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  • Jorge Vieira
  • 29/jan/2021

“Em nosso campo há nomes mais consolidados: o Ciro e o PT”, diz Dino a Isto É

Ao assumir o Consórcio da Amazônia Legal, o governador do Maranhão diz que percorrerá embaixadas para tentar desfazer o estrago causado pela política externa de Bolsonaro na agenda ambiental e aposta que o tema será decisivo nas eleições de 2022 — nas quais ele hesita sobre se lançar candidato.

O senhor vê as forças políticas se aglutinando em torno dessa agenda ou de uma candidatura capaz de fazer frente a Bolsonaro?

Tenho me empenhado por essa aglutinação. Às vezes, se você não organiza, a sociedade faz. O Rio não conseguiu fazer, mas São Paulo fez. Havia uma pluralidade de candidaturas e o povo convergiu na direção do (Guilherme) Boulos (PSOL) e o levou ao segundo turno. Nesse momento, se forma uma frente ampla em torno do Bruno Covas (PSDB) e ele ganha. Mas por que o Edmilson Rodrigues (PSOL) ganha em Belém? Porque teve o apoio inclusive do Helder Barbalho, governador do MDB. Por que meu colega (José) Sarto (PDT) venceu em Fortaleza? Porque tem o apoio do Tasso Jereissati (PSDB), PSOL, PT, todo mundo. Senão perdia para o Capitão Wagner (PROS). Deve-se em primeiro lugar aglutinar o máximo possível o campo da esquerda no primeiro turno. O ideal seria uma candidatura única. Se não for possível, que se chegue próximo a isso. E no segundo turno ampliar em direção aos liberais, do centro.

Hoje o governador João Doria tem ocupado o posto de principal adversário de Bolsonaro. Onde o senhor vê espaço para a esquerda?

Eu acho que eleição de 2022 muito provavelmente será uma disputa como na música de João Bosco e Aldir Blanc: Dois para lá, dois para cá. Dois candidatos mais do campo da esquerda e dois mais à direita. Não é o cenário que eu desejo. Defendo candidatura única. Mas é mais realista imaginar que serão dois-dois.

Ciro Gomes e Lula são nomes aventados à esquerda. O primeiro já concorreu três vezes e o segundo, defendido por setores do PT, não sabe se poderá ser candidato. Outros nomes podem emergir no campo da esquerda? O senhor gostaria de ser essa liderança?

Em meu caso, não me escalo. Sempre tem alguém que escala (meu nome). Se eu for mais um para criar divisão e eventualmente atrapalhar a ida da esquerda para o segundo turno, não me disponho a isso, seria uma incoerência de minha parte. Em nosso campo há nomes mais consolidados: o Ciro e o PT, de modo geral. Lula tem muito mais força eleitoral (entre os nomes do PT), mas o Haddad aparece bem nas pesquisas. O ideal seria juntar todo mundo. (Revista Época)

  • Jorge Vieira
  • 28/jan/2021

Maranhão é o estado que mais criou empregos no Nordeste em 2020

O governador Flávio Dino comemorou, em suas redes sociais, o resultado do Maranhão na geração de empregos em 2020.

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Governo Federal, divulgado nesta quinta-feira (28), o Maranhão criou 19.753 postos de trabalho com carteira assinada de janeiro a dezembro.

O resultado dá ao estado do Maranhão o melhor desempenho entre os estados do Nordeste e o quarto do país, este último em termos percentuais.

“Fechamos 2020 com um dos maiores saldos positivos de empregos do Brasil. Em termos de variação percentual, o 4º melhor desempenho do Brasil e o 1º lugar do Nordeste (em variação percentual e em número absoluto)”, publicou o governador Flávio Dino.

“Cumprimento a classe trabalhadora, os empresários e a nossa equipe pelos números”, acrescentou nas redes sociais, agradecendo a participação de todos no processo.

Em agosto de 2020, o governador Flávio Dino lançou o Plano Emergencial de Empregos Celso Furtado, um programa de investimentos de R$ 558 milhões em obras públicas, compras governamentais e editais de fomento para alavancar a economia no Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 28/jan/2021

Flávio Dino deverá ter uma eleição tranquila para o Senado e coordenar sua própria sucessão

Dono de uma aprovação invejável por contada gestão que desenvolve no comando do estado nos últimos seis anos, o governador Flávio Dino (PCdoB) deve ter uma eleição tranquila para o Senado e coordenar sua própria sucessão, até porque, neste momento da vida política do Maranhão, é a maior liderança e não existe na oposição nenhum nome que possa lhe fazer sombra.

