Na noite desta segunda-feira (9), o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), promoveu reunião com representantes da classe política do Maranhão para fortalecer a união do grupo em torno das pré-candidaturas do governador Carlos Brandão (PSB) à reeleição e do ex-governador Flávio Dino (PSB) ao Senado.
O encontro contou também com a presença do pré-candidato a vice-governador, Felipe Camarão (PT), da vice-prefeita de Pinheiro, Ana Paula Lobato (PSB), pré-candidata à primeira suplência na chapa de Flávio Dino, além da senadora Eliziane Gama (Cidadania), de 21 deputados estaduais e dos deputados federais Márcio Jerry (PCdoB), André Fufuca (PP), Zé Carlos (PT) e Rubens Júnior (PT).
Na ocasião, Othelino Neto afirmou que a reunião de tantas forças políticas tem um significado muito forte e que a presença da ampla maioria dos deputados estaduais ao encontro reforça o compromisso dos parlamentares com esse projeto político, que pretende continuar promovendo grandes transformações no estado.
“Cada deputado estadual, que aqui está, representa milhares de maranhenses, pois foram escolhidos pelo povo do Maranhão. E nós vamos levar essa mensagem para cada canto do estado. O governador Carlos Brandão pode contar comigo, como um militante político, porque, sobretudo, tenho responsabilidade com o que estamos construindo desde janeiro de 2015”, declarou o parlamentar.
Othelino, que comandará a coordenação política da pré-candidatura de Flávio Dino ao Senado, destacou, ainda, que todo o grupo está empenhado em fazer com que esse projeto seja vitorioso.
“Faço parte desse projeto porque confio e acredito que é o melhor para o meu estado. O Maranhão merece continuar se desenvolvendo e superando desigualdades históricas. Tenho convicção, a cada dia, que esse grupo de deputados estaduais, deputados federais, do governador Carlos Brandão, do ex-governador Flávio Dino e de tantas forças políticas será vitorioso para o bem dos maranhenses”, assinalou o chefe do Parlamento Estadual.
Unidade – O governador Carlos Brandão agradeceu o empenho do deputado Othelino Neto em priorizar a unidade do grupo político pelo bem dos maranhenses. “A sua capacidade de articulação é o que mais se destaca. Othelino tem o nosso respeito e a nossa gratidão por decidir continuar conosco nesse projeto, iniciado pelo ex-governador Flávio Dino, e que pretendemos continuar desenvolvendo em prol do Maranhão”, disse.
O ex-governador Flávio Dino também reconheceu a importância de Othelino Neto nessa caminhada. “Quero agradecer a você pela parceria, lealdade e pela decisão de priorizar o nosso estado e esse projeto. Você sempre será reconhecido como uma figura fundamental na nossa caminhada que, certamente, será vitoriosa”, afirmou o pré-candidato ao Senado.
Ana Paula Lobato ressaltou que a chapa está comprometida em levar aos quatro cantos do Maranhão a bandeira pela continuidade. “Esse é um grupo que tem trabalho no Maranhão e tem resultado. Então, tenho certeza que teremos uma eleição vitoriosa, pois os maranhenses reconhecem isso. Contem sempre com o meu apoio, força de vontade e determinação para que possamos avançar ainda mais”, completou a vice-prefeita e pré-candidata à primeira suplência ao Senado.
A senadora Eliziane Gama falou sobre a importância da unidade do grupo político. ”Othelino e eu trabalhamos muito para manter a unidade do grupo e fomos ao limite dessa busca. Conseguimos a união daqueles que querem o bem do Maranhão e que os avanços continuem acontecendo. Estaremos juntos em mais uma vitória”, afirmou.
O governo do presidente Jair Bolsonaro praticamente acabou com o programa de Reforma Agrária no país e tem se limitado a distribuir títulos de propriedade de terra aos já assentados. Segundo matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo nesta segunda-feira (9), o orçamento para aquisição de terra desabou de R$ 930 milhões em 2011 para R$ 2,4 milhões em 2022, o mesmo ocorrendo com verbas discricionária total do INCRA (Instituto de Colonização e Reforma Agrária), que caiu de R$ 1,9 bilhão em 2011 para apenas R$ 500 milhões em 2020.
Diante dos números que mostram o descaso do governo Bolsonaro com os trabalhadores rurais sem terras, cabe a pergunta: o que pretende a Fetaema (Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras do Estado do Maranhão) ao apoiar o candidato ao governo do estado Weverton Rocha (PDT), ligado ao bolsonarismo, e por tabela o candidato a senador Roberto Rocha (PTB), defensor do governo de Jair Bolsonaro, inimigo de Lula, do MST e defensor de latifundiários inescrupulosos destruidores do meio ambiente?
