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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 7/abr/2015

Deputado Edivaldo Holanda denuncia incitação política a manifestações contra o prefeito

O deputado estadual Edivaldo Holanda (PTC)
denunciou, em discurso proferido na manhã desta terça-feira (7) na Assembleia
Legislativa, a realização de reuniões secretas organizadas por adversários
políticos do prefeito Edivaldo para desestabilizar a administração. 
 
Em blogs e nas redes sociais, foi denunciada a
realização de uma reunião, ocorrida na último dia 3, sexta-feira, com o intuito
de arquitetar manifestações contra a Prefeitura de São Luís. Na denúncia, é
citada a participação da deputada federal Eliziane Gama, do deputado estadual
Wellington do Curso e dos vereadores Fábio Câmara e Rose Sales.
 

“Não se deve trabalhar nas caladas da noite
para movimentar pessoas de forma covarde, tramar nas madrugadas mobilização de
pessoas, tentar manipular pessoas”, disse o deputado Edivaldo Holanda, em
resposta aos ataques do deputado Wellington do Curso. 

No seu discurso, o deputado Edivaldo Holanda
respondeu a questionamentos do deputado Wellington do Curso sobre problemas
enfrentados no setor de saúde gerido pela Prefeitura de São Luís. De forma
firme e consistente, o deputado Edivaldo frisou que o Município passou dois
anos sem o apoio do governo do Estado e que, doravante, em parceria com o
governador Flávio Dino, o prefeito Edivaldo terá a ajuda necessária para
promover os avanços necessários esperados pela população. 

No entendimento do deputado Edivaldo, a
eficientização do sistema de saúde depende da atuação integrada dos três entes,
União, Estado e Município. “Não é São Luís, são todos os municípios que
recebem uma carga, uma sobrecarga muito grande da falta de planejamento da
saúde nos Estados e através da União”, afirmou ele, ao enfatizar que não
havia apoio nenhum do governo do Estado ao município na gestão passada.

Como ação positiva na área de saúde do Maranhão,
o deputado Edivaldo Holanda lembrou o planejamento feito pelo ex-governador
Jackson Lago de implantar hospitais em regiões estratégicas do estado com a
finalidade de desafogar os Socorrões de São Luís. 

 

“O Doutor Jackson Lago planejou cinco
hospitais regionais no Maranhão para evitar a procissão de ambulâncias que
sobrecarregam sim os dois hospitais de São Luís. São os municípios todos sem
condições, que remetem através de suas ambulâncias os seus pacientes, os seus
doentes para esses dois hospitais. O Doutor Jackson Lago, antes de ser cassado,
ainda fez o Hospital de Presidente Dutra, que atende mais de 60 municípios, ele
retém a caravana de ambulâncias que demanda São Luís”, assinalou o
deputado Edivaldo.

 

HOSPITAL DA CRIANÇA

 

De acordo com o deputado Edivaldo Holanda, a
Prefeitura de São Luís já iniciou a construção do novo Hospital da Criança.
“O Hospital da Criança já está sendo erguido, já começou a construção,
tanto a reforma quanto a construção de um novo hospital”, anunciou o deputado
Edivaldo, ao desafiar o deputado Wellington do Curso a destinar suas emendas
para ajudar a cidade de São Luís.

“Eu quero dizer a você que terá todo meu
respeito quando trouxer a esta tribuna, de forma isenta, de forma honesta, de
forma positiva, as preocupações, quando eu ver meter a mão no bolso das suas
emendas e destinar para São Luís recursos para a saúde, recursos para a
educação”, instigou o deputado Edivaldo.

 

No final do pronunciamento, o deputado Edivaldo
Holanda condenou “o discurso eleitoreiro” praticado pelo deputado
Wellington do Curso, membro do PPS, mesmo partido da deputada Eliziane
Gama, pretensa candidata a prefeita de São Luís em 2016. 

