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  • Jorge Vieira
  • 26/mar/2013

Circuito da Via Sacra do Anjo da Guarda recebe ações da Prefeitura

Prefeitura desenvolve ações no Circuito da Via Sacra
 do Anjo da Guarda (Foto: Mauricio Alexandre)

Mais de 200 mil pessoas serão beneficiadas com ação de recuperação de ruas e avenidas do Anjo da Guarda. Há uma semana, o circuito que recebe a encenação da Via Sacra recebe equipes de limpeza pública, com o roço dos canteiros e calçadas das principais localidades, revitalização da iluminação e a renovação da malha asfáltica, através da operação tapa-buraco.
A ação da Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Semosp) é uma resposta à solicitação de moradores da área, visando, ainda, melhorar as condições de infraestrutura no bairro para receber a Via Sacra, maior espetáculo de teatro ao ar livre do Maranhão, que acontecerá nos dias 28 e 29 deste mês a partir das 18h.
Para revitalizar a iluminação pública no bairro, duas equipes foram enviadas pela Semosp para realizar reparos nos postes e trocar 40 projetores nos principais trechos do circuito de ruas em que é encenada a Via Sacra. Equipes de limpeza realizaram roço nos canteiros, praças e calçadas e renovaram a pintura nos meio-fios. A operação tapa-buraco deu continuidade aos trabalhos já iniciados no bairro, mapeando os pontos críticos e renovando a camada asfáltica da área.
VIA SACRA
Durante os dois dias de Via Sacra, a operação trará mais conforto às 200 mil pessoas esperadas para assistir ao espetáculo, que já é encenado há mais de 30 anos e se tornou tradição entre os maranhenses no período pascoal.
A peça é dividida em sete atos, tendo como palco as praças Recanto da Paixão, Anjo e Ressurreição, constituindo os três principais pontos de encenação. Nos locais, estão sendo montados cenários como o Templo de Jerusalém, o Horto das Oliveiras, o Palácio de Pilatos e o Calvário, onde o ápice do espetáculo se apresenta com a crucificação de Cristo.
A Via Sacra encena a Paixão de Cristo e é representada por 70 atores e mais de 800 figurantes do Grupo Independente de Teatro Amador (Grita). Populares e religiosos também se juntarão à peça, fazendo um percurso de 2 quilômetros pelas ruas do Anjo da Guarda.
OUTRAS AÇÕES
A Semosp deu início esta semana aos trabalhos de recuperação de parte da estrutura do muro da Praça Gonçalves Dias, que cedeu por conta da chuva. De forma emergencial, as equipes atuam na limpeza para retirada do excesso de entulho do local. A previsão é que as obras de reconstrução da estrutura sejam iniciadas na próxima semana. 

  • Jorge Vieira
  • 26/mar/2013

Maranhão festeja trajetória de 91 anos do PCdoB

O
Partido Comunista do Brasil (PCdoB) no Maranhão comemora nesta quarta
(27), às 18h, os 91 anos de história de lutas, de protagonismo, de
defesa dos trabalhadores e da busca incansável pela igualdade no estado.
Um ato de âmbito estadual será realizado na sede do Comitê Estadual do
PCdoB com a participação de filiados, simpatizantes, movimentos sociais e
lideranças de todo o Maranhão. 

 
Dos 123 anos de República, 91 foram de ampla e destacada atuação do
PCdoB na linha de frente da luta pela democracia, socialismo e
fortalecimento do país. Nas últimas eleições o partido elegeu 976
vereadores, 87 vices-prefeitos, 57 prefeitos, 18 deputados estaduais e
15 deputados federais. A ocasião servirá para comemorar essas conquistas
e reafirmar o compromisso de lutar por um Brasil desenvolvido e com
justiça social.

 
“A trajetória do partido sempre foi de luta e de mudança. No
Maranhão não é diferente, figuras incontestáveis como Maria Aragão,
Bandeira Tribuzzi e Ruy Frazão contribuíram com a formação de um novo
momento político em nosso estado”, declarou o deputado estadual e líder
da oposição no Maranhão, Rubens Pereira Jr, sobre a celebração.

