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  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2020

Márcio Jerry fecha o 1º semestre como o parlamentar do Maranhão mais influente nas redes sociais, diz FSB

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) é o parlamentar mais influente do Maranhão no primeiro semestre de 2020, aponta estudo divulgado pela FSB, maior agência de comunicação da América Latina. A pesquisa monitorou as publicações dos deputados federais e senadores de 1º de janeiro e 30 de junho.

Entre os 589 parlamentares, Jerry ocupa a 68ª posição. O segundo melhor colocado do Maranhão é o senador Weverton Rocha (PDT), que está em 88º lugar. Eles são os únicos da bancada estadual no “Top 100 #FSBinfluênciaCongresso”. Em terceiro lugar aparece o deputado Juscelino Filho (DEM), na 121ª colocação.

O método de monitoramento da FSB analisa o grau de engajamento de todas as publicações feitas pelos parlamentares no Facebook (apenas páginas públicas), no Instagram (apenas contas para “empresas”) e no Twitter. Para calcular a nota são levados em consideração o número de seguidores, a quantidade de publicações, o alcance das publicações e o engajamento (curtidas, comentários e compartilhamentos) em cada rede social.

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2020

Edivaldo será ator de peso nas eleições, indica pesquisa do DataIlha

O prefeito Edivaldo Holanda Jr conviveu com baixos índices de aprovação durante todo o seu mandato. No entanto, a retomada de obras no ano passado e início deste, graças a recursos próprios e de um empréstimo da Caixa Econômica Federal, fizeram com que ele voltasse a respirar politicamente no final de seu segundo mandato.

A prova disso é que ele aparece em segundo na pesquisa espontânea para Prefeitura de São Luís – mesmo não podendo disputar mais.

Quem acompanha a carreira política de Edivaldo não chega a se surpreender. A capacidade de regeneração política do prefeito já havia se mostrado em 2016, quando ele saiu de um índice de rejeição de 70% no em abril para se reeleger em outubro.

À época, Edivaldo venceu a surpresa Eduardo Braide, que hoje aparece como favorito à disputa, apontado por 11 entre cada dez observadores da política ludovicense. No entanto, esse novo embate entre Edivaldo e Braide, mesmo que indireto, pode guardar novas surpresas.

Na pesquisa espontânea, Braide lidera com 12,2% seguido de Edivaldo com 3,9%. Duarte Jr é o terceiro colocado, com 3,1% seguido de Rubens Jr com 2,6%.

A pesquisa DataIlha foi divulgada nesta quarta-feira (22 de julho) e realizada sob encomenda do blog do jornalista Jorge Vieira. Foi registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sob o número 0027/2020.

A pesquisa ouviu 1.014 eleitores entre os dias 13 a 15 de julho deste ano. A margem de erro de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo. E o índice de confiança de 95%.

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2020

Com apoio de Lula e Flávio Dino, Rubens cresce e chega ao segundo turno

Pesquisa do Instituto de Pesquisa DataIlha divulgada nesta quarta-feira (22) mostra o acerto de Rubens Júnior (PCdoB) em se lançar como pré-candidato dos vermelhos em São Luís.

Em um dos cenários da pesquisa de opinião pública, realizada entre os dias 13 e 15 de julho deste ano, coloca Rubens sob o apoio do ex-presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, e como o candidato do partido do governador Flávio Dino. Nestas condições, Rubens garante a chegada ao segundo turno, com 20,6% das intenções de votos, e com larga diferença do terceiro colocado, Duarte Jr (9%).

Caso a aliança seja realmente concretizada, as eleições municipais de São Luís passam a ter um novo rumo. Eduardo Braide segue como favorito (33,7%), porém com diferença de apenas 13,7% de votos. Wellington do Curso aparece com 6,4%, Neto Evangelista com 5,7%, Adriano Sarney com 3,1%, Bira do Pindaré com 2,9%, Jeisael Marx e Yglésio com 1% e Madeira com 0,7%.

As negociações de apoio do PT à pré-candidatura de Rubens estão avançadas. As tratativas foram iniciadas ainda em 2019, e é justificada não só pela aliança histórica entre o PCdoB e o partido do ex-presidente Lula, e mas também pela trajetória política do próprio pré-candidato.

A Pesquisa DataIlha foi encomendada pelo blog do jornalista Jorge Vieira e registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sob o número 0027/2020. Foram ouvidos 1.014 eleitores, entre os dias 13 a 15 de julho deste ano. A margem de erro de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo. E o índice de confiança é de 95%.

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2020

Rubens Jr cresce em todos os cenários e já empata com Sarney, Bira e Neto, aponta DataIlha

Nova pesquisa de opinião pública realizada pelo Instituto DataIlha e publicada nesta quarta-feira (22)  para avaliar os cenários das eleições municipais de São Luís em 2020 evidenciam o crescimento da pré-candidatura de Rubens Jr (PCdoB) para prefeito. Em todas as hipóteses apresentadas aos entrevistados, ele alcança números superiores aos das últimas pesquisas.

