Logo Blog
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz
Notícias
  • Jorge Vieira
  • 28/abr/2014

Grupo Sarney esconde apoio do DEM, afirma presidente do PCdoB

Nos últimos dias, lideranças do grupo Sarney têm
feito críticas à coalização formada pela oposição liderada por Flávio Dino
(PCdoB), que reúne partidos de apoio aos três presidenciáveis: Dilma Rousseff
(PT), Eduardo Campos (PSB) e Aécio Neves (PSDB). Márcio Jerry, presidente
estadual do PCdoB, reagiu e afirmou: “Oligarquia esconde a aliança com vários
partidos de oposição a Dilma. Inclusive com o DEM, desde sempre da família
Sarney.”
Em análise feita nesta segunda (28), Márcio Jerry
defendeu a união de todos os partidos que quiserem integrar uma ampla aliança
em favor do Maranhão para derrotar os representantes do regime oligárquico.
Segundo ele, o grupo Sarney continua tentando “na surdina” conseguir o apoio do
PSDB, apesar de “falar mal do partido publicamente”.
Defendendo a união de partidos em nome da virada de
página na política do Maranhão, Jerry acentuou que as alianças encabeçadas pelo
PCdoB são feitas às claras e que os partidos de oposição estão abertos a todos
aqueles que queiram se integrar à proposta de modelo político democrático
defendido por Flávio Dino, pré-candidato a governador pelo PCdoB.
No início de abril, centenas de petistas de todas
as regiões do Maranhão se reuniram em ato em prol do apoio a Flávio Dino e
Dilma Rousseff no Maranhão. Nomes importantes na luta democrática no Maranhão
estiveram presentes, como o líder camponês exilado pela Ditadura, Manoel da
Conceição, o ex-presidente da Central Única dos Trabalhadores, Nivaldo Araújo,
e o ex-presidente do PT-MA, Salvador Fernandes.
Até hoje, 7 siglas já declararam fazer parte da
composição de oposição para as eleições no Maranhão. Além do PCdoB, compõem os
partidos aliados o PDT, PSB, PTC, PP, PROS e Solidariedade. Desses, 5 partidos
apoiam Dilma Rousseff, um apoia Eduardo Campos e um, Aécio Neves. Na semana
passada, o PSDB também anunciou que poderá fazer parte da coalização de
oposição ao grupo Sarney no Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 28/abr/2014

Bira considera artigo de Sarney uma afronta à população do Maranhão

O deputado Bira do Pindaré
(PSB), em duro pronunciamento, na tribuna, na tarde desta segunda-feira (28),
fez severas críticas ao artigo do senador José Sarney (PMDB-AP) publicado na
edição do último domingo (27) no Jornal “O Estado do Maranhão”, de propriedade
da família do ex-presidente.
No artigo intitulado
“Números jamais deixam de mentir”, o líder político do grupo que comanda o
Maranhão há quase 50 anos, apesar de ser eleito pelo estado do Amapá, afirmou
que o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado não avalia o
desenvolvimento social da população.
O Senador chega ao ponto de colocar em dúvida
a idoneidade do IBGE, que é um dos órgãos fazem a avaliação. “Vejam como as
coisas se distorcem. Antigamente tinha um provérbio, “Os números não mentem
jamais!”. Agora cuidado, os números mentem sempre de acordo com a vontade do
freguês”, escreveu o Senador do Amapá.
O deputado Bira destacou
o ataque do pai da Governadora aos dados do IBGE. “Ele acha que o
único dado do IBGE que serve é do PIB, mas os dados do Desenvolvimento Social
não servem para nada, aí ele critica o IDH, critica todos os indicadores
sociais tentando esconder o sol com a peneira, tentando escamotear a realidade
existente no Maranhão”, criticou Bira.
Para o parlamentar, o texto do Senador do
Amapá é um acinte, uma afronta à população do estado do Maranhão que sabe a
realidade que vive, e sabe as dificuldades. Bira lembrou que a maioria da
população do estado não tem sequer banheiro, não há saneamento básico, as
praias de São Luís estão todas poluídas e 20% dos maranhenses são analfabetos.
O socialista também
afirmou que o Senador é quem deveria pedir perdão a Deus pelo descabimento
total do artigo e pelos seus atos de malvadeza que levaram o Maranhão a ser o
estado com a maior quantidade de miseráveis e analfabetos do Brasil. “Então,
querem enganar a quem? Querem esconder de quem essa realidade lamentável que
existe no estado do Maranhão. Eu realmente não sei onde o presidente, o senador
José Sarney estava com a cabeça”, concluiu Bira.

