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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 15/out/2012

STF próximo de definir penas do mensalão

Com a proximidade do encerramento do
julgamento, ministros começarão a discutir a punição aos condenados.
Processo complexo e cercado de incógnitas, e a definição de cada pena
deverá levar mais de uma sessão

Após
dois meses e meio de pauta única, os ministros do Supremo Tribunal
Federal (STF) estão próximos de entrar em uma fase quase tão complicada
do que julgar o próprio mensalão. A expectativa é que, a partir da última semana de outubro, os integrantes da corte comecem a definir as penas de cada um dos réus condenados na Ação Penal 470, uma tarefa repleta de incógnitas até o momento.

Até quinta-feira (11), o STF proferiu 56 decisões na Ação Penal 470.
Houve 42 condenações e 14 absolvições nos cinco crimes analisados nas 38
sessões dedicadas exclusivamente ao mensalão. Antes de chegar às penas,
os ministros precisam ainda terminar o item 7
e entrar nas acusações de evasão de divisas contra dez pessoas. No fim,
analisarão a acusação de formação de quadrilha contra a cúpula do PT.
Somente após essa parte, com todos os votos confirmados – os
ministros podem mudar de ideia até a proclamação – é que a punição de
cada um será definida. O processo de decisão será o mesmo. O relator do
mensalão, Joaquim Barbosa, virá com a sua proposta. Depois será a vez do
revisor, Ricardo Lewandowski. Normalmente, em outras ações penais no
STF, os outros ministros escolhiam qual dos dois seguir. Neste caso,
deverá ser diferente. Cada ministro tem suas próprias convicções, o que
deverá tornar o debate mais prolongado.
Somado ou continuado?
Pela complexidade do processo, com 37 réus respondendo a sete
diferentes crimes, a fixação da pena de cada um deve levar mais do que
uma sessão. O primeiro debate vai girar em torno de uma questão: os
crimes ocorreram como concurso material ou como crime continuado? A
diferença entre os dois conceitos é fundamental para saber quanto tempo
cada condenado ficará preso. Se os ministros considerarem que houve
concurso material, concluirão que os condenados cometeram os crimes a
eles imputados várias vezes. Se a conclusão for por crime continuado, os
ministros entenderão que os condenados cometeram um crime apenas ao
longo do tempo.
No primeiro caso, à pena mínima é somada mais um sexto para cada acusação repetida. Por exemplo, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) foi condenado em duas acusações de peculato e absolvido em outra.
Se for estabelecido o concurso material, a punição decidida, que pode
variar de dois a 12 anos, soma-se pelo menos mais seis meses à punição
concedida.
“Sobre a dosimetria, o relator fará sua proposta e o revisor terá a
sua, que poderá ou não ser a mesma do relator. Em seguida, os demais
ministros votam. Será uma operação complexa, na medida em que temos um
grande número de réus e cada um desses réus responde a um grande número
de condutas”, resumiu o procurador-geral da República, Roberto Gurgel,
no intervalo de uma das sessões do mensalão.
O Código Penal estabelece uma série de requisitos para estabelecer a
pena de uma pessoa condenada por um crime. São dezenas de artigos
previstos em lei, cada um com uma especificidade. Para o mensalão, os
ministros devem se concentrar na parte que trata da aplicação da
punição, que traz uma série de variáveis que serão levadas em conta pela
mais alta corte do país. Até agora, foram poucas as pistas do que deve
acontecer.
Atenuantes e agravantes
Definir se o crime é cometido em concurso material ou continuado não é
o único fator que pesa para decidir a pena. Existem as chamadas
circunstâncias atenuantes e agravantes. São pelo menos dez itens que os
juízes devem analisar. Por exemplo, agir com abuso de poder ou violação
de dever inerente a cargo, ofício, ministério ou profissão aumenta a
pena. Único ministro a fazer a dosimeteria da pena (porque iria se
aposentar antes do final do julgamento), Cezar Peluso considerou como
agravante, no caso de João Paulo Cunha, o fato de à época ele ser
presidente da Câmara.
Já ser maior de 70 anos ou menor de 21 anos diminui a punição. Eles
podem considerar ainda outros agravantes e atenuantes. Aos poucos, os
ministros dão pistas do que vai acontecer. Ao terminar o seu voto no
item 6, o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, falou sobre a
biografia política de José Genoino, ex-presidente nacional do PT
condenado por corrupção ativa, dizendo que ela poderia vir a ser
considerada na hora da aplicação da pena. Para observadores da corte,
foi um recado de que ele pode usar a história do petista para dar uma
punição menor. Alguns ministros já comentaram no julgamento, também com
relação a Genoino, o fato dele não ter enriquecido.
Colaboração com a justiça
Outra situação que pode servir para diminuição de pena é a
colaboração com a Justiça. O presidente nacional licenciado do PTB,
Roberto Jefferson, foi quem revelou o esquema em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.
Depois, confirmou as acusações na CPI dos Correios, no Conselho de
Ética da Câmara e em juízo. É possível que os ministros considerem como
atenuante que tal esquema talvez não viesse a ser descoberto sem a
colaboração de Jefferson, e levar isso em conta na hora da aplicação de
sua pena. Além disso, o fato de Jefferson sofrer agora de uma doença
grave – está com câncer – pode também contribuir para que receba uma
punição mais branda.
Porém, esses quesitos vêm depois de os ministros analisarem o que
está previsto no artigo 59 do Código Penal. A regra diz que o juiz,
“atendendo à culpabilidade, aos antecedentes, à conduta social, à
personalidade do agente, aos motivos, às circunstâncias e consequências
do crime, bem como ao comportamento da vítima”, vai estabelecer o
tamanho da punição. Se ela atingir mais de oito anos, o regime é
fechado; entre quatro e oito, semiaberto. Menos do que isso, é regime
aberto.
Empates
Com a aposentadoria compulsória de Cezar Peluso no fim de agosto, a
corte tem julgado o mensalão com quorum reduzido. A presença de dez
ministros em plenário aumenta a possibilidade de empates. Isso já
ocorreu na acusação por lavagem de dinheiro contra o ex-deputado José
Borba. E pode acontecer novamente na segunda-feira, com a conclusão do
item 7.
Porém, até agora os ministros não discutiram qual será o método usado
para desempate. “Pois é, à medida que o processo caminha para seu
encerramento, vamos ter que discutir isso. Mas por enquanto não”, disse
Ayres Britto. Os integrantes do STF garantem que a questão não é
discutida nos bastidores. E que esperam o presidente da corte colocar o
assunto em pauta.
“Isso certamente vai ficar na fase da dosimetria, o presidente não
colocará agora”, afirmou Marco Aurélio Mello. Ele defende a aplicação do
voto de qualidade do presidente. Ou seja, em empate, a tese vencedora
será aquela em que Ayres Britto votar.  Para ele, a regra de em caso de
empate o benefício ao réu, defendida por Lewandowski, no STF só vale em habeas corpus. No Judiciário, ou se acolhe ou não se acolhe, não há coluna do meio”, comentou.

