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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 14/out/2013

Flávio Dino e bispo do Rio inauguram Central Digital do Cristo Redentor

Foi
inaugurada na última sexta-feira, a Central Digital do Cristo Redentor, uma
parceria entre a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) e a Arquidiocese do
Rio de Janeiro,  para levar informações aos turistas que visitam o cartão
postal mais conhecido da cidade. A Central terá cinco totens distribuídos em
diversos pontos do monumento para que o visitante se informe sobre os inúmeros
roteiros turísticos do país.
“O
Rio de Janeiro é o destino turístico brasileiro líder em entrada de turistas e
tem no Cristo Redentor o seu principal cartão-postal, com grande fluxo de
estrangeiros. Esses cinco totens são uma ação de marketing muito bem
posicionada que, com certeza, estimularão os turistas a conhecerem outras de
nossas belezas”, afirmou o presidente da Embratur, Flávio Dino.
No ano
passado, o monumento do Cristo Redentor, que fica no Parque da Tijuca,
registrou uma visitação média de 5,5 mil pessoas diariamente. Em todo o ano de
2012, mais de dois milhões de pessoas estiveram no morro do Corcovado para
visitar o Cristo e apreciar a fantástica vista da cidade do Rio de Janeiro. O
recorde histórico de visitantes aconteceu em julho deste ano, quando,
diariamente, mais de 20 mil pessoas estiveram no Cristo Redentor durante a
realização da Jornada Mundial da Juventude
O
arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, que participou da inauguração
junto com o presidente da Embratur, acredita que a Central Digital é mais um instrumento
de interação entre os turistas que visitam o Cristo e as demais regiões do
país.  “Fico muito feliz em saber que a monumento do Cristo Redentor,
no Rio de Janeiro, poderá contribuir com a ida de turistas a outros estados do
Brasil”, afirmou Dom Orani. Também participou da inauguração da Central
Digital, o subsecretário de Turismo do Estado do Rio, Claudio Magnavita.
Flávio
Dino lembrou que a Central Digital do Cristo Redentor é inédita no país e vai
ajudar a aumentar o fluxo turístico para outras regiões do Brasil. “Vamos
encerrar 2013 com mais de 6 milhões de turistas estrangeiros visitando o
Brasil. Para 2014, a expectativa é que o número chegue a mais de 7 milhões”,
ressaltou o presidente da Embratur.

  • Jorge Vieira
  • 14/out/2013

DEM orienta parlamentares do Maranhão a formar palanque para Aécio Neves

Antonio Pereira é um dos deputados remanescentes do DEM

As
notícias do fim de semana não foram nada animadoras para oligarquia que tenta
se perpetuar no poder. Além da informação trazida no domingo pelo jornal O
Estado de São Paulo dando conta da decisão da presidente Dilma Rousseff e do
ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva se afastarem do clã Sarney o Maranhão,
e da decisão as editora alemã Konigshausen & Neumann de mandar para o lixo
o livro Saraminda, agora é o DEM que está orientando seus deputados no estado a
formarem palanque para o presidenciável Aécio Neves (PSDB).


Por
conta da fidelidade partidária, os deputados César Pires e Antônio Pereiras, os
únicos que permaneceram na legenda no estado após a criação do PSD, poderão
enfrentar problemas, uma vez que foram convocados a seguir a orientação da direção
nacional e montarem palanque para o senador por Minas Gerais em sua campanha
pela presidência da República em 2014.

Os
deputados remanescentes contatados pelo blog, no entanto, preferiram o
silêncio, visto que ambos fazem parte da bancada que dar sustentação política
ao governo de Roseana Sarney. Nos bastidores da sucessão são fortes os
comentários de que ambos terão que se ajustar à política nacional do DEM sob
penas da guilhotina descer sobres suas cabeças.