  • Jorge Vieira
  • 28/abr/2014

“Minha Casa, Meu Maranhão” quer dar moradia digna para 200 mil famílias

O Programa de Governo apresentado na última semana
pelo pré-candidato Flávio Dino (PCdoB) tem como uma das prioridades a
implantação do Programa habitacional “Minha Casa, Meu Maranhão”. A proposta
transforma o Governo do Estado em parceiro do Governo Federal para a construção
de casas, com a meta de reformar ou construir 200 mil unidades habitacionais no
Maranhão. 
“Precisamos transformar a vida do povo, enfrentar
as casas de taipa, as casas onde não existe banheiro, onde não existe água
encanada. Construir um estado com dignidade e justiça para os maranhenses é
possível. Nosso estado é rico, mas com uma riqueza que não está na casa das
pessoas e é essa realidade que queremos mudar”, defendeu Flávio Dino.
O “Minha Casa, Meu Maranhão” foi estruturado a
partir dos Diálogos pelo Maranhão, que percorreu mais de 100 cidades e ouviu
mais de 30 mil pessoas. Durante os eventos, lideranças políticas, sindicais,
representantes de movimentos sociais, deputados federais e estaduais apresentam
propostas, ideias e sugestões para a construção de um Maranhão que atenda às
necessidades do povo.
“Muito importante ouvir a população e movimentos
sociais para formulação de um Programa de Governo. A meta de construção de 200
mil unidades habitacionais em quatro anos é desafiadora em um estado com
déficit de mais de 400 mil imóveis. É preciso recursos do Governo Federal e
reorganizar os gastos do Governo do Estado para subsidiar os valores dos imóveis
para a população de baixa renda”, disse Creusamar de Pinho, coordenadora da
União Estadual por Moradia Popular.
Além da construção e reformas de imóveis, a União
por Moradia Popular sugere ainda a regularização fundiária como forma de
enfrentamento do déficit estadual. Conforme estimativa da entidade, a média de
custo para a construção de casas é de R$ 64 mil e para apartamentos o valor
sobe para R$ 78 mil. “O déficit está concentrado nas famílias que recebem de
zero a três salários mínimos, faixa de renda que não tem sido atendida de forma
satisfatória pelos programas habitacionais atualmente”, refletiu Creusamar de
Pinho.
CENÁRIO NO MARANHÃO – Pesquisa da Fundação João Pinheiro – que analisou
todos os municípios brasileiros, em parceria com o Ministério das Cidades, a
partir de dados do Censo 2010, aponta que no norte do país, o Maranhão e Piauí
aparecem como os estados com maior número de domicílios precários. Além disso,
o estudo concluiu que 70% do déficit nacional estão concentrados no Nordeste e
Sudeste. Proporcionalmente, Manaus é a capital com maior déficit (23% dos
domicílios enquadrados em uma das categorias de déficit habitacional). Entre os
estados, o problema maior é no Maranhão, com 27% das habitações.
Em números, segundo levantamento do Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o atualmente, o déficit habitacional no
Maranhão chega a mais de 400 mil moradias. O Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE) aponta também que o Maranhão é o estado que possui maior
índice de casas de taipa e de palha, conforme último Censo.