 
Trajetória de lutas

O
PCdoB se consolida nesta data como o partido político mais antigo em
funcionamento de forma ininterrupta no país. Esteve presente em momentos
decisivos da história do Brasil, em momentos como a ditadura militar,
Diretas Já, construção da Constituinte, Fora Collor e FHC e a criação da
Frente Brasil Popular, que lançaria Luiz Inácio Lula da Silva à
Presidência e iniciou uma movimentação que desembocaria na vitória das
forças progressistas e populares em 2002.

 
Dentre as conquistas do partido, merece destaque o crescimento do
PCdoB com ampla expansão na Maranhão e o reconhecimento político do
projeto no Brasil. No estado, são 99 vereadores, 15 vice-prefeitos e
cinco prefeitos do partido. Essa trajetória representa a participação
ativa do partido na luta em favor dos trabalhadores e por melhores
condições de vida a todos os cidadãos brasileiros.

 

  • Jorge Vieira
  • 26/mar/2013

Luis Fernando é apenas “boi de piranha”?

Apenas 22 por cento dos maranhenses sabem da existência de Luis Fernando
Pesquisa qualitativa encomendada pelo governo ao publicitário Duda Mendonça e guardada a sete chaves no Palácio dos Leões, revela que o pré-candidato ao governo, Luís Fernando Silva (PMDB) em total situação de desvantagem em relação ao dois principais postulantes ao cargo: o presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB) e o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB).  

Adversários do secretário de
Infraestrutura do governo, sempre que são solicitados a
falar sobre sucessão, nos bastidores e longe de microfones, costumam se referir
ao candidato preferido da governadora Roseana Sarney (PMDB) e da eminência parda e marido
dela, Jorge Murad, como o “boi de piranha” deste período pré-eleitoral. Afirmam
que ele não chegará a convenção na condição de postulante a candidato a
governador.

O blog descobriu a razão de tanta
desconfiança sobre o real potencial do ex-prefeito de São José de Ribamar, cujo
a área de atuação política se limita ao município vizinho, onde segundo
levantamento feito pelo ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB), desenvolveu
uma administração comparada a da ex-prefeita de Paço de Lumiar, Bia Venâncio,
que vive hoje monitorada 24 horas pela Policia Federal, através de uma tornozeleira
eletrônica.

Recentemente o grupo da governadora
recebeu a pesquisa quali, encomendada a Duda Mendonça, e
descobriu que o universo que conhece o político Luís Fernando é muito reduzido,
preocupante para quem pretende disputar o mandato de governador do Estado em
2014.

Conforme os números apurados e que
estão guardados para consumo interno do grupo Sarney, apenas 22 por cento do
eleitorado sabe ou tomou conhecimento da existência do secretário
de Infraestrutura. Já Flávio Dino é conhecido de 80 por cento da população
maranhense e Lobão por cerca de 99 por cento.

O blog teve acesso a outros números
da pesquisa que revelam o favoritismo de Dino, mas se
comprometeu com a fonte publicar apenas os dados acima. Pelo o que me foi
apresentado, Luís Fernando é o candidato mais fraco para enfrentar o presidente
da Embratur, Flávio Dino. Por conta desses números, poucos acreditam que ele terá
condições de ser o representante do grupo e articulam para entrar na fila, caso
Lobão desista da disputa por questões de saúde. É o caso do ministro do Turismo, Gastão Vieira, e do senador João Alberto, ambos tambem do PMDB. 

  • Jorge Vieira
  • 26/mar/2013

Iterma é convocado a dar explicações sobre regularização fundiária em Bacabeira

Um fato histórico, na presente
legislatura, aconteceu nesta manhã de terça-feira (26), no plenário da Assembleia
Legislativa. A bancada governista, sem autorização da liderança, ajudou a
oposição aprovar a convocação do Presidente do Instituto de Terras do Maranhão,
Luiz Alfredo Soares da Fonseca, para dar explicações sobre o processo de
regularização fundiária do município de Bacabeira.

