O deputado estadual Roberto Costa, vice-presidente do MDB, disse nesta manhã de terça-feira (8) em entrevista ao programa Bom Dia Mirante, da TV Mirante, que o partido vai disputar as eleições de 2020 com candidatos próprios nas principais cidades do Estado e anunciou que os dirigentes da legenda analisam os nomes da presidente nacional do IPHAN Kátia Bogéa, do juiz federal Carlos Madeira e do ex-deputado federal Vitor Mendes para prefeito de São Luís.
O parlamentar não adiantou quando o MDB pretende bater o martelo e definir quem o representará na sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Junior, apenas revelou que esteve reunido com o novo presidente do MDB nacional, deputado federal Baleia Rossi, e que a diretriz é para que a legenda apresente candidato próprio em todas as grandes cidades do país e que São Luís, Imperatriz, Bacabal, entre outros municípios, terão candidato a prefeito.
Partido que durante longos anos mandou na política do Maranhão, mas que virou “nanico” após duas acachapantes derrotas do grupo Sarney para o governador Flávio Dino, o MDB tentará ressurgir das cinzas em 2020 em São Luís, embora os nomes que apresente para a disputa na capital não possuam identidade com a cidade. Vitor Mendes faz política em Pinheiro, foi rejeitado pelas urnas e perdeu o mandato de deputado federal, enquanto Kátia Bogea e Carlos Madeira nunca se submeteram ao crivo das urnas.
Embora tenha tido seu nome citado por Roberto Costa, o juiz Carlos Madeira (pretende pedir aposentadoria) também é cortejado por outras legendas e, segundo comentam nos bastidores da sucessão municipal não estaria disposto a se aposentar da magistratura e ingressar na política com o carimbo de sarneysista. Recentemente, em conversa com o titular do blog Jorge Vieira, o presidente do Solidariedade, Simplício Araújo, apontou seu nome como pré-candidato do seu partido.
Pelo o que falou Roberto Costa, a ex-governadora Roseana Sarney é carta fora do baralho, pois em nenhum momento citou seu nome como pretendente a disputar o mandato de prefeito. O histórico de derrota do clã na capital, certamente deve ter pesado contra a filha de Sarney, que anunciou aposentadoria da vida pública, se arrependeu, tentou voltar, mas foi rejeitada ao ser derrotada de forma humilhante, no primeiro turno, na eleição 2018.
O plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, por unanimidade, na sessão desta segunda-feira (7), o Requerimento 551/19, de autoria do deputado Othelino Neto (PCdoB), presidente da Casa, propondo a realização de Sessão Solene em homenagem ao Tambor de Crioula, uma das expressões culturais genuinamente maranhenses e Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A data da solenidade será definida e o ato deverá contar com apresentações de grupos tradicionais da manifestação.
Praticada no Maranhão desde a época da escravidão, o Tambor de Crioula, importante manifestação afro-brasileira, foi reconhecida como Patrimônio Imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 2007, na gestão do então governador do Estado, Jackson Lago, tendo Gilberto Gil como ministro da Cultura à época.
“É uma homenagem mais do que justa a esta manifestação cultural maranhense que já está arraigada em nossa história há séculos, que tem sua importância reconhecida nacionalmente e que faz com que nos orgulhemos das nossas origens e da nossa força cultural”, justificou o presidente Othelino Neto.
O Tambor de Crioula, que envolve dança circular, canto e percussão, tem sua origem ligada à resistência cultural dos negros e de seus descendentes. Atualmente, no Maranhão, vem sendo apropriado por grupos distintos e praticado por estudantes, artistas e intelectuais. Só na Grande São Luís, atualmente, há cerca de 110 grupos de tambor de crioula, alguns já com meio século de existência.
Ao visitar o sítio do PROCON ( http://www.procon.ma.gov.br), vemos a quantidade inesgotável de ações promovidas pela autarquia, agora sob comando eficiente e discreto da gestora Adaltina Queiroga, sem que exista a personificação, o exibicionismo e a promoção pessoal da referida gestora.
Ao contrário do que existia antes, a atual gestora Adaltina zela pela transparência e sem o personalismo anterior, onde qualquer ato de mera rotina administrativa era motivo de absurda e ilegal promoção pessoal.
