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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 2/out/2021

Edivaldo surpreende e já aparece em 2º lugar em cenário sem Roseana

A mais nova pesquisa do Instituto Escutec, divulgada neste sábado (2) pelo jornal O Estado do Maranhão, provocou euforia entre os articuladores da pré-campanha de Edivaldo Holanda Junior (PSD). O ex-prefeito de São Luís, que está visitando a Região Tocantina, segundo fontes do blog Jorge Vieira, comemorou.

Pela sondagem do Escutec, num cenário sem a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), Edivaldo, mesmo só tendo iniciado sua pré-campanha na última quarta-feira (29) de setembro), já aparece em segundo lugar, o que mostra a densidade eleitoral da pré-candidatura.

Sem Roseana, tudo indica que ela concorrerá a um cadeira na Câmara dos Deputados, o pré-candidato do PDT Weverton Rocha aparece com 24%, seguido por Edivaldo Júnior com 17%, Roberto Rocha 14% e Carlos Brandão 11%.

Na pesquisa com todos os pré-candidatos, Roseana lidera com 26%, seguida do senador Weverton Rocha (PDT) com 20%, seguido do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PSD) com 12% e o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) com 10%. Roberto Rocha (sem partido) 9%, o prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (sem partido) obteve 5%, o secretário de Indústria, Simplício Araújo (SD) com 4%, o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) com 3% e o secretário de Educação, Felipe Camarão (PT) com 2%.

Este novo levantamento mostra que enquanto o ex-prefeito da capital continua crescendo, o senador do PDT, que mantém uma campanha ostensiva e vem movimento estrutura gigante na realização de atos públicos no interior do Maranhão parece estagnado, dando a impressão de que chegou no limite do teto.

A pesquisa Escutec ouviu 1,4 mil eleitores, entre os dias 23 a 30 de setembro, com intervalo de confiança de 90% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

  • Jorge Vieira
  • 1/out/2021

Oposição aposta em protestos do dia 2 de outubro para barrar reformas de Bolsonaro

Após um intervalo de dois meses, a oposição ao governo Bolsonaro voltará às ruas neste sábado, 2 de outubro, com a ambição de iniciar uma fase até então inédita de protestos.

Para além de uma tentativa ainda distante de convencer o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), a iniciar um processo de impeachment contra o presidente, alguns líderes de partidos da esquerda enxergam na mobilização popular uma grande oportunidade de aumentar a pressão sobre seus colegas parlamentares para barrar a aprovação das reformas administrativa (PEC 32) e tributária, previstas para entrarem em votação ainda este ano.

Embora descarte a necessidade de responder ao 7 de setembro bolsonarista com mobilizações ainda maiores, a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) menciona a adesão de representantes de partidos como o PSDB e o Cidadania, para projetar uma nova correlação de forças tanto na Câmara quanto no Senado.

“Isso (as manifestações) para nós tem importância lá fora e tem importância na repercussão aqui dentro, porque as coisas vão sendo decididas lá fora e aqui também. Eu vejo que a reforma administrativa está com dificuldade. Nós precisamos ampliar nossa potência de votação aqui dentro”, defende a parlamentar.

Ainda objeto de divergências, a reforma administrativa já chegou à sua quinta versão, após mudanças exigidas pela oposição e organizações civis que reúnem servidores. Mesmo assim, líderes da base do governo já admitem que a votação do texto, aprovado pela comissão especial da Casa na semana passada, pode ser adiada para 2022.

A oposição argumenta que o texto possibilitaria uma redução significativa na jornada e salário de servidores, precarizando as atividades oferecidas pelo Estado. Para a deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS), é preciso vincular a luta do ‘Fora Bolsonaro’ com a luta contra a PEC 32 “que o Lira tenta a todo momento votar aqui na Câmara para sinalizar aos mercados, dando uma estabilidade política para o governo Bolsonaro nesse momento , de crise social, política e econômica”.

Nesta quinta-feira, Arthur Lira anunciou que colocará a reforma tributária para votação ainda este ano, mesmo reconhecendo ser um dos temas da agenda legislativa que mais causa divergências. Dentre os pontos mais polêmicos, está a criação de um imposto único a partir da unificação do PIS com o Cofins, dois tributos federais que incidem sobre o consumo e não sobre a renda ou o patrimônio, como defende a oposição.

Levante unificado – A queda de popularidade de Bolsonaro em pesquisas recentes ajuda a projetar um cenário de maior isolamento também de suas políticas, de modo geral. Soma-se a isso o desembarque de parte dos partidos de direita e centro-direita, que devem engrossar as próximas manifestações puxadas pela esquerda ou seguir tentando emplacar um movimento exclusivo da terceira via.

