A alegria invadiu as ruas dos municípios maranhenses e o carnaval no estado foi um verdadeiro sucesso de público e animação. Há muitos anos não se via tanto divertimento de norte a sul e de leste a oeste do Maranhão. O ano de 2018 marcou a entrada do estado no roteiro de destinos carnavalescos do Nordeste.
Tudo isso só foi possível graças aos investimentos do governo do Estado e as parcerias firmadas com as prefeituras municipais. Até mesmo prefeitos que fazem oposição declarada ao governador Flávio Dino foram beneficiados com a cooperação mútua para a realização do carnaval que visou única e exclusivamente, benefícios para a população.
E tudo isso foi possível mesmo com o boicote e a perseguição implacável dos veículos de comunicação controlados pela oligarquia Sarney. A TV Mirante, afiliada da Globo no Maranhão, ignorou completamente, por exemplo, o circuito Joãosinho Trinta, na Beira Mar de São Luís, o grande destaque do carnaval maranhense em 2018.
Ao boicotar as festas momescas, José Sarney boicota também o estado e o povo do Maranhão, que perde com a falta de divulgação nacional da cultura local. Símbolo da política do ‘quanto pior, melhor!’, os oligarcas tentaram sabotar o carnaval maranhense de todas as formas, mas a população não deixou. E o que se viu foi o povo compartilhando alegria, diversão e muita animação.
Mesmo com o boicote de Sarney, o carnaval 2018 no Maranhão foi um verdadeiro sucesso!
Estadão – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou os partidos políticos a usarem o Fundo Partidário para bancar as campanhas de seus candidatos nestas eleições. Para este ano, o valor aprovado pelo Congresso é de R$ 888,7 milhões, dos quais R$ 780,3 milhões oriundos de dotação da União. Com a decisão do TSE, esse valor se somará ao do fundo público eleitoral de R$ 1,7 bilhão, aprovado pelo Congresso no ano passado.
O uso do Fundo Partidário nas eleições causa divergências entre os partidos. As legendas mais estruturadas queriam barrar o uso dos recursos sob o argumento de que seria desleal a competição com siglas menores, que conseguem guardar verba ao longo do ano para despejar na eleição de seus candidatos, enquanto as siglas maiores precisam investir os valores para manter o dia a dia partidário.
O secretário-geral do PSDB, deputado Marcus Pestana (MG), criticou a decisão do TSE. “Os partidos médios e pequenos saem em vantagem. Perdem MDB, PSDB e PT, que têm uma vida partidária real”, afirmou o parlamentar.
A presidente do Podemos, deputada Renata Abreu (SP), também questionou a decisão. Ela afirma que a regra cria dificuldades para novos partidos. “Não acho justo, pois o fundo eleitoral foi criado justamente para fins eleitorais e com uma distribuição compatível com a representatividade atual de cada partido. O Fundo Partidário se baseia numa eleição anterior, com o objetivo de financiar as atividades partidárias. Neste novo cenário representativo que se desenhou na Casa, a permissão do uso do Fundo Partidário vai gerar um desequilíbrio enorme no jogo”, disse.
‘POUPANÇA’ – A autorização do TSE agradou aos partidos que guardaram recursos do Fundo Partidário de exercícios anteriores para usá-los em ano eleitoral. “Eles estão fazendo coerência com o que foi decidido na eleição municipal de 2016. Em 2016, foi permitido usar o Fundo Partidário”, afirmou o presidente do PTB, Roberto Jefferson. Ele disse ter feito uma “poupança” do fundo para este ano, cujo valor não quis revelar.
“Se o partido tem recursos em caixa, não vejo por que não deva usar na eleição”, afirmou o líder do MDB na Câmara, deputado Baleia Rossi (SP), que comanda a maior bancada na Casa, com 59 parlamentares.
RESOLUÇÃO – A autorização consta de resolução aprovada pela corte eleitoral em 18 de dezembro e publicada no início deste mês. A medida aumenta ainda mais o poder dos dirigentes partidários, a quem caberá definir como será a distribuição desses recursos nas campanhas.