 

“Tenho dito que é legítima a candidatura
que Vossa Excelência defende de forma quase explícita neste plenário. É
legítima, mas volto a lembrar sobre a janela dos olhos, sobre a janela da alma,
volto a lembrar o grande gramático Eduardo Carlos Pereira, sobre a sabedoria do
homem que reluz no seu rosto. E quero lembrar as palavras do mestre que diz:
pelos frutos os conhecereis. Quem é que não sabe que Vossa Excelência faz um
discurso eleitoreiro nesta Casa? Quem é que não sabe que não tem sinceridade
quando quer pregar uma saúde melhor? Vossa Excelência disse que não prega o
caos, mas é isso que faz. Então não há sinceridade no pronunciamento de Vossa
Excelência porque está espelhado no rosto, está espelhado nos olhares, no rosto
e na alma. Então se deleita com problemas, que não são problemas isolados de
São Luís, são conjunturais do Brasil”, concluiu o deputado Edivaldo.

  • Jorge Vieira
  • 7/abr/2015

Prefeitos apresentam prestação de contas ao TCE

Do total de 217 prefeitos maranhenses, somente três deixaram de entregar
no prazo estabelecido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE/MA) as prestações
de contas referentes ao exercício financeiro de 2014. Essa foi a primeira vez
que 99,5% dos prefeitos entregaram as documentações dentro do prazo. Ano
passado, nove gestores deixaram de cumprir a data-limite.

Entre os presidentes de Câmaras Municipais, 25 não conseguiram entregar a tempo
os documentos referentes às despesas e receitas de suas gestões. Por sua vez,
cumpriram o prazo secretários estaduais, gestores de órgãos da administração
direta e indireta, os presidentes do Tribunal de Justiça, do TCE e a
procuradora-geral de Justiça, entre outros. A relação completa é pública e pode
ser conferida no site www.tce.ma.gov.br (ícone prestação de contas).

São obrigados a prestar contas à corte de contas todos os gestores das esferas
estadual e municipal, entre governador, prefeitos, presidentes de Câmara,
secretários, dirigentes de empresas públicas, e chefes dos poderes Executivo,
Judiciário e Legislativo no âmbito do Maranhão. Quem não entregou suas
documentações a tempo tem até a sessão do pleno da próxima semana para poder se
habilitar mediante pagamento de multa e não ter o nome incluído na lista de
inadimplentes do TCE.

Para se ter uma ideia, os gestores considerados inadimplentes estarão sujeitos
a várias sanções, a exemplo de multas, responsabilização por ato de improbidade
administrativa, inelegibilidade e até intervenção do Estado no Município.

As multas previstas no regimento interno do TCE-MA são de R$ 4 mil por atraso
na entrega de prefeitos, presidentes do TJ, Assembleia Legislativa e TCE, chefe
do Ministério Público, secretários de Estado ou detentores de cargos
equivalentes, entre outros; e R$ 2 mil para presidentes de Câmaras de
Vereadores.

A simples entrega dos documentos, entretanto, não assegura a regularidade das
prestações de contas, que dependem de análise do corpo técnico do tribunal, que
emite parecer técnico sobre as documentações entregues. A partir daí, os
conselheiros do tribunal julgarão os processos, podendo aprová-­los ou não.

  • Jorge Vieira
  • 7/abr/2015

Deputada Andrea Murad foge do plenário para não ouvir as verdades sobre a gestão do pai na Saúde

Ricardo usou a secretaria e os hospitais para eleger a filha deputada estadual 
Incomodada com a transparência do governo, a deputada
Andrea Murad (PMDB) fez, no final da sessão da última segunda-feira, quando a
grande maioria dos parlamentares já haviam se retirado, um discurso furibundo
contra a criação da Superintendência de Combate à Corrupção e, numa atitude deselegante
apontou o dedo para o presidente Humberto Coutinho, afirmando que a
investigação deveria começar pelo presidente da Casa e pelo deputado Othelino
Neto. Hoje, no entanto, teve que sair às pressas do plenário para não ter que ouvir as
verdades dita pelo líder do governo, deputado Rogério Cafeteira, sobre a gestão
do seu pai, o ex-secretário Ricardo Murad, nos seis anos em que esteve a frente
da Secretaria de Saúde do Estado.