Calendário
O primeiro capítulo a ser julgado foi o 3, que analisou os contratos
da SMP&B, agência de Marcos Valério, com a Câmara dos Deputados e o
Banco do Brasil. O STF considerou que os contratos eram falsos, forjados
para garantir a Valério o dinheiro necessário para abastecer o
mensalão. Depois foram analisados os itens 5 (gestão fraudulenta no
Banco Rural) , 4 (lavagem de dinheiro nos empréstimos concedidos pelo
Rural) e 6.
O último capítulo completado trata da tese central do mensalão. A
maioria dos ministros entendeu que houve a compra de votos de
integrantes da base aliada por parte da cúpula do PT. Por isso, o
ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente do partido José
Genoino e o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares  foram considerados
culpados do crime de corrupção ativa.
Nesta segunda-feira (15), a expectativa é que o Supremo encerre o
item 7. Nesta parte, seis pessoas são acusadas de lavagem de dinheiro
por terem recebido dinheiro do “valerioduto”, esquema montado por Marcos
Valério para a distribuição dos valores. Como apontou na última sessão o
revisor do mensalão, Ricardo Lewandowski, o sistema foi concebido
durante a campanha de Eduardo Azeredo (PSDB) ao governo de Minas Gerais
em 1998.
Ainda votarão os ministros Gilmar Mendes, que estava em viagem
oficial na semana passada, Celso de Mello e Ayres Britto. Depois,
Joaquim deve entrar no item 7, que trata da evasão de divisas. Ele
começará tratando da situação dos publicitários Duda Mendonça e Zilmar
Fernandes, responsáveis pela campanha de Lula nas eleições de 2002. Na
sequência, fala dos outros oito réus nesta parte.