Na avaliação do cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) Luis Felipe Miguel, seria importante conseguir somar todas as forças que se colocam contra o governo Bolsonaro em nome da democracia, “porque não se pode pensar em um movimento que una apenas setores que têm um projeto comum de sociedade”.

Por outro lado, Miguel faz ressalvas sobre a necessidade de aceitação da direita ao contexto político atual. “Não dá para fazer um tipo de manifestação, como a que o MBL e parte da direita organizaram no dia 12 de setembro, que tem uma pauta ‘nem Bolsonaro e nem Lula’, porque essa pauta não une e não combate às ameaças de golpe”.

Já para Melchionna, a propalada convergência de campos ideológicos muito distintos seria apenas ocasional e sublinha que uma unidade de ação não serviria para palanque eleitoral, “já que as eleições serão apenas no ano que vem”. “Quem tiver nas ruas marchando pelo ‘Fora Bolsonaro’ é bem-vindo, mas é claro que nós vamos manter a nossa independência política, com as nossas bandeiras e a nossa cara”, destaca.

Mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro já enfrentava resistência nas ruas com a campanha do “Ele Não” durante a campanha e no início de sua gestão. Ainda com uma base eleitoral bastante consolidada à época, o presidente precisou conviver com o primeiro grande ciclo de protestos, em meados de 2019, que viera a ser conhecidos como “Tsunami da Educação”, por ser puxado pela comunidade estudantil após cortes anunciados na educação básica e superior.

Segundo Miguel, naquele momento Bolsonaro começou a utilizar uma estratégia surpreendente, que teria contribuído para desmobilizar seus opositores. “Qualquer outro governo, mesmo de direita, diante de manifestações daquela magnitude teria buscado um espaço de negociação para reduzir o seu desgaste. O governo Bolsonaro opera por uma lógica contrária de sempre ampliar a tensão e o confronto”, opina.

A série de distrações e crises gestadas pelo próprio Palácio do Planalto também fizeram disparar os protestos em defesa do meio-ambiente, motivados pelas queimadas na Amazônia e pelo desmonte dos órgãos de fiscalização ambiental. Porém, os ânimos voltaram a arrefecer após o início da pandemia da Covid-19 e um longo período de isolamento, e os brasileiros só voltaram às ruas em grande número no dia 29 de maio deste ano.

Há também quem acredite que as manobras do presidente Bolsonaro já não surtem os mesmos efeitos como antes, como o porta-voz da Rede em São Paulo, Giovanni Mockus, que enxerga Bolsonaro em uma “sinuca de bico” inédita. “Inclusive essa carta que ele publicou logo após o 7 de setembro traz palavras totalmente vazias, e aqui em Brasília ninguém está acreditando nisso, é apenas mais uma retórica de efeitos passageiros”, conclui. (Brasil de Fato)

 

  • Jorge Vieira
  • 1/out/2021

Em Açailândia e Itinga, Edivaldo visita lideranças políticas e religiosas

Em Açailândia e Itinga do Maranhão nesta quinta-feira (30), em seu segundo dia de visita à região tocantina, o pré-candidato ao governo e ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, reuniu com líderes políticos e religiosos e recebeu o carinho da população nos dois municípios.

Acompanhado do deputado federal e presidente estadual do PSD,  Edilázio Júnior, e do deputado estadual César Pires, Edivaldo participou de evento com centenas de lideranças políticas e comunitárias da região. Estavam presentes, por exemplo, os vereadores Ceara, Xanddy Sampaio, Marcelo Oliveira, Bernadete Mariquinha, Sirley Mototaxi, Adriano da Saúde, Dr. Adjackson, Cesar Costa e Fanio Mania, além de centenas de açailandenses. O município é o sexto colégio eleitoral do Maranhão.

“Eu já ouvi falar muito bem do trabalho dele. Tinha muita vontade de conhecê-lo, e estou muito feliz em ter a oportunidade de conversar com ele”, disse a açailandense Simone Costa e Silva.

Tanto pelas lideranças quanto pela população, ele foi cumprimentado pelos resultados da sua gestão como prefeito da capital do Maranhão.

Antes, o ex-prefeito fez uma visita de cortesia ao deputado estadual Pastor Cavalcante e a pastores da Comadesma (Convenção dos Ministros das Igrejas Assembleia de Deus Seta no Sul do Maranhão e outros estados da federação), onde mais uma vez foi parabenizado pelo trabalho como gestor. Ele também participou de um café da manhã na residência do prefeito de Açailândia, Aluísio Sousa, onde também foi bastante cumprimentado pelos resultados da sua administração como prefeito de São Luís.

