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  • Jorge Vieira
  • 14/abr/2022

“Retirar assinatura é errado”, diz Camarão após Weverton recuar em apoio à CPI do MEC

Diário 98 – Ex-secretário de Educação do governo Flávio Dino (PSB)Felipe Camarão (PT) critica, em entrevista ao Diário 98, a retirada por parte do senador Weverton Rocha (PDT) do apoio à CPI do MEC, que tem sido articulada no Senado Federal para investigar suspeitas de corrupção e pedidos de propina no Ministério da Educação, outrora comandado pelo pastor Milton Ribeiro.

Indicado como vice para concorrer em outubro na chapa de Carlos Brandão (PSB), o ex-secretário de Educação dinista é enfático ao afirmar não ser possível um candidato acender uma vela para Lula no Maranhão e outra para Bolsonaro em Brasília: “É incompatível”, diz ele.

Camarão afirma ainda acreditar numa vitória do ex-presidente Lula (PT) no primeiro turno. E caso não ocorra, diz confiar que as forças democráticas estarão ao lado do petista para derrotar o extremismo de Jair Bolsonaro no segundo turno.

Diário 98 – O MEC está vivendo sucessivos escândalos de corrupção. O senador Weverton retirou apoio, a pedido de Bolsonaro, para enterrar a CPI do MEC. Como você vê essa posição do senador?

Felipe Camarão – Primeiro entendo que é urgente investigar esses escândalos com fortes indícios e provas robustas de corrupção no MEC. Isso tem que ser investigado pelo Ministério Público, pela Polícia Federal e, claro, pelo Congresso Nacional, que tem essa competência constitucional de investigar e fiscalizar o Poder Executivo.

Eu disse nas minhas redes a urgência da CPI do MEC. Sou amplamente favorável à implantação da CPI e sou absolutamente contra a retirada de qualquer assinatura nesse sentido.

Eu acho que quando a gente tem uma posição bem definida, e isso não estou falando só de política ideológica partidária, mas a favor das coisas funcionarem bem, principalmente na educação, investigar o MEC é urgente. Retirar assinatura de CPI está errado.

Quem apoia Bolsonaro em Brasília pode também estar com Lula?

É incompatível e não tem como. Ou se está com Lula no Maranhão, em Brasília ou se está com o Bolsonaro. Não tem como servir a dois propósitos, a essas duas lideranças antagônicas. E nós, do campo político que pertencemos aqui no Maranhão, o meu partido, o PT, do PCdoB, do PSB, dessa frente que apoia hoje o governador Carlos Brandão, não tem como a gente ficar em dois lugares. Aqui nós formamos uma frente anti-Bolsonaro e não tem como apoiar esses dois líderes ao mesmo tempo.

Bolsonaro tem diminuído a vantagem frente ao presidente Lula. É possível ainda Lula conseguir essa vitória no primeiro turno?

Isso já era esperado. Todo mundo que é da política e que faz uma leitura mais aprofundada, mais tranquila da política, já sabia que haveria um crescimento do Bolsonaro nessa fase pré-eleitoral que estamos passando. Acredito que ele ainda cresce um pouquinho mais. Por quê? É simples. É por conta da polarização.

Mesmo com uma possível terceira via, eu não acredito que essa terceira via cresça a ponto de chegar nem a dois dígitos. No máximo, vai ficar em torno de nove ou oito, talvez 10%, no máximo.
Mas, de fato, o que vai haver é uma grande polarização entre Lula e Bolsonaro, fazendo com que os dois disputem essa faixa de votos. O nosso sentimento ainda é de esperança de vitória no primeiro turno, mas sabendo que é difícil.

Na verdade eu tenho certeza que num eventual segundo turno todas essas forças anti-Bolsonaro, que rechaçam o ponto de vista antidemocrático, rechaçam o obscurantismo, o terraplanismo, a corrupção desenfreada desse governo Bolsonaro, se unirão. Acredito muito que venceremos a eleição, em primeiro ou em segundo turno.

O seu trabalho na Secretaria de Educação virou uma referência nacional e o transformou em uma figura pública no Maranhão. Agora que você deixou o governo, quais são os seus planos?