  • Jorge Vieira
  • 14/out/2013

Um Sarney para alemão não ler

Editor
que usou bolsa de tradução do Brasil pensa em destruir edição do livro
‘Saraminda’ 
SILVIO
ESSINGER ( OGLOBO)
RIO – A
editora Königshausen & Neumann resolveu não distribuir “Saraminda”, do
ex-presidente José Sarney, depois que o consulado do Brasil em Frankfurt deixou
de cumprir sua parte do contrato, de comprar 500 exemplares da obra.
Beneficiado pelo programa de traduções da Biblioteca Nacional, que, segundo seu
coordenador, Fabio Lima, investe em média US$ 8 mil em cada tradução,
“Saraminda” tinha lançamento previsto na Feira do Livro de Frankfurt, encerrada
ontem.
— Assumo
o prejuízo de ter uma publicação para ninguém ler, mas prefiro desistir porque
me senti iludido pelo consulado — disse ao GLOBO o editor Thomas Neumann, que
admitiu a possibilidade de destruir os volumes já impressos.
Até
ontem, Fabio Lima não havia tomado conhecimento da suspensão do projeto. A BN
disse que espera a confirmação da decisão para tentar receber de volta a verba
já transferida. O tradutor Markus Sahr recebeu os seus honorários diretamente
do editor alemão.
Coproprietário
da editora especializada em livros científicos, principalmente de filosofia,
Neumann explicou que só incluiu no seu catálogo um livro de ficção, ainda mais
de um autor “conhecido como político, mas não como escritor, pelo menos na
Europa”, por insistência do consulado, na época (e até março deste ano)
chefiado por Cezar Amaral. O financiamento da BN só é possível quando uma
editora estrangeira solicita a bolsa de tradução e se compromete a publicar a
obra. O consulado, através da então chefe do setor cultural, Rita Rios Bonfim,
convenceu Thomas Neumann a editar “Saraminda”.
— Aceitei
porque o consulado garantiu comprar um número determinado de exemplares e,
confesso, porque não sabia direito quem era Sarney. Hoje sei que o meu erro foi
grande. Depois de ler muito sobre ele na internet, sobre seu papel em governos
passados, fiquei com a impressão de que é uma espécie de Berlusconi do Brasil —
disse o editor.
Presentes
oficiais
Desde
junho no posto, o cônsul Marcelo Jardim reagiu com surpresa à informação de
promessa de compra, dizendo que “a história é contraditória”.
— O
consulado não tem biblioteca, e por que compraria livros?
Além de
ficar irritado pelo não cumprimento do contrato, Neumann passou a temer colar à
sua editora uma imagem negativa ao publicar um livro cuja tradução fora
promovida por critérios de amizade e de “influência de poderosos”.
De Rita,
sua interlocutora no processo, ele recebeu a informação de que os livros seriam
usados como presentes oficiais do consulado. Na negociação do livro de Sarney,
Rita conseguiu “vender” também o seu próprio livro “Poemas e pedras — a relação
entre poesia e arquitetura partindo de Rodin e Rilke”. O ensaio recebeu a bolsa
da BN e está na agenda da Königshausen & Neumann para lançamento em 2014.
“Saraminda”
foi lançado no Brasil no ano 2000 e já foi traduzido para o romeno, espanhol,
francês e húngaro.

  • Jorge Vieira
  • 14/out/2013

Juiz contesta José Sarney e afirma que entidade pediu reorganização do sistema penitenciário

JORNAL
PEQUENO

O último
domingo foi marcado pela polêmica entre o senador José Sarney (PMDB-AP) e os
juízes maranhenses. Em seu artigo dominical, Sarney acusou juízes por uma
determinação de “prender todos juntos sem distinção de regime”,
afirmação prontamente contestada pelo presidente da Associação dos Magistrados
do Maranhão, Gervásio Protásio Jr.

Logo nas primeiras horas do domingo, Protásio afirmou via facebook que o artigo
do senador havia errado em tentar justificar o problema das penitenciárias
maranhenses por uma suposta determinação dos juízes de “misturar” os
detentos com penas diferentes, entre outros argumentos.