  • Jorge Vieira
  • 28/abr/2014

Deu na Folha: Lobão teve encontro secreto com doleiro preso no Maranhão

O ministro das Minas e Energia, Edson Lobão,
recebeu o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, lobista preso por
suspeita de ser sócio de um esquema bilionário de lavagem de dinheiro. O
encontro aconteceu este ano e não constava da agenda oficial do ministro. O
jornal Folha teve acesso a troca de mensagens do lobista em que confirmou o
encontro.


O objetivo do encontro, segundo o jornal, seria
estimular a presença de uma empresa chinesa, a Sinopec, nas obras da refinaria
Premmim II, a ser construída no Ceará. As obras da refinaria Premmium I,
que ainda não saíram da terraplanagem, devem ser investigadas pela CPI da
Petrobras.
O lobista Paulo Roberto Costa seria sócio do doleiro
Alberto Youssef, que apareceu em meio a conversas telefônicas tratando da negociação do pagamento de precatórios
(dívidas antigas) do governo do Maranhão à empresa Constran. A dívida, que
supera R$ 110 milhões, refere-se a serviços de terraplanagem e pavimentação da
BR-230 contratados na metade da década de 1980
 
A revista Época publicou um email interceptado pela Polícia Federal que mostra
envolvimento de Alberto Youssef na negociação. No dia 10 de dezembro do ano
passado, o diretor financeiro da UTC, empresa que controla a Constran, Walmir
Pinheiro, encaminha uma mensagem para Youssef e para o diretor financeiro da Constran,
Augusto César Ribeiro Pinheiro, cujo título era “Precatório MA”. Walmir
Pinheiro parabeniza os dois pela “concretização do acordo com o gov. MA”. E
ainda enaltece a conquista em razão da dificuldade em alcançá-la: “sei
perfeitamente o quanto foi duro fechar esta operação, foram quase 6 meses de
ida e vinda”, afirma Pinheiro. A dívida do Maranhão com a construtora estava na
Justiça há mais de 20 anos.

 

O objetivo do encontro, segundo o jornal, seria
estimular a presença de uma empresa chinesa, a Sinopec, nas obras da refinaria
Premmim II, a ser construída no Ceará. As obras da refinaria Premmium I,
que ainda não saíram da terraplanagem, devem ser investigadas pela CPI da
Petrobras.
O lobista Paulo Roberto Costa seria sócio do doleiro
Alberto Youssef, que apareceu em meio a conversas telefônicas tratando da negociação do pagamento de precatórios
(dívidas antigas) do governo do Maranhão à empresa Constran. A dívida, que
supera R$ 110 milhões, refere-se a serviços de terraplanagem e pavimentação da
BR-230 contratados na metade da década de 1980
 
A revista Época publicou um email interceptado pela Polícia Federal que mostra
envolvimento de Alberto Youssef na negociação. No dia 10 de dezembro do ano
passado, o diretor financeiro da UTC, empresa que controla a Constran, Walmir
Pinheiro, encaminha uma mensagem para Youssef e para o diretor financeiro da Constran,
Augusto César Ribeiro Pinheiro, cujo título era “Precatório MA”. Walmir
Pinheiro parabeniza os dois pela “concretização do acordo com o gov. MA”. E
ainda enaltece a conquista em razão da dificuldade em alcançá-la: “sei
perfeitamente o quanto foi duro fechar esta operação, foram quase 6 meses de
ida e vinda”, afirma Pinheiro. A dívida do Maranhão com a construtora estava na
Justiça há mais de 20 anos.