Eu voltei para o meu órgão de origem, a Advocacia Geral da União. Sou Procurador Federal de carreira, já estou de novo atuando nos meus processos judiciais junto à Procuradoria Federal. Continuo lecionando, continuo dando aula. Sou professor da Universidade Federal do Maranhão, no curso de Direito com a disciplina de Processo Penal e Responsabilidade Civil. E claro, conciliando isso com a política.

Eu, como pré-candidato a vice-governador, honrosamente indicado pelo PT e por essas forças políticas, recebi o apoio do PCdoB e do PSB também para minha indicação. Estou muito feliz por isso. Quero continuar fazendo a minha militância política. Junto com o governador Brandão, junto com o futuro senador Flávio Dino, sob a liderança dessas duas grandes figuras da política maranhense. E vou continuar meu trabalho de dialogar com a população.

Essa vai ser minha principal função até o pleito eleitoral do dia 2 de outubro: conversar com professores, com movimentos sociais, como o MST, com os povos indígenas, os quilombolas, as mulheres, com as pessoas com deficiência, com a sociedade. Esse vai ser meu principal papel como representante do PT, conversar com a sociedade, ajudar na formulação do plano de governo do Brandão para este governo, que eu tenho convicção de que serei seu vice governador eleito.

Vou continuar, claro, colaborando, como sempre colaborei com o Estado do Maranhão, dando meus palpites, as minhas opiniões, mas sobretudo fazer uma construção política com a população e com as forças progressistas, democráticas, anti-bolonaristas em nosso Estado.

Você é visto atualmente como um representante do dinismo, de uma nova geração de quadros que ganhou essa notoriedade pelas mãos do ex-governador Flávio Dino. Como você vê esse processo de renovação da política maranhense?

Vejo com muita alegria, muito entusiasmo. O ex-governador Flávio Dino, de fato, revelou grandes quadros, novos quadros para a gestão e para a política. Isso foi uma marca do seu governo.

Pessoas que antes nunca teriam chance de ocupar cargos importantes, como foi o meu caso, de que fui secretário de sete órgãos no governo, de quatro secretarias diferentes, da secretaria mais importante, coração do governo, que é a Educação. Se não fosse o Flávio eu nunca teria tido essa oportunidade. E posso citar outros quadros, como Carlos Lula na Saúde. Rodrigo Lago na Secretaria de Agricultura Familiar. O Diego Galdino, Anderson Lindoso. Daniel Carvalho, entre tantos outros quadros. A Tatiana da Juventude é maravilhosa e isso foi uma mescla com experiência, com pessoas que já vinham da política, mas que também nunca tinham tido oportunidade, a exemplo do nosso companheiro Márcio Jerry, do Gerson Pinheiro, da Secretaria de Igualdade Racial, do Chico Gonçalves, meu companheiro de partido, entre tantos outros.

Nós fizemos uma mescla de experiência e juventude que deu muito certo. Eu vejo com muito bons olhos a experiência que o Brandão está seguindo do Flávio, já que ele colocou no seu secretariado o Pedro Chagas, o Raúl Mochel, a Amanda na Sedihpop, o Tiago Fernandes na Saúde, ou seja, mais uma leva de nova geração de pessoas dando oportunidade. Então acho que o Flávio inaugurou um momento muito importante para a gestão pública e para a política maranhense.

E esses quadros agora, que têm essa experiência de gestão, resultados efetivos para a população, estão se colocando à disposição da população maranhense para contribuir em outras áreas. Portanto, eu acho que a gente está fazendo uma mudança também geracional na política maranhense e com campo de esquerda apresentando ótimos quadros, com resultados efetivos, com eficiência.

Então, acho que o Flávio também teve essa característica, além de melhorar a vida da população maranhense, de ter uma alta aprovação de seu governo, de implementar políticas públicas que antes nunca nenhum governante teve coragem de fazer.

Ele possibilitou que jovens pudessem comandar programas com o Escola Digna, como os Restaurantes Populares, o incremento da rede de saúde pública, incremento da agricultura familiar. E isso credenciou muita gente nova para a política maranhense, que em breve será um dos quadros nacionais também.

  • Jorge Vieira
  • 13/abr/2022

CPI do MEC: Senador Weverton pode derreter como Roseana Sarney em 2002

Em 2002 Roseana Sarney liderava as pesquisas para Presidência da República quando a Polícia Federal, na época controlada pelo PSDB do presidente Fernando Henrique, estourou o aparelho em que a filha de José Sarney e seu marido Jorge Murad mantinham um cofre com R$ 1,3 milhão em notas de R$ 50,00. O escândalo Lunus fez a então pré-candidata a presidente despencar e até virar tema do livro do jornalista Palmério Dória: “A candidata que virou picolé”.