A resolução, que define regras para arrecadação, gastos e prestação de contas, reforça o veto à doação empresarial e diz que recursos doados por pessoas jurídicas em anos anteriores também não podem ser usados. Estabelece ainda a possibilidade de candidatos financiarem 100% da própria campanha.
O Fundo Partidário é abastecido por dinheiro público oriundo principalmente de verbas da União, além de multas eleitorais. Os valores são repassados mensalmente para as siglas pagarem despesas com a máquina partidária. Do total, 5% são divididos igualmente entre as 35 legendas registradas no TSE e os outros 95%, de forma proporcional, conforme o tamanho da bancada de cada sigla na Câmara.
O uso do Fundo Partidário nas eleições deste ano, no entanto, era uma incerteza após o Congresso aprovar o fundo público eleitoral, criado para compensar o fim das doações empresariais, proibidas pelo Supremo Tribunal Federal desde 2015.
“Os partidos políticos podem aplicar nas campanhas eleitorais os recursos do Fundo Partidário, inclusive aqueles recebidos em exercícios anteriores”, afirma a resolução, relatada pelo ministro Luiz Fux, presidente do TSE. (Por Igor Gadelha, O Estado de S.Paulo)
Passada a folia de Momo, todas as atenções da classe política se voltam agora para as eleições de outubro próximo, quando estarão em jogo os cargos de governador, vice-governador, duas cadeiras no Senado, dezoito vagas na Câmara Federal e quarenta e duas na Assembleia Legislativa do Maranhão. O burburinho maior, e não poderia deixar de ser, gira em torno da sucessão governamental, onde os pré-candidatos já montam suas estratégias na esperança de conseguir os objetivos no pleito de outubro próximo.
Flávio Dino vai para a reeleição com uma robusta coligação, popularidade em alta e franco favoritismo para renovar o mandato, enquanto o grupo Sarney trabalhar para concluir as conversações e montagem de um consórcio de candidatos para servir de linha auxiliar à candidatura da ex-governadora Roseana (MDB). Acreditam os marqueteiros da pré-candidata que a única chance de levar o pleito para o segundo turno é o lançamento de diversos “laranjas” com a missão de tentar desconstituir a imagem do governador.
Principal articulador da candidatura da filha, o ex-senador José Sarney entregou a tarefa de agredir o chefe do Executivo ao truculento ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad, um político polêmico, megalomaníaco, sem pudor ou credibilidade moral. Murad é acusado pela Polícia Federal de ter desviado cerca de R$ 1 bilhão da Saúde Pública do Maranhão, inclusive tendo sido levado à força para depor na PF na Operação Sermão aos Peixes, por conta dos escândalos de corrupção na pasta que administrou no governo da cunhada Roseana.
Sem a menor perspectiva de viabilidade eleitoral e com uma liderança restrita a Lago da Pedra, a ex-deputada Maura Jorge, uma eterna aliada da oligarquia, orientada por Roseana, lançou sua pré-candidatura pelo Podemos e é mais uma a se juntar ao consórcio sarneysista na tarefa de bater no governo, desgasta-lo junto ao eleitorado na esperança de ajudar a levar a eleição para um improvável segundo turno. O consorcio conta ainda com mais dois integrantes: Roberto Rocha (PSDB) e Eduardo Braide (PMN).
Isolado e sem ter com quem coligar, o senador Roberto Rocha, o “Asa de Avião”, lançou a pré-candidatura ao governo, mas em seguida submergiu, nunca mais deu uma declaração sobre sucessão e já começa levantar dúvidas na classe política sobre suas reais intenções. Muitos acreditam que ele irá recuar da candidatura para não sair do pleito desmoralizado e muito menor do que entrou. O senador carrega com ele a pecha de traidor por ter se elegido na sombra do governador Flávio Dino e se bandeado para a oligarquia, que dizia combater. A estratégia do senador é servir de linha auxiliar nas agressões ao governador que o elegeu.
