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  • Jorge Vieira
  • 17/fev/2014

Prefeitura inicia recuperação do sistema de drenagem da Beira Mar

A Prefeitura de São Luís iniciou o serviço de
reativação das caixas de drenagem de água que estavam desativadas na Avenida
Beira Mar, solucionando antigo problema de inundação após a incidência de
chuva. O trecho mais comprometido se encontra na cabeceira da Ponte do São
Francisco, onde durante anos acumula grande quantidade de água.
De acordo com a equipe técnica da Secretaria de
Obras e Serviços Públicos (Semosp), responsável pela execução do serviço, as
caixas de drenagem estavam desativadas, totalmente encobertas, o que
impossibilitava o escoamento devido da água. O problema é recorrente de antigas
gestões municipais.
“Nós localizamos as caixas ao longo da Avenida
Beira Mar e as desenterramos. As próximas etapas serão a desobstrução,
recuperação dos equipamentos de drenagem e a instalação de novos trilhos de
forma que facilite o escoamento da água sanando, de vez, o problema da água
empossada. Toda essa ação visa cumprir recomendação do prefeito Edivaldo
Holanda Júnior de garantir trânsito mais seguro para a população de São Luís”,
disse o titular da Semosp, Antônio Araújo Costa.
Para solucionar o problema na Avenida Beira Mar,
via de grande importância por receber diariamente intenso fluxo de veículos, a
Semosp já realizou a primeira etapa das ações. A programação consistiu na
recuperação das caixas da via, identificando os problemas para substituição de
equipamentos.
Ainda no pacote de ações está prevista a construção
de duas bocas de lobo nos trechos de passeio de pedestres, ao lado da via. Os
serviços serão realizados durante os finais de semana, devido a menor
concentração de veículo no trecho.

  • Jorge Vieira
  • 17/fev/2014

Prefeito ‘camaleão’ de Imperatriz não comparece para receber título de cidadão ludovicense

O prefeito camaleão de Imperatriz, tucano de bico
mole Sebastião Madeira (foto), mais novo serviçal da oligarquia Sarney, não compareceu nesta
manhã de segunda-feira (17) na Câmara Municipal de São Luís para receber o título de
cidadão ludovicense, concedido através de iniciativa do vereador Gutemberg
Araújo, ex-secretário do ex-prefeito João Castelo, responsável pelo caos
implantado na saúde pública de São Luís.
Representantes do PSDB no Legislativo de São
Luís apresentaram uma nota dirigida por Sebastião Madeira justificando sua
ausência e informando a situação que se encontra Imperatriz, o que lhe
impossibilitou de comparecer ao compromisso de recebimento do título que lhe
foi outorgado. Na nota, o homenageado solicita ao Legislativo o agendamento de
uma nova data para que seja realizada a sessão solene para o recebimento do
título.
Eleito com o apoio e votos dos partidos de oposição, Sebastião Madeira se vendeu ao grupo Sarney por alguns quilômetros de asfalto prometidos para Imperatriz, além de favores pessoais, e é considerado o maior traíra da esquerda maranhense. Por isso, a concessão do título sempre é questionada nos bastidores do legislativo municipal, pois sua grande obra foi se entregar a quem ele responsabilizava pelo atraso do Maranhão.   

  • Jorge Vieira
  • 17/fev/2014

Vereadores adestacam apoio do prefeito Edivaldo Holanda ao Carnaval 2014

A decisão do prefeito Edivaldo Holanda Junior de apoiar
a realização do Carnaval 2014 foi destacada, nesta manhã de segunda-feira (17),
na Câmara Municipal de São Luís, pelos vereadores Astro de Ogum, e Pavão
Filho (foto). O primeiro chamou a atenção para o aumento da verba destinada a
cada escola de samba, que passou de R$ 10 mil para R$ 40 mil, enquanto Pavão
fez uma avaliação comparando a manifestação do chefe do Executivo municipal,
com o ano passado, quando, por razões de ordem financeira, não houve carnaval
de passarela.
Astro de Ogum falou sobre o evento que reuniu
dirigentes das agremiações carnavalescas, vereadores e representantes do
segmento quando foi feito o anúncio da liberação da verba. “Este foi um ato de
reconhecimento do prefeito Edivaldo Holanda Junior ao trabalho realizado pelas
manifestações carnavalescas e a contribuição para a nossa cultura e turismo”,
enfatizou. Ogum disse ainda que estar satisfeito com o projeto elaborado pelo
município para o período momesco, “e destaco que o prefeito está fazendo todo o
possível e todos nós estamos colaborando com essa ação de incentivo ao nosso
Carnaval”, completou.
Em sua intervenção, Pavão Filho faz uma análise
sobre o nosso Carnaval, desde o ano passado, quando jogaram muita pedra no
prefeito, com a colocação injusta dizendo que a insatisfação maior era com a
convicção religiosa do prefeito, o que é totalmente uma inverdade. O vereador
afirmou também que “nós podemos constatar que o prefeito está apoiando o
Carnaval com o incentivo a cultura dentro das condições que se apresentam”.
Pavão observou que em 2013, no início da atual
administração, o município enfrentava uma grave crise financeira, o que
inviabilizou um apoio diferente do que está sendo feito. Pavão Filho assinalou
que a realidade de caixa da prefeitura hoje é outra, “e que o prefeito
administra um orçamento de 1 milhão e 27 mil habitantes e não uma receita
religiosa”. Para completar, ele frisa que “hoje o município tem com apoiar as
manifestações culturais dentro de suas possibilidades, e o maior exemplo está
sendo dado neste momento de incentivo a realização do Carnaval”.