Como de costume, a parlamentar esbravejou na tribuna,
sem apresentar qualquer tipo de prova contra os dois parlamentares e muito
contra menos contra o pai do presidente da Caema, Davi Teles, engenheiro José
Augusto Teles, que segundo Andrea teria dado um desfalque de R$ 3 milhões
durante sua gestão na estatal do saneamento básico. Andrea apontou o dedo para
Humberto Coutinho: “Ele
(Flávio Dino) devia começar, investigando V. Exª, ele devia começar
investigando o deputado Othelino, ele devia começar investigando o Luiz Júnior,
devia investigar o Rodrigo Lago, onde foi parar oitenta mil na conta, o pai
dele é acusado por diversos crimes. Ele devia investigar o pai do presidente da
Caema, que ninguém, até hoje, entendeu por qual razão ele colocou o Davi Telles
na Caema. Foi para encobrir os crimes do pai? V. Exas ainda não responderam
essas questões” cobrou.

 

A
resposta a Andrea veio nesta manhã de terça-feira quando o líder do governo a
desafiou a apresentar as razões que a levaram a apontar o dedo para o
presidente Humberto Coutinho e para o deputado Othelino. “Eu gostaria que a
deputada Andréa Murad, mesmo sem procuração do presidente, declinasse o motivo
pelo qual ela acha que o presidente da Casa deve ser investigado. Suscitou
também o nome do deputado Othelino Neto e, apesar de também não ter procuração
para defendê-lo, acho que ela deveria dizer que motivo ela acha que tem para
que esses deputados sejam investigados”, cobrou Rogério Cafeteira. Num das
passagens do pronunciamento da deputada, ela destacou que o presidente da Caema,
Davi Teles, tinha sido nomeado para proteger supostos desmandos do pai dele
quando foi presidente da empresa.

 
“Aqui
eu gostaria de fazer uma pergunta, e infelizmente ela não está presente. O pai
dela foi o todo poderoso durante seis anos de mandato, a Caema subordinada a
ele, a Secretaria de Saúde, por que ele não fez uma investigação, um processo
administrativo. Será que em seis anos ele não teve a capacidade de demonstrar
que o ex-presidente tinha cometido algum ilícito? E agora quer fazer mais um
factoide querendo criar uma suposta proteção porque, durante seis anos, o pai
dela como superior do presidente da Caema não fez uma investigação, não abriu
um processo administrativo e não demonstrou os erros do ex-presidente?”, questionou
Cafeteira  

 

Rogério
esclareceu ainda um outro questionamento da deputada sobre licitações na área
de saúde e mais uma vez voltou a colocar a parlamentar no seu devido lugar. “Aqui
se vê algumas notícias agora de que existem duas ações na justiça contra o
processo licitatório para as OSCPIs que irão tomar conta agora da área de
saúde. E aí qual não foi meu espanto, quando eu olho alguns blogs aqui de
jornalistas que, inclusive, fazem parte da cobertura e olho a origem das
OSCPIs. E olho o senhor Aragão, presidente do PSDC, que tomava conta, do
hospital de Monção. V. Exa. conhece bem como foi tratado o hospital de Monção,
porque V. Exa. é votado naquele município, então, sabe como foi feito, como
eram feitas as seleções para funcionários, para diretores”, observou o líder do
governo.


