Mesmo enfrentando um dos invernos mais intensos dos últimos anos, aliado ao contingenciamento econômico-financeiro do país e ao caos herdado das gestões anteriores, a Prefeitura de Paço do Lumiar, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, com o apoio do Governo do Estado, vem realizando uma força-tarefa de manutenção nas vias estruturantes e corredores de ônibus do Município.
As frentes de trabalho se instalaram em vários pontos da cidade. Na comunidade do Alto do Paranã, a Rua Orquídea, que estava tomada por mato e lixo, foi recuperada com a raspagem de todo seu curso e a colocação de piçarra, principalmente nos locais mais desgastados. Na sequência as máquinas passaram pela rua 2, no loteamento Paranã, onde a via estava tomada por crateras, seguindo pela Rua “E” do Residencial Cordeiro, que estava alagada, e finalizando na Rua Anajatuba, no Jardim Paranã, onde um lamaçal impedia até mesmo a circulação de pedestres.
Além disso, a prefeitura intensificou o serviço de melhoria do meio-fio no bairro Tambaú e também vem recuperando ruas e avenidas que já não existiam mais, como a Avenida 3, que dá acesso à Estrada de Ribamar (MA-201), que há muitos anos havia deixado de ser usada por falta de infraestrutura.
“Eu fico muito feliz em ver esse trabalho. Aqui é ruim até pra gente sair de casa. Fazia muitos anos que essa rua se encontrava em total abandono. Finalmente um prefeito olhou por nós” afirmou o morador do Jardim Paranã, Júlio Diniz.
Tapa-Buracos – No Iguaíba, no Maiobão e no Sítio Grande uma operação tapa-buracos tem garantido melhor fluidez no trânsito. Lá, as principais avenidas, que são corredores do transporte público, aos poucos estão sendo recuperadas.
“O Município inteiro foi drasticamente prejudicado pelo abandono de 35 anos. Parece que saímos de uma guerra, está tudo destruído. Mas, na medida do possível, estamos realizando ações visando garantir melhor qualidade de vida ao povo luminense. Aos poucos chegaremos lá e vai dar tudo certo”, garantiu o prefeito Domingos Dutra.
Durante sua fala no seminário “Estado de Direito ou de Exceção” o governador do Maranhão Flávio Dino falou sobre as três contradições que julga pertinentes no Brasil atual, durante o encerramento do encontro.
Para o governador, há um consenso entre a elite brasileira em impedir a manifestação popular, seja nas ruas, seja no voto, no que ele classificou como “tradição golpista da República Brasileira”. Flávio Dino também apontou que o modelo de desenvolvimento que a esquerda brasileira implantou, baseado no aumento do consumo, é irreal, já que “não existe capitalismo para todos”, e ainda que a ideia de meritocracia é uma “falácia” uma vez que, segundo ele, não pode haver conquistas por mérito “enquanto algumas mulheres fazem sete pré-natais e outras não fazem nenhum pré-natal”.
O governador defendeu, ainda, que as eleições diretas são a única saída para a crise política do país.

Sem apoio forma do grupo, o senador Rocha Rocha quer investigar empréstimos de Roseana junto ao BNDES
O senador Roberto Rocha (PSB), o “Asa de Avião”, pré-candidato ao Governo do Estado em 2018, aguarda ansioso o presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB), ler seu requerimento que cria a CPI do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para dar início ás investigações que pretendem desvendar os mistérios que rondam a “caixa preta” desta instituição de crédito estatal.
A iniciativa do Rocha, que vinha flertando com seu retorno ao grupo Sarney, de onde saiu por conta de interesses contrariados, mas não prosperou, tem por finalidade atingir a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), responsável pelos empréstimos junto ao BNDES e frear suas intenções de disputar novamente o governo em 2018.
Roseana tomou emprestado do banco mais de R$ 5 bilhões, dinheiro esse que seria usado durante a campanha eleitoral de 2014 para favorecer o então candidato do PMDB, Edinho Lobão, mas a oposição acabou conseguindo sustar a liberação dos recursos por conta de irregularidade na aplicação e desvio de finalidade, o que fez com restasse alguma coisa para o governo sucessor.
Com os recursos do BNDES foram feitos por Roseana, já comentam nos bastidores da sucessão que diante da falta de interesse e confiança do grupo Sarney nas verdadeiras intenções do senador, conhecido por andar sempre querendo apunhalar quem o ajuda, a exemplo do governador Flávio Dino (PCdoB) que lhe deu o mandato, não estaria disposto a correr o risco.
Na época dos empréstimos, a governadora foi bastante criticada pela oposição porque todos tinham consciência de que o dinheiro tomado emprestado seria usando para irrigar a campanha eleitoral, como já vinha sendo feito. Felizmente a direção do BNDES suspendeu a liberação das parcelas, o que permitiu ao governador Flávio Dino encontrar cerca de R$ 2 bilhões que estão sendo muito bem utilizado agora.
A defesa do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva protocolou, nesta segunda-feira (29), recurso no Supremo Tribunal Federal pedindo a revisão do despacho do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, de remeter para Curitiba a delação dos donos da JBS no que se refere ao petista. O advogado Cristiano Zanin Martins argumenta que o processo não tem nada a ver com a Lava Jato.
A delação do empresário Joesley Batista implica o presidente Michel Temer (PMDB), o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), Lula e Dilma Rousseff, ambos do PT. O Joesley disse aos procuradores que depositou cerca de R$ 150 milhões em contas no exterior que teriam como destinatários os ex-presidentes Lula e Dilma. O dinheiro teria sido do BNDES e de fundos de pensão de estatais.