O flagrante da PF e seus desdobramentos sobre as várias versões para a montanhas de notas sem origem encontrada no cofre da Lunus, empresa pertencente ao casal, levaram a então pré-candidata desistir da disputa, o que facilitou a vitória do então candidato do PT Luiz Inácio Lula da Silva. Neste episódio, Roseana se livrou do processo, após o então presidente do PFL, senador Jorge Bonrhausen, apresentar a sétima versão e assumir que o dinheiro seria do partido. Como na época Sarney tinha tentáculos nos tribunais superiores, o caso foi encerrado e o dinheiro devolvido tempos depois.

Lembro este triste episódio da política maranhense para alertar que o senador Weverton Rocha, também pode derreter feito picolé após se manifestar a favor de pastores pilantras flagrados fazendo tráfico de influência no Ministério da Educação, cobrando propina e desviando recursos. O senador do PDT era muito próximos a Arilton e Gilmar, gravou vídeo elogiando os dois evangélicos denunciados por prefeitos achacados para ter acesso aos recursos do FNDE (Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação), inclusive cobrando até quilo de ouro, como foi o caso do prefeito Luís Domingues, Gilberto Braga.

Pré-candidato de si mesmo, pois os principais apoiadores mudaram para o palanque do governador Carlos Brandão (PSB), Weverton, que diz ser de esquerda, se viu envolvido no escândalo do MEC ao retirar sua assinatura do requerimento da CPI que pretende investigar corrupção no Ministério com a suposta conivência do presidente Jair Bolsonaro e do ex-ministro Milton Ribeiro, facilitador dos acessos dos pastores aos recursos para construção escolas, creches e que cobravam propina aos prefeitos.

Corre nos bastidores da política nacional e local que o senador maranhense retirou sua assinatura da CPI sob pressão do Palácio do Planalto e dos líderes do Centrão responsáveis pelo famigerado orçamento secreto e que teria muito a revelar caso ele mantivesse o apoio à investigação. Como no caso Lunus, várias versões já foram apresentadas para justificar que um senador que diz ser de esquerda faça o jogo da extrema direita por baixo do pano em Brasília e no Maranhão dizer que apoia Lula, mesmo o PDT tendo como candidato a presidente Ciro Gomes.

O pré-candidato pedetista, que segundo a última pesquisa do Instituto Escutec já perdeu a liderança para Carlos Brandão e vê Edivaldo Holanda Junior chegando, corre o risco de derreter feito picolé, a exemplo de Roseana em 2002, que esvaziou até desistir da disputa.

  • Jorge Vieira
  • 13/abr/2022

Vereador de Imperatriz diz que Edivaldo tem envergadura para disputar e vencer a eleição para o governo

Em contundente pronunciamento na Câmara Municipal de Imperatriz, o vereador Ricardo Seidel (PSD) lembrou a trajetória vitoriosa do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, pré-candidato ao Governo do Estado, dando destaque a surpreendente vitória na eleição municipal de 2012 contra um dos ícones da política maranhense, o ex-governador João Castelo, na época prefeito da capital tentando a reeleição.

“Na época em que Edivaldo Holanda Junior iria disputar pela primeira vez a prefeitura de São Luís, muitos falavam: você vai disputar com João Castelo, ex-governador, prefeito e com a máquina? Como é que você vai disputar com João Castelo? Muitos não acreditam, mas Edivaldo, que foi vereador por dois mandatos, deputado federal, nunca perdeu uma eleição, veio a disputar com um grupo pequeno, mas com muita articulação política, conseguiu se eleger prefeito da principal cidade maranhense, a capital São Luís”, observou.

Para o vereador do segundo maior colégio eleitoral do Estado, Edivaldo tem envergadura para disputar com qual qualquer adversário e já provou isso nas duas eleições que venceu para prefeito de São Luís. “E com essa envergadura o PSD disputará com esses mandatários o governo do Maranhão através de nossa liderança Edivaldo Holanda. E eu quero dizer que estamos juntos para construir um Maranhão melhor, o Maranhão que nós queremos”.