Gervásio apontou que, entre outras ações requeridas ao Estado pelo juízes da
Execução Penal da capital, estava a redistribuição dos presidiários de acordo
com suas penas e crimes cometidos. A portaria 081/2013 data de agosto de 2013 e
foi assinada pelos juízes Roberto de Paula e Fernando Mendonça, que afirmava:

“Em se falando de números, são 900 presos definitivos e 1.800 provisórios,
todos eles misturados e distribuídos nessas unidades prisionais”, enfatizou o
juiz. E continua: “A histórica desorganização da gestão de pessoal e
financeira, a terceirização de serviços, a superpopulação carcerária e a
mistura de presos definitivos e provisórios, são fatores que fortalecem facções
criminosas dentro dos presídios e fomentam graves violações dos direitos
humanos, além de gerar tensão, violência entre apenados, fugas, rebeliões e até
mortes”.

O presidente dos magistrados afirmou ainda que o senador e chefe do grupo que
comanda do governo do estado desde 1966 não informou um dos graves problemas do
sistema carcerário maranhense: a defasagem das vagas nos presídios maranhenses,
que acarreta a superlotação e condições subumanas aos presidiários.

A resposta de Gervásio Protásio Jr. veio após o senador José Sarney afirmar que
“o secretário determinou que os presos fossem separados por regime de
prisão, “semiaberto” e “fechado”. O Juizado de Execução Penal mandou modificar
e isso colocou na mesma habitação, antagônicos, membros de facções rivais e o
confronto aconteceu”, exatamente o inverso do que a portaria assinada
pelos juízes de Execução Penal informaram ainda em agosto à Secretaria de
Justiça e Administração Penitenciária.

Veja a íntegra do comentário feito por Gervásio Jr neste domingo:

“Em sua tradicional coluna no Jornal Estado do Maranhão, o Senador José
Sarney atribuiu aos recentes episódios ocorridos no Complexo Penitenciário de
Pedrinhas, entre outros fatores, segundo suas palavras, ao fato de que “o
Juizado de Execução Penal mandou modificar e prender todos juntos sem distinção
de regime” fechado e semi-aberto. É natural que, em face de suas múltiplas
atribuições, o senador não tenha sido corretamente informado, pois a Portaria
assinada pelos juízes da execução da capital DETERMINAVA justamente que os
presos fossem separados por Regime, como prevê a Lei de Execução Penal – LEP (e
não o oposto, como consta do artigo). Portanto, a decisão de mandar cumprir a
LEP não está entre as causas do trágico episódio (que se repete, praticamente,
semanalmente). Porém, faltou incluir na análise que o principal fermento das
rebeliões no Maranhão é a superlotação carcerária (que facilita a atuação das
facções criminosas). Hoje, o sistema precisaria, no mínimo, duplicar o número
de vagas (o deficit supera a 2 mil vagas), além da necessidade de construir
presídios no interior do estado e um destinado a presos de segurança máxima.
Também faltou registrar que o tema não está entre as prioridades do Executivo
estadual, que não tem sequer sinalizado como solucionará a falta de vagas em
nosso sistema. Enfim, mas quem sabe esses tristes acontecimentos e as palavras
do Senador Sarney não sirvam para acordar o governo, afinal, antes tarde do que
nunca.”