De forma surpreendente, a Fetaema, entidade que sempre se posicionou no campo popular democrático, anunciou apoio ao senador Weverton, que faz o jogo do governo Bolsonaro em Brasília, atende ordens para retirar assinatura da CPI que pretende investigar corrupção no Ministério da Educação e agora escancara suas relações com o bolsonarismo se aliando com Roberto Rocha e Josimar de Maranhãozinho, sendo que este último alvo constante de operações da Polícia Federal.
Segundo a reportagem da Folha, em quase três anos e meio de gestão, o governo Jair Bolsonaro (PL) intensificou ação iniciada pelo antecessor Michel Temer (MDB) e transformou radicalmente o programa de reforma agrária brasileiro. O modelo de distribuição de terras a camponeses pobres deu lugar a outro em que as verbas são minguantes, as desapropriações de terras e assentamentos de famílias quase não existem mais e o foco se resume a uma maratona de entrega de títulos de propriedade aos antigos beneficiários.
A incorporação de terras ao Programa Nacional de Reforma Agrária, que nos governos Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de 1995 a 2010, somou quase 70 milhões de hectares, praticamente desapareceu sob Bolsonaro, assim como o número de novas famílias assentadas.
Já a entrega de títulos de propriedade provisórios ou definitivos observou um salto sob Temer, logo após a edição da lei 13.465/2017, que flexibilizou o processo de regularização fundiária, e virou uma febre sob Bolsonaro, que em três anos e três meses de governo entregou 337 mil títulos, um recorde. Há várias nuances por trás desses números, mas é possível definir contornos bastante claros.
Nos primeiros dias de gestão, o Incra paralisou todos os cerca de 250 processos de aquisição e desapropriação de terras para a reforma agrária, medida que serviria de prenúncio a um futuro de estrangulamento orçamentário e fim da política de criação de assentamentos.
Só em 2022, por exemplo, Bolsonaro já participou de sete eventos de entrega de documentos de propriedade, ocasiões em que o clima se assemelha a palanque eleitoral, com beneficiados sendo levados ao palco para receber os papéis das mãos do presidente.
Será que a Fetaema também mudou de lado?
Com informações da Folha de São Paulo
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu continuidade ao ato de lançamento do Movimento “Vamos Juntos pelo Brasil” e agradeceu, no início da noite de ontem (9) em Belo Horizonte (MG), a unidade dos partidos que compõem a aliança em torno dos nomes dele e de Geraldo Alckmin para a futura chapa que disputará as eleições deste ano.
Em fala para lideranças locais do PSB, PCdoB, PSOL, PV, Rede e Solidariedade, durante ato “Lula abraça Minas”, o ex-presidente disse que as legendas conseguiram cumprir a profecia de Paulo Freire de juntar os divergentes para vencer os antagônicos. “Essa é que é a nossa grande tarefa”, afirmou, em auditório lotado, com sete mil pessoas dentro e cinco mil fora, no Expominas BH.
No primeiro de três dias de agenda em Minas – ele passará por Contagem, amanhã, e Juiz de Fora, na quarta, cidades geridas por prefeitas do PT, Lula lembrou os retrocessos que o país vive desde o golpe que tirou Dilma Rousseff da Presidência, em 2016, e disse que na disputa deste ano não está enfrentando um adversário qualquer, mas um adversário que não está alinhado com a democracia, o amor, a paz, a educação e o desenvolvimento.
“Não estaremos enfrentando um adversário qualquer, mas um adversário que representa a antidemocracia, o antiamor, a antipaz, a antieducação e o antidesenvolvimento. Um adversário que representa a ignorância, a violência e o fascismo. A gente vai ter que jogar esse fascismo no esgoto da história porque o Brasil nasceu para a democracia e para o desenvolvimento”, afirmou.
Lula ressaltou que o país do desemprego e da fome precisa ser descontruído para construir de novo o Brasil que surgiu em 2003, com criação de empregos, aumento do salário mínimo, apoio à pequena e média agricultura e grande investimento na educação, que levou filhos de famílias humildes para a universidade e para o exterior com o Ciência sem Fronteiras.
No encontro, com discursos dos partidos aliados, foram exibidos novamente os vídeos que emocionaram os presentes no ato de lançamento do Vamos juntos pelo Brasil, no sábado em São Paulo. Um retoma o jingle da campanha de 1989, com participação de artista de diferentes gerações e estilos. O outro aponta a diferença do Brasil da insensibilidade do atual governo com o Brasil da esperança que a candidatura Lula de novo representa.
A presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, disse que a união das legendas no primeiro turno mostra a unidade de um campo político que está do lado dos movimentos sindical, popular e social e daqueles que têm propostas e sabem governar. Segundo ela, do outro lado da disputa, os que não têm compromisso com o povo, não sabem o que está acontecendo no Brasil e não têm responsabilidade sobre a fome, o desemprego e a carestia.