O
Deputado Rogério disse ainda que Ricardo Murad era até gentil quando algum
deputado levava alguém e pedia uma ajuda: “Secretário Ricardo, esse aqui é um
médico competente, trabalhador e tal. Se o senhor pudesse atendê-lo lá no
Hospital de Monção”. Sabem o que o deputado Ricardo fazia? Atendia, para logo
depois tomar essa pessoa para que o apoiasse eleitoralmente. Então, o deputado
Ricardo não precisava nem ir atrás de apoio político, ele pegava dos
correligionários e tomava, foi assim que ele conduziu a Secretaria de Saúde. Eu
duvido se alguém aqui me desmente, eu duvido se alguém me diz o contrário,
porque quase todos os colegas aqui foram vítimas disso.

 

Cafeteira
citou o exemplo ocorrido com ele no município de Morros, onde a prefeita votava
com ele, mas depois que inaugurou o hospital lá, “adivinhem em quem ela votou
no ano seguinte?” O parlamentar lamentou também o fato da deputada tentar fazer
joguinho de querer botar na boca do Governador do Estado, Flávio Dino, que a
família do médico falecido Luiz Alfredo, ex-diretor do Hospital Geral, teria
recebido algum recurso do Estado ilegalmente. “Ao contrário, nunca foi dito
isso. Eu olhei atentamente as matérias de alguns jornalistas. O que foi achado
lá foi outra coisa. O ICN foi quem cobrou 200 mil reais, como se o doutor Luiz
Alfredo tivesse feito cirurgias quando ele já tinha falecido. Se alguém tem que
prestar esclarecimentos é o ICN. Esse sim. Como ele botou na planilha dele
cirurgias feita por um médico que já tinha falecido?”, enfatizou o líder do
governo.

  • Jorge Vieira
  • 7/abr/2015

Audiência Pública promove conciliação entre alunos e instituições de ensino superior

Os representantes das instituições particulares de
Ensino Superior do Maranhão presentes na Audiência Pública sobre problemas com
o Programa de Financiamento Estudantil (Fies) garantiram a manutenção dos
alunos requerentes do fundo federal, permitindo que assistam às aulas e
realizem as provas, até que haja uma posição do Ministério da Educação quanto
ao assunto. O evento, realizado nesta segunda-feira (6) no auditório da Casa
Civil, no Palácio Henrique de La Roque, no Calhau, foi promovido pela Defensoria
Pública do Estado e da União e pela Gerência de Proteção e Defesa do Consumidor
(Procon-MA).

Entre as sugestões acordadas, também deve ser vedada a
negativação do nome do estudante em cadastros restritivos ao crédito, como o
Serasa; ao ser requerido o cancelamento de matrículas e contrato com alunos
ingressantes, o mesmo será cancelado sem nenhum ônus para o aluno. Para isso, o
mesmo deve requerer formalmente o cancelamento até o dia 04 de maio. As
instituições também deverão divulgar amplamente as medidas para a comunidade
acadêmica.

Os órgãos ainda propuseram o cessamento da cobrança
acima de 6,4% do aditamento do FIES aos alunos e as instituições
comprometeram-se em responder até o dia 04 de maio. O defensor público Jean
Carlos Nunes Pereira explicou que a discussão em relação à legalidade do
aumento das mensalidades não pode ser um problema para o aluno, deve ser
discutido entre o governo federal e as instituições e avaliou a iniciativa como
positiva, pois a ideia era firmar um espaço para a informação, mas foi
concluída com um acordo produtivo.

O defensor público federal Yuri Costa, que conduziu o
debate, garantiu que se a questão não puder ser resolvida extrajudicialmente,
serão tomadas as medidas judiciais cabíveis e destacou que a audiência pública
foi fundamental para efetivar o direito ao acesso à informação, bem como
propiciar segurança aos estudantes que são beneficiados pelo Fies.

Para o diretor do Procon Maranhão, Duarte Júnior, foi
uma ocasião de extrema importância porque foi possível ouvir todos os lados
envolvidos nessa situação. “Nosso objetivo foi buscar a conciliação entre as
partes e conseguimos. Os direitos dos cidadãos foram garantidos através de um
acordo com pontos concretos para que o impasse ocorrido entre o MEC e as
Instituições de Ensino Superior não prejudique os estudantes, a parte mais
vulnerável dessa relação”, enfatizou.

