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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 11/out/2012

Edivaldo recebe apoio integral do PDT

Reunidos
na sede do partido, na tarde desta quarta (10), integrantes do PDT anunciaram
uma nova aliança de apoio com o candidato Edivaldo Holanda. “O 12 agora é
totalmente 36”, foi a mensagem anunciada na ocasião.
“Estou
aqui para receber o apoio de vocês e continuaremos a campanha do segundo turno
com a mesma humildade do primeiro. De casa em casa, de bairro em bairro”,
anunciou Edivaldo Holanda na ocasião.
O
ex-secretário de Agricultura e Pesca e o ex-vice-líder do atual governo
municipal, Júlio França e Ivaldo Rodrigues, ambos do PDT, anunciaram que
apoiarão a candidatura de Edivaldo no segundo turno.
“A
campanha de Edivaldo uniu novamente o PDT, que, no primeiro turno, estava
dividido. E hoje, diante da direção do meu partido, eu assumo que agora estamos
juntos, para fortalecer o PDT”, afirmou Júlio França.
Ele
também destacou que vê em Edivaldo a nova direção e administração de que São
Luís precisa. “Reforço a candidatura do 36 por acreditar ser o melhor para São
Luís, com novos caminhos de mudança para o Maranhão”.
Ivaldo
Rodrigues, vereador eleito no último domingo (07), relembrou a importância de
ver o PDT unido a partir de agora. “Nós esperamos muito pela unidade desse
partido, e agora nós a temos. Nossa resposta para São Luís é: estamos juntos,
com Edivaldo”. Após declarar apoio ao candidato da mudança, Ivaldo conclamou a
militância do partido a apoiar Edivaldo e lutar pela unidade.
O
candidato a vice-prefeito Roberto Rocha destacou que é preciso mostrar às
pessoas a importância da política. “Nós precisamos mostrar pra São Luís que a
política tem serventia no dia-a-dia da população e que para isso a cidade
precisa de uma mudança”.
No fim do
encontro com os pedetistas, Edivaldo afirmou: “Com a bênção de Deus, daqui a
quatro anos vamos poder dizer que valeu a pena acreditar na mudança”. O
candidato foi aplaudido e seguiu para mais uma grande caminhada, no Anjo da
Guarda.
A grande
caminhada
A onda do
36 agitou as ruas do Anjo da guarda na tarde desta quarta-feira (10). Edivaldo
Holanda Júnior andou pelas ruas do bairro recebendo o carinho da população na
grande caminhada e ouvindo os problemas da localidade.
A alegria
das crianças e adultos que abraçaram o candidato mostrou mais uma vez que São
Luís segue rumo à mudança com Edivaldo e Roberto Rocha. Edivaldo dialogou com a
população e recebeu muitas palavras de apoio de quem enfrenta diariamente as
dificuldades daquela região.
“O
Edivaldo me passa confiança. Eu já vi o que Castelo fez. Ou melhor, o que ele
não fez. Por isso, eu e minha família votamos Edivaldo”.
A dona de
casa Margarida Pereira, 53, também participou da grande caminhada e já aderiu
ao candidato da mudança. “Eu acho que Edivaldo vai trazer o maior benefício pra
São Luís e espero a vitória dele no segundo turno.”

