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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 7/jul/2014

Edinho Lobão declara R$ 9 milhões em bens, quase 300% a mais que em 2010

Maranhão da Gente

Quando declarou seus bens em 2010, para o cargo de 1º Suplente de
Senador, com o número eleitoral de 151 pelo Partido do Movimento Democrático
Brasil, o candidato do grupo Sarney, Edinho Lobão, possuía bens declarados no
total de exatos R$ 2.570.010,32. Hoje, passados apenas quatro anos, Edinho
Lobão está, sem dúvidas, bem mais rico – declarou para esta eleição um
patrimônio de R$ 9.881.256,03.

O aumento de R$7.311.245,11, que significa 284,48% mostra que, ao ano, o
suplente de senador e atual candidato teve seus bens aumentados em, no mínimo,
R$1.827.811,28. Entre os bens declarados, lanchas, helicóptero, ações de
diversas empresas de comunicação e outros ramos e muitos imóveis, além de investimentos
variados, entre apólices e ações, em bancos diferentes.

Recentemente, Edinho Lobão, investigado pela Polícia Federal, por ordem
do Supremo Tribunal Federal, foi acusado de usar uma empregada doméstica como
laranja para fugir de dívidas de um empréstimo e do pagamento de impostos. Uma
investigação da Receita Federal chama de “farsa” a transferência das cotas de
Edinho na Bemar Distribuidora de Bebidas Ltda. – um empresa que Edinho mantinha
com mais dois sócios – para a empregada doméstica Maria Lúcia Martins. Um exame
grafotécnico concluiu que a assinatura de Maria Lúcia foi falsificada. A dívida
herdada pela doméstica superava R$ 5,5 milhões, em valores de 2008.

Segundo o documento, a operação teve o “intuito deliberado de transferir
[as cotas da empresa] para pessoas sem poder econômico para responderem,
perante o fisco, pelo pagamento de impostos e contribuições”.

O documento da Receita e outros reunidos pelo Ministério Público indicam
que Edinho Lobão, mesmo após transferir suas cotas, continuou sendo o dono, de
fato, da Bemar. As mesmas acusações são feitas em relação à Itumar
Distribuidora de Bebida, outra empresa na qual Edinho é sócio. Nesse caso, a
participação dele foi transferida a Ana Maria dos Santos, sogra do sócio Marco
Aurélio Pires.

Então, desde 2008, por determinação do então ministro Carlos Alberto
Direito, Edinho está sendo investigado pelos crimes contra a ordem tributária,
falsidade ideológica e formação de quadrilha. O processo corre em segredo de
Justiça a pedido do suplente de senador, e a última movimentação ocorreu em 23
de setembro de 2013. 

Edinho Lobão foi condenado em 2010 a um ano e quatro meses de prisão por
operações ilegais na TV Difusora, empresa de sua propriedade. A sentença não
foi cumprida porque o crime prescreveu, ou seja, o Estado demorou a julgar e
perdeu o direito de ação.

  • Jorge Vieira
  • 7/jul/2014

Oligarquia Sarney com os dias contados

E vai começar tudo de novo!
Desta vez o candidato das oposições inicia sua campanha eleitoral com trinta
ponto de vantagem para o principal adversário e caminha a passos largos par por
fim a última oligarquia remanescente do país. Todas as pesquisas indicam um largo favoritismo do candidato Flávio Dino e elevado índice de rejeição do representante do PMDB na sucessão estadual.  

Por mais que a mídia aliada ao
Palácio dos Leões tente injetar ânimo nos correligionários do playboyzinho de
Brasília, senador sem voto que nunca disputou uma eleição, o fato é que Flávio
Dino tem muita gordura para queimar faltando menos de quatro meses para a eleição.

Já mentiram, agrediram,
partiram pra baixaria, mas nada altera a determinação do eleitorado maranhense
em por fim a um capítulo triste da história do Maranhão, botando para correr da vida pública o
grupo que, em 50 anos no poder, levou o Estado a alcançar os piores indicadores econômicos e sociais do país. 

A campanha começa com a
informação da revista Veja de que a refinaria de Bacabeira, prometida em 2010
Por Lula, Dilma, Lobão, José Sarney  e Roseana para estar funcionando a pleno vapor em 2015, não passou de um estelionato
eleitoral.