Segundo o autor da proposta,
deputado Bira do Pindaré (PT), o comportamento dos governistas durante o
processo de discussão e votação da matéria pode ser considerado estranho em
função da prática ser rejeitar todo e qualquer pedido de informação sobre o
governo Roseana Sarney (PMDB). “Sinceramente considero um fato histórico nesta
legislatura e confesso que recebi com surpresa a aprovação da polêmica matéria”,
observou Bira do Pindaré.

Para os observadores que
acompanham o dia a dia da política maranhense, o fato do suplente de deputado,
Carlos Alberto Milhomem (PSD), no exercício do mandato, ter votado a favor da
convocação, quando é o primeiro a recomendar contra a aprovação de qualquer
requerimento da oposição, parece ter sido o troco da convocação do aliado do
ministro das Minas Energia Edison Lobão e diretor geral do CINTRA, Arnaldo
Martinho Costa da Costa, para prestar contas da Fundação Nice Lobão.

Falta ainda marcar a data em que
o presidente do ITERMA terá que comparecer ao plenário para dar explicações
sobre a questão fundiária, principalmente no povoado Santa Quitéria e
adjacências onde famílias estão sendo ameaçadas de despejo por conta da
especulação imobiliária, decorrente da promessa de construção da Refinaria
Premium.

A Assembleia Legislativa vai ter a oportunidade de esclarecer com o presidente do
ITERMA por que até agora não foi feito o georeferenciamento do município de
Bacabeira, que é um passo importante para a regularização fundiária, uma das
atribuições do Instituto de Terras. Representantes do órgão  já estiveram no local mais de uma vez, se
comprometeu, mas já se passaram  90 dias,
nada aconteceu e o povo está aflito.

  • Jorge Vieira
  • 26/mar/2013

Deputados não confiam em Lobão e querem esclarecimento da Petrobras sobre refinaria

Plenário da Assembleia aprovou, por unanimidade, audiência com a Petrobras

Atendendo uma solicitação do plenário da Casa, a Assembleia Legislativa do Maranhão vai tentar marcar uma audiência com a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, para tratar sobre a Refinaria Premium, em Bacabeira.

O objetivo dos autores do requerimento, deputados Bira do Pindaré (PT) e Eliziane Gama (PPS), é tratar sobre o empreendimento, em
especial a desativação do canteiro de obras.

Se decidiram procurar a presidente da Petrobras é porque os deputados não acreditam mais nas justificaticas de Lobão para a morosidade da obras, visto que o requerimento foi aprovado por unimidade do plenário, que conta com a maioria sarneista.

A lorota que o ministro Edison Lobão contou na quinta-feira da semana passada, durante entrevista no Palácio dos Leões, não convenceu ninguém, afinal, ele apenas empenhou sua palavra de que a refinaria será construída. Muito pouco para um empreendimento orçado em cerca de US$ 20 bilhões.  

A classe política do estado, na verdade, não acredita em Lobão. Até a governadora, sua aliada, providenciou, às pressas, uma viagem para os Estados Unidos a fim de evitar ouvir a mesma ladainha de sempre, ou seja, que a obra sofreu um atraso, mas vai sair. 

O problema é que o ministro não diz onde vai buscar o dinheiro para bancar a refinaria e, para complicar, ainda afirmou que o estudo de viabilidade econômica do empreendimento ainda vai ser realizado. E se esse estudo apontar a inviabilidade?

  • Jorge Vieira
  • 26/mar/2013

Reunião do PSC pode decidir futuro de Feliciano em comissão da Câmara

Camila
Campanerut 

Os
deputados do PSC (Partido Social Cristão) podem colocar fim à polêmica em
relação à manutenção deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) como presidente
da CDH (Comissão de Direitos Humanos e Minorias) da Câmara dos Deputados nesta
terça-feira (26).