  • Jorge Vieira
  • 10/out/2012

Só mágica livra Castelo da derrota, diz analista político Joaquim Haickel

Só mágica livra Castelo da derrota, diz Joaquim Haickel

O ex-deputado Joaquim Haickel (PMDB), especialista em análises sobre
a conjuntura regional, disse ao blog nesta tarde de quarta-feira (10) que
considera a situação eleitoral em São Luís conturbada para o segundo turno, mas praticamente decidida em favor de Edivaldo Holanda Júnior (PTC).
No entendimento do ex-parlamentar,  o prefeito João Castelo (PSDB) terá que fazer “mágica”
se quiser reverter o quadro totalmente favorável ao candidato da coligação Muda São Luis.
“Existe uma tendência de onda que é muito forte. Se os
candidatos que ficaram fora do segundo turno cruzarem os braços, inclusive o
governo, a tendência é repetir a vitória de Edivaldo no segundo turno”,
Projeto 2014 –  Na avaliação do ex-deputado, o novo quadro político do
Estado, emergido das urnas em sete de outubro, favorece o presidente da
Embratur, Flávio Dino na corrida governamental de 2014, em função da oposição
ter vencido nos principais colégios eleitorais do Estado.
Haickel adverte, no entanto, que o governo pode reverter o
quadro no interior do Estado, bastando para isso atuar em duas frentes
distintas: administrativa e diplomática.
Ele explica que na parte administrativa Roseana precisa
fazer uma excelente administração nos municípios, inclusive onde perdeu, e
manter um time de interlocutores para atuar diplomaticamente junto aos prefeitos.
Joaquim Haickel chama atenção para as dificuldades que os
chefes de Executivos terão a partir do ano que vem, quando, conforme afirma, está previsto uma
queda na arrecadação do país da ordem de 20 por cento.
“Todos os prefeitos eleitos e reeleitos vão comer o pão que
o Diabo amassou nos próximos dois anos por conta da retração da economia e de
outros fatores, como a redução do IPI”, alerta.
Segundo o secretário, a quantidade de prefeitos eleitos pelo
grupo Sarney será muito importante para o cenário de 2014, mas vai depender,
também, da atuação política e administrativa do governo junto aos municípios.
“Sebastião Madeira (PSDB), Luciano Leitoa (PSB), Ribamar
Alves (PSB) e Leo Coutinho (PSB), todos de partidos da oposição, podem se
aproximar do governo dependendo das ações que a governadora venha fazer nos
municípios”, acredita.

  • Jorge Vieira
  • 10/out/2012

Começou a debandada da campanha de Castelo

Começou a debandada da campanha do prefeito João Castelo (PSDB), após a derrota vergonhosa no primeiro turno.
Após o vereador reeleito Ivaldo Rodrigues (PDT) aderir à candidatura de Edivaldo Holanda Júnior,  agora foi a vez do secretário de Abastecimento do Município, Júlio França, pular fora da barca castelista. 
Convidado pelo prefeito a assumir a Coordenação Geral de Mobilização e Estratégia da campanha, Júlio França simplesmenre recusou e anunciou que, atendendo chamamento do partido, vai com Edivaldo no segundo turno. 

  • Jorge Vieira
  • 10/out/2012

“Resistência Petista” define hoje, às 18h, quem apoiará no 2º turno

O movimento Resistência Petista, corrente que atua no Partido dos Trabalhadores sob a liderança do deputado Bira do Pindaré, reúne hoje (10), às 18h, para discutir e definir o rumo que tomará no segundo turno da sucessão municipal.
O anúncio do encontro foi feito nesta manhã de quarta-feira, na tribuna, pelo líder da tendência, Bira do Pindaré. 
Ele não adiantou muita coisa sobre a reunião, mas desde ontem à tarde que a militância petista que não esteve na campanha do vice-governador Washington OLiveira, participa das caminhadas de final de tarde do candidato Edivaldo Holanda Júnior (PTC). 
Entre os militantes da tendência, o apoio ao candidato da coligação Muda São Luís é considerado favas contadas. 