Segundo o DataIlha, que foi para as ruas entre os dias 13 e 15 de julho e ouviu 1.014 pessoas, se as eleições fossem hoje,  Eduardo Braide teria  40,1% das intenções de voto, Duarte Júnior 9,5%, Wellington do Curso 7,8%. Já Rubens Júnior aparece com 3,5% e estaria tecnicamente empatado com  Neto Evangelista 6,7%, Bira do Pindaré 4,7%  e Adriano Sarney 3,9%, uma vez que a margem de erro é de 3 pontos percentuais, para cima ou para baixo. Ainda segundo os dados, Rubens sairia à frente de Yglésio (2,3%), Jeisael Marx (2,0), e Madeira (1,1%).


Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, Rubens Júnior empata tecnicamente com Duarte Júnior na segunda posição. O candidato do PCdoB aparece com 2,6% contra 3,1% do republicano. Braide lidera com 12,2%.

Em entrevistas recentes, Rubens defende sua chegada ao segundo turno contra Eduardo Braide, por ser o único da base do governador Flávio Dino capaz de unificar todos os outros pré-candidatos e garantir que são Luís não seja conduzida por um governo de características bolsonaristas pelos próximos quatros anos. “Já temos a comprovação que esta forma de governar não nos eleva a novos patamares. O que não é bom para o Brasil, certamente não será para o Maranhão”, diz ele.

Mesmo com a pré-campanha recém iniciada, o PCdoB já conta com a aliança do Progressistas, do deputado federal André Fufuca; com o Cidadania da senadora Eliziane Gama; do Partido da Mulher Brasileira; e Democracia Cristã. Há negociações avançadas para que o PT entre no grupo de apoio. Já são mais de 200 pré-candidatos reunidos, o que torna Rubens Jr cada vez mais competitivo.

A Pesquisa DataIlha foi encomendada pelo blog do jornalista Jorge Vieira e registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sob o número 0027/2020. O instituto ouviu 1.014 eleitores entre os dias 13 a 15 de julho deste ano. A margem de erro de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo. E o índice de confiança de 95%.

  • Jorge Vieira
  • 21/jul/2020

Blog divulga nesta quarta nova pesquisa do Instituto DataIlha para a Prefeitura de São Luís

O Blog do Jorge Vieira publica nas primeiras horas desta quarta-feira (21) nova pesquisa do Instituto DataIlha para as eleições de São Luís. É a primeira pesquisa do Instituto no período da pandemia que vai mostrar a evolução do quadro para a sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

Além do cenário convencional, a pesquisa avaliará o impacto dos apoios do ex-presidente Lula e do governador Flávio Dino ao seu candidato a prefeito da capital maranhense.

 

  • Jorge Vieira
  • 21/jul/2020

Flávio Dino defende a formação de federações de partidos de esquerda

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou, em entrevista a Inácio Carvalho, editor do Vermelho, que defende o modelo de federações partidárias para responder tanto à “alta fragmentação” quanto às restrições “do campo político e jurídico”. Esse modelo, segundo ele, já se revelou bem-sucedido em países como Portugal, Uruguai e Chile.

“Com o fim das coligações proporcionais, as eleições deste ano serão um teste prático. Em São Luís (MA), por exemplo, haverá mais de dez candidatos”, diz. “O bolsonarismo chegará muito fragilizado à disputa, mas isso não quer dizer que a esquerda chegará forte e conseguirá traduzir o desencanto na criação de alternativas progressistas.”

Dino vislumbra que, passado o “teste”, emergirá uma “nova configuração partidária” a partir de 2021. É nesse cenário que ele projeta a formação de federações partidárias. Em sua opinião, caso as coligações proporcionais sigam proibidas, é inevitável uma reorganização dos partidos brasileiros. “É uma questão prática. A esquerda terá de adequar sua atuação à realidade, dentro das múltiplas determinações do campo político e jurídico.”

Embora preveja fusões e incorporações entre partidos no Brasil, o governador afirma que defende outro modelo. Nas federações partidárias, as legendas se unem em um “agrupamento eleitoral”, preservando suas identidades. “Em Portugal, a CDU (Coligação Democrática Unitária) reúne o Partido Comunista (PCP) e os Verdes (Partido Ecologista)”, afirma Dino. Outro exemplo nesse sentido é o da Concertación de Partidos por la Democracia, que, após o fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), chegou a se manter na presidência do Chile por 20 anos (1990-2010).

O governador também garantiu, na entrevista, que seu estado começa a vencer a pandemia do novo coronavírus. “O quadro ainda é desafiador. Mas, no caso do Maranhão, temos uma tendência clara de estabilidade, com viés de declínio”, declarou. Os hospitais estaduais tinham 1.700 leitos ocupados no auge da crise da Covid-19, em maio. “Ontem (20), tínhamos 500. Há mais indicadores de sucesso do que de problemas”, comemorou Dino. “Pudemos retomar procedimentos e cirurgias eletivas que haviam sido adiadas.”

Ainda assim, ele ponderou que o enfrentamento à pandemia foi dificultado por dois fatores. Um deles, “de natureza estrutural”, remete ao histórico de desigualdades do Maranhão. “É um empecilho concreto.” O outro, mais geral, é a postura errática e criminosa do próprio presidente Jair Bolsonaro. “É cedo para prognosticar o fim da pandemia. A crise vai se alongar por falta de uma ação uniforme, convergente, em face do negacionismo irresponsável do governo federal.”

