A candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) ficou seriamente comprometida com com a perda do apoio da senadora Elziane Gama. Através de sua rede social, Weverton tentou disfarçar a pancada dizendo que respeita a decisão da amiga e que a espera no segundo turno, mas a verdade é que balançou a estrutura da pré-campanha do pedetista. A senadora chegou a sugerir que ele, em nome da unidade, desista do projeto pessoal.
Eleito senador em 2018 com o esforço pessoal do governador Flávio Dino (PSB), reeleito no primeiro turno contra Roseana Sarney, Weverton abriu dissidência após perder disputa interna para o vice-governador Carlos Brandão pela condição de candidato a governador do grupo liderado por Dino e anunciou que “foguete não dá ré”, ou seja, não respeitaria a posição da maioria dos dirigentes partidários a favor de Brandão.
Primeiro o presidente da Assembleia Legislativa, um dos principais aliados, após muita reflexão e conversações sobre o rumo a seguir, em nome da unidade, desistiu de deixar o PCdoB para filia-se ao PDT e anunciou apoio a Brandão, provocando assim a primeira baixa de peso na estrutura da pré-campanha.
Sem Othelino, o senador contava como certa a presença da senadora Eliziane Gama em seu palanque, mas nesta quinta-feira (7), através de sua rede social, ela sugere que tentou convencê-lo a desistir, sem sucesso, da aventura.
“Respeito a decisão do colega Weverton em continuar com sua candidatura mas vou pela unidade, reafirmando nosso apoio ao amigo Flávio Dino ao Senado e para governador apoiaremos Carlos Brandão em nome do desenvolvimento implantado pelo governador Flávio Dino”, justificou Eliziane.
“Finalizo deixando mais uma vez meu apelo ao colega Weverton Rocha para que fique conosco, em nome da unidade e do progresso do Maranhão, nesse grande projeto comandado pelo nosso líder Flávio Dino”, completou a senadora em mais um apelo ao enfraquecido pedetista.
A senadora Elziane Gama a caba de informar através de sua rede social que respeita a decisão do senador Weverton Rocha (PDT) de continuar com sua canditura ao governo, mas que vai pela unidade do grupo e apoiará a candidatura de Flávio Dino ao Senado e de Carlos Brandão ao Governo.
A decisão de senadora é mais duro revés sofrido pelo pré-candidato do PDT, senador Weverton Rocha, em seu projeto pessoal de concorrer ao governo.

Pré-candidato do PSD ao Governo do Maranhão, o ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Junior tem recorrido à sua rede social para falar sobre o seu jeito próprio de governar, sempre ouvindo a população, a exemplo do que fez quando gestor por dois mandatos da capital.
“Seja como prefeito, deputado federal ou vereador, trabalhei ouvindo a população. Sempre foi assim e continuará sendo! É ao lado das pessoas que venho construindo a minha trajetória pública, promovendo transformações e melhorando a vida de quem mais precisa”, observa Edivaldo.
Primeiro nome a ser confirmado pelo partido como candidato a governador, o ex-prefeito diz que continuará, caso seja eleito, administrando da mesma forma que comandou São Luís, ou seja, ouvindo a população sobre as suas reais necessidades.
Edivaldo, que iniciou a pré-campanha contando com o apoio do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, ganhou reforço político na janela partidária e passou a contar com quatro deputados estaduais: César Pires, Pastor Cavalcante, Mical Damasceno, Edivaldo Holanda e dois federais: Edilázio Júnior e Josivaldo JP.
Com Josivaldo, Pastor Cavalcante, Mical e Edivaldo, o ex-prefeito de São Luís amplia sua força no segmento evangélico, além de ganhar substancial reforço na região tocantina.
Humilde, carismático, transparente e humano, Edivaldo Holanda Junior continua sendo um dos principais nomes na disputa pelo Governo do Estado.
O deputado Bira do Pindaré, líder da bancada do PSB na Câmara Federal, através de sua rede social, diz que o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) está marcado pela corrupção. Ele cita como exemplo o recente escândalo dos pastores lobistas que cobravam propina para liberação de verbas no Ministário da Educação.
“O governo Bolsonaro está marcado pela corrupção. Prova disso é a denúncia sobre os pastores (amigos do presidente da República) que pediram propina a prefeitos para liberar verbas do MEC. A pedido do PSB, o TCU ordenou a realização de inspeção para apurar irregularidades na gestão do MEC e do FNDE”, diz o parlamentar socialista.