  • Jorge Vieira
  • 10/out/2012

Taxa de reeleição dos prefeitos é a menor da história

A taxa de reeleição dos prefeitos caiu para o nível mais baixo desde
2000, quando a disputa por um segundo mandato passou a valer pela
primeira vez. Em 2012, 55% dos prefeitos que tentaram se reeleger
conseguiram se manter no cargo, abaixo da taxa de 2008, de 65%. Em 2004 e
2000, as taxas foram de 58%. No total, são 1510 reeleitos e 14
prefeitos classificados para o segundo turno em 2012.
O percentual de renovação no comando das cidades também foi mais alto
que nas últimas eleições municipais. Em 73% dos municípios, os eleitos
não ocupam o cargo atualmente. Em 2008, a renovação foi de 60%. O
levantamento foi feito pelo Estadão Dados comparando o resultado do
primeiro turno com informações da Confederação Nacional dos Municípios
(CNM) sobre os candidatos à reeleição.
O PSB, partido que registrou o maior crescimento tanto em número de prefeitos como em eleitorado a governar a partir de 2013, teve o melhor resultado na corrida pela reeleição. Entraram na disputa 163 prefeitos da sigla e reelegeram-se 71%.
Quatro entre dez prefeitos reeleitos do PSB estão no Nordeste, mas
foi em Belo Horizonte que o partido teve a sua maior conquista, ao
reeleger Márcio Lacerda contra o candidato petista Patrus Ananias. A
disputa mineira gerou atritos entre os dois partidos, aliados no plano
nacional, e provocou rusgas públicas entre a presidente Dilma Rousseff e
o senador Aécio Neves (PSDB), apoiador de Lacerda.
Prefeitos. Metade dos atuais prefeitos concorreram à
reeleição em 2012, de acordo com a CNM. O PMDB foi o partido que mais
lançou candidatos a um segundo mandato consecutivo (527) e também o que
mais reelegeu prefeitos em número absoluto (296). Mas os peemedebistas
ficaram próximos à taxa nacional de reeleição, com 56%.
O DEM registrou a segunda melhor taxa de reeleição, atrás apenas do
PSB. Sete entre dez prefeitos candidatos da sigla se reelegeram. Mas o
bom desempenho dos democratas fica apagado pela redução no número de
candidatos à reeleição, já que pelo menos 100 prefeitos dos 500 eleitos
pela sigla em 2008 debandaram para outros partidos até agora.
A maioria migrou para o novato PSD, criado em 2011 pelo prefeito de
São Paulo, Gilberto Kassab. Por isso, o PSD também teve candidatos à
reeleição nesta que é sua primeira eleição. Em Ribeirão Preto, por
exemplo, a atual prefeita pelo PSD, Dárcy Vera, foi classificada para o
2º turno. O partido não soube informar o número de prefeitos que tem
atualmente e por isso não foi possível checar a sua taxa de reeleição.
Ciclos. Devido à introdução recente da possibilidade
de concorrer a um segundo mandato, os pleitos municipais têm
intercalado ciclos altos e baixos de reeleição. Isso ocorre porque nas
eleições de 2000 todos os prefeitos poderiam se candidatar novamente,
marcando um ciclo alto. Assim, na eleição seguinte, o percentual dos que
podiam concorrer foi menor.
As eleições de 2012 são de um ciclo baixo, após o ciclo alto de 2008.
Seis entre dez prefeitos poderiam se candidatar à reeleição, mas cinco
concorreram de fato. O resultado final, de 27% do total de prefeitos
reeleitos, é maior que do último ciclo baixo, que ficou em 23%. Nos
ciclos altos de 2000 e 2008, a taxa foi de 36% e 40%, respectivamente.
* Amanda Rossi, Daniel Bramatti, José Roberto de Toledo e Diego Rabatone

  • Jorge Vieira
  • 9/out/2012

Constituição prevê informações para novos prefeitos, diz deputado Rubens Júnior

Waldemar Ter

O
deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB) fez um alerta, na sessão desta
terça-feira (9), que a Constituição Federal determina que os prefeitos
entreguem aos sucessores relatórios sobre as administrações, no prazo de dez
dias após a proclamação do resultado das eleições. O deputado disse que nesse
período de transição, entre a saída do antigo e a posse do novo prefeito,
existem muitas denúncias de irregularidades e sonegação de informações sobre a
real situação dos municípios.