  • Jorge Vieira
  • 28/abr/2014

Flávio Dino e Roberto Rocha apresentam programa de governo no interior

O fim de semana foi de
apresentação do Programa de Governo dos partidos do campo da oposição Em várias
cidades do interior do Maranhão. Flávio Dino (PCdoB), pré-candidato ao governo
estadual, e Roberto Rocha (PSB), pré-candidato ao Senado percorreram Paulino
Neves, Tutóia, Santana do Maranhão, Buriti e Duque Bacelar pelo movimento Diálogos do Maranhão.
As 53 diretrizes do programa
de governo da oposição foram apresentadas as lideranças no interior do
Maranhão. Temas como agricultura familiar, estímulo a produção e o turismo
foram destacados devido a vocação das cidades visitadas. Os presentes
apresentaram suas principais demandas que dificultam a vida de quem vive nesses
municípios.
Em Santana do Maranhão, por
exemplo, lideranças relataram a situação de maranhenses que precisam deixar o
estado para conseguir uma oportunidade de emprego. Sobre esse assunto, o
pré-candidato a senador, Roberto Rocha, disse que para mudar essa realidade é
necessário incentivo para produção aumento a riqueza interna.
“A realidade dos maranhenses
não é fácil. Precisamos gerar riquezas internamente incentivando a produção e
fazer com que ela chegue à casa das pessoas”, afirmou Roberto Rocha.
O pré-candidato ao governo
do estado, Flávio Dino, falou sobre os problemas na educação e apresentou as
suas propostas para mudar a realidade dessa área no interior. “Sou professor e
conheço o dia a dia da sala de aula. Essa experiência de vida me mostrou que a
educação é a maior prioridade de um governo que pensa no futuro”, disse.
Participaram ainda dos
encontros do Diálogos pelo Maranhão os deputados Bira do Pindaré (PSB),
Domingos Dutra (SDD), Marcelo Tavares (PSB), Othelino Neto (PCdoB), Raimundo
Cutrim (PCdoB), Simplício Araújo (SDD) e Waldir Maranhão (PP).

  • Jorge Vieira
  • 28/abr/2014

Compromisso com políticas sociais é um dever, afirma Flávio Dino em vista a Buriti e Duque Bacelar

A forte presença de movimentos sociais e entidades
civis foi a grande marca do movimento Diálogos pelo Maranhão ocorrida no último
sábado, quando as cidades de Buriti e Duque Bacelar recepcionaram o
pré-candidato a governador, Flávio Dino, para discutir o Programa de Governo
que está sendo construído a partir de plenárias e seminários realizados em
centenas de cidades do Maranhão.
Com a presença de representantes do Sindicato dos
Professores, dos Agricultores Familiares, de Grupos Culturais, Sociedade Civil
organizada para propor novas soluções para antigos problemas do Maranhão e
outras entidades estiveram com Flávio Dino (PCdoB), Roberto Rocha (PSB),
deputados, vereadores e lideranças políticas da região para relatar os
problemas locais – que precisam de ação direta dos governos para serem
superados.
Presidente estadual da Federação dos Trabalhadores
e Trabalhadoras da Agricultura no Estado do Maranhão (Fetaema), Francisco
Miguel esteve em Buriti para reafirmar os compromissos assumidos em documento
por Flávio Dino em investir fortemente na produção maranhense. A defesa de
investimentos em agricultura também foi defendida por Antônio Flora, presidente
municipal da Fetaema de Buriti.
Além disso, Chico Miguel relatou aos presentes que
as diretrizes baseadas na assistência técnica, na Educação para o campo e no
incremento das políticas sociais voltadas para o campo. “Não aguentamos mais
tanto massacre e por isso nos unimos a essa corrente que quer mudança para o
Maranhão,” afirmou.
Outra classe que foi representada no evento foi a
de Educadores. O presidente estadual dos Trabalhadores em Educação pediu que a
classe política tenha especial atenção pelo desenvolvimento da Educação,
superando índices de analfabetismo que aumentaram durante o governo Roseana
Sarney. “Queremos ser exemplo de superação, mostrar que os maranhenses são
lutadores e vão deixar para trás esse ciclo de atraso,” disse Júlio Pinheiro.
Diante de relatos de esperança e superação, Dino
afirmou às centenas de presentes que é preciso olhar para frente. “Queremos um
Maranhão com grupos culturais com apoio, professores valorizados, estradas com
estrutura adequada. Vamos virar a página dos problemas do Maranhão junto,”
afirmou ao ser indagado sobre a estrada que liga Buriti ao povoado Palestina,
ligação com os municípios de Brejo e Anapurus, que está completamente
desestruturada.
Construir um Maranhão mais Igual e mais Justo
Em visita ao município de Duque Bacelar, Flávio
Dino e Roberto Rocha afirmaram que as propostas apresentadas para o Programa de
Governo têm como principal meta oxigenar as instituições públicas do estado,
fazendo com que elas funcionem para todos e que os serviços públicos atinjam
dos municípios maiores aos menores.
“Administrar R$ 14 bilhões é tarefa para quem tem
compromisso com as políticas sociais. É essa a função de um governador:
transformar as riquezas do nosso estado em mais qualidade de vida para quem
mais precisa”, foi o que Flávio Dino defendeu em reunião com centenas de
moradores de Duque Bacelar. Roberto Rocha acrescentou que as propostas
apresentadas esta semana significam a reafirmação de compromissos com o
desenvolvimento social.
O procurador federal Cláudio Furtado foi um dos
destaques no evento e afirmou que, a partir de pessoas comprometidas com a
renovação das práticas políticas, é possível colocar em marcha as mudanças que
o Maranhão precisa.