  • Jorge Vieira
  • 14/out/2013

Lula e Dilma se afastam de Sarney no Maranhão

O Estado
de S.Paulo
Depois de
prestigiar o poder do clã Sarney na política nacional e manter uma relação
próxima nestes últimos 11 anos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a
presidente Dilma Rousseff acertaram uma “traição cirúrgica” ao
senador José Sarney e a sua família, que comandam o Maranhão há 50 anos.
Em
reunião no Alvorada na quinta-feira passada, os coordenadores da campanha pela
reeleição de Dilma concluíram que chegou a hora de o governo apoiar a eleição
de Flávio Dino (PC do B) no Estado e garantir um palanque forte para a
presidente no Maranhão. O presidente do PT, Rui Falcão, foi contra, mas foi
voto vencido.
A própria
dinâmica da política local guiou a decisão do grupo formado pelos ministros
Aloizio Mercadante, o marqueteiro João Santana, o ex-ministro Franklin Martins,
o presidente do PT, Rui Falcão, além de Lula e Dilma. A atual governadora,
Roseana Sarney (PMDB), que está em seu segundo mandato consecutivo, não poderá
concorrer. O escolhido da família é o secretário de Infraestrutura do Estado,
Luís Fernando Silva, que não está bem posicionado nas pesquisas eleitorais. Um
palanque patrocinado pelos Sarney, na avaliação do grupo, seria
contraproducente. O apoio a Dino poderá interditar, ainda, qualquer costura
local do PC do B com o PSB para franquear palanque à dupla Eduardo Campos-Marina
Silva.
O cenário
é ruim para Roseana e para a reprodução do apoio do Planalto à governadora. Ela
enfrenta problemas na disputa pela única vaga ao Senado em 2014. Seu principal
adversário ao cargo, o vice-prefeito de São Luís, que é do PSB, está à frente
nas pesquisas. Além disso, se Roseana deixar o governo para concorrer ao Senado
em 2014, o vice-governador Washington Luiz Oliveira, do PT, assume o Estado. O
clã Sarney considera que Washington não é completamente alinhado com a família
e teme que ele não trabalhe com afinco para ajudar a eleger o escolhido para
suceder à governadora.
O PT do
Maranhão, por sua vez, está em crise desde 2010, porque foi obrigado a apoiar a
reeleição de Roseana, quando queria se aliar a Flávio Dino. Houve intervenção
de Lula no PT local e isso acabou enfraquecendo o partido, que perdeu muitos de
seus integrantes.
Além
disso, neste momento, o próprio PC do B está cobrando o Planalto que abra
espaço para o nome de Dino porque o partido é um aliado tradicional do governo
e tem no Maranhão o único Estado capaz de eleger um governador. Dino, que hoje
preside a Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), pode articular um palanque
para o PSB ou PSDB no Estado se for rifado pelos petistas.
Colateral.
O descolamento de Dilma e Lula de
Sarney será, no entanto, cuidadosamente planejado para não produzir efeitos
colaterais indesejados na aliança PT-PMDB em outros Estados. A ideia é
circunscrever o rompimento ao Maranhão. Lula está disposto, por exemplo, a dar
apoio a Sarney se quiser tentar a reeleição pelo Amapá.

  • Jorge Vieira
  • 14/out/2013

Quilombolas e as barreiras para concluir o ensino médio na área rural do Maranhão