“Temos muita responsabilidade nesse processo de retomar o Brasil para as mãos do povo brasileiro. E Minas é essencial para isso porque Minas reflete a grandeza que é esse Brasil. Minas é a síntese do Brasil. É o nó que ata o Brasil e transforma esse país numa coisa só. Isso foi dito por um mineiro e é verdade. É isso que Minas é. Por isso, a importância de a gente pisar aqui logo depois do ato do dia 7 para mostrar que nós queremos essa unidade”, afirmou.
O deputado federal Reginaldo Lopes, líder do PT na Câmara, se colocou à disposição para disputar o Senado e disse que Lula é o único candidato capaz de consolidar novamente a democracia no Brasil. “Temos a oportunidade única, ímpar, de fazer uma nova indústria para o país, conectada com a juventude, conectada com o século 21, digital, tecnológica, sustentável. Eu acredito muito que temos oportunidade de, a partir de seu legado, voltar a garantir emprego para todos os brasileiros e brasileiras, recuperar direitos previdenciários e trabalhistas e recuperar essa juventude que se encontra deprimida”, disse o parlamentar.
Aliados do senador Weverton Rocha na blogosfera estão expondo o incômodo do pedetista com a proximidade do governador Carlos Brandão (PSB) com o ex-presidente Lula (PT). Todos os dias tentam desqualificar a aliança formada para as eleições de 2022 no Maranhão.
Além de não conseguir mais sustentar que Weverton é amigo de Lula, os “fogueteiros” estão com grandes dificuldades para desvincular o nome do pedetista do presidente Bolsonaro.
As últimas evidências da aproximação de Weverton com o presidente, como a retirada da assinatura da CPI do MEC e a ausência no lançamento da candidatura de Lula no final de semana, tem feito os aliados do senador fazer um verdadeiro malabarismo para sustentar, no Maranhão, a narrativa de que o ex-presidente não é próximo de Brandão.
O próprio Weverton já manifestou desejo de não nacionalizar o debate, sobretudo após a descoberta das suas ligações com o bolsonarismo e do consequente afastamento com o lulismo.
A aliança PT/PSB para a disputa do governo do Maranhão está consolidada, com chapa pronta e aguardando apenas a realização do encontro estadual petista, convocado para os dias 28 e 29 deste mês, para ser oficializada, com Lula presidente, Geraldo Alckmin vice, Carlos Brandão governador, Felipe Camarão vice e Flávio Dino senador.
A união das duas legendas articulada nacionalmente pelo ex-presidente Lula, com ramificações nos estados não permite a menor perspectiva de mudança de rumo, principalmente no Maranhão, onde o ex-governador Flávio Dino, principal cabo eleitoral de Lula, é o maior fiador da reeleição de Brandão.
Disputas internas nos partidos é natural e até salutar, ocorrem frequentemente em períodos de arrumação de alianças, mas no caso específico do PT, as discussões foram esgotadas, a grande maioria das correntes optaram seguir a direção nacional e declarar apoio a Brandão e indicar Camarão como vice.
O lançamento oficial da chapa Lula/Alckmin, para disputa presidencial, com as presenças de Flávio Dino e Carlos Brandão consolidou de vez a aliança PSB/PT no Maranhão, não dando a menor chances de mudanças de rumo no estado onde um pequena dissidência defende outra candidatura.
Dino e Brandão irão coordenar a campanha de Lula para presidente da República no Maranhão, pondo fim as especulações de aliados do senador Weverton Rocha, que insistem em tentar confundir a opinião pública espalhando fake News sobre possibilidade de Lula apoiar o pedetista.
Carlos Brandão e Flávio Dino, portanto, são os únicos autorizados a falar em nome da chapa Lula/Alckmin, sem espaço para qualquer outra interpretação. Não adianta porta vozes do senador do PDT manifestarem desejo contrário, pois a realidade dos fatos já se encarregaram de mostrar a verdade; a chapa Lula/Alckmin, Brandão/Camarão e Dino senador está consolidada.
Após as manifestações de perfeita sintonia entre Lula, Dino e Brandão, não adianta meia dúzia de petistas, puxados pelo presidente do presidente do diretório municipal, Honorato Fernandes, sem menor peso no encontro estadual, defenderem o senador do PDT aliado de Bolsonaro e Roberto Rocha.
Vale lembrar a esses petistas que defendem aliados de Bolsonaro um velho ditado popular: passarinho que anda em companhia de morcego, acaba dormido de cabeça para baixo.
Um grande ato com cerca de 4 mil pessoas lançou, na manhã de hoje, 7, o Movimento Vamos Juntos Pelo Brasil, em São Paulo. Com a presença de militantes, representantes de movimentos sociais, lideranças partidárias, artistas, intelectuais e outros, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, pediram união para restaurar o Brasil da atual crise.