  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2014

Em entrevista exclusiva ao Jornal Pequeno Luciano Leitoa afirma que sentimento de mudança vai tomar conta do Maranhão

MANOEL SANTOS NETO
O presidente do PSB no Maranhão, Luciano Leitoa,
disse ontem que a pré-candidatura do ex-deputado Flávio Dino (PCdoB) representa
uma feliz confluência de histórias e ideais. “Estamos alinhados ao sentimento
de mudança que irá tomar conta do Maranhão como uma espécie de viral cívico e
transformador”, declarou Leitoa.
Aos 33 anos de idade, mas já com a experiência de
quem exerceu mandatos de deputado federal e estadual, e atualmente investido no
cargo de prefeito de Timon, Luciano Leitoa é também um grande entusiasta tanto
da candidatura de Roberto Rocha ao Senado quanto da candidatura do
ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à Presidência da República.
“Eduardo Campos expressa uma vontade que está
manifesta na sociedade: a de aprofundar as mudanças sem ameaçar as conquistas
dos últimos 20 anos. Entendemos que a alternância de poder é saudável para
oxigenar o ambiente político que está anestesiado pela disputa entre o PSDB e o
PT que se tornou estéril”, assinalou Leitoa, nesta entrevista ao Jornal
Pequeno
, em que analisa a atual conjuntura política:
Jornal Pequeno – Que avaliação se pode fazer de seu trabalho em
Timon, na condição de prefeito jovem, eleito para administrar uma das cidades
mais importantes do Maranhão?
Luciano Leitoa – Fui eleito com a convicção, que sustento
até hoje, de que o maior desafio não era o de gerenciar a máquina
administrativa, mas de enfrentar uma cultura política resignada que não permite
que as cidades médias quebrem o círculo vicioso do clientelismo, do nepotismo,
da dependência submissa ao poder central. Sem esse enfrentamento as cidades não
serão capazes de construir um projeto de desenvolvimento autônomo.
Paralelamente a esse desafio enfrentamos dificuldades assombrosas com o
sucateamento da máquina pública, dívidas crescentes, a cidade inadimplente, o
acúmulo de 16 folhas de pessoal para pagar somente no primeiro ano. Tomamos
medidas duras e impopulares de contenção e enxugamento da folha, reorganização
das finanças, negociação das dívidas e todo um plantel de medidas necessárias
para que a administração pudesse voltar a ter fôlego de investimentos.
Já temos um repertório grande de avanços e
conquistas pontuais mas temos consciência de que ainda é pouco diante das
legítimas demandas da população. Mas para os próximos anos já estamos com uma
série de projetos em andamento para dar uma nova feição à nossa cidade.
JP – Tem surgido efeito a política de parcerias com os
governos federal e estadual?
Leitoa – Eu destaco com o Governo Federal, além dos
programas de rotina de qualquer município, estamos com alguns projetos já em
fase final para iniciar as obras. Um exemplo é o Centro de Iniciação Esportiva,
um complexo de 7 mil metros quadrados, com ginásio poliesportivo moderno.
Com o Governo do Estado temos a parceria mais
importante para alavancar a economia do município que é a construção do
Condomínio Industrial. Já liberamos o terreno, em condições espetaculares de
logística modal, com entroncamentos rodoviário, ferroviário e fluvial e farta
oferta de energia e água. Mudamos as leis municipais para ofertar melhores
condições de investimento e procuramos centenas de empresários dispostos a se
instalar em Timon, com benefícios fiscais do Estado e do município.