O atual senador Roberto Rocha (PSDB), eleito pelas mão do governador em 2014 e que está em final de mandato, ciente de que não terá a menor chance de renova-lo, bajula o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na esperança de ser nomeado ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) para evitar voltar a disputar eleição.

Em 2018, Roberto Rocha, já com a pecha de traidor e bajulador de Bolsonaro, resolveu testar a popularidade se lançando candidato ao Governo do Estado e saiu urnas humilhado. Obteve dois por cento dos votos, se transformando na grande piada da eleição, motivo de muita gozação.

Um outro nome que poderia se apresentar para a disputa com Dino, seria a ex-governadora Roseana Sarney. Antigos aliados, saudosos do sarneysismo, tentam anima-la concorrer ao governo ou ao Senado, mas a filha de José Sarney, após a amarga experiência de 2014, fala sem muita convicção em disputar apenas um mandato de putada estadual ou federal.

Josimar de Maranhãozinho, que após a estrondosa votação em 2018 para deputado federal também almejava uma cadeira no Senado, após entrar no radar da Polícia Federal e ser pegue com a “mão na massa”, sumiu, mas ainda que retorne não teria a menor chance numa disputa contra o governador, que já anunciou que vai deixar o governo em abril de 2022 para concorrer a um mandato na Câmara Alta do Congresso Nacional.

Por conta da gestão eficiente, transparente e transformadora, o dinismo ficou tão forte que, ao que tudo indica, teremos pela primeira vez um candidato ao Senado coordenando o processo sucessório e puxando o candidato a governador.

  • Jorge Vieira
  • 28/jan/2021

Senadora Eliziane defende punição para os fura fila na vacinação

A senadora Eliziane Gama (CIDADANIA) pretende apresentar projeto para punir os fura filas na vacinação contra a Covid-19. A proposta da parlamentar maranhense estabelece pena de detenção de três meses a um ano, mais multa.

“Esses comportamentos devem ser prontamente repreendidos porque interferem no gerenciamento dos programas de imunização, e o projeto tipifica como crime a conduta de quem se vacina antecipadamente, burlando a ordem de vacinação estabelecida pelo poder público”, observa a senadora.

Atualmente três projetos sobre o tema já foram apresentadas no Senado, todas propondo penalidades aos infratores. A proposta de Eliziane será a quarta neste sentido e visa acima de tudo garantir o que foi estabelecido pelas autoridades sanitárias do país.

Diante das constantes denúncias de que os prioritários que estão na linha de frente do combate a Covid-19 estariam snedo preteridos, no Senado, os parlamentares começaram a se mexer no sentido de apresentarem propostas que ajudem o controle e a ordem no processo de vacinação.

Autor de um dos projetos em tramitação, o senador Randolfe Rodrigues (REDE) endurece ainda mais contra os infratores e tipifica o crime como “fraude à ordem de preferência de imunização”. Segundo a proposta, quem tentar antecipar a imunização própria ou de outra pessoa poderá ter pena de detenção de dois a seis anos, mais multa. Pode chegar até dez anos se o infrator for servidor público.

  • Jorge Vieira
  • 27/jan/2021

Rubens Jr. com foco na agenda de entregas do governo nos municípios

O Secretário de Articulação Política do Maranhão, Rubens Jr. elegeu uma prioridade à frente da pasta: auxiliar o governo na tarefa de ampliar a agenda de entregas de obras e ações por todo o Maranhão.

Rubens tem dito que o ano eleitoral passou e que o Governo do Estado está totalmente focado em garantir que prefeitas e prefeitos foquem em parcerias com o poder executivo estadual.

“Este é um ano de muito trabalho e de entregas. Nossa prioridade é garantir que as ações do Governo cheguem em todos os cantos do Estado, por isso tenho me esforçado para ampliar o diálogo. Nosso objetivo é garantir parcerias com todos os municípios. Sigamos!, avalia.

Rubens tem recebido parlamentares, colegas, secretários e lideranças na tarefa de ajudar a tocar ações do governo.

Em encontro com o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto  (PCdoB) e com o líder do Governo na Casa, Rafael Leitoa (PSB), Rubens fortaleceu a unidade com o parlamento para garantir mais diálogo com o Legislativo Estadual.

O próximo passo é ampliar a relação com os municípios e para isso Rubens vai fortalecer ainda mais a relação com a FAMEM.

