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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 27/set/2021

Roseana aguarda resultado de estudo qualitativo para decidir sobre 2022

Fontes ligadas a Roseana Sarney admitem que o resultado do estudo qualitativa que está sendo realizada pelo Instituto Escutec deverá mesmo servir de base para a ex-governadora decidir se concorrerá ou não ao governo do Estado pela quinta vez.

O estudo quali que está sendo realizado pelo Instituto de Fernando Júnior para Roseana, e que será avaliado pelo marqueteiro Antonio Lavareda, nada tem a ver com a pesquisa quantitativa que está em campo e será divulgada pelo jornal o Estado do Maranhão dia 2 de outubro.

Esta nova sondagem de intenção de votos para governador e senador da República faz parte do pacote de quatro levantamentos contratados pelo Sistema Mirante junto ao Escutec. Já o estudo qualitativo está sendo acompanhado de perto por Jorge Murad, marido de Roseana.

“Por questões éticas não posso adiantar nada, apenas confirmo que está sendo realizado um estudo profundo e que apresentará um quadro real sobre as possbilidades da ex-governadora como candidata ao governo ou deputada federal”, disse Fernando Júnior ao titular do Blog Jorge Vieira nesta segunda-feira (27).

Roseana, segundo as últimas pesquisas de diversos institutos, lidera a corrida ao Palácio dos Leões, porém é recordista em rejeição e muitos em seu grupo acreditam que seu percentual, normalmente variando entre 26% e 30%, esteja no teto, ou seja, sem perspectiva de crescimento ou de vitória num eventual segundo turno.

A tendência, segundo fontes do MDB, é que ela seja candidata mesmo a deputada federal para tentar ajudar o partido a aumentar sua bancada, principalmente agora com o fim das coligações para as eleições proporcionais e sendo ela o principl nome do partido.

 

  • Jorge Vieira
  • 27/set/2021

Rubens Jr. defende derrubada de veto presidencial ao Sistema de Federação Partidária

O Congresso Nacional aprecia nesta Segunda-feira diversos vetos feitos pelo Presidente Bolsonaro em relação a Reforma Eleitoral. Um  veto em especial será analisado pelos parlamentares: o que cria as Federações Partidárias.

Para o deputado federal Rubens Jr. (PCdoB-MA), a sistema de federação é o ideal para vigorar nas próximas eleições.

“A Federação é muito melhor que o modelo de coligações,  já rejeitado pelo Senado. A Federação é nacional, dura uma legislatura, aproxima partidos que pensam parecidos e ajuda reduzir número de partidos; coligação é estadual, só existe durante a campanha e facilita alianças fisiológicas.”, defendeu Rubens.

O Projeto  de Federação Partidária  nasceu na Comissão da Reforma Política do Senado, em 2015. Foi aprovado agora em agosto na Câmara, mas vetado pelo presidente. A pauta inclui, ainda, apreciação de outros 35  vetos  do presidente da República.

  • Jorge Vieira
  • 27/set/2021

Direção do PSD reúne hoje com Edivaldo para tratar da chapa proporcional

Definida a manutenção do fim das coligações para as eleições proporcionais de 2022, a direção estadual do PSD vai reunir nesta seguda-feira (27) com o candidato do partido ao governo do Estado, ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Junior, para iniciar o processo de discussão sobre a montagem das chapas de deputados federais e estaduais. O encontro deve servir também para concluir os preparativos da viagem à região tocantina prevista para a próxima quarta-feira (29).

As Mesas do Senado e da Câmara dos Deputados promulgam, nesta terça-feira (28), a Emenda Constitucional 111, de 2021, que traz mudanças nas regras eleitorais. Entre os dispositivos inseridos na Constituição pela emenda, estão o que incentiva as candidaturas de mulheres e pessoas negras e o que altera a data da posse do presidente da República e de governadores. Ficou de fora da proposta a a retomadas das coligações partidárias nas eleições proporcionais. A sessão está marcada para as 15h30.

Para o deputado  César Pires, que aguarda apenas a abertura da janela partidária para mudar a filiação do PV para o PSD, sem as as coligações na eleição proporcional, a tendência é o fortalecimento dos partidos, mas para isso as nominatas das legendas deverão ser compostas com nomes que somem eleitoralmente, daí a necessidade de uma montagem mais cuidadosa.