Segundo declarou a presidente da
Petrobras, Graça Foster, à conceituada revista, a previsão é que
somente em 2.029 a refinaria deverá estar em condições de funcionamento. A mentira de que vão reiniciar a bora agora não cola
 
Se a situação do representante
da oligarquia, Edinho Lobão, mais conhecido como Edinho 30, apelido que ganhou
dos empresários durante o governo do pai, já era crítica, ficou ainda pior com
a informação de que a refinaria, se chegar, será com 15 anos de atraso.

Como se não bastasse a perda
a refinaria como principal bandeira de campanha, grande parte dos deputados da
base governista, pressionados por suas bases eleitorais no interior do estado, estão
liberando seus correligionários para votar em Flávio Dino.

Semana passada, um
importante parlamentar governista, em conversa com o titular do blog, foi bem
objetivo: “Sou deste grupo (oligarquia), mas os prefeitos que me apoiam já
avisaram que vão votar com Flávio Dino e eu nada posso fazer, quero é minha reeleição
porque este grupo já acabou”, observou.

                                                                                                  

 

  • Jorge Vieira
  • 7/jul/2014

Lançamento da refinaria de Bacabeira em 2010 foi estelionato eleitoral

Como explicar quinze anos de atraso?
Em 2010, a então candidata Dilma Rousseff
foi ao Maranhão com Lula para o lançamento da pedra fundamental da Refinaria
Premium I, “a quinta maior do mundo” e disse textualmente que em 2015 ela
estaria “operando a plena capacidade”.

No final de junho, porém, o 10º Balanço do PAC 2
cravou que a data de conclusão da refinaria ficou para 31 de janeiro de 2029.
São inacreditáveis quinze anos de atraso – isso se alguém acreditar neste novo
prazo.

De acordo com a própria Graça Foster, em palavras
proferidas há dois anos, “historicamente, os projetos da Petrobras
atrasam…”.  A refinaria do Maranhão é um assombro até para os padrões de
lerdeza até aqui conhecidos.

Por Lauro Jardim             

  • Jorge Vieira
  • 5/jul/2014

Para revista Isto É, Edinho perde eleição no primeiro turno

POR
IZABELLE TORRES – ISTOÉ
Aparentemente um caso isolado, a aposentadoria de José Sarney, depois de as
pesquisas indicarem altos índices de rejeição ao seu nome e ao da filha
Roseana, governadora do Maranhão, mostra que a política pode estar vivendo um
momento um tanto quanto inusitado, ou pelo menos caminha para isso. Pesquisas
para as disputas estaduais realizadas até agora revelam que herdeiros de
políticos conhecidos, donos de sobrenomes famosos, não vivem uma situação tão
confortável como em eleições passadas. Embora ainda detenham um vasto
patrimônio, incluindo empresas na área de comunicação, e contem com o poder e a
influência dos parentes nos diretórios regionais dos partidos, eles precisarão
suar a camisa se quiserem triunfar no pleito deste ano.
Os exemplos se espalham pelo País. No Maranhão reside o caso mais nítido do
enfraquecimento das dinastias. A candidatura do filho do ministro de Minas e
Energia, Edison Lobão, representava a esperança de que o poder se mantivesse ao
menos próximo do grupo político de Sarney, que submergiu depois de longos 50
anos no comando do Estado. Mas o senador Edison Lobão Filho corre sério risco
de ser derrotado pelo adversário Flávio Dino (PCdoB) ainda no primeiro turno.
Em
Roraima, a influência do senador Romero Jucá (PMDB) não tem sido suficiente
para fazer deslanchar a chapa da situação, composta pelo seu filho Rodrigo, que
é candidato a vice-governador. Diferentes pesquisas feitas até aqui mostram que
a impopularidade do atual governador do Estado, Chico Rodrigues (PSB), companheiro
de chapa de Jucazinho, deixa o grupo com percentuais que não chegam a 25% das
intenções de voto. A principal adversária é Ângela Portela, do PT, que ostenta
o dobro. No Estado, Jucá, o pai, mantinha poder inabalável havia décadas e
sempre colocou sua influência a serviço da projeção política do filho. Até
agora, no entanto, esse empenho não surtiu efeito.
Ciente do ocaso dos coronéis País afora, o filho do senador Jader Barbalho,
Helder Barbalho, tentou ser mais esperto para não perder votos. Candidato ao
governo do Pará, ele preferiu não usar o sobrenome Barbalho na campanha, apesar
de sobreviver politicamente graças à influência da família no Estado. Mas é
quase impossível desvincular o nome dos dois. A maior parte do eleitorado
paraense conhece a trajetória familiar de Helder. E o pai está mais próximo do
que nunca da campanha do herdeiro. Para viabilizar o filho, Jader Barbalho usou
seu prestígio para levar o ex-presidente Lula à convenção do partido, na última
segunda-feira 30. Por ora, nas recentes pesquisas, Helder aparece tecnicamente
empatado com o atual governador Simão Jatene (PSDB), candidato à reeleição. Ou
seja, a disputa está acirrada e, se quiser vencer nas urnas, Helder, com ou sem
o “Barbalho”, terá de mostrar mais do que padrinhos de peso.