Dino afirmou que, além da omissão bolsonarista em questões sanitárias, o governo erra na economia. “O discurso ultraliberal se choca com as exigências do tempo presente. Em todos os sistemas econômicos, vimos a proeminência do papel do Estado (no combate aos impactos do novo coronavírus).”

Para o governador, a ineficiência do governo Bolsonaro é traduzida, entre outros exemplos, na falta de apoio mais concreto às micro e pequenas empresas. Ele defendeu o empréstimo compulsório sobre os bancos e a aquisição de títulos do Tesouro Nacional pelo Banco Central – duas medidas previstas, segundo ele, na Constituição.

Em sua opinião, a crise econômica e social – que foi agravada pela crise sanitária – emparedou a “agenda de Bolsonaro”. Além de negar o protagonismo estatal, o presidente aposta em mais precarização do trabalho, sem proteger “os mais vulneráveis socialmente”. A resposta a tantos descalabros foi a afirmação da frente ampla, manifestada, conforme o governador, em diversos momentos nos últimos meses, como a aprovação do auxílio emergencial.

Numa evidência de que, para derrotar Bolsonaro, não pode haver protagonismo a priori de tal ou qual partido, Dino lembrou que legendas de todos os espectros se uniram na aprovação da Lei Aldir Blanc, relatada pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).  Mas também se unem agora para viabilizar o novo Fundeb (Fundo de Desenvolvimento e Valorização dos Profissionais da Educação), cuja relatora é uma deputada do DEM, Professora Dorinha Seabra Rezende (TO).

Para Dino, esse espírito unitário foi o que levou 20 governadores a assinarem uma carta conjunta ao Congresso, manifestando apoio ao projeto da parlamentar, que prevê uma participação maior da União no financiamento da área. “Hoje, 90% da educação básica é financiada por estados e municípios”, lembrou o governador. A proposta em debate amplia gradualmente o percentual do governo federal de 10% para 20%, até 2026.

“O governo não tem políticas paras as escolas, para as universidades. Esses temas estão fora da agenda e do discurso do governo”, afirma Dino. Não à toa, segundo ele, a gestão Bolsonaro “entrou tardiamente no debate” sobre o Fundeb – e ainda tentou uma “artimanha” para desviar recursos da Educação.

Na visão do governador, a frente ampla teve outra vitória contundente: conter a escalada autoritária de Bolsonaro, que vinha promovendo uma espécie de “golpe permanente contra as instituições democráticas”. Sobravam provocações. “Estavam ensaiando (um golpe de Estado) com marchas dominicais cada vez mais agressivas, deslegitimação das lideranças e das instituições da democracia, chamamento obscenamente explícito à intervenção militar. A frente ampla impediu o golpe”, analisa Dino.

A frente, explica, “não é um cartório, um momento solene em que se lavra uma ata. É um movimento em que você leva suas teses para além da esquerda”. O desafio para partidos como o PCdoB é “produzir a frente ampla também na economia”, ganhando adeptos para o “papel mais destacado do Estado na solução da crise” brasileira. “Os desdobramentos eleitorais pertencem ao futuro – e, se forem improváveis, não diminuem as virtudes” da frente, conclui Dino.

  • Jorge Vieira
  • 21/jul/2020

“Nós temos condições reais de construir a vitória de Rubens Jr”, diz Márcio Jerry ao assumir a coordenação da campanha

O presidente estadual do  PCdoB, deputado federal Márcio Jerry, assumiu nesta manhã de terça-feira (21) o comando político da pré-candidatura do deputado federal licenciado Rubens Júnior a prefeito de São Luís. “Nós temos condições reais de construir a vitória de Rubens Jr e vamos mobilizar os partidos da aliança nesta caminhada vitoriosa”, enfatizou o dirigente comunista.

Segundo Márcio Jerry, o seu grupo político vem num processo de construir a candidatura sem dá nenhum passo precipitado e agora que está chegando a reta final das convenções partidárias, na condição de presidente do PCdoB, assume a coordenação política da campanha tendo ao seu lado a experiência do grupo que lhe apoiou na campanha para deputado federal em 2018

Um dos primeiros passos da sua nova missão será concluir as conversações com o PT e reunir com os demais partidos que integram a aliança para a construção da estratégia eleitoral . Para Jerry, o deputado Rubens Júnior fez um trabalho de construção da candidatura, a tornou viável e que caberá agora dá prosseguimento aos trabalho.

Ao entregar o comando da campanha para o presidente do PCdoB, Rubens Júnior observou: “Luto para seguir os passos do governador Flávio Dino (PCdoB) por isso convidei  o deputado Márcio Jerry  pois foi ele quem coordenou as duas campanha vitoriosa de Flávio Dino”.

Por conta da prevenção contra a pandemia do novo coronavírus, o ato aconteceu o escritório político de Jerry e contou com as presenças de alguns apoiadores da candidatura.

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