E para completar o consórcio de candidatos auxiliares da ex-governadora dos precatórios da Constran, das malas de dinheiros entregues nos porões no Palácio dos Leões pelo doleiro marginal Alberto Youseff, preso na Operação Lava Jato; dos desvios e recursos públicos na Saúde e na Secretaria de Fazenda do Estado o velho Sarney escalou o deputado Eduardo Braide, que negocia um mandato de deputado federal para a esposa em troca da missão que lhe está sendo dada pelo oligarca de Curupu.
O time de candidatos deverá ser composto ainda por representantes dos partidos considerados de esquerda, tais como PSTU, PSOL, PCB. Como eles sempre divergem entre si, tudo indica que cada um deverá lançar candidato próprio para marcar posição. Diante deste quadro pós-carnaval o jogo da sucessão estadual começa a ser jogado pra valer e neste campo não há espaço para amadores, pois tudo indica que será bruto mesmo com a oligarquia Sarney estrebuchando e dando seus últimos suspiros.
O prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra, aproveitou a terça feira de carnaval para vistoriar a reforma que está sendo feita no prédio do Centro Social Urbano, onde será instalado a Companhia de Corpo de Bombeiros do município.
A inauguração do Corpo de Bombeiros de Paço do Lumiar está prevista para o dia 20 de fevereiro com a presença do Governador Flávio Dino.
As obras estão sendo executadas, segundo Dutra, com “parte dos recursos que seriam gastos no carnaval”. Este ano, diante das dificuldades, principalmente de ordem financeira, a prefeitura esteve ausente da folia, preferindo investir os poucos recursos que possui em obras essenciais.
O artigo desta semana do governador Flávio Dino homenageia o carnavalesco Joãosinho Trinta, “um revolucionário da alegria”. Ao lembrar de um dos mais importantes ícones do carnaval brasileiro, Dino destacou o desfile da escola Beija-Flor, em 1989.
Intitulado de “Ratos e Urubus, rasguem minha fantasia”, o histórico desfile falava dos pobres que encontravam no Carnaval um dia de alegria, e era uma crítica aberta e corajosa ao presidente José Sarney.
“Naquele fim dos anos 1980, o Brasil estava tomado pela tristeza de um governo que não havia sido eleito e que, perdido nos jogos de bastidor para se manter no poder, deixava a economia afundar em crise. Era o tempo da hiperinflação, fruto de um governante cuja visão oligárquica atrasada era evidentemente insuficiente para dirigir os destinos da ‘Nova República’”, escreveu Flávio Dino.
Neste cenário, o carnavalesco maranhense colocou em cadeia nacional a pobreza que o Brasil oficial de então tentava esconder. “Ao montar o desfile com mendigos, Joãosinho cantava um Brasil que também precisava entrar na passarela e mostrar a sua cara. Estava ali a síntese do que ele depois veio a teorizar como a ‘Revolução da Alegria’: inspirar-se na energia carnavalesca para mudar o Brasil o ano inteiro”, reiterou.
O governador realçou ainda que Joãosinho Trinta prognosticou que o país poderia se libertar por meio da grande energia do seu povo. “Que Joãosinho siga nos inspirando na passarela da vida. E sigamos desafiando com nossa alegria os que querem a volta da tristeza de todos para manter os privilégios de poucos”, finalizou Dino.

Governador Geraldo Alckmin e vice governador, Marcio França
Estadão – Porto seguro do PSDB nas eleições presidenciais, o colégio eleitoral paulista é hoje motivo de grande preocupação para os tucanos, em especial para o governador do Estado, Geraldo Alckmin. Pré-candidato ao Planalto, Alckmin ainda não conseguiu unir o partido em torno de um palanque forte para sua sucessão no Palácio dos Bandeirantes. Encerrado o carnaval, os próximos dias serão decisivos em busca de uma solução para o impasse. Entre as opções à mesa, está até a filiação do atual vice-governador, Márcio França (PSB), ao PSDB.
Além de França, o Palácio dos Bandeirantes tem como postulantes à candidatura governista o prefeito de São Paulo, João Doria, o secretário Floriano Pesaro, o cientista político Luiz Felipe D’Ávila e o ex-senador José Aníbal, todos do PSDB. Há ainda a pressão do Planalto para que Alckmin apoie Paulo Skaf, do MDB, em troca da força do Planalto na eleição nacional.