  • Jorge Vieira
  • 17/fev/2014

Arnaldo Melo concretiza sonho de João Evangelista ao inaugurar ‘Complexo de Comunicação’

A Assembleia Legislativa do Maranhão inaugura nesta tarde de segunda-feira (17), o novo ‘Complexo
de Comunicação’, que abrigará a Agência de Notícia, a TV Assembleia e a Rádio,
com o que, segundo o presidente Arnaldo Melo (foto), existe de mais
avançado em termos de tecnologia. A cerimônia contará com as presenças do
presidente do Senado Federal, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador
José Sarney (PMDB- AP), chefes de governo estadual e municipal, deputados
federais, estaduais, vereadores, secretários de Estado, lideranças empresariais
e jornalistas.

Ao dar por inaugurado o prédio anexo ao Palácio Manoel Beckmam, construído
numa área de 2.900 metros quadrados, ao custo de R$ 17 milhões, o presidente
Arnaldo Melo conclui o trabalho iniciado em 2005 quando o então presidente
João Evangelista desenvolveu um arrojado projeto de estruturação do setor de
comunicação do Poder Legislativo, a época limitada a uma assessoria que
prestava serviço apenas à presidência da Casa, implantando a Diretoria de Comunicação,
dirigida pelo jornalista Jorge Vieira, que deu inicio a uma verdadeira transformação do setor.     
O sonho da administração Evangelista, de implantar um complexo de
comunicação para abrigar um canal de TV aberta e a Rádio Assembleia, site, etc não
conseguiu ser concretizado por questões de ingerência polícia contra o pleito
do legislativo maranhense junto ao Ministério das Comunicações, mas o primeiro
passo para a conquista de um canal de TV foi dado com a montagem de estúdio
para TV a cabo, que atualmente transmite a programação da TV Assembleia, pelo
sucessor de João Evangelista, deputado Marcelo Tavares.  
Sempre é bom lembrar que tudo em matéria de comunicação que existe na
Assembleia, menos o prédio do Complexo de Comunicação que será inaugurado hoje
a tarde, foi pensado e iniciado na administração do presidente João Evangelista.
Foi com ele que tudo começou e isso ninguém pode apagar. Site, transmissão das
sessões em tempo real, Assembleia e Foco, Assembleia em Ação (programa de
televisão que tirou o parlamento do anonimato)  e tudo relacionado com modernidade em
informação, justiça seja feita, foi realizado no período de 2005 a janeiro de 2009.
    
Arnaldo Melo, um homem de visão, ajudou concretizar este sonho, fez melhor: transformou
o sonho em realidade, cultivou a ideia de investir em um prédio adequado para abrigar a
toda a comunicação da Assembleia Legislativa e está entregando hoje à população
um instrumento que vai permitir a sociedade interagir com seus representantes.
O presidente Arnaldo Melo, portanto, está de parabéns por concretizar hoje
o que foi pensado por uma equipe de técnicos especializados em comunicação que assessorou Evangelista durante os quatro anos em que comandou o Poder Legislativo
do Maranhão e em mais dois anos em que a Casa foi presidida por Marcelo Tavares, período que foi implantada a TV a Cabo.