  • Jorge Vieira
  • 15/out/2012

Desesperado, Castelo cobra obra de quem tem obrigação de fazer lei

A propaganda eleitoral do
prefeito João Castelo na mídia eletrônica insiste em cobrar do deputado federal
Edivaldo Holanda Júnior, líder disparado para vencer o segundo turno, que ele
apresente obras que já construiu em São Luís.
Diariamente, em inserções da coligação
“Prá Fazer Muito Mais”, um ator aparece apresentando o Italuís, Castelão, obras
que ele construiu quando governou o Estado no final da década de 70, e afirma: “Foi
Castelo que fez”.
A propaganda apresenta ainda como
realizações da atual administração municipal uma escola, e colocação de asfalto
e volta a afirmar: “Foi Castelo que fez, agora pergunta ao candidato Edivaldo
qual foi a obra que ele já fez?”.
Alguém precisa informar aos
marqueteiros da campanha da coligação “Prá Fazer Muito Mais” que, ainda que
Edivaldo Holanda quisesses construir tudo que o candidato João Castelo prometeu
para se eleger em 2008 e não fez, não poderia porque esta é uma função do Poder
Executivo.
O que chama a atenção na
propaganda, no entanto, é o fato de apresentarem como obras do prefeito João
Castelo apenas a Escola Jackson Lago e 400 quilômetros de asfalto ao longo de
quatro anos de mandato, muito pouco para quem prometeu transformar a cidade num
paraíso e transformou a vida dos seus moradores num caos.
Num outra inserção, outro ator
fala em experiência do atual prefeito. Mas de que vale a tal experiência de
Castelo se a administração dele é inoperante, ao ponto de vir a público em plena
campanha eleitoral pedir desculpas aos pais de alunos por ter deixado as
crianças seis meses fora da sala de aula?
O prefeito João Castelo, ao invés
de cobrar realização de obras de quem tem obrigação fazer leis, deveria voltar
ao horário eleitoral para pedir perdão aos eleitores por  tudo que prometeu para se eleger e não fez.

  • Jorge Vieira
  • 13/out/2012

Edivaldo abre 20 pontos na frente de Castelo

Se o
segundo turno da eleição fosse hoje, o candidato Edivaldo Holanda Júnior seria
eleito prefeito de São Luís com 54,6% dos votos válidos. O atual prefeito João
Castelo, que tenta a reeleição, ficaria em segundo 34,3%, conforme pesquisa realizada
pelo Instituto Escutec.

O Instituto Data M também encontrou uma larga diferença. A sondagem contratada pelo jornal o Imparcial e publicada no início desta noite de sábado (13) aponta Edivaldo tem 59,9%, contra 40,1% de Castelo, ou seja, praticamente os mesmos vinte pontos percentuais. 

A
pesquisa Escutece foi contratada pelo jornal O Estado do Maranhão e identificou ainda 6,9 de eleitores indeciso e outros 4,3% que já
decidiram anular o voto.  
Edivaldo,
portanto, começa o segundo turno com uma vantagem de 20,3 pontos percentuais e
a tendência, segundo especialistas em estatística, é aumentar a diferença em
relação ao segundo colocado.  
O candidato
da coligação Muda São Luís concluiu o primeiro turno com seis pontos de vantagem para
o prefeito, mas em menos de uma semana de campanha conquistou mais 16 pontos
percentuais.
O
prefeito, no entanto, manteve praticamente o percentual do primeiro turno, se
aplicada a margem de erro, o que indica a existência de teto,  fatal em qualquer disputa eleitoral. 
*Post atualizado às 19:12h para inclusão de informações