A reunião
de bancada da sigla, marcada para as 14h30, terá como tema central uma solução
para as pressões e críticas contra o deputado pastor.

Feliciano
é criticado por afirmações de cunho racista e homofóbico que geraram
manifestações contrárias por parte de deputados na Câmara, nas ruas e em redes
sociais.

Algumas
das declarações do deputado motivaram denúncia do procurador-geral da
República, Roberto Gurgel, no STF (Supremo Tribunal Federal).

Na semana
passada, a agitação em torno do deputado levou o presidente da Câmara, Henrique
Eduardo Alves (PMDB-RN), a conversar com lideranças do PSC para que se chegasse
a uma “solução respeitosa” sobre o assunto. Alves chegou a dizer que a situação
da comissão está “insustentável” desta maneira.

Na última
quinta-feira (20), o deputado André Moura (PSC- SE) afirmou que qualquer
decisão – seja pela manutenção ou pela saída de Feliciano do posto – só seria
tomada depois de consultados os 16 deputados da bancada e com a expressão
pessoal do próprio Feliciano. Com a saída do deputado da comissão, a legenda
teria de indicar outro parlamentar para substituí-lo.

No início
de março, depois de acordo entre os partidos políticos, o PSC ficou com o
direito de indicar o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da
Câmara e, em reunião fechada, Feliciano foi eleito.

Para um
grupo de deputados dentro da própria Câmara, Feliciano não teria legitimidade
para ocupar um cargo em uma comissão permanente que tem como função analisar
leis em proteção aos direitos humanos e em proteção às minorias. Eles criaram,
na semana passada, uma frente parlamentar paralela à CDH.

Em
entrevista ao jornal “O Globo” na última quinta-feira (21), a
ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República,
Maria do Rosário, pediu que o parlamentar “ouvisse a sociedade” e renunciasse à
presidência da comissão.

Em
entrevista ao programa “Pânico”, da Band, levada ao ar no último
domingo (24), o pastor disse que a escolha dele frente à comissão foi colegiada
e por meio de um acordo partidário, e acordo “não se quebra”.
“Estou aqui por um propósito, fui eleito por um colegiado. É um acordo
partidário, acordo partidário não se quebra. Só se eu morrer”, afirmou o
pastor.

Procurados
pelo UOL, Feliciano e o líder do PSC na Câmara, André Moura (SE), não
responderam aos contatos da reportagem. No entanto, Feliciano cogita ir à
Bolívia tratar de torcedores corintianos presos no país.

Ação por estelionato no STF

Além da
denúncia de Gurgel sobre declarações polêmicas, Feliciano é réu em uma ação
penal por estelionato. Segundo a denúncia, o parlamentar recebeu, mas não
compareceu a um evento religioso no Rio Grande do Sul, em março de 2008.

O STF
intimou Feliciano a comparecer a um interrogatório no dia próximo dia 5 de
abril, às 14h30, para dar mais esclarecimentos sobre o caso a um juiz federal,
designado pela Suprema Corte.

De acordo
com o advogado dele, Rafael Novaes da Silva, o valor pago ao pastor para
participar do evento ficou em torno de R$ 8.000 – que ele afirma ter restituído
à produtora do evento, em agosto de 2011, com juros e correção monetária, em
cerca de R$ 13 mil, após várias tentativas de acordo.

“Na ação, a produtora do evento pede cerca de R$
950 mil a titulo de indenização por danos morais. Os danos materiais já foram
pagos. Não existe estelionato. Não existiu crime nenhum. Está tudo provado.
Quanto à expectativa do depoimento do meu cliente no STF, elas são as
melhores”, afirmou o defensor Rafael Novaes da Silva.



