crescimento de casos de covid-19 em todos os períodos após a sua implementação.

  • Jorge Vieira
  • 22/mar/2021

“A definição do candidato não pode ser uma pauta somente da política”, avalia Rubens Jr. sobre sucessão de Flávio Dino

Em entrevista concedida à TV Mirante, nesta segunda-feira (22), o deputado federal licenciado e Secretário de Estado de Articulação Política, Rubens Jr. (PCdoB), avaliou o cenário  político para a sucessão do governador Flávio Dino.

Para Rubens, a capacidade de manter as mudanças implantadas por Dino está entre os principais critérios para a escolha do candidato a ser apoiado pelo grupo governista.

“Nós temos uma série de bons nomes. A definição não pode ser somente uma pauta da política. Quem mostrar que tem que condição de fazer um governo voltado para a população será o nosso candidato e vencerá a eleição”, disse Rubens.

Oposição não tem nome para apresentar –  Para o secretário a situação do grupo político do governador Flávio Dino é muito confortável. Para ele, a oposição não tem um nome e torce para a cisão do grupo do governador.

“Hoje a oposição a nós não tem sequer um nome a apresentar, está torcendo para que nosso grupo se divida. Eu tenho maturidade suficiente para não embarcar nessa tentativa de cisão por parte da oposição e trabalhar por essa unidade, que tenho certeza, é o melhor para a população”, explicou.

Para Rubens, os critérios para a escolha do sucessor de Flávio Dino dentro do grupo estão mais relacionados á capacidade de gestão do que  a questão meramente partidária.

“A escolha do candidato deve ouvir a sociedade, os partidos, temos que levar em consideração a lealdade a esse projeto e o mais importante é saber quem tem condições de garantir uma continuidade a um governo que melhore a vida das pessoas”, disse.

“Nosso grupo político unido é o maior do Estado e mantendo a unidade, temos condições de vencer a eleição no primeiro turno. Quanto mais unidos estivermos, maiores as chances da nossa vitória e é para isso que estamos trabalhando”, concluiu Rubens.

O Secretário de Articulação política também comentou as possibilidades em relação a seu futuro político.

“Eu sou soldado do nosso grupo, eu quero estar à disposição para servir a população maranhense, pode ser na condição de candidato a deputado federal, ou continuar à frente da articulação política. Neste momento, nosso foco é ajudar a combater a pandemia e a Secretaria de Articulação Política tem a  missão de ofertar capacitação e assistência técnica para que todos os prefeitos possam governar bem”, disse.

  • Jorge Vieira
  • 22/mar/2021

Aliados de Bolsonaro no Maranhão serão azarões na sucessão governamental

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) terá enorme dificuldade em encontrar no Maranhão um nome para disputar o governo do estado que lhe ofereça condições de montar um palanque forte e capaz de lhe garantir uma boa fatia do eleitorado nas eleições de 2022. Seus apoiadores são considerados meros coadjuvantes na sucessão governamental, já polarizada entre o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador Weverton Rocha (PDT) .

Dos pretensos candidatos a governador nenhum possui estatura política para desenvolver campanha que possa reverter os elevados índices de rejeição do presidente, principalmente se o candidato apoiado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) for o ex-presidente Lula (PT).

O senador Roberto Rocha, em recente entrevista à TV Mirante, insinuou que se a conjuntura para eleição presidencial estiver favorável a Bolsonaro em 2022 poderá lançar sua candidatura ao governo, mas diante do fiasco de 2018, quando se candidatou e teve apenas 2% dos votos, é pouco provável que se lance na aventura, a não ser que esteja querendo uma oportunidade para se retirar da vida pública.

A prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge, também ex-candidata ao governo do estado em 2018, que chegou a surpreender obtendo mais de 10% dos votos, começou a dar sinais e admitir disputar novamente e formar palanque para Bolsonaro, mas poucos acreditam no meio político que ela largará dois anos de mandato para se aventurar numa disputa sem a menor possibilidade de sucesso.

Em condições menos favorável ainda aparece o prefeito do pequeno município de São Pedro dos Crentes, Lahercio Bonfim, que já lançou sua pré-candidatura na região tocantina, porém carece de liderança no restante do estado e também teria muito pouco a oferecer ao capitão em termos de voto.

Por fim temos o polêmico deputado federal Josimar de Maranhãozinho. Alvo da Polícia Federal por conta do suposto desvio de finalidade de emendas destinadas aos municípios maranhense, Maranhãozinho, embora tenha patrocinado a eleição de vários prefeitos, é visto com certa desconfiança pela classe política. Há quem acredite que sua pré-candidatura é para ajudá-lo em negociações futuras, ou seja,  não passa de um blefe.