  • Jorge Vieira
  • 13/out/2012

Notas sobre o cotidiano político

Horário eleitoral
Os candidatos João Castelo e Edivaldo Holanda Júnior
reiniciaram neste início de tarde sábado (13), no horário da propaganda eleitoral, a batalha pela
Prefeitura de São Luís.
O prefeito e seu estilo ultrapassado  fez um balanço de sua vida pública, da
administração, pediu que o eleitor fizesse uma comparação entre sua experiência
e do adversário e pediu mais quatro anos, para, segundo ele, concluir as obras
que iniciou.
Já o candidato Edivaldo Holanda Júnior apostou no
sentimento da renovação, da mudança, agradeceu aos eleitores por está no
segundo turno e anunciou que vai continuar desenvolvendo uma campanha limpa,
sem agressão e pautada apenas em propostas viáveis.  
Reforço na zona rural
Coordenadores da coligação “Muda São Luís”
festejaram a adesão do vereador e presidente do PSL, Chico Carvalho, na última
sexta-feira (12), ao candidato Edivaldo Holanda Júnior (PTC).
Carvalho, na avaliação dos dirigentes da coligação,
se constitui num reforço essencial à candidatura Edivaldo Holanda na zona rural
de São Luís, reduto do vereador reeleito, que leva com ele toda a militância do
PSL.
Neutralidade I
O PMDB da governadora Roseana Sarney, decidiu pela
neutralidade no segundo turno da sucessão, segundo informou hoje ao blog o
presidente municipal do partido, deputado Roberto Costa.
Conforme Costa, nenhum dos dois candidatos
teria condições de unir os governos federal, estadual e municipal, como
pretendia o PMDB com a candidatura do petista Washington Oliveira.   
Neutralidade II
O mesmo caminho deve seguir a deputada Eliziane
Gama, terceira colocada no primeiro turno, que vem sendo bastante assediada
pelos dois candidatos, mas ainda não decidiu se cruza os braços ou adere a uma
das duas campanhas.
Enquanto a parlamentar não decide, na última quinta
(11), o seu ex-candidato a vice, Cabo Campos, esteve presente na reunião das
oposições e declarou apoio à candidatura de Edivaldo Holanda Júnior à
prefeitura de São Luís.
Este
evento reuniu centenas de lideranças políticas locais e estaduais para declarar
apoio a Edivaldo Holanda Júnior.
Coroado de Natal
Acontece
na próxima quarta-feira (17), no Brisamar Hotel, o lançamento do 6º Coroado de
Natal, com o tema “Saúde: Direito de Todos”.
O
evento, que reúne Organizações Não Governamentais, empresas e órgãos públicos,
todos os anos faz a festa natalina das comunidades do Polo Coroadinho.

Segundo a organização do Coroado de Natal, trata-se uma amostra daquilo que a comunidade
faz de melhor na música, dança, cultura, educação, ações sociais e políticas
publicas.

  • Jorge Vieira
  • 13/out/2012

PT une para apoiar Edivaldo Holanda Júnior

Tendências do PT se unem em apoio a candidatura de Edivaldo Holanda Júnior: “Sou 13, agora voto 36”

Representantes
de todas as vertentes do Partido dos Trabalhadores em São Luís se reuniram na
manhã deste sábado (13) para declarar apoio à candidatura de Edivaldo Holanda
Júnior no segundo turno. Com o movimento “Sou 13 agora voto 36”, os petistas da
capital aderem ao movimento da mudança liderado por Edivaldo no segundo turno
das eleições de 2012.
Com
diversos ex-candidatos a vereadores do PT na última eleição, vereadores eleitos
pela coligação “Muda São Luís” (PCdoB, PDT, PSB e PTC), o vice Roberto Rocha
(PSB) e o presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB), Edivaldo confraternizou
com as diferentes correntes do PT em nome de um governo democrático,
transparente e de diálogo com a população.
“Receber
formalmente o apoio do PT de Dilma e Lula é uma grande honra. Estar hoje ao
lado do partido que ajuda a presidenta Dilma a comandar o país e de cujo
Conselho Político faço parte é mais que um orgulho, é um dever. Lá em Brasília
discutimos juntos os rumos do país. Em São Luís, o PT também quer a mudança
feita em todo o país,” afirmou Edivaldo.
O
candidato da mudança e da renovação política em São Luís aproveitou o momento
para analisar alguns pontos frágeis da administração do PSDB na capital
maranhense nos últimos quatro anos. “A atual administração destruiu a cidade
por falta de gestão e diálogo. É contra esse tipo de prática, que governa de
costas para o povo de São Luís, que estamos lutando,” disse.
No início
da semana, o coletivo Resistência Petista, liderado pelos deputados Bira do
Pindaré e Domingos Dutra também declarou apoio a Edivaldo Holanda Júnior,
demarcando o posicionamento progressista do PT de São Luís.
Para o
vice-presidente estadual do PT, Augusto Lobato, o partido não pode ficar refém
de uma família e a reunião em prol da candidatura de Edivaldo Holanda Júnior
representa um recomeço para o partido.
“Somos um
partido democrático e que consegue discutir internamente para optar
politicamente. Nestas eleições, Edivaldo representa a antítese do PSDB, partido
contra o qual lutamos nacionalmente. Com ele, teremos uma aliança programática,
para fazer uma prefeitura que saiba olhar para o cidadão,” analisou Lobato.
O
presidente da Embratur, Flávio Dino, lembrou as lutas sindicais que o PT
defendeu historicamente no Maranhão e do posicionamento de esquerda que o
partido adotou ao longo de sua história.
“Sou
parte dessa luta porque sempre votei 13. Não visto uma camisa por oportunismo,
sem entender o símbolo de lutas que ela representa,” e, ao criticar a atual
administração, completou: “É razoável que falte água e sobre esgoto todos os
dias nas casas de nossa cidade?”.
Já o
candidato a vice-prefeito, Roberto Rocha, ressaltou que todos os partidos que
neste momento escolhem ficar ao lado de Edivaldo têm um mesmo sentimento, que é
o de mudança, de fazer um governo que inverta as prioridades. “A prefeitura tem
de parar de olhar para si e começar a olhar para o povo de São Luís. Não
podemos olhar só as eleições, precisamos planejar e pensar no futuro das
próximas gerações,” concluiu.
Para a
vereadora Rose Sales (PCdoB), o PT faz jus à ideologia do partido ao aderir à
campanha de Edivaldo. “PT faz política por vontade autêntica de mudança. Frente
a uma administração nefasta, utilizando artimanhas grosseiras para tirar
benefícios do povo. Mas isso vai mudar a partir de 2013, com um governo
democrático ao lado de pessoas que querem caminhar ao lado do povo,” assegurou
Rose.
Representantes
católicos aderem ao 36
Dentre os
grandes apoios presentes no evento, destacou-se o representante do movimento
católico, Gregório Guimarães. Na reunião, ele repudiou as mentiras espalhadas
pela campanha adversária no meio religioso.
“Estamos
aqui para desmentir as histórias que andam espalhando pela cidade de que um
candidato religioso poderá atuar contra as demais crenças. É uma estratégia
baixa espalhar boatos colocar medo na população. Vivemos em um ambiente
democrático, o que traz também o respeito a todas as religiões e culturas. Os
responsáveis por esses ataques agem de má-fé, contra a o princípio da Verdade
defendida por todas as religiões,” afirmou Gregório.