O condomínio já está com a licitação aberta pelo
Estado para a sua construção e temos dezenas de empresas interessadas. O
potencial é de tal monta que tem provocado reações dos nossos irmãos
piauienses, preocupados com a migração de indústrias para a “rive gauche” aqui
do Parnaíba. Esse não é nosso propósito, mas também não nos resignamos a ser o
primo pobre do desenvolvimento local. Nosso destino é o de parceiros para
crescermos juntos e fortalecer a Ride Teresina, que é a grande conturbação em
que vivemos. 
JP – Na condição de dirigente partidário, o que dizer
sobre a atual situação do PSB em nosso Estado?
Leitoa – O PSB é o partido que mais cresce no Estado
e creio que a campanha presidencial que se aproxima nos fará protagonistas de
um projeto de Nação. Com certeza sairemos das próximas eleições muito maiores
do que entramos.
JP – Internamente, o PSB está unido, pacificado, para
disputar as próximas eleições?
Leitoa – Somos um partido de fato, com história, com
doutrina, com ideologia, com sentido de compartilhamento de ideais. Por isso
crescemos sustentavelmente, de dentro para fora. É isso que nos une e nos
pacifica.
JP – Qual a importância da candidatura de Eduardo
Campos à Presidência da República?
Leitoa – Ela expressa uma vontade que está manifesta
na sociedade: a de aprofundar as mudanças sem ameaçar as conquistas dos últimos
20 anos. Entendemos que a alternância de poder é saudável para oxigenar o
ambiente político que está anestesiado pela disputa entre o PSDB e o PT que se
tornou estéril. Trazemos novas ideias, novos métodos e nova visão das
capacidades de transformação da política.
JP – E sobre o papel da ex-ministra e ex-senadora Marina
Silva, nesta campanha?
Leitoa – Marina Silva agrega à campanha um valor
ético formidável que se expressa nas suas concepções de uma nova política, mais
solidária, mais horizontal, menos autárquica. É um farol importante que traz
novas luzes também para nossa visão política.
JP – Como partido histórico da esquerda maranhense, o
que representa para o PSB a candidatura de Flávio Dino ao Governo do Estado?
Leitoa – Representa uma feliz confluência de
histórias e ideais. Estamos alinhados ao sentimento de mudança que irá tomar
conta do Maranhão como uma espécie de viral cívico e transformador.
JP – Qual a importância de o PSB disputar o Senado com o
nome de Roberto Rocha?
Leitoa – É a possibilidade de termos em Brasília um
representante digno para sustentar nos embates parlamentares a expressão das
mudanças que serão conduzidas pelo governo de Flávio Dino, se essa for a
vontade de Deus e do povo maranhense.
JP – Além da disputa ao Senado, que espaços o PSB
pretende disputar nas eleições de 2014, em relação às vagas da Assembleia
Legislativa e da Câmara dos Deputados?
Leitoa – Estaremos nos embates parlamentares nos
dois ambientes legislativos, com nomes à altura dos desafios.
JP – O que pode ser feito para que as oposições
maranhenses mantenham-se efetivamente unidas para a disputa das próximas
eleições?
Leitoa – As oposições já estão unidas. O que há são
diferenças táticas que não ofuscam a convergência estratégica. Faz parte do
jogo político e é absolutamente legítimo que as lideranças disputem espaços.
Mas estou certo de que nada irá abalar a unidade das oposições, até
porque esse é um imperativo de
nossa responsabilidade histórica.

1 2.121 2.122 2.123 2.124 2.125 2.789

Buscar

aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz