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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 18/jul/2017

Executiva nacional do PSB destitui filho do senador “Asa de Avião” e Nomeia Bira presidente da Comissão Provisória Municipal

Senador “Asa” e seu filho “Asinha” perdem espaço no PSB

A direção nacional do Partido Socialista Brasileiro destituiu Roberto Rocha Júnior, filho do senador Roberto Rocha, o “Asa de Avião”, do comando da Comissão Provisória Municipal e nomeou o deputado estadual Bira do Pindaré presidente. A nova direção do PSB de São Luís terá validade até 31 de dezembro deste ano.

A nova Comissão Provisória é composta por Bira do Pindaré (presidente), Conceição Marques (vice-presidente), Ângelo Francisco Freitas (secretário geral), Fabrizio Henrique Goulart do Couto Correa (primeiro secretário), Nelson Brito Martins (secretário de finanças), Carlos André Lobato Mendes (secretário de mobilização) e Renata Teixeira Pearce Sousa (secretário de comunicação).

Roberto Rocha Júnior, que teve como primeiro emprego o mandato de vereador e foi colocado no cargo de presidente da sigla em São Luís pelo pai senador, nunca fez nada, segundo havia denunciado Bira do Pindaré, para fazer a legenda crescer, deve voltar à condição de carregador de pasta do senador.

A destituição de Rocha Júnior revela bem a dimensão que separa Roberto Rocha da direção nacional do PSB. O senador, considerado traidor da oposição, entrou em rota de colisão com a executiva desde que resolveu se aliar ao presidente golpista Michel Temer contrariando a orientação para que seus integrantes se mantivessem afastados da base do governo.

  • Jorge Vieira
  • 18/jul/2017

Temendo novo fiasco eleitoral, Sarney convoca Roseana para tentar evitar debandada

Políticos que estão de olho nas eleições de 2018 acreditam que a ex-governadora Roseana Sarney será convocada pelo pai para tentar salvar o que resta do grupo de mais um fiasco eleitoral. Apostam que sem ela na disputa pelo Governo do Estado, ainda que não seja páreo para o governador Flávio Dino (PCdoB), tem chance de eleger representes no Senado, na Câmara Federal e Assembleia Legislativa; sem ela corre o risco de haver uma debandada geral.

“Não tenho a menor dúvida que Roseana será candidata. O velho Sarney deve ter em mente que com ela na disputa as chances de eleger Sarney Filho senador são remotas, mas existe; sem ela, provavelmente o governador Flávio Dino, além de se reeleger com facilidade, fará os dois senadores e significativas representações federal e estadual”, observou um experiente dirigente partidário.

A questão é a seguinte: sem um candidato competitivo, pequenos partidos que sempre gravitaram em torno da oligarquia e até mesmo políticos com mandatos não estariam dispostos concorrer sem perspectiva de vitória, caso não tenham um candidato puxador de votos ao governo e que desperte o interesse do eleitor em votar nos candidatos proporcionais da coligação.

Segundo uma fonte do blog, tudo indica que Roseana já teria sido convencida pelo pai a tentar salvar o patrimônio e ainda manter esperança de retornar ao poder em 2022 quando estará encerrado o ciclo do governador Flávio Dino no comando do Estado.

Sem ter como derrotar o adversário, o velho oligarca já estaria pensando no futuro já que o presente é totalmente favorável a reeleição do governador comunista.

  • Jorge Vieira
  • 18/jul/2017

Estado tem o 2º maior saldo de empregos formais do Nordeste em junho

O Maranhão teve em junho deste ano a segunda maior geração de empregos formais entre os estados do Nordeste. Levando-se em consideração todo o país, foi o quinto melhor resultado.

Foram criadas 1.531 vagas com carteira assinada em junho no Maranhão, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho. Foi o segundo mês seguido de resultado positivo no estado.

O setor de Serviços já começou a reagir no Maranhão. Foram 768 novas contratações no semestre, com destaque para São Luís, Paço do Lumiar, Campestre do Maranhão e Balsas. A Agropecuária também tem tido desempenho positivo.

O Brasil tem vivido uma das mais graves crises econômicas da história. Para reduzir os efeitos negativos da crise nacional, o Maranhão vem adotando programas para garantir a criação de trabalho e renda, como o Mais Empregos, o Juros Zero e diversas ações de atração de investimento.

As 890 obras que o Governo do Maranhão executa também contribuem fortemente para a geração de vagas.

