Acusada de ter recebido R$ 6
milhões em propina para liberar precatórios da Constran, a governadora Roseana
Sarney se recusou, na tarde desta sexta-feira, a responder sobre
a possibilidade de indiciamento na Operação Lava Jato, da Polícia Federal.
Questionada diversas vezes por
repórteres, ela fez cara feia e preferiu não comentar as acusações do doleiro
Alberto Yousseff e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto
Costa.
Em clima de despedida, Roseana
inaugurou parte da Avenida IV Centenário e foi alvo de protestos de moradores
dos bairros da Liberdade, Camboa, Alemanha e Fé em Deus.
A governadora afirmou que a obra
seria uma espécie de homenagem ao ex-governador Jackson Lago, mas ouviu
reclamações de populares que criticavam o fato da obra estar às escuras e
inacabada.
No ato, ela também oficializou o
anúncio da sua renúncia ao governo do Maranhão.
“Quero aproveitar esse final de ano
para dizer que vou, de cabeça erguida, sair do governo. Sei que fiz o melhor
governo da minha vida. Dei estradas, hospitais, UPAs, avenidas… Tudo o que pude
fazer foi feito”, afirmou.
No domingo, Roseana Sarney entrega a também
inacabada Via Expressa. Em seguida, entrega a carta de renúncia à Assembleia
Legislativa do Maranhão, sendo sucedida pelo presidente do legislativo, Arnaldo
Melo, que também compareceu ao evento (Do blog Marrapá).
O prefeito Edivaldo participou na manhã desta
sexta-feira (5) do lançamento da moeda comemorativa da cidade de São Luís. A
moeda é uma homenagem do Banco Central à capital maranhense, que há exatos 17
anos teve o Centro Histórico reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade
pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura
(Unesco).
Escolhida por Flávio Dino para comandar a
Secretaria de Cultura, Ester Marques assume a pasta a partir de 1º de janeiro
com o desafio de garantir a valorização, o reconhecimento, a promoção e a
preservação da diversidade cultural do Estado. Em entrevista na noite desta
quinta-feira (04), a futura titular da pasta explicou as principais medidas a
serem implantadas no setor.
Fabíola Ortiz
Do UOL
Entre outros, a prefeitura do Rio já pagou fardões para imortais
como o presidente Fernando Henrique Cardoso, eleito membro da Academia em 2013,
e Paulo Coelho, nomeado em 2002.
O fardão é um uniforme que inclui casaca, calça, espada e chapéu
de veludo negro com plumas brancas, feitos de cambraia inglesa verde, decorados
por bordados à mão caprichados feitos com fios de ouro.
O prestígio da governadora já não é mesmo de outrora. Dos quase cem prefeitos aliados convidados para a festa de despedida, menos de quinze
se fizeram presentes no “regabofe”. Até os costumeiros penetras evitaram a Ponta do Farol.