No sitio do PROCON vemos dentre suas ações recentes, que a autarquia atendeu mais de 2 mil pessoas durante a Semana de Renegociação de Dívidas no mês de setembro. Imagine-se o carnaval que não seria se quem mandasse ainda no PROCON fosse o deputado Hildelis Duarte Júnior ou sua preposta, Karen Barros! Seria um festival de promoção pessoal, de centenas de likes no Instagram, Facebook, etc. Tudo seria motivo para holofotes, promoção pessoal e abuso de poder.
Com o fim do ano batendo na porta e as regras do jogo definido para o pleito de 2020, os partido que vão disputar o pleito com candidatos próprios, mas que ainda estudam a melhor opção, começam movimentar seus bastidores visando a escolha do nome ideal para passar pelo crivo das urnas.
O partido Solidariedade, segundo o presidente estadual, secretário de Indústria e Comércio do Estado, Simplício Araújo, vai reunir em novembro para definir quem será o candidato a prefeito de São Luís, principal colégio eleitoral do Estado.
São considerados pré-candidatos o próprio Simplício e o juiz federal Carlos Madeira, mas o partido ainda aguarda uma decisão do PDT sobre a liberação do deputado estadual Yglésio Moisés para bater o martelo.
Segundo Simplício Araújo, caso o PDT resolva liberar Yglésio para que ele possa disputar por outra legenda a Prefeitura de São Luís, o Solidariedade estará de portas abertas para recebê-lo com candidato.
O presidente estadual do SDD, no entanto, adverte que, independente da liberação de Yglésio, o partido terá candidato próprio à sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT).
Pesquisa inédita realizada pelo Instituto Data Popular com a classe C em todas as regiões do Brasil revela que 74% desejam que a Operação Lava Jato continue. Além disso, 51% avaliam a força-tarefa como ótima ou boa. O levantamento, denominado Data Check-up Brasil – Classe C, aponta também que o apoio é seguido de uma visão crítica de 43% dos entrevistados, que afirmam que a ação prejudicou a economia do país. Essa é a primeira pesquisa com foco exclusivo nesse segmento social, que representa mais da metade da população.
Entre os que defendem a manutenção da Operação, a maioria é de mulheres (79%), com 35 a 44 anos (79%) e ensino médio e superior completos (79%). Outros 21% querem o fim da Lava Jato e 5% não souberam opinar. O percentual que avalia a força-tarefa como ruim ou péssima é de 27%.
Além disso, a maioria dos entrevistados acredita que a Lava Jato é um importante instrumento de combate à corrupção (74%) e que políticos e empresários terão um comportamento mais honesto a partir da ação (57%).
Em outra frente, para 53%, juízes e promotores utilizam a ação para perseguir adversários políticos e que a força-tarefa comete muitos excessos, impedindo que os denunciados tenham direto à ampla defesa (42%).
Corrupção – Levantamento aponta ainda que a maioria dos entrevistados percebe corrupção nos três poderes e no empresariado brasileiro. Outro dado de destaque é sobre o grau de corrupção: 92% opinaram que ela está muito presente no Poder Legislativo, 86% no Executivo, 80% no Judiciário e 87% entre os empresários.
Melhora – Apesar do contexto político, a maior parte da classe C é otimista com relação ao cenário econômico do país e aposta em uma melhora nos próximos meses (38%). Para a maioria (53%), haverá ainda um avanço na renda pessoal.
O objetivo do Data Popular é que a pesquisa, com foco específico na classe C, seja realizada mensalmente, abordando assuntos sobre opinião pública/comportamento e mercado/consumo. Nessa primeira edição, o Data Check-up Brasil – Classe C traz um panorama do cenário econômico brasileiro, corrupção e Operação Lava Jato, consumo de mídia/redes sociais e relação com instituições financeiras.
“Queremos dar voz àquela que é a maior classe social brasileira. Entender seu comportamento, hábitos de consumo e opiniões. Apesar de tamanha representatividade, essas pessoas ainda são pouco ouvidas e isso é fundamental para entendermos o contexto social e econômico atual”, afirma Marcio Falcão Lopes, Gerente de Pesquisa e Inteligência de Mercado do Instituto.
