
Ex-governado Roseana Sarney e Claudio Trinchão são acusados de integrarem a máfia da Sefaz
Página2 – O processo da Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão (OAB-MA) contra o promotor do Caso Sefaz, Paulo Roberto Ramos, foi arquivado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM) dando continuidade às investigações contra a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) e mais 8 envolvidos. Paulo Roberto Ramos informou ainda que a fase de perícia já está quase finalizada, mas que já tem “provas robustas contra os suspeitos” de desviar mais de R$1 milhão de reais dos cofres públicos do estado.
Ainda de acordo com o titular da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária no Maranhão, o processo da OAB contra ele foi na verdade uma “tentativa de criar uma narrativa de intimidação”, porém sem sucesso, já que o processo foi arquivado e os trâmites sequem normalmente até as testemunhas serem ouvidas em agosto deste ano.
“Um deles foi o deputado Hildo Rocha, também investigado no caso, a tentar criar esta tentativa de criar um fato político em cima do caso. Coisa que não existe”, garantiu o promotor com veemência. Anteriormente, em entrevista a uma rádio local, Paulo Roberto enfatizou seu pensamento afirmando que, se há suspeitas, “todos devem ser investigados” independente do cargo que ocupam.
Processo na CNMP
Recentemente, a OAB reclamou ao CNMP que o processo da Sefaz, na verdade seria uma combinação entre Paulo Roberto Ramos e a juíza Cristina Sousa Ferraz Leite para combinar uma série de acusações contra os integrantes da Máfia Sefaz. Contudo, na avaliação do CNMP, a reclamação não tinha consistência para ser levada a frente, arquivando o processo pelo Corregedor do CNMP, Cláudio Henrique Portela do Rego. (Aline Alencar)

Promotor Paulo Roberto Barbosa e a juíza Cristiana Sousa Ferraz
Blog do Garrone – O Conselho Nacional de Justiça mandou arquivar reclamação da Ordem dos Advogados do Brasil contra o promotor Paulo Roberto Barbosa, acusado de combinar com a juíza Cristina Sousa Ferraz Leite uma série de ações contra os integrantes da como ficou conhecida Máfia da Sefaz, acusada de desviar cerca de R$ 1 bilhão dos cofres públicos durante o governo Roseana Sarney.
Para a OAB ao afirmar em entrevista coletiva que não iria antecipar as medidas cautelares antes do dia acordado para a manifestação da juíza, o promotor violou à ordem jurídica do Estado Democrático de Direito.
A reação da entidade, de setores da imprensa e de políticos foi uma tentativa de desqualificar a denúncia promovida pelo MP por envolver Roseana Sarney.
O CNMP, no entanto, entendeu – assim como também ficou claro a outros setores da imprensa e da sociedade civil – que ao sustentar que teria feito um acordo com a magistrada responsável pelo processo criminal, Paulo Roberto Ramos se referiu à data provável informada pela juíza em que decidiria sobre o recebimento ou não da acusação.
“Inexistem, na instrução realizada pela Corregedoria local, indícios mínimos sobre o membro reclamado e a magistrada estarem em “conluio” para fins do recebimento da denúncia criminal. A conotação sobre a palavra “acordo” nesse sentido lançada na inicial não se sustenta”, diz o documento do Conselho a que o blog teve acesso.
A manifestação do CNMP também colocou por terra as acusações de que Paulo Roberto Ramos teria direcionado suas ações para atingir a ex-governadora, conforme ficou exposto durante a coletiva sobre a denúncia ocorrida dia 3 de novembro de 2011.
“Na entrevista coletiva, não abuso, tampouco excesso, por parte do membro reclamado. Este empregou termos sóbrios, não pessoalizou a entrevista e não revelou informações sigilosas. Aliás, a ausência de qualquer irregularidade na entrevista coletiva é inferida da própria inicial, que não aduziu nenhum fato concreto que evidenciasse abuso na conduta do membro reclamado”, afirma a corregedoria do CNMP.
O arquivamento da ação foi determinado pelo Corregedor Nacional do Ministério Público, Cláudio Henrique Portela do Rego.