Ainda em Açailândia, Edivaldo Holanda Junior foi recebido por membros da Igreja Batista Missionária, entre os quais o apóstolo Antônio Pereira.

“Tem sido muito gratificante todo esse carinho e atenção que estou recebendo em cada município por onde tenho passado, com o reconhecimento das pessoas ao trabalho realizado como prefeito de São Luís. É com essa experiência muito exitosa da nossa gestão e com a disposição de trabalhar pela população maranhense, que estamos percorrendo o Maranhão e apresentando a nossa pré-candidatura”, destacou Edivaldo.

Em Itinga, localizado a 120 km de Imperatriz, Edivaldo, juntamente com toda comitiva que o acompanha, foi recebido pelo presidente do PSD no município, vice-prefeito Jamel Georges Daher em evento com a presença do prefeito Lúcio Flávio, vereador e cirurgião-dentista Rubens Teixeira (Rubinho), entre outras lideranças locais.

“Não o conhecia pessoalmente, mas conheço o trabalho que ele realizou em São Luís. É uma honra e alegria muito grande recebê-lo em nossa cidade” , afirmou o vereador Rubinho.

“Após dois mandatos como prefeito de São Luís, o Edivaldo finalizou a gestão com uma aprovação de cerca de 80%. Isso é reconhecimento da população. Nenhum gestor que não tenha trabalho comprovado consegue esse feito”, destacou o deputado estadual César Pires.

Nesta sexta-feira (1), Edivaldo percorre Porto Franco, Campestre e São João do Paraíso.

  • Jorge Vieira
  • 1/out/2021

Pesquisa Escutec gera expectativa nos pré-candidatos ao governo

O Instituto Escutec divulga neste sábado (2) o resultado da terceira pesquisa, de um pacote de quatro, contratada pelo jornal O Estado do Maranhão sobre a intenção de votos para o governo do Estado. A nova sondagem tem gerado clima de expecativa nos pré-candidatos envolvidos na corrida eleitoral, embora ainda seja muito cedo para apontar favoritismo.

Como não aconteceu nenhum fato novo de grande repercussão na população, é provável que o levantamento do Escutec não seja muito diferente dos anteriores com a ex-governadora Rosana Sarney (MDB) mantendo a liderança e em situação de empate técnico Carlos Brandão (PSDB), Edivaldo Holanda Junior (PSD) e Weverton Rocha (PDT).

A pesquisa, no entanto, deve servir de parâmetro para medir se os atos públicos realizados pelo pré-candidato do PDT tem surgido algum tipo de efeito na população, a final já foram realizados quatro manifestações no interior do Maranhão, porém sem despertar grande interesse da população, hoje mais preocupada com vacina e emprego que com eleição faltando ainda um ano.

A pré-candidata Roseana, embora tenha contratado junto ao próprio Escutec um levatamento qualitativo para avalair suas reais possibilidades na disputa governamental, deve também aproveitar os números desta pesquisa que foi conluída hoje para avaliar se vale apena correr o risco de um novo fiásco eleitoral.

Como nas duas pesquisas anteriores a ex-governadora apareceu com percentuais de intenção de votos praticamente semelhantes, mas um elevado índice de rejeição, seus aliados acreditam que ela esteja no teto, sem perspectiva de crescimento e que mais seguro será ela disputar um mandato de deputada federal

Carlos Brandão, provável candidato apoiado pelo governador Flávio Dino que vem reunindo com lideranças políticas, prefeitos, vereadores e deputado aguarda com certa expectativa o resultado da nova sondagem até pata sentir se o engajamento solicitado dos aliados tem surtido efeito em seus redutos.

Edivaldo Holanda Junior, que iniciou sua maratona de visitas ao interior do Maranhão na quarta-feira (29 de setembro) pela região Tocantina e permanece por lá até o próximo domingo (3) tem dado pouca importância a pesquisa por está muito distante do pleito, mas também quer saber como anda seu nível de intenção de votos ainda que tenha iniciado suas andanças pelo interior do Estado somente esta semana.

Com o mesmo grau de interesse, Lahércio Bonfim (PSL), Josimar de Maranhãozinho (PL), Simplício Araújo e Roberto Rocha (sem partido) também esperam ter melhoarado seus índices de inteção de votos. Os quatro tentam viabilizar suas candidaturas, mas pelos últimos levatamentos junto à população, seus projeto de poder não tem despertado interesse do eleitorado.