Se não encontrar uma saída que mantenha o PSDB unido, Alckmin corre o risco de sair enfraquecido na disputa nacional e também de deixar o PSDB desguarnecido em sua principal cidadela, o Estado de São Paulo, essencial para a sobrevivência do partido desde 1995, quando Mario Covas (1930-2001) assumiu o governo.
O perigo aumentou na semana anterior ao carnaval com a aproximação de França, pré-candidato ao governo, de partidos considerados de centro-esquerda, como o PC do B e o PDT, hoje fora da órbita tucana.
França tem conversado com Orlando Silva, presidente do PC do B paulista, e com Carlos Lupi, do PDT nacional. Os dois partidos admitem apoiar França, mas só se o PSDB estiver fora. No âmbito da eleição nacional, por esse arranjo, o vice-governador teria que abrir o palanque em São Paulo para os presidenciáveis Manuela D’Ávila (PC do B) e Ciro Gomes (PDT), além de Alckmin.
Para o secretario de Desenvolvimento Social Floriano Pesaro, do PSDB, seria muito ruim perder França para uma articulação de esquerda: “Fragilizaria a candidatura do Geraldo”.
Por conta disso, a possibilidade de França trocar o PSB pelo PSDB para concorrer à reeleição, já que ele deve assumir o governo de São Paulo a partir de abril, quando Alckmin tem de se desincompatibilizar, ganhou força recentemente.
Quadro. Assessores próximos a Alckmin avaliam que a mudança seria o melhor cenário para o governador. Aliados do tucano resistem ao nome de Doria, que é classificado por eles como “inquieto, impulsivo e imprevisível”, mas reconhecem que a candidatura do prefeito ganhou força nas últimas semanas após o vice-prefeito, Bruno Covas, assumir papel central nas negociações.
Na segunda-feira, o PSDB realiza uma reunião para definir as prévias locais. O encontro é visto como o dia D para definir os rumos do partido. Doria quer que a disputa seja feita em abril, antes do fim do prazo para a desincompatibilização. Os adversários internos preferem maio.
Apoio. A opção de abrir mão da candidatura para apoiar França pelo PSB, ventilada por aliados do governador, enfraqueceu nos últimos dias. A reação interna no PSDB foi acima do esperado. A avaliação é que a medida “causaria um estrago muito grande”. Mas o cenário não foi totalmente descartado e pode voltar ao tabuleiro eleitoral se o PSB sinalizar apoio a Alckmin nacionalmente.
A movimentação, contudo, encontra resistência dentro do PSB. Há forte resistência ao nome de Alckmin nos diretórios de Pernambuco e Rio Grande do Sul. “Está difícil para ele (França) trazer o PSB nacional para o Geraldo”, avaliou um aliado do governador. “Sem apoio do PSB nacional, perde-se a narrativa de abrir mão da cabeça de chapa”, sentenciou.
Caso a aliança com França não avance, a saída seria apoiar Doria, avalia um alckmista: “Em último caso, o governador aceitará Doria para evitar um desgaste maior em São Paulo”. “O governador não está completamente convencido que a opção Doria seja ruim”, disse um assessor do tucano, quando questionado sobre a opção.
Por conta disso, a possibilidade de França trocar o PSB pelo PSDB para concorrer à reeleição, já que ele deve assumir o governo de São Paulo a partir de abril, quando Alckmin tem de se desincompatibilizar, ganhou força recentemente.
Caso a aliança com França não avance, a saída seria apoiar Doria, avalia um alckmista: “Em último caso, o governador aceitará Doria para evitar um desgaste maior em São Paulo”. “O governador não está completamente convencido que a opção Doria seja ruim”, disse um assessor do tucano, quando questionado sobre a opção.
Três perguntas para: Silvio Torres, deputado federal e tesoureiro nacional do PSDB
Essa possibilidade tem permeado as conversas sobre a sucessão no Estado. Não acho que seja uma possibilidade descartada. Mas, hoje, a situação caminha para duas candidaturas. Alckmin ainda tem esperança de ter uma candidatura só. São Paulo será o grande capital eleitoral do governador Alckmin. Não podemos nos perder em divisões internas.
