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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 16/jan/2023

Isolado, Braide recorre a Brandão e mostra fraqueza política

Que o prefeito de São Luís Eduardo Braide tem demonstrado, cada vez mais, não ser muito afeito ao diálogo não é novidade para ninguém. A reclamação é geral entre os políticos, os prestadores de serviços da Prefeitura e a população em geral.Temendo desgaste ainda maior por conta desse estilo eremítico, o prefeito resolveu recorrer ao governador Carlos Brandão, que tem se mostrado ser totalmente o oposto, e costuma dialogar, inclusive, com adversários.Hoje, Braide se reuniu com o governador no Palácio dos Leões, e demonstrou, pela primeira vez, que está preocupado com seu atual momento político. Temendo enfrentar uma unidade no grupo de Brandão nas eleições de 2024, o prefeito recorreu pela primeira vez, em dois anos, ao diálogo com o Executivo Estadual.Braide sabe da força de Brandão e do interesse do governador nas eleições municipais de São Luís. E, também, que o alvo agora é 2024.Depois de passear dois anos em mares calmos por causa de uma disputa estadual ferrenha, o prefeito de São Luís demonstra preocupação com a oposição que, diga-se de passagem, tem muito a explorar sobre a pífia gestão que ele vem fazendo na capital maranhense.O encontro de hoje é mais uma demonstração de fraqueza política de Eduardo Braide.

  • Jorge Vieira
  • 16/jan/2023

Imagens do vandalismo bolsonarista exibidas pelo Fantástico são absurdas e vergonhosas, diz Brandão

As imagens da brutalidade de vândalos bolsonaristas destruindo o patrimônio público nacional no fatídico 8 de janeiro, após invasão dos prédios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal, exibidas pelo Fantástico, da TV Globo, na noite de domingo (15), foram consideradas pelo governador Carlos Brandão como “absurdas e vergonhosas”

“As imagens dos ataques antidemocráticos exibidas no show da vida são absurdas e vergonhosas, mas a democracia resiste e permanecerá sendo nosso guia norteador. Felizmente, os poderes constituídos, todos juntos, reagiram à altura. O Brasil vai superar esse episódio fatídico”, disse o governador do Maranhão em sua página no Twitter.

As imagens captadas pelas câmeras segurança do Planalto não deixam dúvida quanto a falta de resistência da segurança. Os terroristas quebraram vidraças, destruíras obras de arte, móveis, alguns sem esconder o rosto, mas o Batalhão da Guarda Presidencial e o Regimento de Cavalaria de Guarda, que tem a missão de proteger o Palácio, nada fizeram.

Diante das cenas de selvageria, o ministro das Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino também recorreu às redes sociais para se manifestar e destacar a importância das medidas adotadas para restabelecer a ordem na capital federal e evitar a concretização do golpe perpetrado por bolsonaristas.

“As imagens exibidas pelo Fantástico mostram a imprescindibilidade das medidas adotadas desde a tarde do domingo: intervenção federal no DF; cerca de 1.500 pessoas presas; buscas e apreensões; ações de indenização. E as investigações estão apenas começando e não vão parar”, observou Dino.

As cenas inéditas exibidas pelo Fantástico foram chocantes, mas a democracia resistiu, se fortaleceu e vai atrás dos terroristas que tentaram destruí-la.

  • Jorge Vieira
  • 14/jan/2023

Ex-ministro Anderson Torres chega a Brasília e é preso pela Polícia Federal

Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres pousou em Brasília, no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, vindo de um voo de Miami, nos Estados Unidos, por volta das 7h15, deste sábado (14/1). De acordo com os advogados, Torres se entregou à Polícia Federal logo após chegar ao Brasil.

As forças de segurança montaram um esquema especial para receber Anderson Torres. Ao descer da aeronave, o ex-ministro foi recebido por um delegado da PF e encaminhado ao hangar da corporação no Aeroporto de Brasília.

O pedido de prisão preventiva decorre do inquérito que apura os atos terroristas ocorridos em Brasília no último dia 8. No dia dos ataques aos prédios do Supremo, do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto, Torres estava de férias, em Orlando, nos Estados Unidos.