  • Jorge Vieira
  • 17/fev/2014

Roberto Rocha diz que o mais importante agora é unir a oposição

O vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB),
em entrevista exclusiva ao jornalista Jorge Vieira, na tarde de quinta-feira,
em sua residência, observou que, neste momento, mais importante que saber se
Roseana vai sair do governo ou quem será o candidato do governo que vai
disputar a com ele o mandato ao Senado Federal é unir os partidos do campo da
oposição. Em seu entendimento, nas eleições deste ano, “Roseana depende muito
mais da divisão da oposição que do governo para ganha a eleição, ou seja, ela
precisa muito mais que nós estejamos divididos que usar a máquina do Estado”.
Roberto Rocha adverte, entretanto, que, para esta
eleição, a estratégia de dividir a oposição não funcionará, ao contrário de
pleitos passados quando as lideranças da oposição brigavam por conta da eleição
em São Luís e criavam um fosso enorme entre eles na sucessão estadual. “Lembro
de Jackson Lago  e João Castelo, expressões políticas estaduais que todas
as eleições de prefeito se dividiam, criavam um fosso terrível e intransponível
para as eleições estaduais logo em seguida, e o grupo Sarney se aproveitava
disso. Agora a história é outra”.
Pré-candidato ao Senado, o vice-prefeito adverte
que, desta vez, aqueles que representam a nova geração da oposição, Flávio Dino
e do Roberto Rocha, fizeram um movimento estratégico, tendo em vista não apenas
a eleição de 2012, mas também a eleição de 2014. “Eu deixei a presidente do
PSDB, um grande partido, para me filiar ao PSB para a gente enfrentar as
eleições municipais, tanto em São Luís como em diversos municípios do interior
do Estado e construirmos as condições em 2012 para a união em 2014. O
governador de Pernambuco, Eduardo Campo, avalizou, veio a São Luís várias
vezes, então o PSB e PCdoB tem um pacto de geração entre dois políticos ainda
jovens, comparado com a média de idade daqueles que lideram o Maranhão a tantas
décadas, e que tem responsabilidade política com o Estado, mas cada um buscando
seus objetivos”.
Roberto Rocha explica que Flávio Dino foi candidato
a governador e que respeita o direito dele buscar a candidatura novamente,
enquanto ele, que foi candidato a senador em 2010, também tem o direito de
concorrer ao Senado respeitado por Dino, de modo que acredita que, “do ponto de
vista do Estado, para o interesse nosso aqui no Maranhão, as coisa só tem a
convergir cada vez mais”, diz otimista.
“É claro que não pudemos esquecer que os partidos
são nacionais e o meu tem candidato a presidência da República, como Aécio Neves
é candidato pelo PSDB, como a Dilma é pelo PT e o PCdoB tem uma relação muito
forte com o PT, inclusive vai coligar nacionalmente com a Dilma, então aqui no
Maranhão, essa diferenças estão sendo superadas, ou seja, o que eu imagino é
que o PT no Maranhão continue com o PMDB, apoiando o candidato do grupo Sarney
e, evidentemente, que o Flávio estaria desobrigado completamente para seguir no
seu palanque com a candidatura de Eduardo Campos”, enfatiza.
Sobre a candidatura a senador, Rocha diz que está
cumprindo etapas e que a primeira dela foi a convergência partidária em torno
do seu nome um ano antes da eleição, quando o PSB conseguiu se organizar
politicamente em torno de um projeto de candidatura majoritária ao Senado. A
segunda etapa, segundo Rocha, foi a convergência dos partidos aliados para
formar o palanque eletrônico, quando todos demonstraram muita boa vontade
 com sua candidatura.
“O PSB tem uma importância muito grande no processo
porque além de ser o maior partido do campo da oposição é o partido que tem
candidato a presidente da República, que aliás, é a única liderança de
expressão nacional que tem coragem de vir ao Maranhão mostrar a cara do nosso
lado que queremos a mudança. Todos os outros líderes nacionais ou estão com o
grupo Sarney ou estão de braços cruzados”.
Para o dirigente do PSB, o governador e
presidenciável  Eduardo Campo é um político que enfrenta, põe a cara para
bater, ainda que sendo governador cheio de interesse no Congresso Nacional, 
como tem qualquer estado brasileiro. Já a terceira etapa é a convergência na
sociedade. “Neste ponto estou bem situado porque em todas as pesquisas feitas
nos últimos meses eu estou em primeiro lugar, além de ser o menos rejeitado, de
modo que eu acho que nossa parte, neste tempo do processo eleitoral, que o
tempo da política, da conversa, eu acho que nesse ponto nós estamos bem
situados e preparados  para fazer o enfrentamento democrático dentro da
campanha a partir de junho.