É uma possibilidade. Há uma preocupação do PSDB não ter candidato próprio. Essa é a preocupação de muita gente que está trabalhando no governo. Ficam um pouco amedrontados, talvez. Mas temos que perseguir a Presidência. O PSDB tem a obrigação de recuperar a Presidência.
O prefeito não assumiu publicamente sua intenção de concorrer, apesar da grande movimentação. Ele acha que pode deixar a Prefeitura nas mãos do Bruno Covas, mas há uma corrente grande no partido que acha que ele deve permanecer na Prefeitura. Eu já disse isso pessoalmente ao Doria. Ele foi eleito para ser o prefeito de São Paulo. Criou grandes expectativas. É da boa tradição que alguém assuma e cumpra até o fim o seu primeiro mandato. (Por Pedro Venceslau e Adriana Ferraz, O Estado de S.Paulo)
Os circuitos oficiais do Carnaval de Todos 2018 estão no plano de ação do Programa Municipal de Controle da Dengue e Arboviroses, executado pela Prefeitura de São Luís. Antes e após as festividades, agentes da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) reforçam o combate ao mosquito Aedes aegypti com a pulverização com fumacê nos locais da folia. Paralelamente, as equipes realizam a visitação a imóveis residenciais e pontos considerados estratégicos como borracharias e ferros-velhos.
“O trabalho da Prefeitura, na gestão do prefeito Edivaldo, é permanente e intensificamos nos períodos de chuvas. Agora, com o Carnaval, vamos direcionar as equipes para os locais onde haverá programação e prevenir a incidência do mosquito causador da dengue. Estamos somando com o Governo do Estado e as demais instituições para que tenhamos uma festividade com saúde”, pontua a superintendente de Vigilância Epidemiológica e Sanitária da Semus, Terezinha Lobo.
Os pontos de festa na Madre Deus, Praia Grande, Ceprama, Espigão da Ponta d’Areia, Passarela do Samba e Beira-Mar vão receber pulverização do carro fumacê um pouco antes da programação e após encerramento. O evento gospel Ora São Luís e Retiros Culturais, na quarta-feira (14), na Praça Maria Aragão, também recebe a ação.
“São locais de grande fluxo de pessoas com chances para criadouros do mosquito. É importante a colaboração de todos nesta prevenção”, reforça o coordenador Programa Municipal de Controle da Dengue e Arboviroses, Pedro Tavares. Equipes ficarão de prontidão para serem acionadas em casos de emergência.
São 315 agentes mobilizados para as atividades, distribuídos em toda São Luís e atuando em duas frentes: visita nas casas e em pontos estratégicos – borracharias, oficinas, sucatas, ferros-velhos, cemitério e terminais de viagem (portos e aeroporto).
Nas casas, o agente se identifica e vistoria as instalações em busca de focos. Se encontrados, o procedimento é orientar o morador a tirar a água parada e trocar por areia ou terra; garrafas e outros recipientes secar e pôr de cabeça para baixo; em caso de tanques de concreto, a água é tratada com produtos larvicida impedindo que a larva se crie no local.
O agente volta na casa visitada a cada 60 dias, seis vezes ao ano, para repetir o processo e manter o ambiente livre do mosquito. Nos pontos estratégicos, a visita é quinzenal e o tratamento, mensal. Equipes estão distribuídas nos oito distritos sanitários da cidade, realizando, ainda, Educação em Saúde com palestras e reuniões nas escolas da rede municipal de ensino.
O coordenador orienta não deixar depósitos com acúmulo de água por mais de sete dias; secar banheiros permanentemente; no período de chuva ter atenção com calhas que não podem estar entupidas para não virar criadouros. “Qualquer depósito que possa acumular água pode criar o Aedes aegypti”, alerta Pedro Tavares.
Vale ressaltar que o agente se apresenta devidamente fardado e identificado. O trabalho é periódico e se intensifica no período chuvoso. São mais de 400 mil imóveis na lista de visitações na capital.