Reunião do PSC pode decidir futuro de Feliciano em comissão da Câmara

26/03/2013 – 06h00 | do UOL Notícias

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Camila Campanerut
Do UOL, em Brasília
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Manifestantes protestam contra eleição de pastor para Comissão de
Direitos Humanos112 fotos
112 / 112
23.mar.2013 – Manifestantes se beijam durante ato realizado neste sábado
(23) na avenida Paulista, centro de São Paulo, contra o pastor Marco
Feliciano (PSC-SP). O protesto previa a realização de um “beijaço”
público contra a eleição do deputado, acusado de ser racista e
homofóbico, para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da
Câmara Leia mais J. Duran Machfee/Futura Press

Os deputados do PSC (Partido Social Cristão) podem colocar fim à
polêmica em relação à manutenção deputado pastor Marco Feliciano
(PSC-SP) como presidente da CDH (Comissão de Direitos Humanos e
Minorias) da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (26).

A reunião de bancada da sigla, marcada para as 14h30, terá como tema
central uma solução para as pressões e críticas contra o deputado
pastor.

Feliciano é criticado por afirmações de cunho racista e homofóbico que
geraram manifestações contrárias por parte de deputados na Câmara, nas
ruas e em redes sociais.

Algumas das declarações do deputado motivaram denúncia do
procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no STF (Supremo Tribunal
Federal).

Na semana passada, a agitação em torno do deputado levou o presidente da
Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), a conversar com lideranças do
PSC para que se chegasse a uma “solução respeitosa” sobre o assunto.
Alves chegou a dizer que a situação da comissão está “insustentável”
desta maneira.

Na última quinta-feira (20), o deputado André Moura (PSC- SE) afirmou
que qualquer decisão – seja pela manutenção ou pela saída de Feliciano
do posto – só seria tomada depois de consultados os 16 deputados da
bancada e com a expressão pessoal do próprio Feliciano. Com a saída do
deputado da comissão, a legenda teria de indicar outro parlamentar para
substituí-lo.

No início de março, depois de acordo entre os partidos políticos, o PSC
ficou com o direito de indicar o presidente da Comissão de Direitos
Humanos e Minorias da Câmara e, em reunião fechada, Feliciano foi
eleito.

Para um grupo de deputados dentro da própria Câmara, Feliciano não teria
legitimidade para ocupar um cargo em uma comissão permanente que tem
como função analisar leis em proteção aos direitos humanos e em proteção
às minorias. Eles criaram, na semana passada, uma frente parlamentar
paralela à CDH.

Em entrevista ao jornal “O Globo” na última quinta-feira (21), a
ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da
República, Maria do Rosário, pediu que o parlamentar “ouvisse a
sociedade” e renunciasse à presidência da comissão.

Em entrevista ao programa “Pânico”, da Band, levada ao ar no último
domingo (24), o pastor disse que a escolha dele frente à comissão foi
colegiada e por meio de um acordo partidário, e acordo “não se quebra”.
“Estou aqui por um propósito, fui eleito por um colegiado. É um acordo
partidário, acordo partidário não se quebra. Só se eu morrer”, afirmou o
pastor.

Procurados pelo UOL, Feliciano e o líder do PSC na Câmara, André Moura
(SE), não responderam aos contatos da reportagem. No entanto, Feliciano
cogita ir à Bolívia tratar de torcedores corintianos presos no país.
Ação por estelionato no STF

Além da denúncia de Gurgel sobre declarações polêmicas, Feliciano é réu
em uma ação penal por estelionato. Segundo a denúncia, o parlamentar
recebeu, mas não compareceu a um evento religioso no Rio Grande do Sul,
em março de 2008.

O STF intimou Feliciano a comparecer a um interrogatório no dia próximo
dia 5 de abril, às 14h30, para dar mais esclarecimentos sobre o caso a
um juiz federal, designado pela Suprema Corte.

De acordo com o advogado dele, Rafael Novaes da Silva, o valor pago ao
pastor para participar do evento ficou em torno de R$ 8.000 – que ele
afirma ter restituído à produtora do evento, em agosto de 2011, com
juros e correção monetária, em cerca de R$ 13 mil, após várias
tentativas de acordo.