     
Renan Filho, herdeiro do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL),
talvez seja a experiência mais bem-sucedida, pelo menos até agora, da tentativa
de uma família de manter a influência regional. Mas dificuldades para isso nem
de longe poderiam ser vislumbradas anos atrás. Com o diretório estadual do
partido nas mãos e uma lista de favores concedidos aos governos Lula e Dilma
Rousseff, o senador conseguiu colocar Renan Filho na dianteira das pesquisas. A
margem, porém, é apertada. Como poucas vezes aconteceu na sua carreira
política, Renan Calheiros vem tendo trabalho para costurar as alianças em torno
do filho. Para o lamento do cacique alagoano, que nunca precisou fazer campanha
no Estado para vencer eleição, a força do sobrenome já não é mais a
mesma. 

  • Jorge Vieira
  • 5/jul/2014

Zé Luís registra candidatura ao governo

O presidente
do PPL, médico Zé Luís Lago, registrou, nesta tarde de sábado (05) sua candidatura ao
governo do estado. A vice será a advogada Cristiana Jansen e Gersão
Sindicalista  o candidato ao Senado.
Ao chegar
para entregar os documentos no protocolo do Tribunal Regional Eleitoral, Zé
Luís externou otimismo, afirmou que a candidatura é independente e que acredita
que pode chegar no segundo turno.
“A
minha candidatura é independente das duas candidaturas poderosas que estão
postas. Nossa candidatura é do povo. O PPL irá apoiar o candidato a presidente
Eduardo Campos e temos certeza que podemos chegar ao segundo turno e vencer as
eleições”.

O
partido registrou ainda 14 candidaturas a deputado federal e 36 a deputado
estadual.

  • Jorge Vieira
  • 5/jul/2014

Dino defende educação integral com ensino profissionalizante para o Maranhão

O
candidato a governador do estado pela coligação Todos pelo Maranhão, Flávio
Dino, destacou a importância da Educação em Tempo Integral para alunos do
Ensino Médio. A proposta, que integra o conjunto das 65 ações do Programa de
Governo, foi um dos assuntos da entrevista concedida nesta sexta-feira (4) ao
programa Acorda Maranhão da Mirante AM.

Aproveitando
a experiência de 21 anos em sala de aula como professor, Flávio Dino defendeu a
educação integral voltada para o ensino profissionalizante. A iniciativa bem
sucedida já foi aplicada no Ceará, por exemplo, e atualmente conta com 100
escolas com este modelo.
 
“É
possível fazer uma educação de mais qualidade para os maranhenses. A forma
adotada no Ceará com o ensino da grade normal com ensino profissionalizante
deve ser bem vista. Além disso, o Estado deve ter o papel de coordenador da
educação básica junto aos municípios”, explicou o candidato. 
Ainda na
área da educação, Flávio Dino comentou da importância de regionalizar as
universidades, garantindo autonomia financeira e administrativa às instituições.
Durante a
entrevista, Flávio Dino também falou sobre as propostas para melhorar os
serviços na área de saúde. Apresentou a proposta do Mais Médicos Estadual, com
ampliação das oferta de vagas nas universidades, carreira para os profissionais
e reforço da atenção básica. Tratando dos números do Ipea, que apresenta que
metade da população não tem acesso a água tratada e banheiro, Flávio falou do
Programa Água para Todos. O objetivo básico é de que ao final dos quatro anos
de mandato, água, banheiro e saneamento sejam realidade na casa de todos os
maranhenses. 

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