Silas Rondeau é mais um protegido do ex-presidente José Sarney implicado em corrupção
Como se não bastasse o relatório da Polícia Federal ter apontado o indicado do ex-presidente José Sarney no TCU (Tribunal de Contas da União), Raimundo Carreiro, como beneficiário de esquema que sangrou os cofres públicos para favorecer a empreiteira UTC nas obras da Usina de Angra 3, agora é a vez de Silas Rondeau, outro protegido de Sarney aparecer em delação premiada do lobista Jorge Luz, responsável pela arrecadação de recursos ilícitos desviados da Petrobras para o PMDB.
Segundo Luz, preso em fevereiro deste ano na Operação Lava Jato, apontado como operador de propinas do PMDB para políticos, relatou ao juiz federal Sérgio Moro, os beneficiários da propina oriunda de recurso desviados da Petrobras eram “Jader Barbalho, Renan Calheiros, Anibal Gomes e Silas Rondeau”.
Jorge Luz foi interrogado nesta quarta-feira (19) por Moro e revelou que fazia depósitos em uma conta do partido em Lugano na Suíça, e que participou de reunião de agradecimento pelos serviços prestados com Barbalho.
Rondeua faz parte de um seleto grupo de amigos do empresário Fernando Sarney desde os tempo em que comandou a Eletrobras, colocado pelas mãos do velho oligarca. Deve ter muito o que delatar sobre desvio de dinheiro e destinatários.
O senador Roberto Rocha, o “Asa de Avião”, perdeu o controle e armou o maior barraco na sede do Partido Socialista Brasileiro, em Brasília, após ter o filho Roberto Rocha Júnior defenestrado da Comissão Provisória Municipal de São Luís.
Segundo informa do blog Marrapá, Rocha teria chegado ao local furioso, exigindo falar com o presidente da sigla, Carlos Siqueira, imediatamente. Orientado a esperar, o senador começou a gritar, mas saiu com as mãos abanando.
Rocha perdeu o controle da Comissão Provisória do PSB após trair as orientações do partido e dá demonstração de subserviência ao presidente golpista Michel Temer
Rocha também é acusado de trair o governador Flávio Dino, responsável pela sua eleição e atuar de forma contrária aos interesses do Maranhão por conta de ambição pessoal.
A nova Comissão Provisória, que tem prazo de validade até 31 de dezembro deste ano, agora está sob o comando do deputado estadual Bira do Pindaré, este sim um militante socialista e voltado para os interesses do Maranhão
Por solicitação do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, deputado Humberto Coutinho (PDT), ao governador Flávio Dino (PCdoB), a Escola Aluísio Azevedo será transformada, a partir do próximo ano, na primeira Escola de Tempo Integral de Caxias.
Além de agradecer ao governador Flávio Dino, que sempre muito atuante autorizou a mudança, o presidente da Assembleia destacou o empenho do secretário de Educação, Felipe Camarão, em viabilizar essa transformação.
A escola passará por uma reforma para oferecer uma melhor estrutura para os estudantes que ficarão na unidade durante dois turnos, entrando pela manhã e saindo pela tarde. Além das aulas regulares, eles terão direito a todas as refeições, como lanches e almoço.
A diretora da Unidade Regional de Ensino (URE), Marciane Bezerra, declarou estar feliz com mais essa conquista e também ressaltou que essa mudança se consagra como um marco para a Educação de Caxias.
Do Jornal Pequeno

O presidente estadual do PSDB, vice-governador Carlos Brandão, disse nesta manhã de quarta-feira ao titular do Blog do Jorge Vieira, que acredita que o PSDB do Maranhão estará na coligação que apoiará a reeleição do governador Flávio em 2018, ainda que o alinhamento nacional da legenda dos tucanos com o PMDB seja uma realidade para a disputa presidencial.
Segundo Brandão existe uma tradição da executiva nacional respeitar os alinhamentos estaduais, a exemplo de eleições passadas, e caso venha se repetir 2018, o PSDB não acompanhará o PMDB na sucessão estadual. “Não temos porque deixar o governo, essa é a posição de todas as lideranças do partido, com exceção de Sebastião Madeira”, diz Brandão.
O vice-governador adiantou, no entanto, que qualquer decisão sobre essa questão somente deverá ocorrer após a eleição do novo presidente do diretório nacional, em agosto. “O senador Tasso Jereissati assumiu interinamente e disse que não se acha com legitimidade para tomar decisões e mexer no que Aécio Neves deixou”.
Carlos Brandão disse ainda que possui muita credibilidade junto a direção nacional por conta do crescimento do partido no Estado, que conta hoje com 30 prefeitos e 30 vice-prefeito, deputados e lideranças, mas que tudo somente começará a ser discutido após a eleição do novo diretório nacional, que tem em Jereissati seu principal candidato.
Quanto a possível ingresso do senador Roberto Rocha, o “Asa de Avião” no PSDB, Carlos Brandão disse que ver com naturalidade. “Somos um grande partido que tem tempo de televisão e isso desperta interesse de políticos”, observou Brandão.