  • Jorge Vieira
  • 18/jul/2017

Maranhão troca escândalos de corrupção por escolas dignas

Passados os primeiros dois anos e meio da administração do Partido Comunista do Brasil no Maranhão, o Estado trocou os escândalos de corrupção da era Sarney por escolas dignas para estudantes, Bolsa Escola, Mais IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), entre tantos outros programas que visam a melhoria da qualidade de vida da população.

Embora os adversários que estão em abstinência de poder insistam em criar factoides com a finalidade de arranhar a imagem do governador Flávio Dino, a verdade é que nós maranhenses já não somos mais motivo de chacota lá fora por conta da roubalheira que havia sido implantada no Maranhão ao longo dos governos da oligarquia Sarney, onde não escapava nem a merenda escolar.

O Porto de Itaqui, por exemplo, conhecido local de escoamento dinheiro público, onde seus dirigentes costumavam dividir os lucros da EMAP (Empresa Maranhense de Administração Portuária) entre si nos finais de ano, hoje bate recorde de exportação, com a arrecadação atingindo números estratosféricos, algo jamais imaginado na gestão passada.

O Programa Escola Digna do Governo, que visa resgatar uma dívida antiga com as comunidades do interior do Estado que viam seus filhos estudando em barracões cobertos de palha e condições insalubres, permite aplicar a política educacional como forma de extensão da dignidade humana.

Mesmo com toda crise financeira que assola o país, estados e municípios, o Governo do Maranhão já conseguiu construir, reconstruir, reformar e revitalizar cerca de 600 escolas em apenas dois anos e meio e a meta, segundo as diretrizes do programa, é que até o final de 2018 trezentas escolas dignas sejam entregues a população, o que tem deixado os opositores, que acham que escola digna é só para filho de rico, insatisfeitos.

  • Jorge Vieira
  • 17/jul/2017

Assembleia Legislativa nomeia comissão para atuar no recesso, que inicia nesta terça (18)

Deputados Bira, Marco Aurélio e Rogério Cafeteira integram a comissão do recesso

A Assembleia Legislativa do Maranhão inicia nesta terça-feira (18) o recesso parlamentar, que se estenderá até o dia 31 de julho. Os deputados retornarão às atividades em 1º de agosto.

Para tratar dos assuntos da Casa durante, a Mesa Diretora nomeou uma comissão composta pelos deputados Rogério Cafeteira (PSB)), Fábio Braga (PMDB), Bira do Pindaré (PSB), Profº Marco Aurélio (PCdoB), Eduardo Braide (PMN), Roberto Costa (PMDB) e Sérgio Frota (PSDB).

A comissão tem por finalidades resolver as questões  inadiáveis surgidas durante o recesso parlamentar, apreciar e votar pedidos de licença que derem entrada durante  o recesso e atender o que dispõe os incisos II e III do parágrafo 2º, do artigo 32 da Constituição  do Estado do Maranhão, que dispõem sobre a realização de audiências públicas com entidades da sociedade civil e  receber petições, reclamações, representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos das autoridades públicas.

  • Jorge Vieira
  • 17/jul/2017

Em depoimento à polícia, deputado Edilázio diz que não transferiu R$ 123 mil a desembargadora Nelma Sarney

Blog O Informante – O pedido do Ministério Público Estadual para quebrar o sigilo bancário da desembargadora Nelma Sarney, tem a ver com uma informação da ex-gerente do banco Bradesco, Raimunda Célia Moraes de que um depósito de R$ 123 mil teria sido feito pelo deputado estadual e genro da desembargadora Edilázio Júnior. O juiz Clésio Cunha negou o pedido do MP na semana passada.

Em depoimento ao delegado da Polícia Civil, Leonardo Bastian Fagundes, o parlamentar do PV nega que tenha feito “transferência e/ou depósitos bancários de sua conta para a conta da desembargadora”, no banco Bradesco.

O depoimento de Edilázio Júnior tem apenas uma página. O delegado Leonardo Bastian Fagundes ouviu o deputado em 6 de junho do ano passado. Dois meses antes, ele também ouviu a desembargadora Nelma Sarney.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 17/jul/2017

Os números não mentem jamais

*Carlos Lula

Uma das esquisitices de quem, como eu, tem apreço por livros, é, em muitos casos, ter acesso a conteúdos e matérias que, a princípio, pouco lhe dizem respeito. Quando criança, recordo-me de visitar bibliotecas vastas, a revelar que seus donos de tudo liam, das ciências humanas às exatas. Nunca me imaginei num cenário desses, mas hoje, a vislumbrar minha própria biblioteca, encontro praticamente de tudo um pouco. Nela, inclusive, há um cantinho especial para a matemática.

