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  • Jorge Vieira
  • 30/ago/2012

Candidata Teresa Murad é denunciada por abuso de poder

Alberto denuncia abuso de poder
O candidato Domingos Alberto
Alves de Sousa (PT), atual vice-prefeito de Coroatá, procurou nesta manhã e quinta-feira (30) o
gabinete do deputado Bira do Pindaré para denunciar abuso de poder político e
econômico na sucessão municipal.
Segundo Domingos Alves, a
candidata Teresa Murad (PMDB), esposa do secretário de Saúde, Ricardo Murad
(PMDB), vem praticando todo tipo de abuso, a começar pelo excesso de carros de
som circulando diuturnamente na cidade com decibéis acima do permitido pela
Justiça Eleitoral.  
A denúncia mais grave, e que cabe
ao Procurador Eleitoral checar a veracidade, diz respeito a compra de espaço em
parede de residências. Conforme o denunciante, quem permite a colocação de cartaz
da candidata Teresa Murad recebe R$ 250,00 mensal.
Teresa Murad é acusada ainda de
contratar pessoas para formar brigadas de apoio à sua
candidatura.
A ex-deputada lidera a maior
aliança da eleição 2012, composta de quatorze partidos, mas não consegue se
distancia do adversário.
A eleição em Coroatá está sendo
vista como uma espécie de plebiscito entre os que desejam o retorno da família
de Ricardo Murad ao poder e os que preferem mantê-la longe da prefeitura do
município.
Estão com a candidata Teresa PMDB,
PRB, PP, PTB, PSL, PTN, PSC, PR, PPS, DEM, PSDC, PMN, PV e PSD, enquanto o adversário
conta com o apoio do prefeito Luís Amovelar e do PT, PCdoB, PSB, PTdoB, PTC e
PSDB. A eleição está polarizada e o resultado é imprevisível.

Diante da informação prestada pelo correligionário petista, Bira do Pindaré prometeu que vai acionar a Justiça Eleitoral e aunciou que levará à tribuna todas as denúncias de abuso que estão sendo praticados em Coroatá e nos demais municípios do interior do Estado.

  • Jorge Vieira
  • 30/ago/2012

Pauta Zero julga recursos virtuais das Turmas Recusais

Marcada
para o período de 22 a 26 de outubro próximo, a terceira edição do Projeto
Pauta Zero, da Corregedoria Geral da Justiça, vai julgar os recursos virtuais
(Projudi) das cinco Turmas Recursais da capital.  A ação acontece no 5º
andar do Fórum Desembargador Sarney Costa (Calhau).  As Turmas Recursais
são a segunda instância dos Juizados Especiais.
Coordenado
pela supervisora dos Juizados Especiais, juíza Márcia Cristina Coelho Chaves,
auxiliada pelo juiz Pedro Holanda Pascoal (Tuntum), o trabalho contará com a
participação de quinze magistrados entre membros efetivos e suplentes das 1ª,
2ª, 3ª, 4ª e 5ª Turmas Recursais da capital, entre os quais os juízes André
Bogéa Pereira Santos, Mirella Cézar Freitas e Rodrigo Costa Nina (suplente) que
compõem a 1ª Turma, Lavínia Helena Macedo Coelho, Laysa de Jesus P. Martins
Mendes e Clênio Lima Côrrea (2ª Turma), Luiz Carlos Licar Pereira, Angelo
Antonio Alencar dos Santos e Marcelo Silva Moreira (3ª Turma), Júlio Cesar Lima
Prazeres, Marcelo Elias Matos e Oka, Ferdinando Marco G. Serejo de Sousa (4ª
Turma) e Joelma Sousa Santos, Lícia Cristina Ferraz Ribeiro e Gladiston Luís N.
Cutrim (5ª Turma).
A
previsão é que sejam julgados diariamente 525 recursos – 35 por cada juiz – o
que totaliza os 2.625 recursos agendados para a ação.
Prioridades
– Segundo a coordenadora da ação, os recursos a ser julgados durante o período
datam dos anos de 2008, 2009 e 2010.  Alguns recursos datados de 2011 e
até de 2012 – casos de prioridades, como os que têm como parte pessoas
idosas, explica a juíza, também estão incluídos na pauta. 
O
trabalho dos magistrados acontece em cinco salas cedidas pelo diretor do Fórum,
juiz Sebastião Bonfim, para o trabalho. Uma outra sala sediará a Secretaria
Judicial.
 “A
expectativa é muito boa”, afirma a supervisora dos Juizados Especiais. Segundo
Márcia Chaves, tão boa quanto a que precedeu as duas primeiras edições do
projeto, quando foram julgados, respectivamente, 6.386 e 3.327  recursos
físicos das Turmas Recursais. Uma edição do Pauta Zero destinada a julgar
embargos de recursos totalizou 1.600 embargos julgados.
Qualidade
– O objetivo do Pauta Zero é desafogar as Turmas Recursais de São Luís, onde o
número de recursos virtuais em tramitação atualmente é de 1836 (1ª), 2566 (2ª),
2135 (3ª), 2284 (4ª) e 2067 (5ª).
“O volume
de recursos ainda é muito grande nas Turmas”, diz a supervisora dos Juizados
Especiais. “Essa é mais uma medida da Corregedoria para melhorar a qualidade da
prestação jurisdicional”, garante.