Além dos depoimentos dos prefeitos que denunciaram o esquema de propina de MEC/FNDE para a liberação de recursos que deveriam ser destinado a construção de creches e escolas em suas comunidades, entre os qu;ais o prefeito de Luís Domingues, Gilberto Braga, a quem foi pedido um quilo de ouro, dirigentes do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) são acusados de organizarem o pregão que pretendia comprar onibus superfaturados.
Segundo reportagem publicada na edição desta quinta-feira (7) no jornal O Estado de São Paulo, os diretores do FNDE, Garigham Amarantes e Gabriel Vilar adquiriram carros de luxo avaliados em R$ 330 mil e R$ 250 mil, respectivamente, após assumirem os cargos recebendo salários de pouco mais de R$ 10 mil.
Conforme o Estadão, Amarantes foi indicado para o cargo pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Esse diretor foi responsável por organizar o pregão eletrônico que tinha indicação de sobrepreço de R$ 700 milhões. A licitação foi surpensa após vir a tona o escâdalos do superfaturamento absurdo dos preços dos onibus.
Pesquisa telefônica do Ipespe, patrocinada pela XP Investimentos, divulgada nesta quarta-feira (6) mostra que a saída do ex-juiz Sergio Moro (União Brasil-SP) da disputa presidencial faz Jair Bolsonaro (PL) conquistar mais quatro pontos percentuais na disputa, saltando de 26% para 30% das intenções de voto.
Mesmo assim, Bolsonaro permanece consideravelmente distante do ex-presidente Lula (PT), que tem 44% das intenções de voto.
Com a saída do ex-juiz parcial Moro, Ciro Gomes (PDT) avançou de 7% para 9%, João Doria (PSDB) passou de 2% para 3% e Simone Tebet MDB) subiu de 1% para 2%. Todas essas oscilações, porém, estão dentro da margem de erro, de 3,2 pontos percentuais.

Na sexta-feira (8/4), o presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, visitará São Luís com o objetivo de alinhar estratégias, iniciativas e expectativas do partido para os próximos dois anos. A viagem faz parte de um giro que o dirigente está fazendo por todas as capitais do Brasil.
Além de táticas para enfrentar o governo Bolsonaro no próximo ano, o encontro será uma boa oportunidade para discutir e entender o cenário local para as eleições de 2022. “Queremos ouvir a direção e a militância; fortalecer a formação da chapa para deputado estadual e federal, além de aprofundar o diálogo com outros partidos de esquerda e movimentos sociais”, explica Juliano Medeiros.
Segundo dirigentes do PSOL, a agenda política na cidade está sendo organizada e será divulgada à imprensa previamente.
Considerado um dos políticos mais experientes da atual legislatura, com 20 anos de militância no PTC, legenda que fundou no Maranhão, o deputado Edivaldo Holanda aproveitou a janela partidária para mudar para o PSD, partido que tem como candidato ao governo do estado seu filho e ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior.
Em contundente discurso na tribuna da Assembleia Legislativa nesta terça-feira (5), Edivaldo Holanda se despediu do Partido Democrata Cristão e confirmou sua filiação ao PSD no apagar das luzes da janela permitida pela Justiça Eleitoral, elevando a bancada para quatro parlamentares: César Pires, Pastor Cavalcante, Mical Damasceno e Edivaldo.
“Vivemos nos últimos dias um movimento permitido pela democracia que vivemos neste país, onde centenas de deputados e deputadas deixaram seus partidos originários e procuraram outras legendas, aqui não foi diferente, vários deputados deste plenário procuraram se abrigar em algumas legendas importantes; eu que estava há 20 anos no PTC fui para o PSD, partido que abriga a novidade na sucessão no Maranhão, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, a novidade, a esperança, a experiência jovem para o Estado”, observou Edivaldo.
O parlamentar disse está muito feliz com essa formação do PSD e com a desenvoltura de Edivaldo Holanda Junior em sua pré-campanha de governador ao Estado do Maranhão, destacando suas caminhadas pelos municípios, carreatas, reuniões e se preparando para o grande embate, a grande campanha que virar para o governo do Maranhão.
Edivaldo Holanda lembrou que o PSD, partido que tem no comando o deputado federal Edilazio Junior, foi a sigla que mais lucrou com a troca partidária, pois recebeu a adesão de grandes lideranças como o deputado federal Josivaldo JP e os deputados estaduais César Pires, Pastor Cavalcante e Mical Damasceno.