  • Jorge Vieira
  • 13/jan/2023

Dino diz que pedirá extradição de Torres caso ele não se apresente até 2ª

O ministro de Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, afirmou que o governo federal vai esperar até a próxima segunda-feira (16/1) para que Anderson Torres, ex-chefe da pasta, se apresente à Justiça. Caso isso não aconteça, o Executivo deve pedir a extradição do ex-ministro ao governo norte-americano.

Anderson Torres é investigado no âmbito do inquérito que apura os atos antidemocráticos após a depredação dos prédios na Praça dos Três Poderes e teve prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes. Ele estava passando as férias em Orlando, nos Estados Unidos.

“Temos o anúncio de que o senhor Anderson, nos próximos dias, após a decretação de prisão, iria se apresentar, mas não houve ainda a marcação da data [de apresentação]. Nós vamos aguardar até a segunda-feira, nós desejamos que ele se apresente. Caso essa apresentação não se confirme, pelos mecanismos de cooperação internacional, vamos deflagrar na próxima semana os procedimentos voltados para a realização de extradição”, afirmou Dino.

A fala ocorre no dia seguinte à divulgação de que o ex-ministro de Bolsonaro guardava um rascunho de decreto para mudar o resultado da eleição.

O documento foi encontrado dentro de um armário na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres durante buscas da Polícia Federal, que vai investigar as circunstâncias de sua elaboração.

  • Jorge Vieira
  • 13/jan/2023

Mical Damasceno é ameaçada de cassação por apoiar ataques em Brasília

A deputada estadual Mical Damasceno (PSD) pode acabar perdendo o mandato na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão (Alema), por incentivar os ataques de vandalismo registrados em Brasília, no último domingo (8).

Mical é alvo de uma petição online criada pelo professor e músico maranhense, Wesley Sousa Corrêa. No abaixo-assinado, o educador diz que a deputada estadual “aplaudiu” os atos extremistas em Brasília, “compartilhando vídeos e textos que parabenizavam os criminosos”.

Até esta terça-feira (10), quase 1.800 pessoas já haviam assinado a petição pela cassação de Mical Damasceno. Candidato a deputado federal não-eleito pelo Cidadania em 2022, Wesley Sousa alega que o Poder Legislativo maranhense não pode permitir em seu quadro parlamentar, “uma pessoa que apoie” crimes contra o processo democrático. .

“Cabe à Assembleia Legislativa do Maranhão não permitir que um de seus parlamentares, que deveria cumprir honradamente os deveres da função, seja um propagador e patrocinador de crimes e do caos”, aponta Wesley Sousa.

Postagens apagadas – Durante as cenas de terrorismo protagonizadas por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) insatisfeitos com o resultado das urnas, a deputada Mical Dasmasceno teria feito diversas postagens defendendo os ataques criminosos. Mas ao menos uma dessas postagens foi salva e repostada por outros usuários da internet. No vídeo, é possível ouvir Mical dizer “entramos” e que a invasão ao Palácio do Planalto “vai entrar para a história”.

“Isso vai ficar para a história, a história dos meus netos e dos meus bisnetos, a história que vocês podem contar. A casa é nossa. Entramos”, disse a deputada no vídeo.

Uma das pessoas que republicou o vídeo de Mical Damasceno, foi o advogado e professor universitário maranhense, Thiago Viana.

“Eu gravei” Questionada nas redes sociais pelo deputado estadual eleito Carlos Lula (PSB), se havia ou não defendido os atos em Brasília, Mical Damasceno respondeu:

“Manifestações sim; mostrar a força do povo; mas discordo totalmente sobre qualquer ato de vandalismo”.

Após as críticas contra o apoio ao vandalismo em Brasília, além de apagar a postagem Mical tentou contornar o mal-estar com outra publicação, dessa vez defendendo que é

necessário “buscar a justiça de forma democrática, respeitando às leis, sem depredação às instituições”.