  • Jorge Vieira
  • 30/ago/2012

MP e PRT alertam para contratação de adolescentes para a campanha

A contratação de menores de 16
anos para trabalhar em atividades de campanha política levou o Ministério
Público do Maranhão (MPMA) e a Procuradoria Regional do Trabalho da 16ª Região
(PRT16) a expedir, no dia 28 de agosto, Notificação Recomendatória conjunta aos
partidos políticos, alertando contra a prática.
O
documento, assinado pelo titular da 1ª Promotoria de Justiça da Infância e da
Juventude de São Luís, Márcio Thadeu Silva Marques, e pela procuradora do
Trabalho e titular da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do
Trabalho da Criança e do Adolescente, Virgínia Saldanha, é baseado na
Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na
Convenção 182 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Lei nº 9.504,
de 30 de setembro de 1997, que estabelece normas para as eleições.
Na
notificação, os representantes do MPMA e da PRT16 recomendam aos presidentes
nos partidos políticos e coligações eleitorais que se abstenham de contratar
menores de 16 anos para atividades relativas à campanha política como
panfletagem, exposição de faixas e pesquisas. O documento também recomenda a
imediata paralisação de contratações de crianças e adolescentes para atividades
desta natureza.
Outra
recomendação constante da notificação é que os partidos políticos façam constar
dos contratos com pessoas físicas e jurídicas para prestações de serviço no
período eleitoral a obrigação quanto à não contratação de menores de 16 anos
para atividades de campanha política.
DISPOSITIVOS LEGAIS
O
primeiro dispositivo legal que embasa a notificação expedida pelo MPMA e pela
PRT16 é o artigo 7º da Constituição, cujo inciso XXXIII proíbe que crianças e
adolescentes exerçam “trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de
18 anos e de qualquer trabalho a menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz,
a partir de 14 anos”.
Também
fundamenta a notificação o artigo 5º do Estatuto da Criança e do Adolescente
(ECA), que versa que “nenhuma criança ou adolescente será objeto de
qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade
e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos
seus direitos fundamentais”.
O
documento também é baseado pelo artigo 3º da Convenção nº 182 da Organização
Internacional do Trabalho (OIT), sobre proibição das piores formas de trabalho
infantil e ação imediata para sua eliminação, aprovada em 17 de junho de 1999.
O artigo estabelece que atividades que, “por sua natureza ou pelas
circunstâncias em que são executados, são susceptíveis de prejudicar a saúde, a
segurança e a moral da criança” são algumas das piores formas de trabalho
infantil.
Os
representantes do MPMA e da PRT16 também alertam que o descumprimento das
recomendações constantes da notificação implicará na adoção das medidas legais
e judiciais cabíveis.

  • Jorge Vieira
  • 29/ago/2012

Deputados protestam contra condições do aeroporto de São Luís

Ribamar Santana / Agência Assembleia

 

