A Assembleia Legislativa do Maranhão homenageou a Rádio Timbira AM, nesta sexta-feira (10), com a Medalha do Mérito Legislativo ‘Manuel Beckman’, maior honraria concedida pelo Parlamento Estadual. A entrega da comenda foi proposta pelo deputado Duarte Júnior (Republicanos) em reconhecimento aos 80 anos de história da emissora e sua contribuição à comunicação pública do Estado.
A solenidade contou com a presença do diretor-geral da Rádio Timbira, Robson Paz; dos secretários de Estado Ricardo Barbosa (Articulação Política) e Enos Ferreira (Relações Institucionais); de colaboradores da rádio, além de profissionais da comunicação que fizeram parte da história da emissora.
O deputado Duarte Júnior pontuou que, no atual cenário de muita propagação de informações e notícias falsas, a homenagem à Rádio Timbira nada mais é do que um justo reconhecimento ao bom jornalismo maranhense.
“É, também, um tributo a todos aqueles que desempenham essa importante função de informar e empoderar os cidadãos com base em informações verdadeiras e necessárias. Portanto, me orgulho de ser o autor dessa justa condecoração”, enfatizou o parlamentar.
O diretor-geral da Rádio Timbira, Robson Paz, agradeceu, em nome de toda a emissora, a homenagem prestada pelo Parlamento Estadual. Ele afirmou, ainda, que a rádio se consolidou, ao longo desses 80 anos de existência, com uma trajetória voltada à prestação de serviços públicos e à construção da cidadania.
“Comemoramos 80 anos e é um momento de muita alegria para todos nós, porque se trata do resgate e da reestruturação de um patrimônio público, moderno, plural e democrático. A Rádio Timbira garante um direito previsto na Carta Universal de Direitos Humanos, que é ofertar livre acesso à informação e à plena liberdade de expressão”, declarou.
O secretário de Articulação Política, Ricardo Barbosa, que na ocasião representou o governador Flávio Dino, também destacou a história da Rádio Timbira. “Nesses 80 anos, a emissora tem oferecido conteúdos de qualidade e com a credibilidade que os maranhenses merecem. Parabenizo ao povo do Maranhão por ter uma rádio com informação de verdade”, assinalou.
Sobre a emissora
Sediada em São Luís, a Rádio Timbira foi fundada em 15 de agosto 1941, sendo a primeira emissora de rádio do Maranhão. Pertence ao Governo do Estado e faz parte da Secretaria de Comunicação Social (Secom). Na gestão do governador Flávio Dino, foi reestruturada e passou a se chamar Nova 1290 Timbira AM.
A programação da emissora prioriza jornalismo, cultura, esporte, saúde, educação, prestação de serviços e interação com os ouvintes. A Rádio Timbira possui a maior grade de emissoras do Maranhão com 15 programas diários, totalizando 26 por semana.
Estadão – A possível escolha de Geraldo Alckmin como vice da chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para 2022 tem saldo mais negativo do que positivo, mostra pesquisa Ideia/Exame divulgada nesta sexta-feira, 10. Para 48% dos entrevistados, a presença do tucano diminuiria as chances de voto em Lula, enquanto 35% responderam que uma dobradinha com o ex-governador de São Paulo encorajaria o voto no petista.
Como mostrou o Estadão, a última edição da pesquisa Genial/Quaest apontou que um eventual palanque com Lula e Alckmin não deve mudar a ideia dos eleitores que hoje se inclinam a votar em Sérgio Moro (Podemos) ou em Ciro Gomes (PDT) em 2022.
O petista e o tucano vêm articulando um palanque conjunto desde julho. De saída do PSDB, o ex-governador paulista ainda deve definir qual será seu novo partido antes de avançar nas tratativas com o ex-presidente. A expectativa de Lula é que uma dobradinha com Alckmin confira mais amplitude à sua candidatura ao conquistar eleitores menos inclinados à esquerda.
Nas palavras do ex-governador de São Paulo, Márcio França (PSB), um dos entusiastas do acordo, a união poderia garantir a vitória do petista “já no primeiro turmo”, afirmou o socialista em entrevista ao Broadcast Político. O PSB teria sua própria pesquisa a respeito do mesmo assunto; mas nenhuma das sondagens disponíveis até aqui sinalizam essa hipótese.
Chapa Doria/Moro
No âmbito da “terceira via”, uma chapa liderada por João Doria (PSDB) com o ex-juiz Sérgio Moro na vice tem percepção positiva de 12% dos entrevistados e negativa de 43%. É incerto se ambos se unirão no mesmo projeto, à medida que nenhum deles admitiu abrir mão da cabeça de chapa até o momento. Em entrevista ao Estadão, o governador de São Paulo afirmou que a possibilidade de um palanque conjunto será discutida em abril.