No recursos, a defesa do ex-presidente petista diz que Batista fez duas referências genérica ao nome de Lula em suas delações, sem qualquer base mínima que possa indicar ocorrência dos fatos ou, ainda, a prática de qualquer ato ilícito.
Para o advogado do ex-presidente, “não há como sustentar a vinculação do caso ao ministro Edson Fachin no âmbito so Supremo Tribunal Federal em razão de ser ele o relator da Operação Lava Jato naquela Corte e tampouco a remessa de parte da delação a Curitiba”.
Segundo o advogado Cristiano Zanin, de acordo com o Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal o Ministro Edson Fachin poderá rever sua decisão ou, então, deverá encaminhar o recurso para julgamento da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal.
Apesar da crise que assola o país e corrói a economia dos municípios brasileiro, o prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT), mantém seu compromisso com os servidores da Prefeitura de São Luís e garante o cumprimento ao calendário de pagamentos para o exercício de 2017. Segundo nota distribuída à imprensa nesta tarde se segunda-feira (29), o pagamento dos salários dos dos funcionários municipais será realizado na próxima quinta-feira (1º) de junho.
Embora partidários da oligarquia Sarney usem os meios de comunicação para agredir e falar inverdades sob re a administração série e responsável de Edivaldo, o fato é que diante do cenário de crise econômica que o Brasil está vivenciando, a Prefeitura de São Luís tem sido uma das poucas administrações que tem conseguido manter em dia os salários dos seus servidores. Segundo Edivaldo, isto tem sido possível porque uma das prioridades é cumprir o compromisso com os funcionários municipais.
Conforme o secretário municipal da Fazenda, Delcio Rodrigues, todos os esforços estão sendo feitos para sustentar o compromisso da Prefeitura com os seus servidores de seguir o calendário. “Prefeituras como a do município do Rio de Janeiro está parcelando o pagamento dos servidores municipais. Em São Luís estamos vivenciando a crise econômica, mas comprometidos em manter a folha em dia”, observou o titular da Semfaz.
Os servidores municipais podem ter acesso às informações dos seus vencimentos em todos os terminais de autoatendimento do Banco do Brasil, por meio do contracheque eletrônico. A informação dos vencimentos também pode ser acessada através do site da Prefeitura de São Luís (http://www.saoluis.ma.gov.br/), no Portal do Servidor, no menu do lado esquerdo, informando o número da matrícula e a senha.
O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Humberto Coutinho (PDT), recebeu alta do hospital Unimed, nesta segunda-feira (29), em Teresina. A informação foi confirmada por meio de nova enviada pela assessoria de imprensa do parlamentar.Nos próximos 15 dias, Coutinho permanecerá em Caxias, com seus familiares, seguindo orientação médica.
Humberto Coutinho agora recuperar-se de cirurgia realizada no último dia 14 de maio, para desobstrução intestinal, ocasionada por aderências de cirurgias anteriores. De acordo com seu amigo e médico Dr José Rodrigues, Humberto obteve ótima recuperação no pós-operatório.
Tanto o presidente Humberto e sua esposa Cleide Coutinho agradecem aos amigos que o visitaram e fizeram correntes de oração desejando o pleno restabelecimento da saúde do deputado.
Políticos ligados ao grupo Sarney admitem nos bastidores das eleições de 2018 ser muito temerário as candidaturas dos irmãos Roseana (PMDB) e Sarney Filho (PV) ao Governo e Senado, respectivamente, e já discutem reservadamente qual dos dois deverá ir para o sacrifício.
Em 1990, diante da fragilidade da candidatura o atual ministro do Meio Ambiente ao Governo e da possibilidade de ser atropelado pelo ex-governador João Castelo, o velho José Sarney não titubeou e trocou o filho pelo senador Edison Lobão, o que garantiu a manutenção do grupo no poder.
A história voltou a se repetir em 2006. Sarney Filho deveria ser o candidato do grupo ao governo, mas Roseana o rifou e impôs sua candidatura, colocando o irmão pela segunda vez para escanteio. A ex-governadora, no entanto, acabou sendo derrotada por Jackson Lago (PDT).
E desta vez parece que Sarney Filho continua sem garantia de será, de fato, o representante da família na eleição para o Senado e tudo ainda vai depender da boa vontade da irmã que tem a preferência do clã, mas que ainda não decidiu se disputará o Governo, conforme pretende o grupo, ou uma das duas cadeiras em disputa no Senado.
Seja qual for sua opção, a candidatura de Zequinha está comprometida. Caso ela seja candidata ao Governo, como justificar um irmão candidato a senador na mesma chapa? O eleitor engoliria dois Sarney ao mesmo tempo quatro após eles serem expulsos de forma humilhante do poder?
E se a ex-governadora resolver ser candidata ao Senado? Ai mesmo é que Sarney Filho terá que esquecer o projeto pessoal e brigar para renovar o mandato de deputado federal, pois sendo ele quem é, uma candidatura ao Governo estaria fora de cogitação, até porque seria uma nova versão da “chapa dois irmãos”.
Apesar de todas as incertezas que rondam os aliados da oligarquia Sarney, partidários do ministro do Meio Ambiente vão reunir dia 2 de junho para dar largada a pré-candidatura do ministro ao Senado em 2018, o que significa prenúncio de conflito interno na família Sarney.