Os deputados César Pires (DEM), líder do governo, e Eduardo Braide (PMN)
protestaram da tribuna da Assembleia, na sessão desta quarta-feira (29), quanto
às condições de funcionamento do Aeroporto Marechal Cunha Machado, que, segundo a Infraero, teve sua reforma concluída e voltou a operar
normalmente.
“A inauguração do aeroporto de São Luís me parece ter sido uma enganação. A
Infraero tentando dar uma resposta, deu uma resposta sem qualidade. O que eu tenho
visto e assistido são paredes com rachaduras, dando demonstrações fortes de que
foi apenas um arranjo; o piso destruído, a climatização não funciona e os
operários se misturam aos transeuntes, turistas ou não, que andam em nosso
aeroporto. Fica aqui o nosso protesto”, declarou César Pires.
O deputado César Pires disse acreditar que a obra de reforma do aeroporto
não sofrerá homologação, uma vez que não atende às exigências do padrão de um
aeroporto internacional, e que espera que a Infraero seja mais responsável e
não permita que o Maranhão venha a padecer de mais um mal quando as situações
de origem federal ou de organismos adjuntos a isso. “Esta não é uma obra de
responsabilidade. Foi mais uma enganação, um arremedo da empresa que fez e da
Infraero. Quero que seja registrado este protesto nos Anais dessa Casa”,
observou.
César Pires afirmou que fica na expectativa de que os órgãos federais como,
por exemplo, o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria Geral da
União (CGU), venham a São Luís fazer uma vistoria, elabore um relatório e
exijam que a empresa licitada faça a obra à altura do merecimento do nosso
Estado.
FISCALIZAÇÃO
Por sua vez, o deputado Eduardo Braide cobrou que a CGU abra um procedimento
para investigar e apurar o que realmente aconteceu e vem acontecendo nessa
obra. “É mais do que necessário, para que a gente saiba como foi investido todo
esse recurso, um total de R$ 13 milhões, e essa obra ainda não tenha sido
entregue em toda sua totalidade”, defendeu.
De acordo com Eduardo Braide, o Ministério Público Federal realizou, ontem
(28), uma vistoria na obra, acompanhado de engenheiros e técnicos, e vai
apresentar um relatório à Justiça federal e, acredita, vão solicitar
providências complementares e quem sabe até voltar a pedir a aplicação de
multa.
Na oportunidade, Eduardo Braide informou que foi aprovado, na terça-feira
(28), um requerimento de sua autoria na Comissão de Obras e Serviços Públicos
para que seja definida uma data para que, mais uma vez, esta casa faça uma
inspeção nas obras de reforma do Aeroporto. “Acho que é hora da Comissão de
Obras fazer mais uma vistoria e cobrar da Infraero e da empresa responsável
pela execução da obra de reforma, que seja entregue realmente o aeroporto em
sua totalidade, na forma como os usuários merecem realmente de respeito, de
conforto e de bom atendimento”, assinalou.

  • Jorge Vieira
  • 29/ago/2012

Othelino acusa governo de discriminar prefeitos que não rezam na cartilha do grupo Sarney

Critério para ganhar convênio é ser aliado do governo, acusa Othelino
O deputado Othelino Neto (PPS), denunciou nesta manhã de
quarta-feira (29) a falta de critério da governadora Roseana Sarney para
assinar convênios com prefeituras do interior do Estado. Segundo o parlamentar,
a farra na distribuição de recursos às vésperas da eleição 2012, está
beneficiando apenas os prefeitos que rezam na cartinha do Palácio dos Leões.
Othelino explicou que não é contra o governo
colocar recursos em nenhum município, mas lamenta, por exemplo que Pinheiro,
principal cidade da Baixa Maranhense com 78.147 habitantes, segundo o último
censo, não tenha recebido um único centavo, enquanto o município de Dom Pedro,
que possui 22 mil habitantes R$ 7,79 milhões.   
“Se fosse aplicar uma proporção pela população,
Pinheiro deveria ter recebido pelo menos de R$ 22 a R$ 23 milhões. Então, a
cidade de Dom Pedro deve ter algo muito especial porque, se com um terço da população
de Pinheiro recebeu R$ 22 milhões, deve ter algo muito especial naquela cidade
ou então a prefeita é uma correligionária de primeira hora e de maior grandeza
do Governo do Estado”, criticou.
Pela relação de convênios apresentado pelo
deputado, a governadora Roseana Sarney parece disposta a ajudar a prefeita
aliada, pois, de 2009 para cá, Dom Pedro recebeu R$ 19 milhões em convênios. A
deputada que representa o município disse que por lá não existe nenhuma obra da
prefeitura.  
Othelino Neto apresentou comparativos de municípios
da Baixada que mostram claramente que o critério para distribuir convênios no
período pré-eleitoral foi ser aliado da governadora.
A cidade de São Bento, por exemplo, tem 37 mil
habitantes, quase a metade da população de Pinheiro, e recebeu R$ 2,173
milhões. O município de São João Batista tem 19 mil habitantes e recebeu R$
3,516 milhões. O pequeno município de Presidente Sarney recebeu R$ 960 mil e
tem 14 mil habitantes. “Eu gostaria que São Bento, São João Batista e
Presidente Sarney tivessem que receber até mais recursos, mas eu não concordo é
tratar com desigualdade a principal cidade da Baixada, que é a cidade de
Pinheiro”, denuncia.
Neto acusa o governo Roseana de perseguir o
principal município da Baixada pelo simples fato do prefeito José Arlindo não
fazer do seu grupo político. “Roseana retirou o hospital que ia ser construído
e para o qual o Dr. Jackson deixou recursos. Eu quero fazer um apelo ao Governo
do Estado: se não quer fazer convênio com o prefeito, que pelo menos execute as
obras que Pinheiro está precisando”.
Othelino diz
que enquanto cidades pequenas, como Nina Rodrigues ( R$ 1,2 milhão), Mata Roma
(R$ 3 milhões) e Governador Eugênio Barros (R$ 2 milhões), Pinheiro não recebeu
nada. A cidade de Bequimão tem 18 mil habitantes e não recebeu um centavo só
porque o prefeito é do PDT. “É de lamentar que os recursos do Maranhão sejam tratados
como recurso privado e que só sirva, em vez de melhorar a qualidade de vida das
pessoas, independente de coloração partidária, independente de ser situação ou
oposição, só sirva para premiar aqueles que são aliados do Governo do Estado”,
lamentou.