  • Jorge Vieira
  • 20/mar/2021

Em um ano de pandemia no Maranhão, profissionais da saúde relatam suas experiências no combate à Covid-19

“Lembrar de como tudo começou é bem difícil, os primeiros momentos foram muito angustiantes e tensos, por diversas vezes chorei e me desesperei, não foi fácil. Existem imagens que nunca saíram da minha cabeça e eu creio que nunca sairá, mas apesar disso, coisas muito boas também aconteceram”. O depoimento é da fisioterapeuta e coordenadora da equipe multiprofissional do Hospital Dr. Carlos Macieira (HCM), Alessandra Mesquita, que relata os momentos vividos durante um ano de pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

O Hospital Dr. Carlos Macieira (HCM), da rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES), foi a primeira unidade a receber leitos específicos para tratamento da Covid-19, antes mesmo do registro do primeiro caso da doença no dia 20 de março de 2020, e, logo se tornou uma das referências no estado para tratamento de casos mais graves do novo coronavírus. A unidade, que começou com 30 leitos de UTI para tratamento da doença, hoje conta com mais de 200 leitos de UTI e enfermaria, além de centenas de profissionais no combate à Covid-19.

“A luta contra o coronavírus no Hospital Carlos Macieira começou muito antes do primeiro caso, ainda em janeiro de 2020, através de capacitação das equipes para que, a partir de março, tivéssemos uma Unidade de Terapia Intensiva específica montada no hospital, que inicialmente começou com 30 leitos [de UTI] e foi expandindo no ano de 2020. Atualmente, em 2021, aumentamos em mais de 50% a capacidade que o hospital tinha”, afirma o diretor da unidade, Edilson Medeiros.

A internação do primeiro paciente acometido pelo novo coronavírus marcou os profissionais de saúde da unidade como relata o médico da UTI, Dr. Almir Guimarães. “A chegada do primeiro paciente foi um momento de medo, mas também decisivo, quando muitos colegas decidiram trabalhar no tratamento da Covid-19, assim como eu. Naquele momento, eu tive que escolher entre estar com a minha família ou trabalhar na UTI Covid”, contou.

O médico complementa. “Saí da minha casa e fui morar com outros amigos médicos, passei cinco meses sem contato direto com a minha família, vendo eles apenas pela janela. Foram cinco meses muito difíceis, onde também trabalhamos em jornadas exaustivas para combater a doença”, relembra.

Durante esse período, os profissionais da saúde, tiveram que lidar com os inúmeros casos de óbitos causados pela doença, tanto de pacientes quanto dos seus próprios familiares.

“Esse ano foi uma caminhada muito longa e difícil, vi muitas pessoas falecerem, inclusive o meu avô. Mesmo diante de tudo isso, não me deixei abater, me levantei, pois vi que outros pacientes continuavam precisando de mim. Não podemos negar o quanto essa situação é difícil, mas nossa equipe é muito unida e cada alta de paciente é uma felicidade, assim como cada óbito é um momento de tristeza”, conta a técnica de enfermagem, Dir Lene Maria de Sá Leite.

Além disso, muitos profissionais da saúde acabaram contraindo a doença. “Chegamos a internar colegas nossos de outras unidades que também estavam na linha de frente e contraíram a doença. Esse momento foi bastante difícil no que diz respeito ao acompanhamento deles, justamente por conta da relação próxima que nós tínhamos”, relata o médico Almir Guimarães.

Apesar de toda a dificuldade, medos e incertezas, os profissionais da linha de frente no combate à Covid-19 não se deixam abater, como afirma o auxiliar de transporte, Litiele da Costa Santos. “Eu trabalho com o transporte dos pacientes, e sempre acabo me apegando a eles, a gente chora e sorri. Às vezes o plantão é tão difícil que não conseguimos comer ou beber água, ainda assim, nunca passou pela minha cabeça desistir, essa equipe e esses pacientes são como se fossem a minha família e família a gente não abandona, por isso, a gente continua lutando para vencer essa batalha”, declara Litiele Santos.

Sentimento compartilhado pela enfermeira da UTI Covid, Andressa Mendonça. “O que me faz levantar da cama e vir para o trabalho todos os dias de manhã é saber que o meu trabalho ajuda muitos pacientes a vencerem a doença e voltarem para as suas famílias. Sei que a nossa equipe unida vencerá essa guerra”, almeja.