Uma chapa com Sergio Moro, presidente, e Joaquim Barbosa (PSB), vice, por sua vez, é bem vista por 24% dos entrevistados e desaprovada por 46%. Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Barbosa atuou a condução dos processos do mensalão. Como mostrou o Estadão, até aqui, o ministro não deu sinais de que estaria disposto a entrar na disputa.
A reeleição de Jair Bolsonaro (PL) presidente com a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos Damares Alves como vice é rejeitada por 58% e aprovada por 26%. Já a chapa que está atualmente no Planalto, Bolsonaro e Hamilton Mourão, tem apoio de 22% e rejeição de 57%.
A pesquisa Ideia Data foi divulgada pela revista Exame ouviu 1.200 pessoas com margem de erro 3% para mais ou para menos; entre as principais conclusões, aponta que 51% avaliam a gestão Jair Bolsonaro como ruim ou péssima e 53% desaprovam a maneira como o mandatário lida com o cargo. Além disso, 47% dos evangélicos aprovam o presidente da República, ante 30% dos católicos.
O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), negou que tenha reunido com o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), na noite de ontem, para tratar sobre sucessão estadual, conforme noticiou este blog (vê matéria abaixo), baseada em fonte até então fidedigna.
Segundo Othelino, um dos principais aliados do senador Weverton Rocha, o encontro que teve com Brandão foi casual, na manhã desta quinta-feira (9), na abertura do Congresso Estadual do Ministério Público, quando conversaram sobre vários assuntos relativos ao Maranhão.
Segundo o presidente do Poder Legislativo, o fato do seu nome está sendo especulado para vice na chapa de Brandão é decorrente do cargo que ocupa e do jogo político. Ele deixou claro, no entanto, que mantém apoio à pré-candidatura de Weverton Rocha.
Um encontro na noite desta quinta-feira (9) entre o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão pode ter aproximado ainda mais o deputado Othelino Neto (PCdoB) da chapa que representará o grupo do governador Flávio Dino na sucessão estadual de 2022.
Segundo apurou o blog junto a fonte fidedigna, a pauta da reunião dos dois políticos girou em torno das eleições e da possibilidade de Othelino compor a chapa como candidato a vice. .
No grupo do governador crescem as especulações sobre uma possível adesão do parlamentar ao projeto Brandão, o que representaria uma baixa considerável na pré-candidatura do senador Wevetton Rocha (PDT), que já não descartaria a possibilidade de rever seu projeto pessoal, se reagrupar e proporcionar o tão desejado consenso.
As possibilidades em torno de Othelino aumentaram após o presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, defender seu nome para compor a chapa como vice de Brandão em entrevista à TV Mirante. O presidente do legislativo, no entanto, mantém silêncio sobre o assunto.
Caso Othelino Neto aceite o convite, a chapa estaria quase completa: Brandão governador, Othelino vice e Flávio Dino senador. A reunião do dia 31 de janeiro, nesta hipóteses, será apenas para discutir os dois suplentes de senador.
A iniciativa de setores do grupo dinista em apoiar a candidatura do deputado Othelino Neto (PCdoB) como vice na chapa que terá Carlos Brandão como candidato a governador e Flávio Dino ao Senado, é mais uma peça que se movimenta no tabuleiro da sucessão estadual e que, caso o presidente da Assembleia Legislativa aceite, provocará abalo profundo na pré-candidatura do representante do PDT, Weverton Rocha.
Considerado hoje principal aliado do pedetista, a possível retirada do apoio de Othelino, junto com a prevista debandada de partidos para o lado de Carlos Brandão, após a decisão do governador declarar apoio à sua pré-candidatura, poderá se concretizar a previsão de vários analistas políticos isentos e comprometidos em divulgar a realidade dos fatos: o foguete do senador pode não dá ré, mas tende explodir na base de lançamento.
Após o presidente estadual do PCdoB, deputado federal licenciado e secretário de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Márcio Jerry, em entrevista à TV Mirante, defender o nome do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão para ser o candidato a vice-governador na chapa de Carlos Brandão, a possibilidade do foguete de Weverton não decolar se tornou realidade. O primeiro sinal foi o cancelamento do ato da caravana “Maranhão Mais Feliz”, que estava marcado para este sábado (11), em São Luís.
O grupo liderado pelo governador quer a unidade dos partidos em torno de um único nome e tem prazo até 31 de janeiro para os dirigentes partidários debaterem e decidirem pelo apoio a Brandão. O Cidadania, legenda comandada por Eliel Gama, logo declarou publicamente adesão ao projeto Brandão. O PCdoB seguiu o mesmo caminho declarando apoio ao vice-governador, o PSB é o partido do governador que já declarou para quem fará campanha, o PSDB é comandado pelo candidato tucano e o PT deve acompanhar a decisão de Dino.