  • Jorge Vieira
  • 17/fev/2014

Embratur desmonta factóide do jornal da familia Sarney contra Flávio Dino

A Embratur emitiu nota de esclarecimento sobre o factoide criado pelo jornal “O
Estado do Maranhão”, de propriedade da família da governadora Roseana Sarney,
sobre suposta irregularidade cometida por Flávio Dino em contratos de
informática.   

 

DIREITO
DE RESPOSTA – ESCLARECIMENTO DA EMBRATUR

A
respeito de matéria veiculada por este jornal, neste domingo (16/fev),
apontando supostas irregularidades relacionadas a contrato de informática
mantido pela Embratur, temos a esclarecer:
1 – O
contrato abordado na matéria é de 2009, quando houve adesão a uma Ata da
Universidade Federal da Bahia. Na época, a adesão à Ata foi antecedida de
pesquisa de preços de mercado, com base no parque tecnológico da Embratur, e
não da citada Universidade. O valor do contrato de 2009 era de R$ 5.169.147,48.
3 – Em
agosto de 2011, por decisão do recém-empossado presidente Flávio Dino, todos os
contratos da Embratur sofreram auditoria compartilhada pela Controladoria Geral
da União (CGU) e Auditoria Interna da Embratur. O trabalho foi concluído em
março de 2012, quando a CGU não apontou nenhuma irregularidade ou fez qualquer
ressalva em relação ao valor do contrato de informática, razão pela qual foi
efetuada a renovação.
4 – Na
renovação com a empresa de informática, em junho de 2012, a Embratur optou pela
redução dos serviços contratados, o que levou à economia de quase 50% dos
recursos públicos envolvidos, reduzindo o valor total do contrato para R$
2.999.999,97.
5 –
Somente em agosto de 2013, após o término do contrato oriundo da adesão à ata,
a CGU passou a questionar aspectos do contrato, que foram devidamente
respondidos pela área técnica da EMBRATUR. Reiteramos o ponto de vista técnico
de que não há nenhuma despesa antieconômica no citado contrato.
6 – As
controvérsias técnicas ainda existentes serão debatidas perante o Tribunal de
Contas da União, que ainda vai julgar as contas de gestão relativas ao ano de
2012.
7 –
Esclarecemos que o parecer da CGU é que as contas do gestor Flávio Dino
relativas a 2012 são regulares, e não irregulares.
Mariza
Garcia Avalone
Coordenadora de Suporte Tecnológico
Nadja
Maria Mehmeri Lordelo
Auditora-Chefe

  • Jorge Vieira
  • 16/fev/2014

Eleições 2014: Pesquisa traduz cenário da eleição para governador e senador no MA