De acordo com a matéria aprovada pelo Senado, os votos dados a candidatos mulheres e pessoas negras serão contados em dobro para efeito da distribuição dos recursos dos fundos partidário e eleitoral nas eleições de 2022 a 2030. O texto traz ainda a mudança do dia da posse do presidente da República para 5 de janeiro, e da posse dos governadores para o dia 6, a partir das eleições de 2026. Hoje as posses do presidente e dos governadores ocorrem no dia 1º de janeiro. Essa regra só valerá a partir de janeiro de 2027.

No encontro desta segunda-feira, os dirigentes do PSD querem ouvir de Edivaldo se ele tem sugestões de nomes para compor a chapa poporcional e apresentar a ele alguns pretendente interessados em disputar o pleito. O ex-prefeito disputou várias eleições, acaba de concluir seu segundo mandato no maior colégio eleitoral e pode contribuir com indicações.

Além de colher sugestões do candidado a governador sobre nomes para compor a chapa para a eleição proporcional, serão verificados os últimos detalhes da viagem que Edivaldo fará à região tocantina, na próxima quarta-feira, começando pela cidade de João Lisboa, em companhia do presidente estadual da sigla, deputado federal Edilázio Júnior, e do deputado estadual César Pires.

 

 

 

 

 

  • Jorge Vieira
  • 24/set/2021

Brandão conversa com Adriano Sarney e quer contar com o PV em 2022

As articulações para a composição de aliança na eleição para o governo do Estado continuam a todo vapor nos bastidores da sucessão e são cada vez mais estreitos os laços que podem unir o PSDB do vice-governador Carlos Brandão ao PV do deputado Adriano Sarney.

Pré-candidato ao governo, Brandão tem dedicado parte de sua agenda para reuniões políticas visando as eleições do ano que vem e tem conversado muito com Adriano, um único reprsentante da família Sarney com mandato, sobre a possibilidade de contar com Partio Verde em seu palanque.

Segundo fonte segura ao blog, o presidente estadual do PV estaria praticamente decidido a abrçar o projeto Brandão 2022, abrindo assim a possibilidade do que restou do chamado grupo Sarney aderir à candidatura do vice, que estará no comando do estado a partir de abril do ano vindouro.

Com a aproximação de Brandão do PV, outro partido que pode ser atraído para uma composição com o vice é o MDB da ex-governadora Roseana Sarney. Ela aguarda apenas o resultado de um estudo qualitativo que está sendo realizado para decidir se será ou não candidata ao governo. Alguns políticos acreditam que ela esteja apenas querendo encontrar um motivo para justificar sua desistência.

A ex-governadora, que lidera nas pesquisas de intenção de voto, conforme fontes que já coversaram com ela sobre o assunto, não demonstra motivação para enfrentar uma disputa majorotária e deverá ser confirmada mesmo com candidata a deputada federal, deixando o MDB livre para compor aliança para o governo.

A proposta de reforma eleitoral (PEC 125/11) aprovada pela Câmara dos Deputados em 17 de agosto e que foi parcialmente aprovada pelo Senado nesta quarta-feira (22) manteve a proibição das coligações partidárias nas eleições proporcionais (deputados federais, estaduais, distritais e vereadores), mas deixou aberto para a eleição majortária.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 24/set/2021

Rubens Jr. avalia que Federação é mais eficiente do que Sistema de Coligações

O deputado federal Rubens Jr. (PCdoB) fez uma avaliação positiva sobre o fim das coligações nas próximas eleições, fruto da  reforrmar aprovada esta semana pelo Senado e defendeu a Federação de partidos..

Para o parlamentar, a Federação é mais eficiente do que o atual sistema de coligações.  “O PCdoB sempre preferiu federações a coligações, por serem nacionais, com duração mínima de um mandato e aproximando partidos que pensam de modo  parecido”, explicou o parlamentar ao falar sobre a posição de seu partido.

Bolsonaro vetou o sistema de Federação aprovado no Congresso Nacional, em favor das coligações, mas os parlamentares devem se reunir para analisar o veto do presidente.

As Federações partidárias são alianças nacionais entre dois ou mais partidos, mas que vigoram durante todo o mandato de quatro anos. São alianças de médio ou longo prazo. Os partidos continuam existindo com autonomia, mas formam uma federação que funciona como se fosse um novo partido com atuação no Congresso Nacional.