  • Jorge Vieira
  • 13/out/2012

Partido da governadora foi o que mais teve candidatos barrados pela Justiça

Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, o PMDB, partido da governadora Roseana e dos políticos ligados à oligarquia Sarney no Maranhão, foi o que mais teve candidatos barrados pela Justiça.
Conforme informações publicadas pelo site Congresso em Foco,  há 502 políticos peemedebistas, 473 petistas e 409 tucanos
cujos votos foram anulados pela Justiça. Em quarto lugar, o PDT tem 341
candidatos, seguido do PSD (309), do PP (308) e do PSB (304).

 

Só um
quarto dos 5.829 políticos relacionados pelo TSE estão barrados
definitivamente. 
Esses 1.461 candidatos não podem mais recorrer das decisões
que os tiraram da disputa, ou aguardar novos julgamentos ou desfazer a renúncia
decidida por eles. Para esses políticos, a eleição acabou mesmo. Mas eles
tiveram apenas 172 mil votos, ou só 5% do total do grupo.
Os outros
três quartos de políticos ainda podem mudar suas situações perante a Justiça.
Este ano, o TSE recebeu quase 7 mil processos recebidos, dos quais cerca de 3,6
mil estão com julgamento pendente. No caso da Lei da Ficha Limpa, há 2.247
recursos no TSE, dos quais só 764 foram julgados até o momento.
Há quatro
anos, a corte também recebeu por volta de 6 mil contestações. Porém, como a Lei
da Ficha Limpa não existia na época, a quantidade de processos em aberto depois
do primeiro turno foi menor: 2.500.

  • Jorge Vieira
  • 12/out/2012

Dino promete perder “alguns quilos” por Edivaldo

O presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB), avaliou, em um grande encontro no Grand Hotel São Luís, o desempenho da oposição nas eleições municiais deste ano.

Flávio relembrou a experiência adquirida por Edivaldo em sua carreira política e mostrou, mais uma vez, total apoio ao candidato. “Estou disposto a trabalhar muito pelo Edivaldo nos próximos dias a ponto de perder alguns quilos que preciso”, brincou Flávio.

Ao destacar os problemas de educação e saúde do estado, Flávio Dino lembrou a perda do filho Marcelo Dino e conclamou os líderes presentes ao trabalho. “É em nome das pessoas que estão morrendo nos hospitais agora que não temos o direito de errar, não temos o direito de vacilar, não temos o direito de perder essa eleição.”

O encontro de lideranças de oposição marcou um momento histórico na política do Maranhão, em que muitos partidos se agregaram em apoio a mudança e renovação do estado. “Quero parabenizar a todos que participaram dessas eleições. Mesmo aqueles que não se elegeram são vitoriosos porque lutaram do jeito correto, defendendo a verdade”
.

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