O evento contou com a presença de estudantes de várias
instituições de ensino, que puderam tirar dúvidas e fazer questionamentos.
Entre os problemas relatados pelos estudantes estavam as dificuldades em
concluir inscrições e renovações dos financiamentos no portal do Fies – SisFies
– por erros no sistema e a cobrança feita aos alunos da diferença do valor
autorizado pelo Fies e o cobrado pela faculdade, que exige o pagamento
antecipado para permitir o acesso dos estudantes às salas de aula.

Para o aluno da Faculdade Maurício de Nassau Eduardo
Sousa Matos, a audiência foi esclarecedora e todos foram ouvidos. “Minha turma
veio participar e saímos daqui satisfeitos, pois nos apresentaram uma solução
razoável”, disse. De acordo com o diretor geral do Pitágoras, Joell Oliveira
Gomes, o momento também foi positivo. “Tivemos a oportunidade de apresentar
nossas dificuldades e sugiro que essa ação possa se estender e acontecer agora
com cada instituição, de forma individual, para resolvermos os problemas dos
alunos que não compareceram”, pontuou.

Também estiveram presentes o defensor público Marcos
Vinícius Campos Fróes e representantes da Faculdade Mauricio de Nassau,
Universidade Ceuma, Pitágoras, Estácio de Sá, Cest, Facem e IMEC.

  • Jorge Vieira
  • 7/abr/2015

Fórum da Baixada conhecerá projeto de psicultura em Matinha

No próximo sábado
(11 de abril), o Fórum em Defesa da Baixada Maranhense promoverá a chamada Expedição
Itans”,
com o
com o objetivo de conhecer o maior e mais eficiente projeto de
combate à pobreza rural da Baixada Maranhense, por meio da atividade de
piscicultura.

Esse caso de empreendedorismo
de sucesso, que comprova a potencialidade econômica da Baixada para o
desenvolvimento do Maranhão, fica localizado no povoado de Itans, no município
de Matinha, distante 240 km da Capital.

Lá o espírito
de união da comunidade faz toda a diferença. Foi criada uma cadeia produtiva de
piscicultura que já é uma referência para o mercado nacional e internacional,
cuja produção média alcança nada menos do que 400 toneladas de pescado por ano
com faturamento que chega a atingir R$ 42 mil por família.

O
desenvolvimento do projeto se deu a partir de 2009, quando foi implantado um
projeto com apoio do Sebrae. O sucesso do empreendimento é tamanho queno ano
passado os piscicultores de Itans foram contemplados pela Fundação Banco do
Brasil com um caminhão frigorífico –tipo furgão– com capacidade de 5.500
quilos, voltado para o transporte do pescado produzido em Itans.

 

  • Jorge Vieira
  • 7/abr/2015

Agiotagem: Eduardo DP tem três mães

O titular do blog teve acesso
ao relatório que respaldou a autoridade policial solicitar prisão temporária
contra a ex-prefeita de Dom Pedro, Maria Arlene Barros da Costa e seu filho
Eduardo José Barros da Costa, vulgo Eduardo DP ou Imperador, acusados de
desviar dinheiro público mediante licitações fraudulentas e crimes de agiotagem.
Mãe e filho foram libertados no feriado da Páscoa, mas ainda poderão terem seus
pedidos de prisão preventiva solicitados no curso da investigação.

Os dois estão em liberdade
desde o último final de semana, mas inquérito policial que investiga o crime de
desvio de verba pública ocorrido durante a gestão da prefeita Arlene Barros, no
período compreendido entre 2009 e 2012, continua. Conforme o relatório que
serviu de base para o pedido de prisão temporária, Eduardo DP utilizou um
método convencional entre os estelionatários e falsários para integrar uma
Organização Criminosa que tinha como objetivo desviar recurso públicos da
Prefeitura de Dom Pedro.