A pesquisa ouviu 1.020 pessoas com renda entre R$ 1.646,95 e R$ 4.144,67, em 33 cidades brasileiras (escolhidas a partir de critérios populacionais), sendo 19 delas capitais. A margem de erro do levantamento, realizado entre os dias 4 e 18 de setembro, é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Classe C – Para compreender quem é o público pertencente à classe C, há diferentes critérios estabelecidos por instituições e especialistas da área. O principal deles é a renda mensal. Dados do IBGE revelam que esta é a maior parcela da população brasileira, representando 51%. Segundo o Data Popular, o protagonismo dessas pessoas é crescente e formado por um público heterogêneo com poder de consumo ativo.
Data Popular – Com 17 anos de mercado, o Instituto Data Popular é uma empresa de referência quando o assunto é pesquisa e consumo popular no Brasil. O foco da sua atuação é mostrar “o Brasil de verdade”, ouvindo, por meio de pesquisas quantitativas e qualitativas, consultoria e outras metodologias o público das classes C, D e E. (Fonte Instituto Data Popular)
Como não se bastasse as reformas trabalhista e previdenciária que nenhum benefício trouxeram ao trabalhador brasileiro, agora, segundo reportagem do jornal O Globo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) que acabar com a estabilidade dos servidores públicos.
Conforme a publicação do jornal, Bolsonaro teve neste domingo (6) um encontro fora da agenda com Rodrigo Maia para discutirem uma reforma administrativa que contemple o fim da estabilidade dos servidores públicos, que poderiam passar a ser demitidos.
Com a reforma pretendida por Bolsonaro, os servidores públicos, que hoje têm estabilidade no emprego, podem perdê-la se a forma administrativa que começa a ser discutida em Brasília vier a ser aprovada.
“Sem constar na agenda oficial, o presidente Jair Bolsonaro se encontrou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na manhã deste domingo no Palácio da Alvorada, para discutir o envio nos próximos dias da reforma da administrativa, que prevê o fim da estabilidade para servidores públicos, e outro texto para a regra de ouro, que, segundo Maia, terá ‘gatilhos para controlar as despesas obrigatórias do governo”, diz a matéria assinada pela jornalista Naira Trindade.
Esclarecedora a entrevista do secretário de Saúde do Estado, Carlos Lula à TV Mirante na manhã de sexta-feira (4) sobre mais uma Fake News espalhada pela oposição. Muito se fala dos centros de hemodiálise no Maranhão. Mas, só não ouvimos falar sobre a antecipação de 65% do valor da obra, em 2014, para a empresa responsável pela construção dos centros, sem que alguma coisa tenha sido feita efetivamente, à época. O lamentável episódio aconteceu na gestão da ex-governadora Roseana Sarney. Como consequência, desde 2015 o atual governo busca o ressarcimento do recurso liberado irregularmente na gestão do governo de 2014, assim como a finalização das obras dos centros.
Nesta sexta-feira (4), o secretário estadual de saúde, Carlos Lula, falou sobre os centros de hemodiálise durante entrevista ao vivo, concedida ao jornalista Roberto Fernandes, no programa Bom Dia Mirante, da TV Mirante.
“Quando assumimos existiam 25 cadeiras de hemodiálise. Hoje temos 226 espalhadas por unidades de todo o estado. Conseguimos fazer o que nunca foi feito antes: zeramos a fila”, afirmou em resposta ao jornalista após a exibição de uma matéria que mostrava o Centro de Hemodiálise, recém-inaugurado, vazio.
Carlos Lula pontuou o porquê de apenas 14 cadeiras de hemodiálise estarem sendo utilizadas, inicialmente, no Centro de Hemodiálise São Luís. “Eu não tenho pacientes para abertura das outras máquinas. À medida que os pacientes forem transferidos dos hospitais que eles se encontram na ilha, eu vou abrir as outras. Contamos com todas as máquinas e profissionais no Centro de Hemodiálise São Luís. Zeramos a fila de espera e estamos em busca de pacientes soltos no SUS”, completou.
Ao ser questionado sobre os Centros de Hemodiálise, que deveriam ter sido entregues, Carlos Lula relembrou que, em 2014, Roseana Sarney pagou 65% do valor total das obras ocasionando um calote da empresa na entrega do serviço. “Nós estamos resolvendo isso na Justiça. O importante é saber que todos os envolvidos no processo vão pagar”, finalizou.