Entretanto, alguns internautas não ‘engoliram’ a fala moderada da parlamentar. “A deputada viu a repercussão e apagou a postagem no Instagram, mas ela terá de se explicar para a Alema e para a sociedade. Eu gravei”, disse o advogado e professor universitário maranhense, Thiago Viana.

Ainda no domingo, após a repercussão dos atos antidemocráticos em Brasília, a Alema publicou nota de repúdio, onde diz que “em um ambiente democrático, toda e qualquer manifestação de caráter golpista e autoritária merece nosso mais profundo repúdio.

De acordo com o artigo 286 do Código Penal brasileiro, incorre em crime o ato de incitar publicamente práticas criminosas, com pena de até seis meses de prisão.

Mical Damasceno é defensora confessa do bolsonarismo no Maranhão. Em sua biografia ela se classifica como “cristã” e “conservadora em defesa da família”.

  • Jorge Vieira
  • 12/jan/2023

Polícia Federal encontra na casa de ex-ministro minuta para Bolsonaro mudar resultado da eleição

A Polícia Federal encontrou na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres uma minuta (proposta) para Jair Bolsonaro (PL) decretar um estado de defesa na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com o texto, o objetivo era mudar o resultado da eleição, em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou. A medida seria inconstitucional.

De acordo com informações publicadas nesta quinta-feira (12) pela Folha de S.Paulo, o documento foi encontrado no armário do ex-ministro durante busca e apreensão na última terça-feira (10). “O material dá indicação de ter sido feito após a realização das eleições”, destacou a reportagem do jornal paulista.

Antes de terminar o mandato, Bolsonaro defendeu a participação das Forças Armadas na apuração do resultado das eleições. Nos últimos anos, ele também tentou passar para a população a mensagem de que o Poder Judiciário atrapalha o governo.

Partidos de oposição denunciaram publicamente a hipótese de o bolsonarismo tentar um golpe.

Em novembro do passado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) multou o PL em R$ 22,9 milhões após o partido questionar a confiança das urnas eletrônicas. (247)

  • Jorge Vieira
  • 12/jan/2023

Governo segue entendimento do MPMA e restabelece leis contra discriminação sexual no Maranhão

Após pedido do Ministério Público do Maranhão, o governador Carlos Brandão vetou três projetos de lei, aprovados no final de 2022, todos de autoria da deputada Mical Damasceno, que tratavam de questões ligadas à identidade de gênero. Em 30 de dezembro do ano passado, o Ministério Público do Maranhão, por meio da Secretaria para Assuntos Institucionais, já havia se posicionado em oposição aos projetos de lei.

O primeiro projeto vetado tratava da proibição do uso de linguagem neutra ou dialeto não binário em escolas do Maranhão. Também foi vetado o projeto de lei que proibia a instalação de banheiros multigêneros em ambientes públicos ou privados no estado. No veto, o Executivo estadual afirmou que a falta de uma ampla discussão, envolvendo os diversos campos da sociedade, “pode redundar em política pública discriminatória e excludente com danos potenciais às populações atingidas pelo projeto de lei”.

Outro projeto apresentado pela deputada Mical Damasceno, e também vetado pelo governador Carlos Brandão, buscava revogar uma lei, já em vigor, que obrigava estabelecimentos comerciais de todo o Maranhão a afixar em suas entradas placas informando sobre a proibição da “prática de discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero”.

Nota pública – Em 30 de dezembro de 2022, o Ministério Público do Maranhão divulgou uma nota na qual se posicionava contra os projetos de lei aprovados pela Assembleia Legislativa do Maranhão. O documento afirma que os projetos vão de encontro à Constituição Federal e decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

“O Ministério Público do Estado do Maranhão entende como altamente recomendável que não ocorram retrocessos legislativos nem sociais no campo dos direitos humanos das pessoas LGBTQIA+, para que seja prevenida a prática de crime de homotransfobia, bem como de discriminação contra a diversidade de gênero e a orientação sexual de cidadãos sujeitos de direitos e, em consequência, grave ofensa à dignidade da pessoa humana”, afirmava a nota pública.

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