Segundo os investigadores, tal
método consistia em possuir vários registros de identidade, vários CPF’s,
múltiplos títulos de eleitor e múltiplas filiações. “Eduardo DP, o Imperador,
está registrado no mínimo em nome de três mães, possui três CPF’s, duas
Carteiras de identidade, dois títulos de eleitor, participação em quatro
empresas, carros de luxo e inúmeros endereços.

A investigação aponta ainda
que “a família Barros da Costa especializou-se na prática de fraudes em
cadastro da Receita Federal e junto a identificação feita na Polícia Civil,
para com tais fraude criar inúmeras empresas com o único intuito de saquear os
cofres de Dom Pedro, lavar dinheiro e aumentar seus patrimônios”.

A polícia chegou a Eduardo DP
e sua mãe investigando o assassinato do jornalista Décio Sá e seus mandantes
envolvidos em crimes de agiotagem. Ao prender o principal suspeito de ter contratado
a morte do jornalista em plena Avenida Litorânea, em 23 de abril de 2012, os
investigadores encontraram com os agiotas Gláucio Alencar e seu pai José de
Alencar Miranda Sampaio comprovante do financiamento da campanha de Arlene
Barros. Após a vitória, os dois se tornaram fornecedores de merenda escolar
para a prefeitura.

Conforme o relatório
apresentado ao desembargador Raimundo Melo, que decretou a prisão temporária de
mãe e filho, “tal esquema que num primeiro momento refere-se à prática de
agiotagem depois da eleição desemboca na prática dos mais diversos crimes
contra o Erário e a população de Dom Pedro. Diz ainda o relatório que foram encontrados
em poder de Gláucio notas promissórias emitidas por Arlene.

“De início, analisando o valor
considerável da nota promissória (R$ 150.000,00) e a data do seu vencimento
(fevereiro de 2009), coincidindo com o segundo mês de mandato de Maria Arlene
da prefeitura, notadamente esta prefeitura foi entregue nas mãos dos agiotas e
do próprio Eduardo DP para a prática dos mais diversos desvios de dinheiros
público, desvios mascarados na forma de licitações para fornecimento de merenda,
medicamentos e aluguéis de máquinas pesadas.    

  • Jorge Vieira
  • 7/abr/2015

Estado define ações integradas para combater ataque de organizações criminosas

Secretário de Segurança quer evitar novas fugas em no Complexo de Pedrinhas

Com intuito de alinhar as
ações de combate à criminalidade, o Governo do Estado do Maranhão realizou, na
tarde desta segunda-feira (6), uma reunião entre as Secretarias de Estado da
Segurança Pública (SSP) e de Administração Penitenciária (Sejap). Na reunião,
os secretários Jefferson Portela (Segurança) e Murilo Andrade (Administração
Penitenciária) avaliaram os procedimentos operacionais durante a fuga de quatro
detentos ocorrida no fim de semana no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

Com a análise da falha
operacional na contenção da ação criminosa, foram definidas ações articuladas
entre as duas secretarias para combater os atos contra o sistema de segurança
do Estado. Dentre as ações elencadas como prioridade pelo governador Flávio
Dino, o secretário Jefferson Portela destacou a integração das ações internas e
externas a serem empregadas entre as duas secretarias.
“O estado está de prontidão
para corrigir as eventuais falhas. Estamos fazendo as devidas correções no
sistema e uma delas passa pelo aspecto de segurança interna dos presídios. Nas
ações externas também estaremos desenvolvendo ações que envolvam as Polícias
Civil, Militar e Grupo Tático Aéreo (GTA)”, explicou Jefferson Portela.
O secretario da Sejap,
Murilo Andrade, evidenciou que, no combate direto à criminalidade, a integração
das forças do sistema de segurança permitirá maior celeridade dos trabalhos.
“Estamos reavaliando todos os procedimentos, o que permitirá uma ação conjunta
dos serviços de inteligência da Sejap e da SSP na recaptura dos presos”, frisou.
 

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