“Na ação, a produtora do evento pede cerca de R$ 950 mil a titulo de
indenização por danos morais. Os danos materiais já foram pagos. Não
existe estelionato. Não existiu crime nenhum. Está tudo provado. Quanto à
expectativa do depoimento do meu cliente no STF, elas são as melhores”,
afirmou o defensor Rafael Novaes da Silva.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2013/03/26/reuniao-do-psc-pode-decidir-futuro-de-feliciano-em-comissao-da-camara.jhtm

Brasil
Reunião do PSC pode decidir futuro de Feliciano em comissão da Câmara

26/03/2013 – 06h00 | do UOL Notícias

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(23) na avenida Paulista, centro de São Paulo, contra o pastor Marco
Feliciano (PSC-SP). O protesto previa a realização de um “beijaço”
público contra a eleição do deputado, acusado de ser racista e
homofóbico, para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da
Câmara Leia mais J. Duran Machfee/Futura Press

Os deputados do PSC (Partido Social Cristão) podem colocar fim à
polêmica em relação à manutenção deputado pastor Marco Feliciano
(PSC-SP) como presidente da CDH (Comissão de Direitos Humanos e
Minorias) da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (26).

A reunião de bancada da sigla, marcada para as 14h30, terá como tema
central uma solução para as pressões e críticas contra o deputado
pastor.

Feliciano é criticado por afirmações de cunho racista e homofóbico que
geraram manifestações contrárias por parte de deputados na Câmara, nas
ruas e em redes sociais.

Algumas das declarações do deputado motivaram denúncia do
procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no STF (Supremo Tribunal
Federal).

Na semana passada, a agitação em torno do deputado levou o presidente da
Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), a conversar com lideranças do
PSC para que se chegasse a uma “solução respeitosa” sobre o assunto.
Alves chegou a dizer que a situação da comissão está “insustentável”
desta maneira.

Na última quinta-feira (20), o deputado André Moura (PSC- SE) afirmou
que qualquer decisão – seja pela manutenção ou pela saída de Feliciano
do posto – só seria tomada depois de consultados os 16 deputados da
bancada e com a expressão pessoal do próprio Feliciano. Com a saída do
deputado da comissão, a legenda teria de indicar outro parlamentar para
substituí-lo.

No início de março, depois de acordo entre os partidos políticos, o PSC
ficou com o direito de indicar o presidente da Comissão de Direitos
Humanos e Minorias da Câmara e, em reunião fechada, Feliciano foi
eleito.

Para um grupo de deputados dentro da própria Câmara, Feliciano não teria
legitimidade para ocupar um cargo em uma comissão permanente que tem
como função analisar leis em proteção aos direitos humanos e em proteção
às minorias. Eles criaram, na semana passada, uma frente parlamentar
paralela à CDH.

Em entrevista ao jornal “O Globo” na última quinta-feira (21), a
ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da
República, Maria do Rosário, pediu que o parlamentar “ouvisse a
sociedade” e renunciasse à presidência da comissão.

Em entrevista ao programa “Pânico”, da Band, levada ao ar no último
domingo (24), o pastor disse que a escolha dele frente à comissão foi
colegiada e por meio de um acordo partidário, e acordo “não se quebra”.
“Estou aqui por um propósito, fui eleito por um colegiado. É um acordo
partidário, acordo partidário não se quebra. Só se eu morrer”, afirmou o
pastor.

Procurados pelo UOL, Feliciano e o líder do PSC na Câmara, André Moura
(SE), não responderam aos contatos da reportagem. No entanto, Feliciano
cogita ir à Bolívia tratar de torcedores corintianos presos no país.
Ação por estelionato no STF

Além da denúncia de Gurgel sobre declarações polêmicas, Feliciano é réu
em uma ação penal por estelionato. Segundo a denúncia, o parlamentar
recebeu, mas não compareceu a um evento religioso no Rio Grande do Sul,
em março de 2008.