  • Jorge Vieira
  • 29/ago/2012

Edivaldo promete a blogueiros administração moderna e transparente

Em café da manhã com blogueiros,
tuiteiros e afins, nesta quarta-feira (29), o candidato da coligação “Muda São
Luís”, Edivaldo Holanda Júnior, garantiu que, se eleito, dará um choque de modernidade
em São Luís. Para ele, fazer uma administração moderna é administrar com
transparência, colocando a disposição da população um portal de internet que preste realmente
conta de todos os atos da prefeitura.
Edivaldo garantiu que desenvolverá parcerias com o governo federal que visem a inclusão
digital de dos cidadãos ludovicenses. O candidato informou que apenas 28 por cento
da população de São Luís, estimada em mais de 1 milhão de habitantes, têm
acesso, hoje, à internet.
O candidato solicitou aos
correligionários blogueiros e tuiteiros que usem a internet para pedir votos dos para que possa chegar ao segundo turno e ganhar a eleição. “Nosso
compromisso é fazer com que a cidade entre na era digital, pois nosso objetivo
é fazer de São Luís uma cidade melhor para se viver e uma prefeitura moderna”,
anunciou.

  • Jorge Vieira
  • 29/ago/2012

TSE mantém multa contra Roseana Sarney por propaganda irregular

Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
rejeitaram, na sessão de hoje (28), recurso apresentado por Roseana Sarney
contra a multa por propaganda eleitoral irregular (no valor de R$ 2 mil) que
lhe foi aplicada nas Eleições de 2006. De acordo com o Tribunal Regional
Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), Roseana, que à época exercia mandato de
senadora, foi notificada para, em 24 horas, retirar placas que
caracterizaram propaganda irregular por terem sido afixadas em bens de uso
comum, aos quais a população tem acesso, mas não o fez.
A defesa da candidata argumentou que a notificação
da Justiça Eleitoral foi enviada, por fax, ao seu gabinete no Senado
Federal, embora ela estivesse em campanha no interior do Maranhão. Na sessão de
hoje, o ministro-relator, Gilson Dipp, considerou que a notificação não foi
irregular, tendo em vista que a indicação do gabinete parlamentar no Senado foi
feita pela própria candidata. O ministro Dipp lembrou que “constitui ônus do
candidato indicar à Justiça Eleitoral sua localização”.
Quanto ao mérito, prevaleceu a divergência
aberta pelo ministro Arnaldo Versiani, seguida pelos ministros Marcos Aurélio,
Nancy Andrighi e também pela presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia Antunes
Rocha, que considerou não ser possível ao TSE analisar provas dos autos (no
caso, fotos) para chegar à conclusão diversa da que chegou o TRE-MA. “O acórdão
regional assentou, já na ementa, que a propaganda foi feita em bem público.
Como se trata de recurso especial, não se pode examinar fotografias que estão
nos autos, independentemente de terem sido contestadas ou não”, disse o
ministro Versiani.
O relator do recurso, ministro Gilson Dipp, votou
(vencido) pelo provimento do recurso, e foi seguido pelo ministro Dias Toffoli,
após verificar que “fotografias trazidas aos autos revelam, inequivocamente,
que a propaganda questionada estava na parte de dentro do estacionamento do prédio
locado pela coligação da recorrente, ou seja, na parte interna de propriedade
particular, fora, portanto, do espaço público e do passeio público (calçada)” e
da vedação constante do artigo 37 da Lei das Eleições (Lei 9.504/97).

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