Nos bastidores da sucessão é tido como certo novas adesões ao projeto político do governador Flávio Dino para 2022 e o esvaziamento ainda maior da pré-candidatura do pedetista, que perdeu consistência e corre risco de morrer por inanição. Mas apesar das evidências do declínio, o senador pedetista tem repetido a aliados que seu projeto não tem recuo. Postou esta semana em rede social que a candidatura não pertence mais a ele e sim a um grupo de lideranças.
Tem gente pagando pra ver o desempenho dele longe da aba do chapéu do governador. O senador Roberto Rocha (sem partido), que, a exemplo dele, recebeu o mandato na bandeja, tá ai para servir de exemplo: lançou candidatura ao governo em 2018 e foi humilhado nas urnas, obtendo apenas 2 por cento dos votos.
Na mira da Polícia Federal em inquérito que apura o desvio de dinheiro público de emendas parlamentares, o deputado Josimar Maranhãozinho (PL-MA) registrou um crescimento patrimonial que superou a sua ascensão na política.
Em 2008, quando tentou a reeleição a prefeito de Maranhãozinho, no Maranhão, Josimar declarou que os seus bens somavam R$ 463,9 mil. Dez anos depois, quando concorreu ao cargo de deputado federal, o patrimônio informado foi de R$ 14,5 milhões. Ou seja, uma alta de 1.652%, em valores já corrigidos no período.
Nas prestações de conta à Justiça Eleitoral, Maranhãozinho tem como costume declarar dinheiro vivo. Em 2014, quando disputou uma vaga de deputado estadual, informou ter R$ 100 mil em espécie. Em 2018, esse valor passou para R$ 1,4 milhão — além de dez consórcios que somavam R$ 254.728.
Devido à sua influência política no Maranhão, o parlamentar foi alçado ao comando do diretório do PL no estado, sob a bênção de Valdemar Costa Neto, manda-chuva do partido. A nível local, Maranhãozinho é tido como um hábil articulador político, que prefere atuar nos bastidores. Nas reuniões internas do PL, o parlamentar costuma se vangloriar de ter conquistado, nas eleições municipais de 2020, o controle político de mais de 40 prefeituras.
O que as investigações da PF têm mostrado, no entanto, é que todo esse poderio político pode ter sido conquistado, ao longo dos últimos anos, por meio de uma relação conflituosa entre o público e o privado. A investigação sigilosa da PF implica Maranhãozinho em uma série de crimes, que vão de peculato a lavagem de dinheiro, passando por organização criminosa e fraude em licitação. Segundo os investigadores, Maranhãozinho usaria o dinheiro desviado para fins particulares, mas também para cooptar aliados.
A PF suspeita que o dinheiro manuseado pelo deputado nas gravações que vieram à tona na última semana seria proveniente de um esquema de desvio de emendas parlamentares, por meio de prefeituras comandadas por aliados políticos do parlamentar. Essas prefeituras, segundo as investigações, contratariam empresas ligadas ao deputado para desviar os recursos. Ele nega as irregularidades.
As alianças políticas de Maranhãozinho sempre foram ecléticas: passam pelo PT, PCdoB e diversos partidos de centro. Isso fez com que passasse a ser reconhecido menos como “ideológico” e mais como “municipalista”, como ele mesmo gosta de afirmar.
Tanta influência fez com que o deputado rompesse relações com o governador Flávio Dino (PSB), com quem fez dobradinha na campanha de 2018, para se lançar como pré-candidato na corrida para o governo do estado no ano que vem.
Mesmo estando na mira da PF, Maranhãozinho continua presidente estadual do partido, contando com a confiança de Valdemar. Mesmo a avalanche de notícias negativas, com a Polícia Federal cada vez mais no seu encalço, Maranhãozinho tem dito que não desistiu da pré-candidatura.
O parlamentar costuma se vangloriar de ser um fenômeno nos negócios e na política. Nascido em Várzea Alegre, na Região do Cariri, no Ceará, em 13 de novembro de 1976, Maranhãozinho costuma enfatizar nos palanques e nos discursos que teve uma “história sofrida” antes de virar político e pecuarista. Dessa forma, se apresenta como um empresário e político de sucesso, que começou a trabalhar com 13 anos e, um ano depois, se mudou para Manaus para ganhar a vida como caixeiro-viajante. De porta em porta, vendia cadeiras de fios de plástico, além artigos domésticos. Com 17 anos, já vendia produtos em outros estados do Norte e Nordeste, enquanto montava sua própria rede de distribuição.