 

  • Jorge Vieira
  • 27/jan/2021

“Fizemos o que era considerado por muitas pessoas impossível: abrimos quase 1800 leitos preventivamente para o enfrentamento da primeira onda da pandemia”, diz Carlos Lula

Cinco cidades maranhenses apresentaram este mês alerta para superlotação de leitos exclusivos para Covid-19 em UTIs e enfermarias: São Luís, Santa Inês, Pinheiro, Balsas e Imperatriz. Com o anúncio, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), que já abriu anteriormente quase 1.800 novos leitos desde o início da pandemia exclusivos para tratamento das pessoas infectadas no estado, retomou a reativação imediata dos leitos da rede estadual.

Em 11 de março, de 2020, a Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou o surto do novo coronavírus como uma pandemia. Na mesma ocasião, o Maranhão iniciou a destinação de leitos exclusivos de enfermaria e UTI para os casos graves. O primeiro caso da doença no estado foi registrado no boletim da SES de 20 de março de 2020.

Na ocasião, os atendimentos aos casos suspeitos aconteciam tanto em unidades públicas quanto em particulares, seguindo protocolos determinados pelo Plano Estadual de Contingência, que segue em constante atualização.

“Fizemos o que era considerado por muitas pessoas impossível: abrimos quase 1800 leitos preventivamente para o enfrentamento da primeira onda da pandemia, ainda nos primeiros meses de 2020. Investimos na expansão da nossa rede e, assim, reunimos as condições necessárias para assegurar, quando necessário, a destinação novamente dos leitos da rede estadual para o perfil exclusivo para Covid-19. Um legado de responsabilidade e planejamento para salvar vidas”, disse o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Com a atualização das medidas sanitárias, a Secretaria de Estado da Saúde anunciou, em coletiva, o novo fluxo de atendimento para casos do novo coronavírus:

Atendimentos nas UPAS Grande Ilha

Suspeito Covid-19
– UPA Parque Vitória
– UPA Vinhais

Não-Covid
– UPA Itaqui-Bacanga
– UPA Araçagi
– Policlínica Cohatrac

Misto
– UPA Cidade Operária
– UPA Paço do Lumiar

Ampliação de leitos na Rede da Secretaria de Estado da Saúde
Ampliação dos leitos para Covid-19 nos hospitais Dr. Carlos Macieira (HCM) e de Cuidados Intensivos (HCI);
Hospital do Servidor (anexo do HCM) – Casos não-covid;
11 novos leitos de UTI no Hospital Macrorregional de Imperatriz
50 novos leitos no Hospital Aquiles Lisboa
Policlínica Açailândia

  • Jorge Vieira
  • 27/jan/2021

Márcio Jerry diz que o foco político do governo é manter a base unida para 2022

Em entrevista no início da noite de ontem ao programa Ponto e Vírgula, da Rádio Difusora FM, comandando pelo jornalista Leandro Miranda,  o secretário de Cidades e Desenvolvimento Urbano e um dos principais articuladores políticos do governo, Márcio Jerry, deixou claro que o governador Flávio Dino fará tudo que estiver ao seu alcance para manter a base de sustentação do seu governo unida na sua sucessão em 2022.

Segundo Jerry, os embates entre o senador Weverton Rocha com o vice-governador Carlos Brandão no segundo turno da eleição para prefeito de São Luís e na eleição para presidente da Federação dos Municípios do Maranhão foram pontuais, ficaram no passado e que o importante agora é olhar para frente e manter viva as conversações para suavizar o ambiente.

O secretário atribuiu o clima de disputa ao fato do governador está concluindo o segundo mandato, ao contrário de 2014 e 2018 quando ele se elegeu e reelegeu. Desta vez Flávio Dino, segundo Márcio Jerry, deverá ser candidato ao Senado, mas pode ser que eventualmente se apresente um outro cenário, porem observou que caberá ao governador comandar o processo sucessório.

Presidente estadual do PCdoB e muito próximo ao governador, Márcio Jerry, que se licenciou do mandato de deputado federal para assumir a Secid e ajudar na articulação visando 2022, disse que já conversou com Weverton e Brandão e que o ambiente é propício aos entendimento. Ele não revelou preferência por nomes  que poderiam representar o grupo na sucessão de Dino, porém observou que “o desafio será como manter os avanços sociais alcançados nos sete anos e meio do Governo Flávio Dino, com um número muito maior de escolas e de professores”.

As afirmações de Jerry foram compatíveis com as declarações do governador Flávio Dino no final de 2020 quando adiantou que 2021 será o ano para prepara as eleições 2022 e que pretende deixar tudo pactuado antes de passar o comando estado para Carlos Brandão. Não atoa que trouxe para o governo os dois deputados federais com que mais se identifica para ajudar na compactação das forças políticas: Jerry e Rubens Júnior. Este último para comandar a secretaria de Assuntos Políticos.

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