Ricardo Seidel foi um dos primeiros nomes apoiar a pré-candidatura de Edivaldo no eixo que abrange as regiões Tocantina e Sul, que ganhou mais musculatura com as adesões do deputado federal Josivaldo JP e do deputado estadual Pastor Cavalcante, que também é presidente da Convenção dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus do Seta do Sul do Maranhão (Comadesma).

Nesta região, o ex-prefeito de São Luís conta ainda com o apoio do ex-prefeito de Porto Franco, Nelson Horácio, do vice-prefeito de Loreto, Luiz Filho, e lideranças em Amarante, Açailândia, Itinga, Tasso Fragoso, Balsas, entre outros.

  • Jorge Vieira
  • 12/abr/2022

Deputado Yglésio diz que “sistema de saúde pública de São Luís está em colapso”

O deputado Yglésio Moyses (PROS) chamou a atenção, na sessão plenária desta terça-feira (12), para a atual situação do Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I). Ele informou que profissionais e pacientes relataram a precariedade do atendimento.

“Segundo eles, há superlotação e faltam vagas. Por conta disso, pacientes são transferidos para a Santa Casa, que, por sua vez, está em uma situação também deplorável no que diz respeito à estrutura, com risco iminente de desabamento, além da falta de higiene e de materiais básicos”, enfatizou.

Yglésio enfatizou que as condições da Santa Casa são péssimas. “Homens e mulheres dividem o mesmo banheiro sem nenhuma privacidade. Pacientes compartilham a mesma enfermaria.  Roupas sujas são amontoadas perto de leitos e, para piorar, os funcionários da unidade de saúde estão há três meses sem receber salários”, pontuou.

Na opinião do deputado, o sistema de saúde pública de São Luís está em colapso há anos. “Entra gestão, sai gestão e o cenário não muda. Falta infraestrutura, servidores reclamam das condições de trabalho, pacientes são atendidos nos corredores. E o que o prefeito Eduardo Braide faz? Tenta plantar uma falsa realidade”.

Ainda em seu pronunciamento, ele defendeu investimentos em escolas e reajuste salarial para professores da rede municipal de ensino. Além disso, denunciou a falta de estrutura na escola Dom Delgado, localizada na zona rural de São Luís. “Somente 149 professores receberam o reajuste salarial de 30% e mais de 50% das escolas não foram reformadas. Isso é um desrespeito com a população”, concluiu.

  • Jorge Vieira
  • 12/abr/2022

Secretário de Segurança Pública discute ações para reforçar o sistema com o presidente da Assembleia

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), recebeu, na manhã desta terça-feira (12), a visita do novo secretário estadual de Segurança Pública, coronel Silvio Leite, acompanhado do diretor institucional do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMMA), coronel Alexandre Magno. Na reunião, eles discutiram sobre as ações imediatas que serão implementadas no sentido de reforçar o sistema no estado.

Ao lado do deputado Ricardo Rios e do chefe do Gabinete Militar da Alema, coronel Marcelo Jinkings, o líder do Legislativo maranhense colocou a Assembleia à disposição para colaborar com a melhoria na área da segurança pública.

“O secretário nos informou que, de imediato, serão executadas algumas ações mais ostensivas de rua com um policiamento mais presente. Por isso, coloquei a Casa à disposição, não só no sentido de legislar quando necessário para fortalecer esse trabalho, mas, também, dando todo o apoio para que o sistema funcione bem e a sociedade se sinta cuidada”, disse Othelino Neto.

Escolha – Na ocasião, o parlamentar fez um cumprimento especial ao governador Carlos Brandão pela escolha do coronel Leite para comandar a pasta. “Ele é o primeiro militar a ser secretário de Segurança do Estado, um dado marcante para o setor. Parabenizo o governador pela escolha, pois a atitude homenageia a Polícia Militar do Maranhão, que é fundamental ao bom funcionamento da segurança pública”, ressaltou o chefe do Parlamento Estadual.

Coronel Leite elencou as próximas ações da Secretaria e agradeceu ao presidente da Assembleia pela atenção. “A curto prazo, vamos entregar 126 viaturas para a PMMA, entre carros e motos. Já a partir desta semana, intensificaremos nosso policiamento ostensivo para reduzirmos, ainda mais, os índices de violência no estado. Aproveito para agradecer ao deputado Othelino por estar sempre à disposição em nos ajudar no que for necessário”, concluiu.