Agência
Brasil

As
dificuldades para concluir a formação básica nas comunidades quilombolas na
área rural de Codó, no interior no Maranhão, são muitas. Deixar o ensino médio
e ingressar no ensino superior, é mais difícil ainda. O Exame Nacional do
Ensino Médio (Enem) e as cotas sociais e raciais facilitam o acesso à
universidade, mas, para o jovem quilombola, mais uma barreira surge quando vai
para a cidade estudar: faltam condições financeiras para se manter.
Marcello
Casal Jr/Agência Brasil
Maranhão
tem mais de um quarto entre 2 mil escolas em área remanescente de quilombos do
país
As
comunidades quilombolas são grupos étnicos – predominantemente constituídos
pela população negra rural ou urbana –, que se autodefinem a partir das
relações com a terra, o parentesco, o território, a ancestralidade, as
tradições e práticas culturais próprias. De acordo com Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2011, no Brasil,
eram 214,5 mil matrículas no ensino básico em comunidades quilombolas. Dessas,
46,2 mil no Maranhão.
Na hora
de ingressar no ensino superior, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
(Pnad) de 2012 mostra uma desvantagem da população negra (na qual estão
incluídos os moradores das comunidades quilombolas) em relação à população
branca. Enquanto 22,1% dos jovens brancos de 18 a 24 anos estão no ensino
superior, 9,9% da população parda e 7,8% da população preta estão nessa etapa
de ensino. As proporções se mantêm praticamente constantes desde 2009, quando
21,3% dos brancos, 8,5% dos pardos e 7,2% dos pretos de 18 a 24 anos estavam no
ensino superior.
Dos 29
alunos formados no Centro Quilombola de Alternância Ana Moreira (Ceqfaam), em
Codó, cinco passaram pelo Enem, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu)
para o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA).
Nesse processo as cotas destinadas ao ensino público – pela Lei 12.711/2012 as
instituições federais de ensino devem reservar 50% das vagas para esses
estudantes até 2016 – também ajudam.
Marcello
Casal Jr/Agência Brasil
Segundo o
Inep, no Estado existem 574 centros de ensino. Em Codó, estão 13 comunidades
Francimara
Delgado Nunes é uma dessas estudantes. Ela obteve a pontuação 520 no Enem, em
uma escala de até mil pontos, e foi aprovada, em segunda chamada, para ciências
agrárias no IFMA. “Quando eu soube do resultado, que eu tinha passado, fiquei
muito contente, sai espalhando para quase todo mundo”, disse. Ela concluiu o
primeiro semestre de 2013 e ingressou no segundo. Mas, há quase um mês decidiu
abandonar o curso.
“As
dificuldades que eu mais tinha é porque não conseguia manter as despesas da
escola e as despesas de casa”, declarou. Além da dificuldade financeira,
Francimara encontrou outros empecilhos. “Me sentia excluída. Às vezes eu mesma
me excluía do grupo porque eu ficava analisando que todos eram de cidade e eu
era do interior. Eestava tendo bastante dificuldade em algumas disciplinas,
principalmente em matemática”, disse.
Francisco
Carlos da Silva, uma das lideranças da comunidade quilombola Centro do
Expedito, onde mora Francimara, destacou que o problema não é enfrentado só por
Francimara. “Infelizmente, os jovens não vão mais adiante [na formação] por
causa da questão econômica. A gente não tem condições de manter um jovem na
cidade. E ainda tem a questão da marginalidade, das drogas. Quem quer pegar o
filho e jogar na cidade sem acompanhamento? É um risco não é?”,indaga.
Para
amenizar o problema, a secretária de Educação Continuada, Alfabetização,
Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC), Macaé Maria
Evaristo dos Santos, disse que foi criada a Bolsa Permanência. Os estudantes
quilombolas recebem R$ 900 por mês. O programa foi anunciado em maio deste ano
e, segundo a secretária, a bolsa pode ser acessadadiretamente nos institutos e
universidades federais. De acordo com o MEC, 88 estudantes estão recebendo o
benefício.
“A gente
reconhece a característica de um jovem que sai de uma comunidade quilombola e
vai para um grande centro estudar. Ele precisa de uma estrutura para dar conta
de concluir seus estudos”, Maria Elvira. “É muito importante que esses jovens
[que deixaram o ensino superior ou técnico por falta de condições] que retomem
ou façam novamente o Enem. A bolsa dá outra estabilidade para que esses jovens
possam ter a trajetória bem-sucedida”.

  • Jorge Vieira
  • 13/out/2013

A República chegará ao Maranhão?

Na
última quarta-feira, 09 de outubro, o pleno do Tribunal de Justiça, após 10 adiamentos,
começou finalmente a julgar a ação de inconstitucionalidade proposta pela OAB
contra a Fundação José Sarney. Através do presidente Mario Macieira e o
advogado Rodrigo Lago, a entidade contestou a lei que criou a Fundação, por
ofensa aos princípios da impessoalidade e moralidade, pois a lei tem por
objetivo claro apenas cultuar a figura do senador José Sarney.
A
lei aprovada  pela Assembleia Legislativa,
com os votos contrário da bancada da oposição, permite que a fundação seja
custeada com dinheiro público, mas que seja transmitida hereditariamente aos
herdeiros do senador Sarney, e impede que seja extinta no futuro por qualquer
governador, sem que os membros da família Sarney estejam de acordo.
Pelo
o que estabelece a lei generosa aprovada pela maioria governista na Assembleia
Legislativa, basta que um membro da família Sarney seja contra, que a fundação
não poderá ser extinta, nem mesmo por outra lei.
Segundo
o advogado Rodrigo Lago, nem mesmo a família imperial de D. Pedro II, teve
tamanho culto ao personalismo. Na votação de quarta-feira, o relator,
desembargador Lourival Serejo, acatou os argumentos da OAB e foi seguido pelos
desembargadores José Luis Almeida, Graça Duarte e Kléber Carvalho. O
desembargador Jorge Rachid pediu vista e se comprometeu em trazer o voto na
próxima sessão, dia 23.

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