O STF intimou Feliciano a comparecer a um interrogatório no dia próximo
dia 5 de abril, às 14h30, para dar mais esclarecimentos sobre o caso a
um juiz federal, designado pela Suprema Corte.

De acordo com o advogado dele, Rafael Novaes da Silva, o valor pago ao
pastor para participar do evento ficou em torno de R$ 8.000 – que ele
afirma ter restituído à produtora do evento, em agosto de 2011, com
juros e correção monetária, em cerca de R$ 13 mil, após várias
tentativas de acordo.

“Na ação, a produtora do evento pede cerca de R$ 950 mil a titulo de
indenização por danos morais. Os danos materiais já foram pagos. Não
existe estelionato. Não existiu crime nenhum. Está tudo provado. Quanto à
expectativa do depoimento do meu cliente no STF, elas são as melhores”,
afirmou o defensor Rafael Novaes da Silva.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2013/03/26/reuniao-do-psc-pode-decidir-futuro-de-feliciano-em-comissao-da-camara.jhtm

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26/03/2013 – 06h00 | do UOL Notícias

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Manifestantes protestam contra eleição de pastor para Comissão de
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23.mar.2013 – Manifestantes se beijam durante ato realizado neste sábado
(23) na avenida Paulista, centro de São Paulo, contra o pastor Marco
Feliciano (PSC-SP). O protesto previa a realização de um “beijaço”
público contra a eleição do deputado, acusado de ser racista e
homofóbico, para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da
Câmara Leia mais J. Duran Machfee/Futura Press

Os deputados do PSC (Partido Social Cristão) podem colocar fim à
polêmica em relação à manutenção deputado pastor Marco Feliciano
(PSC-SP) como presidente da CDH (Comissão de Direitos Humanos e
Minorias) da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (26).

A reunião de bancada da sigla, marcada para as 14h30, terá como tema
central uma solução para as pressões e críticas contra o deputado
pastor.

Feliciano é criticado por afirmações de cunho racista e homofóbico que
geraram manifestações contrárias por parte de deputados na Câmara, nas
ruas e em redes sociais.

Algumas das declarações do deputado motivaram denúncia do
procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no STF (Supremo Tribunal
Federal).

Na semana passada, a agitação em torno do deputado levou o presidente da
Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), a conversar com lideranças do
PSC para que se chegasse a uma “solução respeitosa” sobre o assunto.
Alves chegou a dizer que a situação da comissão está “insustentável”
desta maneira.

Na última quinta-feira (20), o deputado André Moura (PSC- SE) afirmou
que qualquer decisão – seja pela manutenção ou pela saída de Feliciano
do posto – só seria tomada depois de consultados os 16 deputados da
bancada e com a expressão pessoal do próprio Feliciano. Com a saída do
deputado da comissão, a legenda teria de indicar outro parlamentar para
substituí-lo.

No início de março, depois de acordo entre os partidos políticos, o PSC
ficou com o direito de indicar o presidente da Comissão de Direitos
Humanos e Minorias da Câmara e, em reunião fechada, Feliciano foi
eleito.

Para um grupo de deputados dentro da própria Câmara, Feliciano não teria
legitimidade para ocupar um cargo em uma comissão permanente que tem
como função analisar leis em proteção aos direitos humanos e em proteção
às minorias. Eles criaram, na semana passada, uma frente parlamentar
paralela à CDH.

Em entrevista ao jornal “O Globo” na última quinta-feira (21), a
ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da
República, Maria do Rosário, pediu que o parlamentar “ouvisse a
sociedade” e renunciasse à presidência da comissão.

Em entrevista ao programa “Pânico”, da Band, levada ao ar no último
domingo (24), o pastor disse que a escolha dele frente à comissão foi
colegiada e por meio de um acordo partidário, e acordo “não se quebra”.
“Estou aqui por um propósito, fui eleito por um colegiado. É um acordo
partidário, acordo partidário não se quebra. Só se eu morrer”, afirmou o
pastor.