  • Jorge Vieira
  • 12/abr/2022

Governador Carlos Brandão recebe a visita de Othelino e Eliziane

O governador Carlos Brandão (PSB) recebeu nesta manhã de terça-feira (12) o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), e senadora Eliziane Gama (Cidadania).

Pela primeira vez, desde que declararam apoio à reeleição de Brandão, o trio reuniu para conversar e pelo sorriso estampado nos rostos a reunião foi bastante proveitosa

Othelino Neto e Eliziane Gama eram considerados os dois pilares da pré-candidatura do senador Weverton Rocha, mas decidiram apoiar Brandão em nome da unidade do grupo liderado pelo ex-governador Flávio Dino (PSB).

Coincidentemente, após retirada dos apoios, o representante do PDT na corrida sucessória entrou em processo de declínio e viu uma série da prefeitos, parlamentares e lideranças política mudarem para o palanque do governador, o que fez a pré-campanha do candidato do PSB ganhar mais musculatura.

O primeiro a atender os apelos do ex-governador Flávio Dino pela unidade, Othelino chegou a anunciar que estaria trocando o PCdoB pelo PDT, mas acabou refletindo, permaneceu no Partido Comunista do Brasil e declarou apoio a Carlos Brandão.

Já a senadora Eliziane, disse em sua rede social que tentou convencer Weverton a desistir da candidatura e se unir ao grupo que vem alcançando vitórias desde 2014, porém sem sucesso, e decidiu também declarar apoio a Brandão.

Hoje os três reuniram e deram a impressão de que estão perfeitamente sintonizados com a próxima eleição e com os destinos do Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 12/abr/2022

Aliados tentam criar narrativa sobre as ligações entre Weverton e Bolsonaro

Caiu como uma bomba a notícia de que o senador Weverton Rocha (PDT) retirou sua assinatura da CPI do MEC, a pedido do Palácio do Planalto. Nos bastidores da política maranhense, ele já é tratado como candidato “BolsoLula”, aquele que em Brasília atende aos interesses do presidente, e no Maranhão diz ser amigo de Lula.

Aliados do pedetista estão tentando, a todo custo, criar uma narrativa para defender o indefensável. Weverton, inclusive, tem sido alvo da imprensa nacional por ser um senador de um partido de esquerda, mas que, estranhamente, retirou a assinatura da CPI que visa apurar irregularidades no Ministério da Educação.

Weverton chegou a exaltar o pastor Gilmar Santos, uma das figuras centrais do “bolsolão do MEC“, em vídeo que foi apagado das suas redes sociais.

“O pastor Gilmar, que é maranhense e já está há quase 40 anos em Goiás, já rodou o mundo e todos os estados do Brasil pregando a palavra, e São Luís está tendo a honra hoje de recebê-lo com todos os líderes de sua congregação para participar do lançamento da Bíblia. Obrigado, pastor, e parabéns por mais uma obra que o senhor oferece a toda a sociedade”, disse Weverton na ocasião.

Para atender a Bolsonaro e tentar evitar a instalação da CPI que pretende investigar corrupção no Ministério da Educação, onde dois pastores intermediavam liberação de recursos para construção de creches e escolas nos municípios mediante pagamento de propina,  o senador do PDT rasgou até a principal bandeira de luta do partido: a educação, tão defendida por Leonel Brizola e Darci Ribeiro.

É por isso que as várias “coincidências” entre o pedetista, o “Bolsolão do MEC” e a família Bolsonaro tem incomodado tanto os “fogueteiros”, que agora tentam encontrar uma justificativa para a aliança até então secreta do senador que se diz de esquerda e amigo de Lula, mas que nos bastidores do poder se abraça com presidente miliciano de extrema direita e defende seus interesses. Nos quatro anos como senador, não existe registro de nenhum discurso do pedetista contra o governo e suas tentativas de destruir as instituições bastiões da democracia.

“Meu Preto” pisou na boa, ficou muito feio argumentar que a retirada do apoio a CPI foi para preservar os bons pastores, pois se preserva o que bom eliminando o que não presta. E os dois pastores pilantras que o senador não quer investigar suas relações com o Bolsonaro e o ex-ministro Milton Ribeiro deveriam servir de exemplo.

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