A programação começou com um vídeo da estudante Anice Lawson, do Benin, que se encontrou com Lula em novembro do ano passado, em Paris, e agradeceu pelo convênio que permitiu que ela estudasse no Brasil e se formasse em Ciências Políticas.
Outros registros foram exibidos no telão: donas de casa comentando a dificuldade do Brasil nos dias de hoje, uma música do Maderada Brasil para Lula, o depoimento da catadora Aline Souza, um registro sobre a história do PT, vídeos com declarações de lideranças indígenas e jovens da periferia.
No início da cerimônia, os apresentadores do evento, Paulo Miklos e Lika Rosa, chamaram ao palco os representantes dos sete partidos que compõem o Movimento Vamos Juntos Pelo Brasil: Gleisi Hoffmann (PT), Carlos Siqueira (PSB), Juliano Medeiros (Psol), Luciana Santos (PC do B), Wesley Diógenes (Rede), Luizão (Solidariedade) e José Luiz Penna (PV), além de diversos outros políticos, artistas, intelectuais e representantes de movimentos sociais.
Em seu discurso, feito à distância após um diagnóstico de Covid-19, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSB), falou sobre a necessidade de uma união nacional para recuperar o Brasil do momento de crise econômica e social em que o país está afundado.
“Quando o presidente Lula me estendeu a mão, eu vi nesse gesto muito mais do que um sinal de reconciliação entre dois adversários históricos. Vi um verdadeiro chamado à razão. E é à razão de todos vocês que me dirijo neste momento. Pensemos nas disputas do passado e pensemos na união de hoje. O que é que mais importa?”, perguntou ele.
O momento mais emocionante aconteceu quando Rosângela Janja da Silva, a noiva do ex-presidente, tomou a palavra para apresentar a ele seu presente de casamento. Ela contou da viagem que ele fizeram ao Rio Grande do Norte, no ano passado. “Você se emocionou com o jingle de 1989 e falou que nunca mais ia ter a mesma emoção daquela campanha. Então eu e o (Ricardo) Stuckert fizemos esse presente para você”, disse.
No telão, começou um vídeo com diversos cantores e cantoras, como Pabllo Vittar, Chico César, Martinho da Vila, Gilsons, Duda Beat, Lenine, Zélia Duncan e Paulo Miklos, entre outros, cantando uma versão atualizada do jingle “Sem Medo de Ser Feliz”, que correu o país na primeira eleição livre do país após a ditadura, em 89.
Por fim, Lula começou seu discurso, destacando seu passado e legado ao longo dos oito anos que governou o país e nos anos da presidenta Dilma. Também falou sobre as dificuldades de reconstruir o Brasil após os anos desastrosos do atual governo.
“No nosso governo, promovemos uma revolução pacífica neste país. O Brasil cresceu, e cresceu para todos. Combinamos crescimento econômico com inclusão social. O Brasil se tornou a sexta maior economia do planeta, e, ao mesmo tempo, referência mundial no combate à extrema pobreza e à fome. Deixamos de ser o eterno país do futuro, para construirmos nosso futuro no dia a dia, em tempo real”, disse ele.
Ele continuou pedindo a união de todo o Brasil. “É preciso mais do que governar, é preciso cuidar. E nós vamos outra vez cuidar com muito carinho do Brasil e do povo brasileiro. Mais do que um ato político, essa é uma conclamação. Aos homens e mulheres de todas as gerações, todas as classes, todas as religiões, todas as raças, todas as regiões do país. Para reconquistar a democracia e recuperar a soberania”, declarou. (Site do PT)
Bastante movimentada o lançamento da pré-candidatura de Lula a presidente nesta manhã se sábado (7), em São Paulo. O governador Carlos Brandão (PSB), candidato à reeleição, ao lado do ex-governador Flávio Dino (PSB) e do deputado estadual Zé Inácio (PT), o chefe do Executivo maranhense mostrou-se muito à vontade ao lado do ex-presidente, numa manifestação de sintonia.
Através de publicações nas redes sociais, Brandão, Dino, Zé Inácio e Bira do Pindaré registraram com fotografias o clima de descontração reinante no ambiente onde foi lançamento oficialmente a chapa Lula/Alckmin para presidente e vice, consolidando assim a aliança nacional PT/PSB, com ramificações nos estados. No Maranhão, por exemplo, o PT indicou Felipe Camarão para vice de Carlos Brandão.
“Estamos em São Paulo, unindo nossos corações e sonhos ao Brasil inteiro, em apoio às pré-candidaturas Lula e Geraldo Alckmin. #Vamos juntos pelo Brasil”, observou Dino em sua página no Twitter.
Para o deputado federal Bira do Pindaré, “o movimento (que foi lançado nesta manhã de sábado) vai reconstruir o país; com Lula, Alckmin e a união das forças democráticas do país”.