É aguardar para confeferir o que diz o Escutec.

 

  • Jorge Vieira
  • 30/set/2021

Deputado do PT lança pré-candidatura de Felipe Camarão ao governo

O deputado Luis Henrique Lula da Silva, em discurso nesta manhã de quinta-feira (30), na tribuna da Assembleia Legislativa, lançou a candidatura do secretário estadual de Educação Felipe Camarão ao governo do Estado pelo Partido dos Trabalhadores.

O parlamentar, que é suplente e está no exercício do mandato, no entanto, não informou se trata apenas de um manifesto de desejo ou se fez o anúncio com o aval do secretário recém filiado ao PT e que é cotado para ser vice de Carlos Brandão.

Embora Luís Henrique tenha defendido o nome de Camarão para representar o PT na sucessão estadual, essa questão, segundo adiantou o presidente estadual do partido Augusto Lobato, somente deverá ser discutida no Encontro Estadual que decidirá sobre tática eleitoral para 2022.

“Tivemos ontem reunião da excutiva e esse assunto não foi apresentado, mas até eu poderia lançar meu nome para governador, porém, essa questão cabe ao partido decidir no Encontro. O quee posso adiantar é que nosso candidato será o candidato do governador Flávio Dino”, observou Lobato.

  • Jorge Vieira
  • 30/set/2021

Receptividade a Edivaldo na região Tocantina empolga a caravana

O pré-candidato do PSD ao governo do Estado, ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Junior está tendo na região Tocantina uma receptividade acima dos esperado, conforme avaliação do deputado César Pires, um dos principais articuladores da pré-campanha.

“Muito boa a receptividade, situação muito favorável, acima do esperado por todos nós que estamos acompanhando nosso pré-candidato. Como eu já havia dito antes, Edivaldo é um nome muito leve, de fácil aceitação e vai crescer muito no decorrer da campanha”, observou o parlamentar.

Diante da boa acolhida dos municípios visitados, Edivaldo ficou ainda mais animado com o início da caminhada rumo ao Palácio dos Leões. “Foi um dia de muito diálogo. Nossa caminhada pelo Maranhão será assim, ouvindo as lideranças, a população e conhecendo a realidade de cada região”, disse o ex-prefeito

Segundo Edivaldo, é com base na realidade de cada município, suas necessidades e potencialidades que irá construir as melhores propostas para governar o Maranhão a partir de janeiro de 2023.

O pré-candidato do PSD permanecerá na região até domingo. Hoje visitará os municípios de Açailândia e Itinga. Nesta sexta-feira (1º) será a vez de Porto Franco, onde está previsto a adesão de político à sua pré-candidatura.

Para o presidente do PSD, deputado federal Edilázio Júnior, integrante da caravana, “além de pontuar nas pesquisas como um dos princpais nome na preferência do eleitorado de São Luís, Edivaldo é uma pessoa de caráter, pai de família e marido exemplar, foi testado com gestor e mostrou competencia ao deixar o cargo com alta aprovação da população”

  • Jorge Vieira
  • 30/set/2021

Othelino promulga Emenda Constitucional que cria Fundo Estadual da Juventude

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), promulgou, na sessão plenária desta quarta-feira (29), a Emenda Constitucional 091/2021, originária da PEC 014/2019, de autoria da deputada Daniella Tema, que cria o Fundo Estadual da Juventude.

A iniciativa tem como objetivo incentivar ações voltadas à garantia dos direitos e deveres dos jovens com apoio dos recursos previstos por esse dispositivo.

Othelino Neto parabenizou a deputada Daniella Tema pela iniciativa. “Certamente, será um instrumento muito útil no sentido de estimular o desenvolvimento de políticas públicas e ações voltadas para a juventude maranhense”, disse.

O Fundo visa financiar o Sistema Estadual de Juventude e os projetos voltados para esse segmento nos municípios que aderirem e cumprirem as disposições estabelecidas no Plano Estadual da Juventude.

Os recursos do Fundo também serão utilizados para a manutenção do Conselho Estadual de Juventude e a promoção de eventos de fomento às políticas públicas desenvolvidas pela Secretaria Extraordinária da Juventude (Seejuv).

Construção – Daniella Tema afirmou que a proposta foi construída após uma série de diálogos com a juventude maranhense, que contou com a participação efetiva da Seejuv. “Precisamos criar mecanismos que possam garantir direitos para os nossos jovens e gerar oportunidades. E a nossa proposição contribui para que isso aconteça”, enfatizou a parlamentar.

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