Procurados pelo UOL, Feliciano e o líder do PSC na Câmara, André Moura
(SE), não responderam aos contatos da reportagem. No entanto, Feliciano
cogita ir à Bolívia tratar de torcedores corintianos presos no país.
Ação por estelionato no STF

Além da denúncia de Gurgel sobre declarações polêmicas, Feliciano é réu
em uma ação penal por estelionato. Segundo a denúncia, o parlamentar
recebeu, mas não compareceu a um evento religioso no Rio Grande do Sul,
em março de 2008.

O STF intimou Feliciano a comparecer a um interrogatório no dia próximo
dia 5 de abril, às 14h30, para dar mais esclarecimentos sobre o caso a
um juiz federal, designado pela Suprema Corte.

De acordo com o advogado dele, Rafael Novaes da Silva, o valor pago ao
pastor para participar do evento ficou em torno de R$ 8.000 – que ele
afirma ter restituído à produtora do evento, em agosto de 2011, com
juros e correção monetária, em cerca de R$ 13 mil, após várias
tentativas de acordo.

“Na ação, a produtora do evento pede cerca de R$ 950 mil a titulo de
indenização por danos morais. Os danos materiais já foram pagos. Não
existe estelionato. Não existiu crime nenhum. Está tudo provado. Quanto à
expectativa do depoimento do meu cliente no STF, elas são as melhores”,
afirmou o defensor Rafael Novaes da Silva.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2013/03/26/reuniao-do-psc-pode-decidir-futuro-de-feliciano-em-comissao-da-camara.jhtm

  • Jorge Vieira
  • 26/mar/2013

Bastidores da oligarquia fervilham por conta da sucessão

Após os aliados da governadora Roseana Sarney (PMDB) espalhar nos quatro cantos
do Estado que o grupo havia decidido apoiar a candidatura do insosso secretário
de Infraestrutura, Luís Fernando Silva (PMDB), ao governo do estado em 2014, ontem (25), o jornal O Estado do Maranhão, porta voz da oligarquia na mídia impressa,
em seu editorial, afirmou que o representante do Palácio dos Leões sairá
da disputa interna entre o ex-prefeito de São José de Ribamar e o ministro das
Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB).

A informação soa estranho porque os frequentadores dos porões do Palácio dos Leões andam
espalhando nos quatro cantos do Estado que o grupo Sarney bateu o martelo pela candidatura
de Luís Fernando e que o ministro Edison Lobão não dispõe de saúde para enfrentar
uma campanha eleitoral. Agora, pelo visto, esses mesmos puxas, vão ter que
engolir o magro velho goela abaixo e tudo indica que a decisão sobre candidatura
ainda vai render muita confusão nos bastidores peemdebista.

Lobão disse durante entrevista coletiva
no Palácio dos Leões, semana passada, que não abre mão de disputar o governo do
estado e que somente não será candidato se não quiser, deixando claro que Luís
Fernando não será páreo. Mesmo com a afirmação do ministro, os agentes da
governadora Roseana Sarney (PMDB) trataram de espalhar que o martelo já havia
sido batido em favor de Luís Fernando, o que deixou os partidários de Lobão
enfurecidos.

Apesar da aparente tranquilidade
que tentaram passar durante o encontro do PMDB, semana passada, o clima é de
disputa e o caldeirão está fervilhando.  Talvez
tenha sido essa a razão que levou o jornal da família da governadora a trazer ontem,
em seu editorial, a seguinte informação :
“O candidato a governador sairá das fileiras do
PMDB e as opções, ao que tudo indica definitivas, são o ministro Edison Lobão
(Minas e Energia) e o secretário Luís Fernando Silva (Infraestrutura)”.
Diante da informação, o blog pergunta: já não haviam batido o
martelo pelo preferido de Roseana e Jorge Murad?

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