Digo isso porque voltei à leitura de um belíssimo livro do jornalista e escritor americano Darrell Huff, diante de artigo que apontava um suposto sucateamento da Saúde no estado do Maranhão. Pois bem, o livro chama-se “Como mentir com estatística” e foi lançado nos Estados Unidos em 1954, mas relançado em 2016 no Brasil numa bem acabada edição.

O que o autor faz, de maneira descontraída, simples, e, por vezes, irônica, é chamar a atenção para o fato de que as estatísticas utilizadas numa matéria jornalística, por exemplo, podem estar corretas, mas a forma de obtê-las, interpretá-las, associá-las e até mesmo apresentá-las pode causar grandes distorções. Eis o alerta fundamental de Huff.

Voltemos, então, ao Maranhão. O artigo acima referido parte do pressuposto de que “houve redução nos gastos com a saúde pública no governo Flávio Dino”. Para tanto, sua autora se utiliza de dados públicos da Secretaria de Planejamento do Governo. Segundo ela, as despesas totais com a Saúde estariam caindo drasticamente, de sorte que teríamos hoje menos materiais hospitalares, menos medicamentos, menos atendimentos e internações e até menos cirurgias.

Pois bem. O que o artigo chama de “despesa total” desconsidera o total de despesas empenhadas, levando em conta apenas as liquidadas. Todo o restante deriva daí, dessa “pequena” mudança metodológica. Entretanto, o verdadeiro critério de validação para o cálculo de gastos percentuais com a saúde considera exatamente o valor omitido, ou seja, deve ser ponderado o que foi efetivamente empenhado, e não apenas o valor liquidado. Ao observar os reais números, toda a argumentação do citado artigo cai por terra.

Os números aqui destacados estão no saite da SEPLAN e são públicos. Em 2014, o Estado gastou R$ 1.894.215.906,11. Já em 2016, R$ 2.015.205.683,12. Ou seja, mesmo num cenário de grave crise econômica, o governo do Maranhão gastou em serviços de saúde em 2016 quase 121 milhões de reais a mais que em 2014, R$ 120.989.777,01 para ser mais exato. Nos últimos dois anos, portanto, não diminuímos; aumentamos o investimento em saúde.

Outro dado que também precisa ser analisado diz respeito à produção da Secretaria.
Para isso, é necessário analisar os números do DATASUS. Neles, mais indicadores, a demonstrar exatamente que os argumentos postos no citado artigo não correspondem à realidade. Se em 2014 foram realizadas 78.207 internações em nossa rede de saúde, em 2015 ocorreram 82.249, e em 2016, 93.732. Um crescimento de 19,85% em apenas dois anos. Já produção ambulatorial saiu de 23.930.174 atendimentos em 2014 para 25.368.797 atendimentos em 2016, crescendo mais de 8%. Uma simples análise de números, portanto, leva à conclusão que o aumento de investimento em saúde nos rendeu o crescimento do número de internações, consultas, cirurgias e procedimentos na nossa rede de saúde nos últimos dois anos.

Poderia falar ainda dos hospitais regionais, da eficiência no uso do recurso público, da abertura de 10 leitos de UTI em Caxias, de 10 leitos de UTI em Pinheiro, de 10 leitos de UTI em Santa Inês, de 8 leitos de UTI em Bacabal, de 8 leitos de UTI na Maternidade Marly Sarney, de 10 leitos de UTI em Imperatriz e na breve abertura de mais 10 leitos de UTI em Balsas, apenas para citar mais um dado, mas o espaço não o permite.

Iniciei com o professor Darrell Huff e pretendo com ele finalizar. Ele adverte, lá pelas tantas, que é bom analisar com bastante atenção fatos e números em jornais, livros, revistas e anúncios antes de aceitar qualquer um deles como correto. Às vezes, diz ele, um olhar cuidadoso melhora o foco, exatamente o que pretendemos aqui demonstrar. Aumentamos o número de unidades, o número de leitos, o número de leitos de UTI, os procedimentos, as cirurgias e internações, eis a realidade. Os dados são públicos e objetivos, mas é preciso adotar a metodologia correta para analisá-los, sob pena de enviesá-los somente para agradar a nossa torcida. Afinal de contas, os números não mentem, mas quem os manipula corre sempre o risco de fazê-lo.

*Secretário de Saúde do Maranhão

1 1.331 1.332 1.333 1.334 1.335 2.794

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