  • Jorge Vieira
  • 24/set/2021

Luiz Henrique Lula ressalta importância do rádio no cotidiano dos brasileiros

O deputado estadual Luiz Henrique Lula (PT) prestou homenagem, na sessão plenária desta quinta-feira (23), ao Dia Nacional do Rádio, a ser comemorado no próximo sábado, dia 25 de setembro.

“Creio que todos nós compreendemos e temos a consciência de que esse importante veículo de comunicação contribui sobremaneira para a democracia brasileira, atuando para que a população consuma, sempre com a velocidade de suas ondas, informação em tempo real. O que a Internet passou a fazer com os modernos celulares, o rádio já faz há muito tempo”, comparou.

De acordo com o parlamentar, os veículos de comunicação mais modernos ainda não superaram o rádio. “É ele que trata do cotidiano das cidades, das questões de interesse público de uma maneira geral e que orienta o cidadão, informando-o diariamente sobre assuntos relacionados à política, esporte, cultura, entretenimento e servindo como um meio de utilidade pública”.

O parlamentar frisou que o Maranhão possui diversas rádios, inclusive digitais, que proliferam nas plataformas. “Gostaria de me congratular com todos os profissionais do rádio nesta data importante, que este ano cai no próximo sábado”, finalizou.

  • Jorge Vieira
  • 23/set/2021

Em conferência internacional contra mudanças climáticas, Flávio Dino apresenta soluções para a Amazônia

O governador Flávio Dino participou nesta quinta-feira (23) do GLF Amazônia (Global Landscapes Forum), conferência internacional que reuniu cientistas, políticos, jornalistas, ativistas e líderes de grupos afrodescendentes e indígenas, entre outros, para debater soluções de preservação da floresta amazônica.

Na plenária “Como construir um modelo de desenvolvimento endógeno?”, mediada pela jornalista Miriam Leitão e que contou com Luis Hidalgo Okimura, governador do estado peruano Madre de Dios, Rosa Lucero, importante liderança da cidade equatoriana Cantón Logroño, e Angélica Rojas, uma das coordenadoras do Fundación Para La Conservación Y Desarrollo Sostenible, que desenvolve trabalhos nos estados colombianos Meta e Guaviare, Flávio Dino afirmou que os governadores dos estados brasileiros que fazem parte da Amazônia estão tratando o assunto levando em conta que a região é fundamental para a segurança climática do mundo e apresentou o Plano de Recuperação Verde.

“Há uma visão segundo a qual a temática das queimadas ou desmatamentos na Amazônia se resolve exclusivamente com polícia, comando, controle e fiscalização. Nós sabemos que sim, há muitas práticas criminosas na Amazônia brasileira, e que demandam a aplicação de sanções, de punições. Nós temos situações extremas em que a atuação do aparelho repressivo dos governos é fundamental. Ocorre, contudo, que isso não é suficiente. Nós precisamos de um modelo de economia verde que garanta que os 30 milhões de brasileiros e brasileiras que moram na Amazônia tenham seus direitos sociais atendidos. Então, nós partimos da visão segundo a qual não existe sustentabilidade ambiental sem sustentabilidade social e vice-versa”, disse o governador.

Segundo Flávio Dino, o Plano de Recuperação Verde é uma estratégia de transição para economia verde, oferecida pelos nove governadores da Amazônia brasileira, e busca a consecução dos projetos em quatro eixos. O primeiro deles é frear o desmatamento ilegal. O segundo eixo é a busca de apoio a projetos de produção sustentável. O terceiro eixo, tecnologia verde e inovação. E o quarto eixo, infraestrutura verde, uma vez que a Amazônia corresponde a 60% do território brasileiro.

“Precisamos compreender que há uma Amazônia rural, mas há também uma Amazônia urbana e, por isso, quando nós falamos de infraestrutura verde, nós estamos falando do saneamento, por exemplo, pois nós temos cidades enormes na Amazônia brasileira, que precisam de investimentos em saneamento”, completou o Dino.

O Plano de Recuperação Verde foi lançado de julho deste ano pelo Consórcio da Amazônia Legal, do qual fazem parte os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Em agosto, o Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made) da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária da Universidade de São Paulo (FEA-USP) estimou que, inicialmente, a implementação do novo modelo teria um impacto positivo de R$ 1,9 bilhão, gerando cerca de 208 mil empregos.

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