Os profissionais contam ainda que a diminuição dos casos da doença em 2020 trouxe a sensação de que a guerra estaria chegando ao fim, mas o surgimento da nova variante da Covid-19 trouxe a mudança de sentimento. “Apesar do ano tenso, chegamos em um momento em que realmente achamos que o pior já tinha passado, porém, neste ano estamos vendo que o turbilhão voltou novamente e com mais força. Hoje, nós temos muito mais leitos do que tínhamos no ano passado, os esforços são muito maiores, as equipes também. É nítido o desgaste físico e emocional dos colaboradores”, diz a coordenadora da equipe multiprofissional, Alessandra Mesquita.

De acordo com cientistas, a estimativa para as próximas semanas é para um agravamento do cenário epidemiológico. Da linha de frente, tendo que lidar com altas e óbitos, os trabalhadores da saúde reforçam o apelo à população. “Os profissionais estão exaustos, estão muito cansados, a sociedade tem que nos ajudar a vencer essa guerra e a maneira mais correta de nos ajudar é usando máscara, evitando aglomeração e fazendo essa higienização para que possamos diminuir a transmissão. Com as taxas que nós temos hoje de transmissão, podemos ficar em uma situação ainda mais dramática em breve, e podem não ter leitos para todos. Estamos cansados, porém, estamos prontos para continuar na guerra pelo nosso povo do Maranhão”, sensibiliza o diretor do Hospital Dr. Carlos Macieira, Edilson Medeiros.

  • Jorge Vieira
  • 20/mar/2021

Tire suas dúvidas sobre as novas medidas contra o coronavírus no Maranhão

As medidas anunciadas pelo governador Flávio Dino nesta sexta-feira (19) contra o coronavírus são divididas em duas: as que valem para todo o estado e as que valem apenas para a Ilha de São Luís.

Em ambos os casos, as medidas que já haviam sido decretadas antes foram estendidas e também continuam valendo.

Veja como ficou:

Para o Estado todo

Foram anunciadas medidas novas que valem para todo o Maranhão. São elas:

– O feriado de 28 de julho será antecipado para 26 de março, a próxima sexta-feira. Trata-se de um feriado estadual, o da Adesão do Maranhão à Independência.

– Haverá suspensão de atividades não essenciais em 27 e 28 de março, os próximos sábado e domingo. Ou seja, serão três dias seguidos de forte redução de atividade. A ideia é diminuir a circulação de pessoas e combater a contaminação.

– Serviços essenciais vão continuar funcionando. Entre eles, estão hospitais, farmácias e supermercados. O horário de funcionamento ainda vai ser determinado.

– Entre a segunda-feira (22) e o domingo (27), haverá a suspensão das cirurgias eletivas, que são aquelas agendadas. Vale para a rede privada também. Isso será feito para preservar insumos e materiais para pacientes em estado grave. Todos os Estados brasileiros estão encontrando dificuldade em encontrar fornecedores, por causa da alta procura.

Além dessas novas medidas, continua valendo as que já haviam sido decretadas:

– Aulas presenciais estão suspensas nas escolas estaduais, municipais e privadas. As universidades estaduais e privadas também entram na lista. Creches e berçários podem funcionar.

– Eventos, festas, cinema e teatro estão suspensos.

– Serviço público estadual segue sem atividade presencial, com exceção para serviços essenciais.

Para São Luís

Juntando as medidas anteriores, que continuam valendo, e as novas, ficou assim:

– Bares e restaurantes continuam fechados até o dia 28, domingo.

– Academias, pilates e escolas de esporte podem funcionar das 6h às 21h, com apenas metade da capacidade (com exceção dos dias 26, 27 e 28, quando estarão fechados).

– Mercados podem funcionar das 6h às 21h, com apenas metade da capacidade e uma pessoa por família (nos dias 26, 27 e 28 poderá haver horários mais limitados).

– O horário permitido para a construção civil é das 7h às 16h (com exceção dos dias 26, 27 e 28, quando estarão fechados).

– Delivery está permitido até as 23h.

– Loja de conveniência pode abrir, mas não pode servir comida e bebida no local.

– Comércio em geral continua funcionando entre 9h e 21h (com exceção dos dias 26, 27 e 28, quando estarão fechados).

– Creches e berçários podem funcionar das 6h às 21h (com exceção dos dias 26, 27 e 28, quando estarão fechados).

– Ceasa pode funcionar das 0h às 16h (com exceção dos dias 26, 27 e 28, quando estarão fechados).

– Postos de combustível, farmácias, hospitais e veterinários podem funcionar 24 horas.

– O limite máximo de 30% de ocupação nas igrejas vale para todas as religiões.

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