Depois de três décadas atuando no varejo, iniciou a carreira política na pequena Maranhãozinho, cidade de 16 mil habitantes a 250 quilômetros da capital São Luís. É daí que vem o seu apelido político. Em 2004, se tornou prefeito de Maranhãozinho, vencendo sua primeira eleição. Naquela época já se apresentava também como pecuarista.
Aos poucos, Maranhãozinho foi ampliando a influência em municípios vizinhos. Em 2008, ele se reelegeu prefeito de Maranhãozinho. Sua mulher, Maria Deusdete Lima, a Detinha, tornou-se prefeita do município vizinho, chamado Centro do Guilherme. Em 2012, José Auricelio de Morais, seu ex-motorista, o sucedeu como prefeito de Maranhãozinho. Naquele mesmo ano, a mulher, Detinha, foi reeleita prefeita de Centro do Guilherme, e o irmão, Aldir Cunha Rodrigues, assumiu o comando da prefeitura de outro município vizinho, Junco do Maranhão.
Em 2015, mesmo ano em que concluiu o curso de Administração por uma universidade particular de São Luís, Maranhãozinho se elegeu deputado estadual pelo PR, cargo que ocupou, até 2019, quando se torna parlamentar federal. O Globo
O PCdoB é segundo partido da base governista (Cidadania foi o primeiro) a declarar apoio à pré-candidatura do vice-governador Carlos Brandão ao governo do estado nas eleições de 2022. Os dirigentes comunistas tomaram a decisão da segunda-feira (6) e o presidente estadual, deputado federal licenciado e secretário de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Márcio Jerry, fez o comunicado na noite desta terça-feira (7).
“Desde logo, forma democrática e transparente, colocamos que nossa posição do PCdoB, adotada pela unidade de seus membros da direção estadual é de apoiar a pré-candidatura e construir a candidatura do vice-governador Carlos Brandão, dentro de todo um contexto neste debate que faremos com os partidos e com a sociedade explicitaremos com a convicção e a certeza de estarmos adotando a postura mais correta para este momento conjuntural que estamos vivendo no Maranhão”, disse Jerry.
O partido segue a posição do governador Flávio Dino e deve contribuir para que outras legendas do campo governista tomem a mesma decisão para que a próxima reunião de dirigentes de partidos, já convocada para o dia 31 de janeiro de 2022, seja apenas para a confirmação da chapa majoritária com a definição do vice e dos dois suplentes de senador. Estima-se que das treze siglas que compõe a aliança oito declarem apoio a Brandão.
A candidatura do tucano se consolidou na reunião do dia 29 de novembro quando o governador Flávio Dino anunciou aos dirigentes de partidos sua opção pelo seu vice após consultar todos os atores envolvidos no processo de escolha do representante do grupo. Com o martelo batido a favor de Brandão foi dado o passo para a construção da unidade máxima possível, o que está sendo tentado e poderá acontecer.
O vice-governador travou um verdadeira batalha interna com outros três concorrentes e se sobressaiu; conseguiu reunir o maior número de apoios da classe política e se viabilizar também por um motivo nobre: lealdade aos programas de governo que estão sendo executados e seu compromisso com a continuidade da gestão do governador Flávio Dino.
“Nós temos um processo em curso, houve a reunião com os treze partidos quando nós definimos um procedimento de consultas e eu realizei essas consultas com atores políticos, personagens, lideranças, prefeitos, deputados, partidos e foi a partir dessa aferição que eu constatei que o vice-governador Carlos Brandão reunia a agregação política necessária, exatamente o que tenho defendida no plano nacional, ou seja, uma frente que seja capaz de aglutinar, aglutinar os setores mais populares, os setores a esquerda, porém convergindo em torno do centro político a afim de vencer as eleições”, disse o governador em recente entrevista à revista Carta Capital.
A pré-candidatura de Brandão turbinou já reunião de 29 de novembro quando o governador, apesar das pressões pelo adiamento da decisão do nome que representará o grupo, bateu o martelo e conclamou os partidos a formarem unidade, houve reclamação dos aliados do senador Weverton Rocha, mas Dino manteve sua posição e concedeu prazo de mais dois meses para os dirigentes de partidos debaterem internamente a possibilidade de consenso em torno do indicado. O prazo tá correndo e encerra dia 31 de janeiro.
Na luta interna, Brandão venceu a queda de braço que travou com Weverton Rocha (PDT), Felipe Camarão (PT) e Simplício Araújo (SD). A expectativa agora gira em torno da posição do pré-candidato do PDT que tem afirmado em suas incursões pelo interior do Maranhão que seu projeto não tem recuo, porém, há quem acredite na possibilidade dele desistir e se reagrupar.