No Maranhão, a primeira pesquisa estadual sobre
intenção de votos registrada no TSE, sob nº MA-00003/2014, realizada pelo
Instituto Data M, ainda repercute. Principalmente porque ela traz, com o ano
novo, uma nova realidade que as urnas podem parir em outubro próximo,
notadamente para os dois cargos mais cobiçados pelos políticos: governador do
Estado e senador da República pelo Maranhão.
Nos bastidores, sabe-se que
muitas das decisões que estão sendo tomadas, no momento, tanto pelos candidatos
dogoverno como os da oposição, têm como base os números dessa pesquisa. Até
porque, mais que os números, o levantamento revela que há uma perfeita
co-relação de causa e efeito entre os fatores político,  administrativo e
eleitoral.
Muitos aspectos da pesquisa – que
tem o selo de credibilidade de um instituto cujos números são sempre muito
aguardados e tomadoscomo guia pelos marqueteiros -, apesar de bastante
divulgados,  ainda não foram abordados, como, por exemplo, a relação entre
o maior grau de instrução,o nível de renda dos entrevistados e  a
declaração do voto. Assim, quanto maior o grau de instrução e maior o nível de
renda do eleitor, a tendência é votar nos candidatos de oposição ao Grupo
Sarney.
Chama a atenção ainda o
posicionamento obtido por Flávio Dino (PCdoB) e Roberto Rocha (PSB),
pré-candidatos declarados a governador e a senador, respectivamente, que
lideram as intenções de voto em todos os cenários, além da rejeição,
estratosférica, da governadora Roseana Sarney (PMDB) como pré-candidata ao
Senado.
No cenário em que estão juntos o
presidente da Embratur, Flávio Dino, o secretário de Infraestrutura do governo
Roseana, Luís Fernando (PMDB) e a deputada estadual Eliziane Gama (PPS), o
comunista tem 55,3%,  Luís Fernando soma 13,7% e Eliziane, 6,9%. Os que
declaram anular o voto são 7,7% e os que não sabem ainda em quem votar ou não
quiseram responder, 16,4%.
Quando confrontado apenas com
Luís Fernando, Flávio sobe para 58,3% e o peemedebista fica com 15,5%. Já 9,8%
dizem não votar em nenhum dos dois, e 16,4% também não responderam ou disseram
não saber em quem votar.
Os nomes para pré-candidatos a
senador que o Data M testou junto ao eleitorado de 58 municípios maranhenses –
que compõem a amostra da pesquisa – são: a governadora Roseana Sarney, Domingos
Dutra (Solidariedade), Roberto Rocha e Gastão Vieira (PMDB). Primeiro cenário:
Roberto Rocha, 25,1%; Roseana Sarney, 20,7%; Domingos Dutra, 20,0%; Nenhum
deles, 15,8%; Não Sabe/Não responde, 18,3%.
Segundo cenário: Roberto Rocha,
26,1%; Domingos Dutra, 19,7%; Gastão Vieira, 13,4; Nenhum deles, 17,5; Não
sabe/Não responde, 23,3%. Terceiro cenário: Roberto Rocha, 38,8%; Roseana
Sarney, 21,0%; Nenhum deles, 20,9; Não sabe/Não responde, 19,3%. Quarto
cenário: Roberto Rocha (36,4%); Gastão Vieira, 16,9%; Nenhum deles, 22,2%; Não
sabe/Não responde, 24,5%.
Mas o destaque da pesquisa são os
números da rejeição para os pré-candidatos ao Senado: Se a eleição fosse hoje,
em qual destes nomes o Sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Roseana Sarney,
56,0%; Domingos Dutra, 11,7%; Roberto Rocha e Gastão Vieira, 6,5%; Votaria em
qualquer um, 1,7%; Não sabe/Não responde, 17,5%. Gastão Vieira é “testado”
porque se cogita que seria o substituto natural de Roseana Sarney no caso dela
não se desincompatibilizar do governo ou candidatar-se a deputada federal.
No quesito rejeição para governador,
o quadro, segundo o Data M, seria este, nos dias em que os entrevistadores
foram a campo: Luís Fernando, 28,7%; Eliziane Gama, 17,3%; Roberto Rocha,
13,2%; Flávio Dino, 10,0%; Votariam em qualquer um, 5,7%; Não sabe/Não
responde, 25,1%. Vale frisar que Roberto Rocha consta nesse quesito por conta
de simulação de intenção de voto feita para o governo entre ele, que obteve
23,5%, e Luís Fernando, 22,6%; nenhum deles, 26,4%; Não sabe/não responde,
27,5%.
Eleitorado formador de opinião quer mudanças
Detalhando ainda mais os números,
verifica-se que quanto maior é o grau de instrução e o nível de renda dos
entrevistados, maior também é a preferência pelos pré-candidatos Flávio Dino
governador e Roberto Rocha senador (no confronto com Luís Fernando e Roseana
Sarney), praticamente em todos os cenários, o que poderia, em tese, ajudá-los a
consolidar suas posições, já que esse eleitorado é formador de opinião.
Outra observação importante, no
confronto com Roseana Sarney como pré-candidato a senador, Roberto Rocha tem
maior intenção de votos em todas as regiões do Estado, com ênfase para as
regiões Oeste: 56,4% x 17,5%; Sul: 45,5% x 22,7% e Centro: 42,4 x 17,5%.
Na divisão por região, e no
confronto Flávio Dino x Luís Fernando, a pesquisa Data M também mostra que o
comunista venceria, se eleição fosse hoje, em todas elas, com predominância
para as regiões Oeste (68,5% x 11,8%) e Centro (75,6% x
8,3%).
No mais, a pesquisa também
justifica, no momento, a baixa aceitação do eleitorado por Roseana Sarney como
pré-candidata ao Senado,  e ainda do seu secretário de Infraestrutura,
Luís Fernando Silva, como pré-candidato a governador. Para isso, basta ver a
avaliação ao governo estadual, que obtém 60% de “ruim” + “péssimo”, e 66,5% de
“não aprovo”, quando o eleitor é indagado se “aprova ou não aprova” a
administração da governadora Roseana Sarney.
Outra pergunta feita pelo
instituto Data M também obtém emblemática resposta:
– O Sr. (a) concorda que a
família Sarney ainda é necessária para o Maranhão? 20,5% disseram “concordar”;
71,9% responderam “não concordar” e 7,6% não souberam ou não quiseram opinar.
Assim, os números do eleitoral podem ser consequência natural do político e do
administrativo.

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