O
parlamentar do PCdoB leu o artigo da emenda constitucional que faz esta
exigência e citou o tipo de informações que os prefeitos são obrigados a
repassar para os novos gestores.  O deputado afirmou que se o prefeito não
entregar por livre e espontânea vontade terá que fazer isso por determinação
judicial, e recomendou aos sucessores que ajuízem as respectivas ações para
exigir essas importantes informações.
Rubens
Júnior revelou que os prefeitos eleitos podem “tirar e retirar tais
ensinamentos desta importante fase de transição, numa cartilha editada pelo o
Governo Federal e pela Controladoria Geral da União (CGU), que traz as regras
justamente do que pode e que não pode e o que deve ser feito nesta fase de
transição. A cartilha, segundo o parlamentar, recomenda algumas medidas prioritárias
como nomear equipes de governo, levantar saldos bancários e bens recebidos,
enviar aos bancos os comunicados sobre os novos responsáveis pelas operações de
despesas, recolher as chaves dos locais de acesso restrito da prefeitura,
garantir a continuidade dos serviços públicos e municipais, realizando o
diagnóstico do município e da administração publica municipal, e garantir os
contratos das empresas que fornecem bens e serviços.
O
deputado citou os vários tipos de ações que o Tribunal de Contas da União (TCU)
e o Tribunal de Constas do Estado (TCE) recomendam para os novos gestores, a
exemplo da relação dos contratos para execução de obras já em andamento ou
apenas formalizados; transferências a serem recebidas da União e do Estado
referentes a convênios; e relação dos servidores municipais efetivos e
comissionados com a referida lotação e remuneração. “Insisto que tudo isso está
na lei e é obrigação do prefeito repassar ao sucessor sendo aliado ou não. Os
prefeitos eleitos têm legitimidade para já exigirem todas essas informações na
Justiça comum”, explicou.
O
deputado garantiu ainda que os novos prefeitos precisam também elaborar o PAIG
(Plano de Ação Imediata do Governo), nomear uma comissão especial para
verificar a adequação das finanças com a lei de responsabilidade fiscal,
providenciar os preparativos para a cobrança de tributos, verificar a atuação
da prestação de contas dos recursos recebidos através de repasses e convênios;
providenciar a prestação de contas do ano imediatamente anterior, consolidar
toda a legislação que institui a estrutura organizacional da prefeitura e
organograma geral.

  • Jorge Vieira
  • 9/out/2012

Patrimônio do prefeito João Castelo aumentou consideravelmente após quatro anos de mandato

Prefeito aumentou patrimônio em mais de R$ 2 milhões

O prefeito João Castelo poderá
aproveitar o horário da propaganda eleitoral no segundo turno para esclarecer
aos mais 600 mil eleitores a evolução do seu patrimônio após quatro anos
comandando a Prefeitura de São Luís.
De acordo com as declarações
feitas pelo prefeito à Justiça Eleitoral, houve uma evolução patrimonial considerável
e difícil de justificar. Em 2008, Castelo tinha um patrimônio declarado de R$
6.363.437,58. Já em 2012, cresceu para R$ 8.522.592,40.
A renda mensal do prefeito de São
Luís é de R$ 25.000,00 – o 2º maior do Brasil e 2,5 vezes maior do que a do
prefeito de Salvador -, o que não justifica tal elevação patrimonial.
 
Ele adquiriu apartamento na Ponta d’ Areia, cabeças De gado, salas comerciais,
automóvel Mercedes Benz e, inclusive, um avião, cujo valor não foi informado.
Se somarmos todos os salários
recebidos por Castelo, nos últimos 42 meses, dará um valor de R$ 1.050.000,00.
Com o desconto de 27,5 por cento de Imposto de Renda, ficariam disponíveis R$
761.250,00. Ou seja, a renda parece incompatível com o enriquecimento do
prefeito.
Vale observar ainda que o
bacharel em Direito, João Castelo Filho, inaugurou recentemente uma luxuosa
loja de roupas masculinas, a Richards, cujo investimento somente par ter a
franquia é de R$ 500.000,00. Pelo que se sabe na cidade, Joãozinho não tem
emprego fixo e vive de honorários advocatícios.

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